Algo que se puede empezar.

12 Parece que não fizemos nenhuma evolução.


Notas iniciais
Hey estou apaixonada por vocês. Me abracem por favor. Obrigada. Here we go.

Acordei com minha cabeça explodindo, meus olhos doíam com a luz que entrava pela janela e um corpo debaixo de mim, um corpo suado por sinal.

–O que? Léon? Que horas são? -Eu disse.

–Bom dia, são 10 horas. -Ele respondeu se espreguiçando.

–DEZ!? Meu pai já deve ter chamado até a Cia. -Eu disse desesperada.

–Eu mandei uma mensagem para o seu pai dizendo que você está comigo. -Ele disse.

–Eu preciso ir, tenho que ver minha filha, e procurar uma escola para ela. -Disse.

–Bom, tem o colégio do meu sobrinho, ele estuda lá desde que tinha a idade da Elena, você vai gostar. -Ele disse me olhando.

–Depois me de o nome e o endereço, eu preciso colocar ela na escola para que as perguntas difíceis que ela me faz se transformem em energia. -Eu disse rindo.

–Tipo como quem é o pai dela? -Ele disse.

–É, tipo isso. -Respondi.

–Olha, eu tenho uma reunião agora no motocross, preciso ver como vão ficar as coisas por lá, te deixo em casa e de tarde pego você e Elena e levo para conhecer o colégio. -Ele disse se levantando da cama, ele ficou fortinho.

–Tudo bem. -Disse.

–E depois, quando você se firmar por aqui, vamos ter uma conversinha bem séria. -Ele disse e me olhou.

–Não sei sobre o que precisamos conversar. -Eu disse.

–Sem problemas eu lembro muito bem o que você me disse dentro do carro ontem. -Ele disse e foi para o banheiro.

Boa Violetta, que papelão (N/A: Lembrei de você Juju Stoessel) botou tudo a perder por causa de uns drinks coloridos. Ele saiu do banheiro com uma bermuda xadrez e sem camisa.

–Sua roupa não está seca. -Ele disse.

–Como eu vou? -Perguntei.

–Não sei, você pode ir com essas ai, depois eu te entrego. -Ele disse.

–É o jeito. -Eu disse e peguei os meus sapatos, ele colocou a camisa e nós fomos tomar café.

–O que quer comer?- Ele perguntou.

–Não estou com fome, mas aceito um café bem forte. -Eu disse.

–Tudo bem. -Ele preparou o café e nós tomamos em silêncio.

–Escuta, sobre ontem. -Eu disse.

–Esquece o que aconteceu ontem certo? -Ele disse se levantando e colocando a xícara na pia.

–Vamos. -Ele disse e então nós fomos, descemos em silêncio, fizemos o caminho em silêncio e nossa despedida foi em silêncio.

Cheguei em casa e meu pai corria com Elena no quintal.

–Mamácita. -Ela correu em minha direção quando me viu.

–Olá mi bebita, como passou a noite? -Perguntei.

–Bem, e você? -Ela perguntou.

–Bem. -Disse.

–Você está cheilando a tio León. -Ela disse e riu.

–E isso é bom?- Perguntei.

–Você acha bom? -Ela me devolveu a pergunta.

–Eu vou subir e tomar um banho tudo bem, depois eu desço e brinco com vocês. -Disse e joguei um beijo para o meu pai que sorriu para mim e depois eu subi. Tomei um banho bem demorado, precisava tirar todos os rastos de que estive com ele, me arrepiava só de lembrar da noite passada, eu não sei o que deu nele, lavei meus cabelos que tinham o cheiro do shampoo dele, eu estava cheirando a ele, e até minha filha percebeu isso, você está perdida Castillo, perdida. Depois do banho desci para ver Elena.

–Eu sei vovô, mas eu estou com dor. -Ouvi a voz da minha filha dizendo.

–Calma meu amor. -Meu pai respondeu.

–O que houve papai? -Perguntei me aproximando deles que estavam sentados no chão.

–Elena está com uma dorzinha na barriga, mas logo passa né princesa. -Meu pai disse tenso.

–Está doendo muito mamá. -Ela reclamou e começou a chorar.

–Pai, o que ela tem? -Disse desesperada.

–Eu não sei querida, vamos levá-la ao hospital. -Meu pai disse levantando e indo em direção a casa enquanto eu pegava Elena no colo.

Chegamos no hospital e fomos direto para a emergência.

–Com licença, a minha neta está com muita dor na barriga, ela está chorando muito eu preciso de ajuda. -Meu pai disse.

"Chamando Doutor Miguel da pediatria, emergência"

A voz da recepcionista soou nos altos falantes do hospital, e logo uma figura conhecida por mim apareceu.

–Violetta? -Miguel disse.

–Miguel, minha filha eu não sei o que ela tem. -Eu disse chorando.

–Calma, tragam uma maca por favor. -Ele pediu e dois enfermeiros trouxeram uma maca. Ele a pegou dos meus braços e a colocou deitada.

–Eu quero ir junto. -Eu disse.

–Você não pode, mas eu prometo te manter informada ok. -Ele disse e eu o acompanhei enquanto ele sumia com minha bebita nos corredores.

–Vem querida, vamos sentar ali. -Meu pai me chamou.

–Eu estou com medo. -Eu disse.

–Vai ficar tudo bem, você vai ver. -Ele disse e nos sentamos para esperar notícias.

Notas finais
Heey. Eu de novo. Espero que estejam gostando da Fic, eu estou adorando escrevê-la, vem uns sustinhos por ai, mas, faz parte. ((: Obrigada amores. ((: