Notas iniciais
Passou-se muitos meses sem postar, mas eu voltei e com força em! Adaptei melhor minhas tecnicas em redação para trazer um contéudo mais perfeito para vocês. Me Desculpem mas minha vida andou conturbada e muito ocupada em todo esse tempo, porém nunca deixarei de postar Alatoth para vocês, espero que gostem do capítulo!

– Ei você... O que fazes?

– Estou apenas tomando um copo d’agua senhor... – Disse o guarda do vilarejo

– Não vê que estamos em época de guerra? Já fomos avisados sobre uma possível chegada de orcs. — O General tomou o copo da mão dele e ao mesmo tempo demonstrou com o braço o local para onde ele deveria ir.

– Sim... Já estou indo.

O Guarda caminhando começou a pensar no que era preciso para reformular toda uma nova sociedade, ele não queria guerra, não queria desgraça, apenas uma oportunidade para o povo de viver em paz, por quê? Depois de tantos anos vamos viver em discórdia novamente. Ele se perguntava, até que enquanto caminhava lentamente avistou alguns guardas desnorteados e sem saber o que fazer enquanto observavam.

– O que houve?

– Veja, olhe ali na frente, tem um tipo de nuvem preta se aproximando rapidamente, o que é aquilo?

– Nuvem preta?! – Perguntou um cidadão desesperado embaixo da torre.

– Sim, algum problema? – Perguntaram os guardas.

– É Alatoth! Corram, acendam o fogo das Torres para avisar as vilas próximas! – E o homem saiu correndo enquanto gritava para o povo a chegada de uma suposta coisa a qual não sabiam ao certo o que seria.

Uma nuvem cheia de consistência começa a formar um corpo, dos pés podia ver um pé descalço, um homem de cabelos negros, de olhos roxos que brilhavam mais do que a lua à noite, e apenas vestido de um quimono segurando as espadas gêmeas sangrentas, os guardas observavam sem nenhuma ação, e não imaginavam que um ser vestido dessa forma fosse Alatoth, e negaram o sinal. Eles estavam enganados, quando o teu braço se moveu e passos leves foram dados e a espada foi colocada em posição de ataque, os soldados se desesperaram e começaram a pegar seus armamentos.

– Ele vai atacar! Pode não ser Alatoth, mas tem muita coragem para querer invadir um vilarejo sozinho! – Então todos gritaram.

– FOGO! – Gritou o general para os arqueiros.

Flechas não adiantariam, quando foram lançadas ele simplesmente as rebateu com sua espada, e quando estava a cerca de uns cinquenta metros, ele deu um salto para o alto, aterrissando na torre, sua sede sangue era tremenda, ele os cortou, mutilou e os transformou em pequenos corpos fracos, sua espada perfurou seus corpos, o sangue derramado em forma de uma eterna falta de compaixão, quando pulou para dentro dos muros ele fez a terra no local tremer e perseguiu todos, aldeões e todos aqueles que nunca imaginaria encontrar, quando em si se deu conta que estava terminado, já havia dominado, e agora era a hora de adentrar o cemitério, onde guardava o corpo do terrível e mais temido lobisomem que existiu...

– Não que eu te despreze... Mas não é você o maior lobisomem da história. Eu mostrarei que sou maior que você, e sinceramente quero ter bons modos, acho que me vestir com um quimono não é o mais adequado para nossa luta. – Sua armadura surgia de uma forma incrível formulada pelo poder das sombras que falavam ao teu ouvido, com uma camada preta em sua composição.

– Agora... Lute comigo Dinitrim! – Ele pisou sobe o túmulo da alma desolada, e um clarão que logo depois foi inundado de uma escuridão sem fim surgiu ao redor e uma alma cheia de pecados e maldade surge... Eles estavam em uma cúpula, numa dimensão espiritual.

– Então temos alguém que alcançou o meu nível de poder. – Disse o Terrível.

– Hunf! – Bufou Alatoth

– Arrogante... Não sabe com quem falas? Veio aqui atrás de poder não é? Pois bem, para consegui-lo terá que me matar, acho que já sabes, mas eu também posso tomar controle do seu corpo.

– Tudo o que você quer... Mas vamos logo ao que interessa, não gosto de muita conversa.

Do lado de fora os Reis teriam acabado de chegar ao cemitério, e quando foram em busca do tumulo só puderam ver a grande cúpula escura que cercava o cemitério.

– Mas que droga é aquilo? – Perguntou Harbarock.

– Isso meu amigo, é algo que não conseguimos impedir... – Figmon falou calmamente.

