Notas iniciais
Galera!!! Calma aos ansiosos, não será nesse capítulo o casamento, mas digo que está muito próximo... Ohoho... Bem, esse capítulo é muito especial para nós duas, então esperamos que gostem.
Boa leitura!!

O cheiro de sangue pairava no ar, a criatura não havia apenas se alimentado, agora o poderoso vampiro acabara de matar aquele ser fraco que para si não fazia a mínima diferença se estava vivo ou morto.

Olhava com desprezo para o corpo inerte no chão. Seus olhos vermelhos mostravam todo o ódio que tomava conta de si aquela noite.

— Criatura fraca! — Ditou o líder Baali.

Radamanthys estava irado, há tanto tempo esperando que Milo chegasse na idade certa para poder ter de volta o que lhe pertencia, e agora Shion mais uma vez o estava impedindo de tê-lo. Sentiu quando uma pessoa aproximou-se.

— Lorde Wynerny... Se acalme, o senhor ainda o terá! — A voz feminina ditou com um pouco de receio.

— Eu vou matar aquele ruivo filho da puta! Vou estraçalhar e esmagar os ossos dele, um a um. Kamus irá se arrepender por ter entrado em meu caminho. — Disse tudo com muito ódio, e sede de vingança.

— Senhor, há meios ainda de termos ele! — Falou Pandora.

— Eu já cansei disso, não é assim que querem? Pois eu vou pega-lo para mim e fazê-lo meu! E nem mesmo Kárdia poderá me impedir e terá de me dar tudo que eu quiser.

Olhou para a vampira ao seu lado e ditou com luxúria vamos, quero companhia para essa noite.

Pandora seguiu-o sem pestanejar Radamanthys era um vampiro lindo e forte, e se não fosse seu interesse pelo xerife, seria apenas dele.

— O que pretende fazer senhor? — Perguntou vendo seu senhor olhá-la sem entender. — Quanto ao garoto?

— Vou sequestrá-lo! — Afirmou em tom de poucos amigos. — Ele será meu por bem ou por mal.

— O senhor está ciente que Aiacos foi eliminado?

— Como? — Radamanthys pareceu surpreso, Pandora bem sabia que o moreno era o amante preferido do lorde Wyverny.

— Alguém matou Aiacos? — A ira dom loiro pareceu exceder até sua própria frieza. — Descubra quem fez isso, quero saber quem foi, por que vou começar minha vingança por ele!

Tempos difíceis estavam por vim, a ira daquele ser estava tomando proporções assustadoras.

-oo0oo-

Para os humanos o dia era os horários para cumprir com seus afazeres, e quando à noite caía, muitos se recolhiam para seu lares, e alguns enfrentavam a noite em busca de diversão, porém era para alguns seres diferenciados que ela simbolizava poder, força e liberdade.

Mas era em um edifício de estrutura envolvente que algo peculiar parecia acontecer. Em uma sala de tamanho descomunal, com uma decoração regada a luxo e bom gosto que algo sucedia. Não era o escritório da ordem, e sim a sala de visitas das comodidades do rei. Na cobertura do edifício, composta de dois andares algo sucedia.

Kárdia havia convocado duas pessoas em especial, e mais ainda a presença de seu secretário administrativo para aquela reunião, para sanar suas recentes preocupações.

Sabia que diretamente não teria nada com aquilo, Além de humano, era filho adotivo de outro vampiro, porém não deixava de se preocupar. Primeiramente que temia pela obsessão de Radamanthys para com aquele humano, depois que o mesmo estava com casamento marcado com seu senescal, e alguém que considerava como filho, pois para o rei dos vampiros se seu filho ainda estivesse vivo seria para Kamus que cederia a mão.

- Majestade aconteceu algo? – Shion indagou polido. Estavam todos sentados nos sofás de estamparia brancos, feitos do melhor material.

O loiro de olhos azuis e sorriso radiante olharam para o líder dos Assamitas, depois para o senescal. Atrás de sua poltrona em pé, se encontrava Shaka, mas este apenas acompanhava tudo calado.

— É sobre o casamento de seu neto com Kamus. — Disse firme deixando claro que não era momento de brincadeira.

—... — O ruivo não disse nada, mantinha-se imparcial e frio, para si o que fosse decidido seria acatado, como imponente soldado.

