Algo que se puede empezar.

18 Mais uma preocupação.


Notas iniciais
Hey girls, hoje não pude postar muito, passei muito mal. Graças a Deus estou melhor ((: VINI: Quero agradecer sua recomendação, não pense que eu esqueci, adorei demais obrigada por todas as palavras de carinho que disse, e também porque ficou um amorzinho o que você escreveu. ((: Obrigada de verdade mesmo. (: Here we go.

Eu estava em busca de um médico para a Vilu, ela estava ardendo em febre e isso me preocupava muito, acabei esbarrando com o Doutor Miguel no corredor.

–Oi Léon, aconteceu alguma coisa? -Perguntou.

–Violetta está ardendo em febre. -Eu disse sério.

Ele me olhou um pouco assustado e pediu que eu o seguisse. Voltamos até onde ela estava, ela continuava sentada onde a deixei porém agora tinha a cabeça baixa, o doutor se aproximou dela e colocou a mão em sua testa e depois pescoço.

–Mais essa eim. -Ele disse se levantando.

–E agora? -Perguntei.

–O que será que eu tenho? -Violetta perguntou, percebi que sua voz estava rouca e bem fraca.

–É o que vamos descobrir, Léon traz ela para mim? -Ele disse indo em direção ao corredor onde ficavam os quartos.

–Claro. -Eu disse e peguei Violetta no colo. O segui por um corredor extenso e logo o vi entrando em um quarto.

–Coloca ela aqui. -Ele disse apontando para a cama, coloquei Violetta deitada, ela tinha os olhos fechados, estava bem abatida.

–Vou pedir para que o enfermeiro venha fazer um exame de sangue nela. -Doutor Miguel disse e saiu.

–Hey, o que você tem? Hum, mais isso agora, as duas mulheres da minha vida nesse hospital. -Eu disse acariciando os cabelos dela.

–Eu ouvi isso. -Ela disse e deu um sorriso fraco.

–Que bom, sua audição pelo menos está boa. -Eu disse rindo.

–Não quero fazer exame de sangue. -Ela disse.

–Não tem que querer, está queimando em febre você não tem escolha. -Eu disse.

–Que mal você é. -Ela disse.

–Vou ficar aqui com você tudo bem? -Eu disse e dei um beijo em sua testa.

Pouco depois um enfermeiro entrou no quarto.

–Violetta? -Ele perguntou.

–Sim, sou eu. -Vilu disse.

–Pode esticar o seu braço? -O enfermeiro pediu e ela me olhou que sorri.

–Sabe pelo menos o que espera achar? -Ela perguntou.

–Bom, o doutor Miguel me disse que sua filhinha está internada aqui sob os cuidados dele, pediu que eu fizesse esse exame para ver se você tem alguma coisa ou se é só estresse. -O enfermeiro disse.

–Ela pegou chuva. -Eu disse.

–Bom, então eu vou providenciar um raio X também.-O enfermeiro disse.

–Não fica olhando, olha pra mim. -Eu disse virando a cabeça de Violetta que encarava sem piscar enquanto o enfermeiro preparava o exame.

–Eu quero meu pai. -Vilu disse e eu ri.

–Que bebê meu Deus. -Eu disse e a abracei.

–Relaxe o braço Violetta, vou acabar te machucando. -O enfermeiro disse.

–Eu preciso mesmo? -Violetta disse.

–Hey, garanto que a Elena tem menos medo que você, não vai doer nada Vilu. -Eu disse e ri.

–Não gosto de agulhas. -Ela disse e fez uma careta quando sentiu a agulha perfurar o seu braço.

–Já está acabando. -Eu disse mexendo em seu cabelo. o médico terminou o procedimento e retirou a agulha.

–Muito bem, boa menina, merece um band-aid de bichinhos. -Ele disse colando um curativo cor de rosa no braço de Violetta que fez careta.

–Que meigo. -Eu disse e ri.

–Bom, vou pedir o Raio X ok? -Ele disse e se retirou.

–Tomara que eu não tenha nada grave, imagina se minha filha precisar do transplante. -Ela disse e suspirou.

