Alaíndia
2 Capítulo 1 - "Vamos a la Índia, oh oh ohhooo"
Notas iniciais
Cap. I – “Vamos a la Índia, oh oh ohhooo”
-Ganhei! Aaaaahahahahaha... Não é a toa que me chamam de Saint Seiya !
-Droga! – Hyoga congela o chão.
-Essa não... – Shun entristece.
-fiu, fiiuuu... – Shiriu assobia.
-Eu corto o meu pau fora, mas não digo que foi roubo. – preocupado, Ikki lixa as unhas das mãos.
-Ah, como é que é pessoal! Eu não tenho culpa se a sorte anda do meu lado... – pisca para o chinês – E Ikki, não vem que não tem. Você nem fez questão de entrar no jogo, então não reclama!
-Quem disse que eu estou reclamando, oooh jumento celestino?!
-Jumento celestino é a...
-Epa, calma lá, não ofende a minha vovozinha que eu nunca a conheci...
-Sorte sua! – Interrompe o comentário de Shun – Voltando ao assunto...
-Gente, pra que isso? Essa exaltação toda só por causa de uma disputa inocente.
-Shiriu, você é o menos indicado a falar aqui. E você sabe do que eu estou falando – mirou firme o chinês lendo sua mente.
-Er,... hehehehe, vamos deixar o Ikki falar gente, ele sempre diz algo importante. Prossiga Ikki, hehehe... – Disse Shiriu todo desbundado.
-Mas era só o que faltava. O cara não participa do jogo e agora quer dá palpite?! Já vou logo avisando que não aceito reclamações.
-Oh, Einstein! Eu não estou reclamando, só estou confirmando o que vi. Pouco me importa quem ganhou, quem perdeu, quem se fudeu... Se você não aceita ouvir opinião dos outros o problema é seu!
-Ah, vai chupar prego! Aproveita e vai catar minhoca no asfalto!
-Quer saber – se levanta do chão – Eu vou mesmo! É mais racional do que ficar aqui a mercê de seres inferiores que invejam o meu saber. Fui!
-Espera Ikki! – Shun intervém.
-Larga do meu Shun, chulé! Digo, larga do meu pé, Shun!
-Poxa, irmão, custa ser bacana ao menos uma vez na vida?
-Bacana?! Eu sou o senhor bacana em pessoa, muito prazer! – volveu irônico.
-Nós todos iremos viajar juntos e queremos que você faça parte disso. Você é meu irmão e amigo de todas as horas – ouve-se alguém tossir – bem, não todas as horas, mas não queremos passar as férias sem você.
-Até que não seria má ide... Ai!
-Não chegou sua vez de falar Hyoga – olhou torto para o namorado depois de lhe desferir um tapa nas costas – E então, mano?
Aquelas duas esmeraldas em um rosto porcelanizado, sem nenhuma dificuldade conseguiram convencê-lo do contrário.
-Está bem, está bem!... Um sacrifício a mais não vai me arrancar toco.
-Obrigado irmão, você é muito gentil. Te amo, viu?! *_*
Ikki volta a se sentar e Shun lhe dá um abraço carinhoso, cheio de beijos, sendo correspondido de imediato.
-Tá, não precisa melar cueca.
-Seu insensível! – riu, pois sabia que o irmão apenas fazia piadas infelizes; nunca, jamais, em tempo algum com intenção de magoar o seu amado, idolatrado, salve-salve Shun.
-Bem, desculpa aê, Seiya... – Ikki estende a mão e faz as pazes com o J.C.
-Sem grilo! – lhe sorri
-Já tem alguma ideia pra onde nós vamos, J.C? Espero que alguém aqui não dê palpites como em ‘irmos todos pra Disneylândia’, ou juro que invoco a ave fênix faraônica.
-?! (J.C) ?! – pensou. Bem...
-Disney? Que ideia genial Ikki! – responde Shun com um sorriso sapeca nos lábios.
-... ¬¬!
-Shun, me diz, o que eu vou fazer num lugar onde só dá emo, otário e otaku?! – interrompe os sonhos do irmão.
-Não queria dizer isso, mas infelizmente tenho que concordar com seu irmão, meu amor.
-É Shun, podemos deixar essa viagem pra outra ocasião – complementa Shiriu.
-Tudo bem, só foi uma ideia passageira... – deu de ombros e pressionou Seiya. – E então, já tem algo em mente?
-Que tal se a gente for... Pra Índia?!! – surpreende a todos
-What?! – indagou o loiro.
-Oh, my God!! – exclamou Shun.
-China é uma ótima ideia e...
-Eu disse Índia, Shiriu, não distorce o que eu digo. – bufou.
-Estou realmente impressionado com a perspicácia do J.C. Admito que por essa eu não esperava... Adorei a ideia!
-Verdade, Ikki? *_*
-Sim, por que não?
-É, parece que minha opinião não vale mesmo de nada... – indignou-se Hyoga.
-E só agora é que você descobriu? – soou como falso – desculpe a piada infeliz!
-... Tá certo, Cheester. – devolveu na mesma moeda
-?! (Chees-o-que)?! – pensou Ikki, que diabos significava aquilo.
-Bom pessoal, o que estamos esperando? Vamos arrumar as malas! – sai cantarolando – “Vamos a la Índia, oh oh ohhooo”
Continua...
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