— Até onde sei está tudo conforme programado. — Disse Shion, o mesmo andava tenso. Mesmo com toda guarda formada ao redor de seu neto, sentia a inquietação dos movimentos do líder do Baali.

— Considero que seja melhor adiantar-mos, não vejo motivos para esperar somente daqui a dois meses, quero que marquem o ritual para semana que vem! Sei que Afrodite está cuidando de tudo, e já solicitei a ele que agilize tudo. Alguma objeção? — O rei indagou, queria garantir que nada impedisse a união do líder dos Ventreu e o neto dos Assamitas.

— Não, até prefiro. — Kamus disse em um tom que chegava a gelar a sala.

— É precipitado, mas levando em conta a situação, creio que é a melhor decisão. — Shion sabia que o Milo iria ter um ataque, principalmente por que eles decidiam as coisas sem sua presença ou opinião, porém, o quanto mais rápido ele casasse com o ruivo, melhor seria.

— Certo! Shaka providencie para que tudo saia com perfeição. — Disse Kárdia.

-ooOoo-

Aquela noite parecia ter trazido consigo uma agitação nada comum, as criaturas das trevas moviam-se para obedecer às ordens do rei.

Entre tantos, Afrodite estava quase para ter uma síncope, o senhor dos vampiros havia lhe mandado adiantar tudo, pois o casamento seria em uma semana. Já tinha feito tanto que se sentia cansado, mas estava a esperar Elora e Milo que viriam provar a roupa e também saber tudo que fora decidido.

Quando a campainha tocou o líder toreador esperou que seus servos atendessem a porta e em seguida pode ouvir a voz do humano a dar boa noite a todos que via em seu caminho.

Afrodite em tão pouco tempo apegou-se aquele menino, ele tinha uma alegria e um sorriso encantador, já estava começando a ter pena dele só de imaginá-lo casado com o coração gelado do Senescal.

— Boa noite Dite!! — Saudou Milo com alegria.

— Boa noite Milo! — Disse Afrodite devolvendo a cortesia daquele menino. E voltando-se para a vampira saudou-a com um aceno de cabeça.

— Afrodite como estão as coisas? — Perguntou Elora.

— Elora podemos conversar um pouco? — Perguntou Afrodite e a loira notou um ar de preocupação na voz do belo vampiro. Antes, porém que a vampira dissesse qualquer coisa, ele acrescentou — Em particular.

— Estamos falando do meu filho Afrodite! — Disse Elora com rispidez, porém sem mostrar qualquer alteração no tom de voz. — É ele o maior interessado, portanto se ha algo a dizer que seja na frente dele.

Afrodite pareceu visivelmente desconfortável. Mas pelas palavras da vampira pode perceber que nenhum dos dois sabia sobre o adiantamento do casamento.

— Tudo bem! Milo eu não queria te dizer assim, mas... — Ponderou um pouco antes de falar, mas enfim falou o que queria como uma pergunta simples. — Vocês estão cientes que o casamento será em uma semana, presumo?

Tanto Milo quanto Elora ficaram estáticos. Não conseguiam mover um músculo e nem pronunciar qualquer palavra.

— Bem, o rei Kárdia mandou me chamar e falou que o casamento será semana que vem, Portanto, precisamos correr.

Milo queria abrir um buraco e se enterrar nele! Não sabia o que dizer, ou pensar. Aliás, uma única coisa não saia de sua cabeça. À noite de núpcias, o fato de ter que ceder tudo aquele homem frio e grosso.

— Mas... Por quê? — Fora tudo que Milo conseguiu falar.

— Bem devido ao ataque dos Baalis, Kárdia achou por bem que vocês devem casar o mais rápido possível. — Falou pesaroso o vampiro, o loirinho não parecia bem, mas antes Kamus a Radamanthys.

— Mas... — Elora até começou a falar, mas Milo fora mais rápido.

— Tudo bem mãe! Ele tem razão. —- Falou dando-se por vencido, já que iria casar e não tinha outro jeito, então que fosse de uma vez.

Os três então seguiram em silêncio para a sala onde Afrodite estava usando como o local para guardar tudo referente a cerimônia.

Passaram ali um bom tempo até que Aldebaram chamou-os ditando que já era hora para se retirarem. Seguiram em silêncio até o carro. Milo com uma angustia crescente no peito e Elora com um ódio mortal de Radamanthys.