–Violetta, eu sou o pai da Elena, é bem capaz de eu ser compatível com ela. -Eu disse.

–Você faria? -Ela perguntou surpresa.

–Ela é minha filha Violetta, eu faria com o maior prazer do mundo. -Eu disse e a vi sorrir.

–Obrigada. -Respondeu.

–Não por isso. -Disse.

Ficamos conversando por um tempo, lembramos um pouco sobre o Studio, e eu aproveitei para saber mais de Elena, tempo depois o mesmo enfermeiro apareceu para levar Violetta para fazer o Raio X. Ela voltou pouco tempo depois acompanhada do Doutor Miguel, ajudei ela a se deitar e me dirigi a ele.

–E então? -Perguntei.

–Parece que ela arrumou uma bela pneumonia por causa da chuva que tomou. -Ele disse .

–Que ótimo, só faltava isso mesmo. -Eu disse sério.

–Mas pode ficar tranquilo, me parece só uma pneumonia viral mesmo, com os medicamentos certinhos logo ela fica bem. -Disse olhando para ela.

–Bom, fazer o que. -Eu disse.

–Vou pedir para que tragam o medicamento. -Ele disse.

–Ela vai tomar na veia? -Perguntei.

–Melhor, o efeito é mais rápido. -Ele disse e se retirou.

–Parece que a senhorita vai ser furada de novo. -Eu disse.

–Eu mereço. -Ela disse séria.

–Posso saber por quê? -Perguntei.

–Pagando meus pecados sabe como é. -Ela respondeu.

–Não quero nem que continue, teremos tempo para conversar. -Eu disse e me sentei na poltrona do lado da cama.

Depois de internar a Violetta e pedir que ela fizesse repouso, o enfermeiro pediu que eu o acompanhasse. Ele me levou até a ala de pediatria.

–Fique a vontade. -Ele disse abrindo a porta de um dos quartos. Elena estava ali, acordada e muito bem disposta por sinal, conversava alegremente com doutor Miguel.

–Tio León. -Ela disse eufórica quando me viu.

–Hey, como está a minha princesa preferida. -Eu perguntei.

–Agola estou bem. -Ela disse.

–Isso mesmo, ela está reagindo muito bem a medicação. -Ele disse.

–Que notícia maravilhosa. -Eu disse e me sentei ao lado dela na cama.

–Cadê a mamá? -Perguntou.

–Sua mamá tomou banho de chuva e agora está dodói assim como você. -Eu disse.

–Que mamá mais desobediente. -Ela disse e riu.

–Sim. Respondi.

–Bom, vou deixar os dois sozinhos. -Doutor Miguel disse e saiu.

–E então, como se sente? -Perguntei.

–Bem, quelia ir pá minha casa. -Ela disse.

–Logo você vai poder ir, e eu vou te visitar todos os dias para brincarmos muito. -Eu disse sorrindo.

–Sabe o que eu disse pala mamá? -Me perguntou.

–O que? -Indaguei.

–Que eu quelia um papai igual a você. -Ela disse sorrindo.

–E eu, você ia querer como papai? -Perguntei sentindo meu coração quase pular do peito.

–Calo, eu te amo tio León. -Agora eu entendo quando minha mãe diz que ter um filho é a melhor coisa do mundo.

–Eu também princesa, e muito. -Eu disse e ela me abraçou.

–Mamá cholou quando fulo ela? -Perguntou.

–Como sabe? -Disse rindo.

–Ela sempe chola. -Disse e fez cara de sapeca.

–Sim, ela chorou, e ainda disse que queria o papai dela. -Respondi e ouvi sua gargalhada gostosa.

–Que feio, mamá tem mais medo que eu. -Ela disse.

–Pois é. Vou ver se amanhã ela pode vir aqui te ver. -Eu disse.

–Posso te chamar de papai? -Ela perguntou mudando o assunto.

–É, você pode, claro que pode. -Eu disse e ela sorriu para mim, e Deus, eu era o homem mais feliz do mundo.

Notas finais
Heey, esse capítulo ficou um apego só. Me digam o que acharam. Beijooos