– Irei ver o que acontece lá dentro. – Nyfin usou os seus olhos para poder atravessar a cúpula, enquanto o fazia ele sentiu uma forte perda de força do corpo, afinal teve que atravessar o campo dimensional. – Impossível Dinitrim está machucado, e eu não sei bem, mas parece que Alatoth tem uma espada e...

– O que houve Nyfin? Diga-nos! – Barbarahorn gritou ansioso por informações.

– Não... Aquela espada contém poderes inimagináveis, é incrível, é uma grande concentração de massa em forma de poder imposta em uma espada.

Sua boca cuspia sangue, seu corpo pedia tempo, e seus poderes já começavam a se esgotar, mas simplesmente não era assim que um lobisomem reagia, um tapa é mais força a se resultar, e Dinitrim libera todo teu poder, em forma de absorção única, ele se lança contra o inimigo e o enfia uma sequencia de ataques, aos quais o próprio Alatoth não consegue defender e acaba sendo atingido, socado e atacado sem dó nem piedade e cai ao chão.

– Não me subestime garoto.

– Eu... Já te falei o quanto você é teimoso? – Disse Alatoth enquanto topou sua barriga e viu teu sangue. – Mas se bem que você está me dando diversão, geralmente eu sempre encontro adversários ridículos tem poder e sem habilidade.

– Vou te mostrar o que é poder! – Ele desvaneceu nas sombras.

– Não é só você que contem esse tipo de habilidade Dinitrim, uma pena que eu possa te ver... – Alatoth falou enquanto lançou várias bolas de fogo em direção a qual estava ele.

A luta durou horas, e os reis já ficavam impacientes em saber o que aconteceria, até que uma luz saiu de todos os lados da cúpula e depois desapareceu.

– O que foi isso Nyfin?! – Perguntou Barbarahorn.

– Isso meus amigos, foi o encontro da espada de Alatoth ao corpo de Dinitrim.

– Como assim?! Alatoth o venceu? – Perguntou Harbarock.

– Harbarock, ele em forma de lobisomem tem dois metros e sessenta centímetros, o que isso significa? – Perguntou Nyfin. – Ah, e mesmo tendo ganhado... Ele está bem debilitado, é uma boa chance de acabarmos com ele.

– Dois metros e sessenta? Isso é a maior altura que eu já vi. – O Rei suou frio.

– Falei que poderia te deter que enfiarei minha lamina em tua barriga, que arrancaria teu sangue, que o transformaria em pó, e agora teu poder é meu tudo que você queria é meu, eu sou mais poderoso que qualquer um agora. – Alatoth com seu rosto cheio de sangue o olhou com ódio.

– Não... Deixe sua... Arrogancia o corromper... Faça tudo pensando antes... Isso pode ser sua ruína... Você merece meu poder... – Vomitou sangue enquanto falava. – Os que confiam serão seu... porto... seguro... Pa...rabéns garoto. – E teu corpo se desintegrou e toda a cúpula se desformou.

Quando menos esperavam lá estava Alatoth sem ferimento algum, todo intacto, os reis o observavam enquanto ele os olhava, até que uma cor cheia de consistência entra pela suas mãos totalmente rápido e sem dó, era o poder de Dinitrim entrando em teu corpo e quando elas terminaram de adentrar ele apenas conseguiu falar:

– Logo mais será a vez de vocês. – Alatoth cai de joelhos ao chão e um portal se forma atrás dele, era Goldhan que o pega pelo braço e o trás de volta para o reino.

Enquanto os reis avançam o portal se fecha.

– Poderia ser a nossa chance, mas agora é hora de preparar o exército e esperar pelo ataque dele, bolarmos uma estratégia para detê-lo ou um tipo de acordo. – Falou Figmon.

– Ele não vai aceitar acordos, ele mesmo disse que era uma chance apenas para entregarmos as terras. – Barbarahorn falou.

– Mas, podemos propor outro tipo de acordo mais complacente e completamente perfeito para os conceitos dele. – Nyfin citou.

– Devemos discutir em outro lugar, esse local agora é domínio dos anões e orcs, vamos voltar para Lucydrim e decidirmos tudo. – Falou Figmon enquanto preparava o ritual de tele transporte.

– Meu povo fará um belo banquete para nós enquanto pensamos no que fazer. – Completou Nyfin e logo mais apertaram uns as mãos dos outros e foram tele transportados.

Na noite cheia de belas comidas e bebidas maravilhosas, como um belo vinho, foi posto em solução o que seria debatido no dia da batalha.

– Vocês viram o que eu vi naquele momento? Era Goldhan levando Alatoth de volta para o portal. – Insinuou Harbarock.

– Dificil de acreditar, mas é o que vimos, eles estão completamente ligados, e pretendem dominar tudo, Goldhan nos traiu e quem mais nos trairia? – Falou Barbarahorn.