-oo0oo-

Há poucos minutos havia deixando Milo na mansão dos Assamitas. Estava estressada, precisava se acalmar e tinha ciência que somente uma pessoa poderia lhe proporcionar isso.

A mulher loira, que quem visse não daria mais que vinte e dois anos, porém detinha duzentos anos parou em frente à floricultora. Pelo horário encontrava toda escura, mergulhada em total breu.

Nunca antes adotara tão postura, sempre deixou escondida sua verdadeira origem para o homem que tanto amava, mas aquela noite não queria máscara ou farsa, só ansiava pelos braços dele. Assim, Elora impulsionou os pés de forma que caiu com graciosidade na varanda que dava justamente para o quarto de Asmitha, que ficava no segundo andar.

Abriu a janela e sem fazer qualquer ruído adentrou nos aposentos do humano que era privado de visão. Seus olhos azuis caíram sobre o belo homem que dormia confortavelmente na cama de casal. A face dele tinha um semblante calmo, era quase possível ver o mesmo sorriso brotar ali, na certa Asmitha estava tendo um ótimo sonho.

Elora chegou perto da cama. A mesma trajava um vestido preto, com as alças eram finas, era justo até a cintura e a partir dali ganhava uma saia rodada, mas nada muito exagerado, pois ainda moldava muito bem seu divino corpo feminino.

Ela sentou na beirada da cama, uma de suas mãos ergueram e sutilmente tocou os fios igualmente loiros daquele homem que ressonava calmamente.

Inclinou-se para frente e seus lábios tocaram suavemente a boca do amado, um roçar, mas que detinha ali muitos sentimentos. Contudo quando Elora pensou em se afastar uma mão enlaçou sua nuca, puxando-a para um beijo mais presente, aonde as bocas se massageavam, e a paixão era transmitida.

— Mitha... — A vampira murmurou quando em um movimento fora puxada para a cama, deitando na mesma, ao que Asmitha ficou com o corpo parcialmente sobre o dela.

— Aconteceu algo bela flor? — Ele indagou.

O quarto estava mergulhado a escuridão, mas isso não incomodada nenhum deles, uma por se privado da visão, e a outra enxergava muito bem.

— Ah Mitha, preciso tanto de ti! — Disse a moça num fio de voz inalterável.

Asmitha não respondeu, tornou a beijá-la com carinho e desejo. Suas mãos hábeis passaram a percorrer a pele fria do ser noturno.

Elora gemia com os toques quentes do humano, no que esse com suavidade foi descendo a alça do vestido da loira e começou a beijar-lhe o ombro e seus beijos pareciam queimar no corpo da vampira.

Asmitha foi baixando devagar o tecido macio que cobria o corpo perfeito de sua amada.

Elora sorriu ao sentir-se sendo despida por ele. Aos poucos a boca do florista foi deixando um rastro de saliva por onde passava.

Ao alcançasse os seios fartos da loira, fora abrindo a boca devagar alojando um dos seios em sua boca quente, fazendo-a gemer, colocando as mãos por entre os fios loiros do amado e o trouxe para mais perto de si.

O loiro por sua vez deixava que sua língua passasse pelos mamilos que se encontravam túrgidos. Abandonou um mamilo e abocanhou o outro, não precisava de sua visão, pois sua mão conhecia bem aquelas curvas perfeitas.

Foi sugando o mamilo de Elora ouvindo com prazer ela gemer. Com carinho foi experimentada a pele alva descendo pelo abdome belo.

Enquanto sua boca foi descendo experimentado cada pedacinho dela, suas mãos desfizeram-se do negro tecido, e apertaram a roliças coxas à medida que se colocava o meio delas. Seus dedos brincaram com a alça da peça intima enquanto beijava o ventre dela, recebendo como presentes suspiros de prazer.

— AHhaha... Mitha... Mais... — Implorou querendo que ele avançasse mais, que a tomasse, e amasse sem reservas, só assim, nos braços dele, poderia esquecer qualquer problema que pudesse existir.

O loiro lentamente, como forma de tortura fora abaixando a peça até que a intimidade da vampira ficasse amostra. Seus olhos não podiam ver, mas seus outros sentidos captavam cada detalhe. A forma que ela contorcia chamando por si, o perfume único que provinha da mesma, tudo fazia Asmitha desejá-la cada vez mais.

