Algo que se puede empezar.

19 Tudo começa a se encaixar.


Notas iniciais
Hey... Gente, amem Frozen comigo. kk' Beijos Here we go.

Doutor Miguel disse que eu não poderia dormir no quarto com Elena, mas que amanhã poderia voltar para visitá-la, voltei para o quarto onde estava Violetta, ela estava dormindo, me sentei na poltrona do seu lado e finalmente consegui relaxar.

–León? -Violetta chamou.

–Vilu, por que não está dormindo? -Perguntei me levantando e parando do lado da cama.

–Eu ouvi você chegando, onde foi? -Perguntou.

–O doutor Miguel deixou eu ver a Elena. -Eu disse e ela sorriu.

–E como ela está? -Perguntou.

–Bem melhor, nem parece que está doente. -Eu disse rindo.

–Graças a Deus. -Ela disse.

–Ela, perguntou de podia me chamar de papai. -Eu disse abaixando a cabeça.

–E o que você disse? -Perguntou.

–Que sim. Fiz mal? -Disse.

–De forma alguma, assim que sairmos daqui vou contar tudo a ela. -Vilu disse sorrindo.

–Obrigado por isso. -Respondi.

–Deita aqui comigo? -Pediu chegando para o lado.

–Claro. -Eu disse me deitando ao seu lado.

–Boa noite. -Ela disse.

–Boa noite. -Respondi.

León POV off.

Acordei no dia seguinte me sentindo um pouco melhor, minha cabeça já não doía tanto e nem o meu corpo, eu e León dormimos naquela pequena cama de hospital, um dos braços dele estava de baixo da minha cabeça, e o outro me segurava pela cintura, se não fosse por isso eu com certeza já estaria no chão.

–Bom dia. -Ouvi ele dizer no meu ouvido.

–Bom dia, como dormiu? -Perguntei.

–Com medo de te derrubar da cama. -Ele disse e sorriu, perfeição.

–Isso foi bonitinho. -Eu disse e recebi um beijo na bochecha.

–Bom, vamos ver se você hoje já está melhor. -Ele disse se levantando.

–Tomara que sim, eu quero sair desse hospital. -Eu disse séria.

–É, e não voltar tão cedo, nem você e nem a Elena. -Ele disse e apertou o botão que chamava o médico.

Um outro doutor, muito bonito por sinal entrou, ele explicou que como Doutor Miguel era da pediatria não poderia cuidar de mim, mas que ele iria fazer isso, ele era meio baixinho e loiro, e tinha os olhos verdes, muito bonitos por sinal, depois eu descobri que ele se chamava Fernando.

–Bom Violetta, você está reagindo muito bem a medicação, e se continuar assim em breve poderá ir embora. -Ele disse anotando alguma coisa em sua prancheta.

–Em breve? Seja mais preciso doutor. -Eu disse.

–Depois de amanhã. -Ele disse e sorriu.

–Em breve poderia ser hoje. -Eu disse.

–Não vou arriscar te mandar para casa e depois você ter voltar novamente com febre. -Ele disse.

–Bom, e o senhor acha que ela não vai ter mais febre? -León perguntou.

–É o que esperamos, na verdade ela precisa não ter mais febre, porque se tiver é sinal de que o remédio parou de fazer efeito. -Ele disse sério.

–Entendi. -León respondeu.

–Bom, eu vou indo. Melhoras. -Ele disse e se retirou.

–Bonito ele né. -Eu disse rindo da cara que León fez.

–Deixa você ficar boa que eu vou te mostrar o que é bonito. -Ele disse e me encarou.

–Isso é coisa que se diga Vargas. -Eu disse rindo.

–Sim, isso é coisa que se diga. -Ele respondeu.

–Você me surpreende. -Eu disse e meu telefone tocou eu atendi e apertei o botão do viva voz.

Ligação on.

–Alô. -Violetta.

–Amiga? Como você está e a Eleninha, você está viva? -Francesca.

–Não você está falando com o meu espirito Francesca. -Violetta.

–Idiota. Mas me diz, como está. -Fran.

–Melhor, e a bebita também está melhor. -Violetta.

–Você não sabe o susto que me deu, eu liguei diversas vezes para sua casa e ninguém atendeu, e depois quando atenderam me falaram que estava você e a Elena no hospital. -Fran.

–É, eu levei um susto também, mas graças a Deus está tudo se acertando. -Violetta.

–Eu soube que o León está ai com você. -Fran.

–Sim, ele está desde ontem, dormiu aqui. -Violetta.

–Violetta Castillo, vocês não resolveram mais uma vez reproduzir a espécie não é? -Fran.

–Fran, está no viva voz. -Violetta.

–Oi Fran. -Léon.

–O que? Como você faz uma coisa dessas comigo Castillo, eim, como me coloca no viva voz e nem me avisa, León nada de reprodução de espécie de novo não, abstrai isso ai. -Fran.

–Fran, ele já sabe. -Violetta.

–Ah é? Tava na hora. Amiga você não vai acreditar. -Fran.

–No que Francesca. -Violetta.

–Eu e o Diego fizemos coisinhas. -Fran.

–Sexo? -Violetta.

–VIOLETTA. -Fran.

–O que Francesca, o que tem demais. -Violetta.

–O León está ouvindo isso. -Fran.

–Até parece que ele nunca fez sexo na vida, vocês são tão estranhos. -Violetta.