– Só o tempo irá dizer, espero que dê tudo certo, ou esse pode ser o começo do fim desta terra que tanto preservamos.

Enquanto isso, nas terras de Brichalaf, no porto estava o castelo, e em uma das torres deitado estava o general, ele se levantou, pegou a taça dourada que continha um pouco de água e a bebeu, e levantou vestindo sua vestimenta, enquanto surgia sua armadura e quando abriu a porta Goldhan já iria bater para entrar.

– Já estás querendo fazer o que?

– Irei a biblioteca...

– O que fazes tanto nesta biblioteca?

– Estudo técnicas e lendas para ficar sempre mais forte, você sabe bem o que ando buscando.

– Poder e mais poder não é? Não seja consumido por uma ambição tão forte.

– Eu sei, tenho bem em mente o que eu quero... Mas eu só peço que venha comigo desta vez, tenho algo para te mostrar.

– Pois bem.

Eles caminharam em passos lentos e enquanto iam ao estabelecimento foram deparados com Odan, que comprimentou Alatoth e pediu para ir para a taverna tomar um pouco de cerveja.

– Estou bem ocupado no momento meu rei, mas se for uma ordem prosseguirei com o senhor.

– Pode ir fazer o que desejas, foi só um convite, tens o direito de recusar.

– Obrigado pela compreensão, seguirei meu rumo daqui.

– Que Odin vá com você.

– Achei que já tinham deixado de acreditar em Deuses.

– Meu povo sim, mas ainda tenho fé.

– Tudo bem...

Goldhan o observou enquanto ele falava com o rei e perguntou:

– Por que foi tão educado? – Goldhan abriu um sorriso sarcástico.

– Simples, por que ai não desconfiará do que pretendo.

– Ou talvez desconfiem mais.

– Isso é um risco sem perigos que tenho que correr.

– Um risco sem perigos?

– Sim, queria fazer em silencio... Mas também não tem perigo se não for em silencio.

Ouviu um grito alto de Goldhan que logo mais chegaram a biblioteca, Alatoth se aproximou da sessão humana, onde encontrou um livro que contava sobre a guerra de tróia e entregou a Goldhan, e disse:

– Leia, eu tenho admiração por esse que chamam de Aquiles, foi um guerreiro excepcional, me identifico com ele.

– Já li sobre Aquiles, e vocês realmente se parecem, mas Aquiles não buscava poder... ele queria honra, lutava pelo seu povo.

– O que quer dizer?

– Você nunca pensou sobre qual o seu verdadeiro propósito? Por que és tão poderoso?

– Por que eu busco vingança, e o ódio é fonte de poder. – Disse Alatoth enquanto se levantava da mesa, e prosseguia para fora da biblioteca.

– E se for mais que isso?

– Então nós dois descobriremos e o faremos, o destino me levará a algo que é certo, e eu sei que se existe outro motivo, tudo que fiz, também tem suas diretrizes.

Alatoth caminhou até para fora do castelo e deitou-se sobre a pedra perto da cachoeira, e olhou para o céu, e viu uma constelação em forma de uma Fênix, a qual te fez pensar no que Goldhan te disse, e retornou para teu quarto deitando em tua cama e dormindo. Pela manhã foi acordado por Goldhan que o chamou, abrindo seus olhos ele assustou Goldhan que perguntou:

– Por que estás ativando seus olhos?

– Não estou ativando nada.

– Olhe-se no espelho! – Alatoth se levantou e foi diretamente para o espelho guiado por Goldhan.

– Por que eles estão roxos? – Perguntou Alatoth meio assustado.

– Você... Atingiu o poder... Infinito! – Goldhan falou impressionado. – O que fará agora?

– Preciso me livrar de Nadosh.

– Quando pretende? – Perguntou Goldhan presunçoso

– Hoje.

Espadas Gêmeas Sangrentas

Foram espadas usadas pelo rei Pramión IV a cinco mil anos atrás, são duas espadas com coloração vermelha, diz a lenda que foram ficando avermelhadas pela quantidade de inimigos que foram mortos por ela, e como era segurada por um homem que matava com tanta pureza a combustão do pecado da morte e a pureza as amaldiçoaram, ricocheteando da mão do rei e sendo perdidas dentro de uma caverna, onde elas criaram vida, e formularam a mente de Trolls que vivam dentro da caverna para protege-las, mas aos 15 anos Alatoth pesquisou e foi atrás das espadas e as capturou ficando com elas para si que tiveram combustão compatível pelo ódio dele.

Notas finais
Divulguem, e compartilhem com seus amigos e comentem, o escritor sempre fica satisfeito quando recebe criticas, mesmo que sejam negativas! Favoritem para não perder nenhum capitulo!