Cuidadosamente as mãos do humano moveram as pernas de bailarina da divindade noturna, deixando a sua mercê, e para sua degustação todo o casulo do amor. Sua língua passou a colher ali tudo que lhe era oferecido, brincando e fazendo com que Elora contorcendo-se sem reservas lhe suplicasse por mais.

As garras da vampira fincavam nos lençóis os rasgados, e não encontrando ali o suporte que carência. Sua cabeça afundava no travesseiro enquanto seus olhos saiam de órbitas.

Mesmo sendo um ser imortal, que vivia já há duzentos anos sobre a face da terra, ele fora seu primeiro e único amor, o único que lhe tocara tão abertamente, e para si seria eternamente.

— Ahaha... Anda logo... — A voz dela mesmo que fosse ordenada, saíra manhosa, um lado seu mostrado a poucos, algo raríssimo.

Elora arqueou as costas ao sentir a língua quente do amado a invadir de forma doce e ao mesmo tempo sensual. Tirava sua sanidade e a levava a um lugar nunca antes experimentado por qualquer demônio.

— Aaaaa... Mitha por favor!! — Elora implorava por mais.

Asmitha sorriu lascivo e continuou a massagear o interior de Elora sorvendo o fruto de seu prazer.

Porém o loiro sentia seu próprio sexo doer, desejava muita aquela mulher, mais naquele instante queria mais que isso, precisava da verdade e ia tê-la aquela noite.

Elora estava cada vez mais necessitada dele, mas o loiro pareceu ter escolhido aquele dia para torturá-la.

Logo o loiro parou o que fazia e Elora pode sentir o corpo maior por cima do seu.

A vampira pousou suas mãos nos cós da calça do florista e assim abriu-a e Colocando-as lá dentro envolveu o falo dele com a mão e então começou a massageá-lo devagar e torturantemente.

— Elora... Hunm... — Ele gemeu sentido a macia mão tocar em si de maneira precisa.

— Meu... Só meu... — Ela falou possessiva, adorando ver de perto as expressões belas daquele homem.

Asmitha guiou a face para a curva do pescoço dela, passando beijar ali, enquanto suas mãos se dividiam em massagear um dos seios, e a outro aliciava a úmida intimidade. Ambos mergulhavam sem medo no prazer, esquecendo de tudo, e a única coisa que importava eram eles.

— Elora... É verdade que és... Aaha... Vampira... — Sabia que inerte de prazer ela responderia tudo que indagasse.

— Ahahha... — Gemera alto quando Asmitha lhe tocara internamente, estava preste a subir pelas paredes caso ele não avançasse mais, e levasse ela ao paraíso do prazer. — Me possuía Mitha... Agora... — Ela implorou.

O homem retirou as mãos dela de si, enquanto as suas mãos se moveram e posicionando as belas pernas em volta de sua cintura. Sua boca tomara a rosada e bem desenhada, enquanto encaixara perfeitamente pronto para sela aquele momento.

— Não me respondeu minha flor... Ahah... Você... — Ele a torturava retardando a união plena, o florista sabia plenamente que a única forma de conseguir algo de bom agrado dela seria daquela forma.

— Sim... Eu sou... Mas anda longo... — Ordenou enquanto gemidos e mais gemidos saiam sem freio de sua boca.

Não precisou de mais para que o loiro guiasse seu falo pulsante a entrada da vampira, e lentamente entrasse naquela caverna divina. Ambos não deixaram de gemer no processo, aonde as bocas tomavam em um beijo desajeitado.

— Elora... Ahhaha... — Asmitha gemeu ao sentir toda aquela quentura, e maciez envolver seu órgão, incapaz de aguardar mais tempo, o mesmo começou a mover em estocadas vagarosas dentro de sua amada.

— Ahahha...

Gemidos que mais simulava a uma exuberante sinfonia ecoavam pelas paredes. Bocas e mãos procuravam marcar, apertar e sentir cada parte do corpo alheio, enquanto os dois encontravam em um rito perfeito.

Seus gemidos despudorados mostravam claramente que em breve os dois alcançariam o clímax. E antes que Elora pudesse pensar, ouviu a voz de Asmitha eu seu ouvidos, com um pedido que jamais sonhou que pudesse realizar, era para ela o ponto máximo de prazer.

