Notas iniciais
Bom, uma coisa Hot para voces >

Pov Bella.

Alice vampira... Nunca pensei que namoraria uma garota menor e mais forte que eu. Na verdade eu nunca pensei que namoraria! Namorar era a última coisa que eu pensava em fazer até mesmo antes da doença. Para quer ter uma sendo que podia ter milhares? Mas com Alice ao meu lado pude perceber e finalmente entender que é fácil ter um oásis, mas difícil reconquistar a mesma mulher por várias e várias vezes. Sempre que posso eu tento surpreende-la. Ao menos com uma rosa ou uma frase romântica, coisa que não sou. Tudo para ver aquele sorriso perfeito e apaixonado.

Alice era perfeita, uma vampira quase babá! Mas o bom do seu lado sobrenatural era que sempre ia dormir no meu quarto. Eu amava sentir aquele corpo gelado grudado ao meu, era uma sensação de paz tão grande que era impossível descrever. Sentir seu cheiro era um analgésico imediato. E ao acordar senti-la ao meu lado era como ter o mundo nas mãos, Alice era o meu mundo, meu tudo, Meu Ar.

– Você já acordou. – Alice me repreendeu. Ela estava, como de costume, no meu quarto. Eu sorri de lado e a apertei mais a mim. – Vai ficar sorrindo de olhos fechados? – Concordei. – Fica linda assim, sabia? — Abri meus olhos e encarei aqueles olhos dourados que me fascinam.

– Eu te amo, sabia? – Ela sorriu e grudei nossos lábios num beijo calmo e lento. Um beijo suave e tranquilizador. Era tão perfeito beijar os lábios da minha princesa que se eu pudesse faria apenas isso o resto da minha vida.

– Bells... – Se separou quando tentei aprofundar mais o beijo. Suspirei e beijei seu pescoço delicadamente. – Você sabe que posso perder o controlo. – Assenti e subi os meus lábios para sua bochecha. – O que você está fazendo? – Questionou quando comecei a passar minha mão pelo seu corpo.

– Meu pai faz plantão hoje, sabia? – Concordou e suspirou quando parei minha mão em sua bunda. – Ele só chega em casa depois do jantar... – Voltei para o seu pescoço e dei uma leve mordida ali. – Se não houver emergência.

– Bells... Não... – Sorri. Seu gemido era deliciosamente perfeito. Nos virei na cama e fiquei por cima dela. – Não abusa... – Arfou quando meus lábios desceram para o vão entre seus peitos.

– Eu te desejo tanto, meu amor... – Rocei meus dentes em seus seios. Alice rosnava baixinho e eu sentia meu coração acelerar. Eu tinha que me controlar, mas quase um ano namorando e nunca passamos de beijos... Eu tinha necessidades, eu precisava da minha namorada...

– Eu não quero te machucar, meu amor. – Seus olhos estavam negros, negros de desejo.

– Sei que quer isso tanto quando eu, Alice Cullen. – Rosnou mais alto quando passei minha mão por cima da sua intimidade e arfei surpresa ao sentir um pequeno “calor” sair de lá. – Amor... Você está tão excitada. – Ela rebolou em minha mão quando apertei levemente e rosnou entredentes. – Quase um ano, sabia? – Perguntei maliciosa. – E não só do pão vive o homem, meu amor. – Foi meio clichê o que eu disse, confesso. – Eu sei que me quer, sente isso. – Coloquei sua mão em minha intimidade.

– Não abusa, Isabella... – Tentou me e se segurar, mas prendi seus braços atrás de sua cabeça, claro que ela era mil vezes mais forte que eu, mas se estava deixando era porque queria. – Sabe as consequências. – Sorri de lado e desci uma das mãos apertando todo seu corpo, principalmente seu seio esquerdo. Fechou os olhos abrindo os lábios em um perfeito O e gemeu roucamente.

Desci mais minha mão e abri o botão do seu mini short, que só me provocava mais, e logo o arranquei de lá juntamente com sua calcinha. Fiquei encarando sua intimidade com tanto desejo que não me importei mais com minha vida. Se eu morresse ali e agora ficaria feliz. Era provando e dando prazer a mulher que eu amava que eu morreria.

– Bells... – Sorri e olhei para minha namorada. – Não... – Pediu num fio de voz.

– Vou te soltar, meu amor, faça o que quiser... – Soltei suas mãos e desci minha boca para sua barriga, dando pequenos beijos e chupões próximos a sua virilha. Ela começou a rebolar lentamente e eu a ficar ainda mais louca de tesão. Eu não poderia gozar, seria muita adrenalina, mas poderia dar isso a ela...

Meus dedos foram para sua intimidade, completamente molhada, quase escorrendo, e esfreguei bastante em seu clitóris, já inchado e implorando para ser chupado. Alice se segurava fortemente na cabeceira da minha cama e não controlava seus gemidos.

Meu dedo começou a deslizar, subindo e descendo por sua intimidade, fazendo-a se arrepiar por completo e implorar algo que pensei nunca ouvir dela.

– Amor... Vai... Eu preciso... – Sorri comigo.

– Precisa do que? – Perguntei baixinho, ao pé do seu ouvido.

– Me chupa, amor, me chupa... – Lambeu meu pescoço e me estremeci por completo.

– O que a minha mulher quiser. – Ela sorriu levemente e logo cheguei a sua intimidade. Retirei meu dedo de lá e coloquei em seus lábios, fazendo-a provar do seu próprio sabor e fazer a melhor cara de prazer do mundo.

