Notas iniciais
Olá amiguinhos!Com muita resistência resolvi postar essa fic,(mal terminei uma começo outra!) que foi uma das minhas primeiras há muito anos atrás. Uma das poucas que eu consegui resgatar quando o Titanic afundou. Modifiquei é claro, mas não a ideia central. Um prólogo bem diferente, mas prólogo... rs Os personagens principais são os da foto, e os secundários surgirão ao longo da história. Espero que goste! XD

Prólogo

---Mansão Kido---

Os rapazes de bronze estavam de férias. Era mais do que merecido, já que a maioria vinha de uma origem humilde e desconhecida, nasceram órfãos sem nome e sobrenome, com 0,01% de parentesco perdido em alguma estrada sem fim; além de serem obrigados a submeterem à vida dura e rígida, mesmo usando fraldinhas.

Mas é broxante comovente lembrar dessa fase, então vamos deixa-la no passado e falar dos bons momentos por agora. Afinal, o que aqueles santos guerreiros poderiam esperar de um longo tempo de férias? Nada melhor que sombra e água fresca, beijo na boca e tico-tico no fubá para esquecer o passado...

Mas é claro que a vida colorida não é feita só disso. Por de trás de toda ilusão se escondem as verdadeiras emoções, sem as quais não teria graça manusear as páginas dos nossos álbuns de fotos e relembrar os momentos inesquecíveis, incluindo os micos!

E foi assim que aconteceu. As inesquecíveis férias dos rapazes e que iremos relembrar com eles – ou pelo menos um deles – que já neste momento abria cuidadosamente o álbum de fotos... Relembrando o tempo que passaram aquelas férias...

Foi exatamente naquela tarde de sábado, início do ano de 2002, o dia extremamente ensolarado, ensopado, um mormaço dos diabos, em que os rapazes se reuniam em volta da sala da mansão Kido para uma partida de poker. Eis que surge ela – supimpa! – a ideia genial: uma viagem!

Diga-se de passagem, que esse presságio não teria acontecido se a união não fizesse a força entre eles. Graças a ao velho Kido? Uma ova! Graças ao espírito de amizade e os bons momentos que viveram juntos. Sem esquecer –obviamente! – de quantas lutas travaram e amarelaram juntos, ao lado de nada mais nada menos que a reencarnação da poderosa deusa Atena, mais conhecida por Saori Kido.

Oh, sorte grande! A guria era tão poderosa que pulverizaria até o mais forte dos cavaleiros com um único espirro. E foi assim que compartilharam uma amizade profunda, tão profunda que o arco-íris passou a fluir naquele ambiente...

Pensaram na possibilidade daquela viagem, enquanto se abanavam bebendo um ki-suco nojento servido pelo antigo mordomo já mumificado pelos séculos que trabalhava para os Kido’s. É nessas horas que o ki-suco vira água benta, refrigerando tudo, inclusive as intimidades implícitas.

A neta bastarda do jaz, ou do véio que aqui jaz, tinha suas regalias, “nós também temos o mesmo direito”, pensava o grupo com total afirmação e decoro. Graças ao benevolente e santo velho que antes de voltar ao pó (que Zeus o tenha em qualquer lugar) deixou um legado para os cavaleiros (U$$):

“Todos os órfãos e órfãs deste Orfanato são registrados como netos e netas adotivos; desde então, farão parte do meu testamento, que terá como responsável a minha legítima – tal legitimidade incluída depois – neta Saori Kido, que fará o controle de toda minha herança, administração da Fundação, Mansão, quaisquer outra propriedade, bem móveis e controle financeiro de toda a herança. A condição impõe aos órfãos, amazonas e cavaleiros, adquirentes desse direito, tornar-se e continuar-se um santo guerreiro de Atena, jamais se esquecendo do seu objetivo e de sua lealdade. Lutar pela justiça e paz na Terra ao lado da Senhorita Saori Kido que é reencarnação da deusa Atena, é mais do que um dom, é uma obrigação para com os deuses para todo o sempre”.


Aqueles jovens órfãos descobriram que ser órfão nunca fora tão lucrativo beneficente quanto parecia. Além da amizade, outro laço forte que unia aqueles rapazes a um único objetivo: ($_$). Pequenas fundações, grandes negócios!

Ainda bem que o mundo estava de bem com a vida, e a pensão dos órfãos em seu devido e precioso lugar – fundo monetário dos guerreiros de Atena. Logo, tudo estava em paz por um longo tempo; e se não havendo mais lutas, mais nada a fazer, os bronzeados já poderiam gozar daquelas Santas Férias.

“Merecemos um descanso misericordioso”, discurso aplaudido por um mero cavaleiro que adorava falar em público, ainda que as velze erradio e cafuso.

Mas antes de tudo, vamos começar entendendo o seguinte: Saori era a presidente da fundação Kido. Vivia mais em Bagdá do que cá. A administração da Fundação ficava sob a responsabilidade dos administradores junior’s, Hyoga e Shiriu, que cursavam a faculdade de Direito e Administração, respectivamente.