— Elora... Amor... Quero sentir como é o beijo de uma vampira. — Asmitha falava em meio aos gemidos roucos, ele queria tornar aquela união ainda mais completa, sentir sua amada lhe beber o sangue o faria compartilhar ainda mais do que ela é e com isso seriam um só.

A loira sorriu e olhou com carinho para o homem que amava e ainda que com dificuldades proferiu.

— É... O... Que deseja... Amor... — Disse cheia de luxuria. Era para ela a primeira vez que experimentaria aquela sensação, já tinha escutado de Afrodite que era maravilhoso durante o sexo. Mas jamais tinha experimentado tal coisa.

— Sim... Por favor! — Gemeu procurando conter o prazer, estocando de leve, saindo e entrando de forma contida coisa por demais perturbadora para os dois.

Elora guiou seu rosto até o pescoço do loiro florista e muito lentamente deixou que seus caninos adentrassem a pele alva e cheirosa daquele que tanto amava. Ambos não puderam controlar o que sentiram.

Tanto Elora quanto Asmitha sentiram-se um, era mais forte do que tudo que haviam sentido até então. Sentiram-se só, como se houvessem alcançado outro mundo. O humano sentia o corpo vibrar, um calor tomava conta de tudo.

Elora ao sentir o sabor inigualável do liquido quente daquele homem sentiu-se completa, Asmitha tinha um sabor diferente, doce, forte e ao mesmo tempo delicado.

Ambos sentiam que agora não podiam mais se separar, queriam-se ainda mais. Não podendo conter o prazer que os invadiu Asmitha intensificou as estocadas, Elora podia senti-lo pulsante e firme dentro de si.

— Elora... Aaaah... Isso é Mara... Aaaah... Vilhoso. — Gemeu Asmitha a mercê da avalanche de sentimentos.

Quanto mais se sentia tomado Asmitha aumentava as investidas, Elora dando-se por satisfeita, embora que a contragosto, abandonou o pescoço do florista e deixou-se levar aos céus se é que fosse possível a um ser da noite ter esse direito.

Seus corpos moviam-se sincronicamente, e cada vez mais rápidos e envolvidos em gemidos ambos alcançaras o clímax ao mesmo tempo.

— Ahaaaaaaaaa... Mitha...Te...Amo... Aaaaah. — Gritou a vampira embalado no prazer.

— Aaaaaah... Meu anjo... — Gemeu o loiro em resposta.

Os corpos ficaram dormentes de prazer, mergulhados em algo sem descrição. As bocas se encontraram, em um beijo gentil, enquanto os ritmos dos corpos iam amenizando, até que findaram.

Asmitha levou a mão à face da vampira acariciando com cuidado e devoção.

— Como? — Elora tentou indagar como ele havia descoberto sua real natureza, porém mesmo sendo um ser que nunca se encurvara a nada antes sentiu certo medo.

— Como não importa, assim como meu amor por você não diminuirá. — O humano disse dando beijos rápidos na face dela.

Asmitha saiu de dentro de sua amada, repousando suas costas contra o colchão e a puxou para que alojasse a cabeça em seu peito. Enquanto ele tinha a respiração descontrolada ainda, ela fechara os olhos não escondendo o sorriso, ao menos mesmo com tantos problemas sucedendo algo de bom acontecia.

Para Elora o peso daquele segredo naqueles anos a martirizava, o medo que ele deixasse de amá-la por ser quem era, mas agora em saber que para Asmitha isso não importava, era o que mais valia.

— Elora?

— Sim, amor. — A loira exclamou aguardando que ele falasse enquanto brincava com os dedos no tórax dele.

— Quer casar comigo? — Aquela simples frase carregava em si tantos sentimentos.

Elora ergue a face e olhou seriamente para Asmitha como se buscasse comprovar que ele não mentia. Sua boca abrira e dela não saíra nada devido o baque de tudo.

O silêncio tornara-se perturbador, e como não podia ver qual expressão ela fazia, o loiro passara ficar preocupado.

— Elora? Diga algo? Fiz errado? — A voz do florista saíra aflita com um medo palpável.

— Sim... Sim... E o que mais quero. — Ela disse contagiada pelo momento.

As bocas se chocaram com paixão, as mãos buscavam um ao outro, assim como o corpo não deixando espaço entre si. Mais uma vez aquela noite ele se amaram com loucura.

Continua...