–Claro que ele fez, com você inclusive. -Fran.

–Desnecessário isso. -Violetta.

–Olha amiga, eu tenho que desligar, porque preciso me arrumar para trabalhar, mas quando você sair dai eu te conto tudo em detalhes. -Fran.

–Tudo bem Fran. -Violetta.

–Beijos amiga, e melhoras. -Fran.

–Obrigada, te adoro. -Violetta.

Ligação off.

–Tem certeza que quer saber tudo em detalhes? Francesca sempre exagera neles. -León disse rindo.

–Eca, eu sou inocente demais para isso, não quero nem saber. -Eu disse.

–Inocente? -León disse e gargalhou.

–Quieto Vargas, não tem graça. -Eu disse.

–Vilu, posso te perguntar uma coisa bem séria? -Ele disse.

–Claro. -Respondi.

–Eu fui mesmo o único homem na sua vida? -Ele perguntou.

–Em termos, eu só me entreguei para você, é claro que eu fiquei com outros caras na Espanha e até cheguei a namorar com um deles, mas só você conseguiu, você sabe. -Eu disse.

–E os carinhas aceitaram isso? -Ele perguntou.

–Não, por isso não dava certo, e também porque Elena odiou todos. -Eu disse e ri.

–Minha garota. -Ele brincou.

–Ela pisava no pé deles, derrubava água, refrigerante, suco e o que tivesse na mão dela, e ela já cortou o cabelo de um deles. -Eu disse e ri da expressão de León.

–Uou, como? O cabelo? -Ele disse.

–É, ele tinha o cabelo bem grande e bem bonito, e só sabia falar isso, e ai ela foi lá e cortou um pedaço com a tesoura da escolinha. -Eu disse rindo.

–Ainda bem que ela gosta de mim. -Ele disse.

–É impossível não gostar de você León. -Eu disse e corei na mesma hora.

–Eu digo o mesmo. -Ele respondeu.

Escutamos batidas na porta.

–Quem é? -Perguntei.

–É eu. -Escutamos a voz de Elena do outro lado.

–Eu quem? -Perguntei rindo.

–Pincesa Elena. -Respondeu.

–Pode entrar. -Eu disse.

–Uau, a que devemos a honra de receber uma princesa no nosso humilde quarto. -León disse.

–Eu vim ver a mamá. -Ela disse e sorriu para mim, ela estava com doutor Miguel e ele disse que ela poderia ficar um tempo por lá. Assim que ele saiu León a pegou no colo e colocou sentada em cima da cama comigo.

–Eu senti sua falta mamá. -Ela disse e me abraçou.

–E eu a sua bebita. -Eu disse.

–E eu fico de fora, ninguém me ama, ninguém me quer. -León disse.

–Mentila, eu te amo. -Elena disse e abraçou León, eu sempre sonhei com aquele momento, desde que vi aquele ser minúsculo no meu colo na maternidade, desde que vi que os olhos dela eram os olhos dele, eu sempre sonhei com isso, e foi bem melhor do que eu ousei imaginar.

–Bebita quero te falar uma coisa. -Eu disse e ela voltou a se sentar na cama.

–Violetta você não precisa. -León me interrompeu.

–Eu quero. Bebita lembra quando você me perguntou uma vez do seu papai? -Eu disse.

–Sim, e você me disse que ele molava muito longe, mas que me amava muito. -Ela responde.

–Sim, e lembra que eu te disse que quando a cegonha trazia os bebês, elas traziam com o nome dos papais? -Eu disse.

–Ai mamá nada disso, deixa eu te explicar, os bebês nascem de uma sementinha que o papai sai para compar, e a mamãe come e depois eles apalecem na baiga. -Ela disse.

–O que? -Respondi e ouvi León gargalhar.

–É. Mas essa sementinha só o papai que pode compar. -Ela disse sábia.

–Quem te disse isso? -Perguntei.

–O Tutu. -Respondeu.

–E quem é esse? -León perguntou.

–O meu ex namolado. -Ela disse e eu ri.

–Você não é muito nova para namorar? -Ele perguntou sério.

–Não eu já sou uma mocinha, e quando eu fizer 10 anos eu vou poder beijar. -Ela disse.

–O que? -De jeito nenhum, com 18 e olhe lá. -León respondeu sério.

–Mamá que disse. -Ela se defendeu.

–O que? Violetta, isso é coisa que se diga. -Ele me olhou sério e eu ri.

–Liga não filha, a gente nem conta para ele. -Eu disse e ri.

–Violetta, Violetta, vai brincando, depois não reclama. — Ele disse.

–Como eu estava dizendo, sobre a sementinha então, foi o León que saiu para comprar a sua meu amor. -Eu disse e sorri.

–Então, ele é meu papai de vedade, vedade mesmo? -Ela perguntou.

–Sim, ele é o seu papai de verdade. -Eu disse, e ela o abraçou.

–Viu, você é o meu papai de vedade, que legal, meu papai de vedade. -Ela saltitava de tanta felicidade.

–Sim meu amor, de verdade. -Ele respondeu abraçando ela.

–Abaço na mamá também. -Ela disse e me abraçou e eu logo senti os braços de León rodearem nós duas.

Agora sim, as coisas estavam como deveriam ser.

Notas finais
Gente, que emoção, eu quero um pai como o Tio León, mentira eu quero um marido como ele ((((: Enfim, me digam o que acharam.