Seiya, o futuro professor de educação física e seu amigo inseparável Shun, o promissor massagista à fisioterapeuta... Ambos ficavam a cargo do orfanato.

Ninguém gosta de fofoqueiros, mas cá entre nós, rolava alguns boatos de que Shun fazia jus à terapeuta sexólogo, já que sua função principal era ajudar os amigos como estimular a excitação antes e relaxar depois... das lutas, óbvio!

Ikki, por incrível que pareça era o homem dos negócios em relações internacionais, o braço direito de Saori em resolver os assuntos da Fundação fora do país. Ele adorava se mandar viajar. Seu trabalho era respeitado, fazia do bom o melhor, do melhor o impossível!

Recém-formado em administração e comércio exterior, deixou o posto de semi-tiririca para alfabetizado e graduado. Hoje ele é considerado por muitos cavaleiros de borracha – classificação de novos cavaleiros mirins – o cavaleiro mais inteligente, forte e sarado do Santuário. Pelo menos os borrachinhas tinha opinião própria e formada, mesmo menores de idade.

De sarado e apetitoso a torcida do Barcelona já sabe; de inteligência, alguns preferem questionar. Ganhou fama de renegado por ser independente, solitário e o do contra em fazer as coisas ao seu bel prazer, o que o tornava um sujeito promíscuo ao sucesso. Se é verdade, só o conhecendo pessoalmente! Seu grande sonho, o inverso do que dispõe, é ser um diplomata. Mas o mais longe que conseguiu chegar foi um autógrafo de um dito cujo.

(...)

Bom, enfim, lembrando detalhes daquele sábado infernal, reunidos num calor à queima-roupa, arriscaram a sorte no poker, nas cartas, dama, dominó, boliche, baralho, bozó, xadrez, jogo da velha, batalha naval, cassino, jogo do bicho, queimada, amarelinha, peteca, roleta-russa, bafo, bola-de-gude, zerinho ou um, soltaram pipa... E mesmo assim não saia o desempate!

Também, com aquele clima árido e temperatura desapropriável para surgir boas ideias, mesmo com um ínfimo-amigo ao lado, nativo da Sibéria, não fez questão de usar seus poderes para refrescar aquele ambiente... O infeliz negociava caro ($) pelo serviço, e como todos estavam mais duro que peru de natal passado, ficaram só na vontade! Afinal, amigos-amigos, negócios a parte.

“Maldito Renato pato da Russo”, protesta o mais velho da turma, apoiado pelos demais – exceto o caçula, o único que sentia gostosamente ser refrigerado sentando no colo do namorado, mesmo sob os protestos do irmão –, iria reclamar do que se o ar-condicionado era particular?

Diante das circunstâncias, suavam enquanto pensavam, não pela força da cachola, mas pelo calor em si. É claro que alguns precisavam de mais reforço e não convenhamos dizer nomes para não influenciar votos. Mas escolher para onde iriam viajar seria a jogada de mestre. Não iriam pra qualquer cafofo muito menos Hong Kong – todos os olhos se voltaram para Shiriu.

"O que eu tenho a ver com Hong Kong", bufou o chinês.

Optariam por uma jogada de ninja, já que o objetivo único ali era ampliar novos horizontes, conhecer culturas diferentes, experimentar paladares exóticos...

Seiya foi o primeiro animal animado a manifestar o interesse por países exóticos, mas nenhum nome lhe veio à mente; ou talvez ficasse pensando na pronuncia correta – taí a razão e o porquê da opção em Educação Física, pouca leitura, mais ação – Enquanto ficou guerreando com sua massa cefálica, passou a bola da vez.

Quase num ato de solenidade, decidiram numa combinação perfeita – Hyoga e Shiriu – que fizeram o discurso das mil maravilhas que o Brasil tinha a oferecer. Enquanto Ikki desdenha por sua escolha, tanto faz como tanto fez, já que não toparia viajar com aquela quadrilha de marmanjo...

Até que chegou a vez de o caçula protestar. Shun, que havia recém-descoberto uma nova paixão por frango tango, pensou alto. “O que poderia ser mais prazeroso conhecer a terra do famoso jogador de futebol Maradona, aprender um tango com a pessoa amada, além da culinária que é uma arte”. Pensou no frango tango novamente.

Então, numa decisão rápida, jogaram novamente as cartas...

A sorte foi lançada!

E aquele que tirasse o Coringa...

Notas finais
Uso a expressão "tico-tico no fubá" não me referindo à musica de chorinho brasileira, mas ao significado popular que ela exerce, 'relação enrolada com alguém ou com várias pessoas ao mesmo, independente de ser solteiro, casado...' rs Independente de review continuarei a fic. Mas com o seu review serei mais fiel. Qlqr erro, reportem à mim, e/ou perdoem-me pois não tenho Beta! ;)