Minha língua passou por toda sua barriga e chegou próximo ao seu clitóris, mas recolhi-a e raspei meus dentes ali, fazendo-a gritar dessa vez.

– Amor... Isso, geme e grita vai, mas geme meu nome... – Pedi antes de deslizar minha língua para sua intimidade e começar a lambê-la por completo.

Alice tinha um gosto exótico. Era diferente. Era único. Sua intimidade estava completamente molhada, minha língua deslizava por ela com tamanha facilidade que gemi. Alice logo entrelaçou seus dedos em meu cabelo e os puxou com força, me fazendo gemer de dor e tesão. Olhei para ela, sem tirar minha boca de sua intimidade, e vi como seus olhos estavam ainda mais negros.

– Bells... – Gemeu mais uma vez e rebolou ainda mais em minha boca quando deslizei minha língua para sua fenda. – Ah... Isso... Céus Bella... Vai... – Implorou enquanto penetrava minha língua lentamente em sua intimidade.

Alice começou a rosnar mais forte e alto. Sua mão soltou meu cabelo e percebi que colocou no alto da cabeça, se segurando na cabeceira da cama com suas duas mãos. Seus olhos estavam fechados e seu peito subia e descia. Eu sabia que ela não precisava de oxigênio para sobreviver, ela estava tentando se controlar...

Voltei minha atenção para sua intimidade e raspei novamente meus dentes em seu clitóris, que ficava ainda mais inchado se possível. Seus gemidos e rosnados estavam tão descontrolados que meu tesão foi só aumentando.

Minha língua entrava e saia de Alice com calma, não queria apresar nada, queria dar um prazer que minha namorada nunca sentiu. Ela estava sendo a primeira que me fez amar, a que me fez parar de pensar somente em meu prazer... Ela merecia algo grandioso... Algo que a fizesse esquecer qualquer um com que tenha se deitado!

Com esse pensamento eu acabei rosnando. Não gostava de pensar na minha namorada com outro ou outra na cama, tocando aquele corpo que era somente meu! Alice me pertencia, era somente minha, minha e de mais ninguém!

A possessão tomou meu corpo por completo, fazendo assim a vontade de fazê-la gozar e gritar meu nome aumentar. Minha mão ganhou vida própria e logo subiu, por debaixo de sua blusa, e alcançou seu sutiã. Meu desejo de pegar em seu seio foi tamanho que acabei rasgando seu sutiã com certa brutalidade. Eu nunca havia feito aquilo. Não liguei muito e logo apertei seu peito com vontade, com possessão, com luxuria! Os peitos de Alice não eram avantajados, grandes ou dotados, mas eram perfeitos, eles tinham um encaixe em minha mão que me enlouqueceu.

– Bella... Eu... BELLA! – Seus gritos me deram um incentivo ainda maior. Minha mão, que ficou livre, logo foi para o seu clitóris e a estimulei com o dedão. Apertei o bico do seu peito com força no mesmo instante em que passei minha língua por toda sua intimidade.

– Goza, amor, goza gostoso na minha boca! – Pedi olhando com o meu melhor olhar malicioso e voltando a penetra-la com minha língua.

Alice se contorceu na cama e foi apertando a cabeceira da cama com mais força. Ouvi um barulho estranho, mas nada que me tirasse à atenção da sua intimidade, da minha missão de fazê-la gozar. Alice gritou alto no mesmo instante em que voltava suas mãos para o meu cabelo o apertando com força. Ela havia gozado.

Sorri comigo mesma e engoli todo seu gozo. Sorri novamente, era impossível controlar minha felicidade. Eu havia mesmo feito minha namorada vampira e sexy gozar para mim?

Subi beijando todo seu corpo e parando em sua boca. Alice prendeu a respiração e quando abriu os olhos acabou sorrindo para mim.

– Isso foi incrível, meu amor. – Acariciei seu rosto e colei nossas testas. – nunca pensei que sentiria tanto prazer em dar prazer a alguém. – Ela sorriu e estava ofegante. – Aconteceu alguma coisa? – Perguntei quando seu sorriso se perdeu. Olhou para cima e segui seu olhar. – Isso? – Ri e deixei meu corpo cair sobre o seu. – Não é nada, meu amor... Com um pouco de... – Me calou.

– Poderia ter sido você! – Falou sem vida na voz. A cabeceira da cama estava completamente quebrada. – Você agora percebe o perigo que eu represento para você? Será que agora vê o quão forte eu sou? – Se levantou e fiquei fitando sua bunda. – Para de encarar meu corpo, Isabella. Eu... Eu queria muito lhe dar esse prazer que me deu, juro, mas se comigo em seus braços eu quebrei a cama, não custa nada quebrar suas costelas com você nos meus. – Se afastou e revirei os olhos. Levantei-me da cama e enlacei sua cintura por trás. Beijei seu pescoço e sorri.

– Eu te amo, minha vampirinha, e tenho certeza que nunca me machucaria. – A virei para mim e a beijei com vontade, um beijo de possessão. – Somente minha e de mais ninguém! – Ela olhou em meus olhos e quando ia tentar se soltar de mim. – Nem ouse, não acabamos o que começamos! – A joguei na cama e cai por cima dela.

– Bella, você não entendeu o que eu... BELLA! – Gritou quando desci minha mão novamente para sua intimidade.

– Eu vou te fazer minha hoje, vou fazer você esquecer qualquer coisa que tenha nessa mente. Hoje você esquecerá até do seu primeiro beijo e da sua primeira vez. Terá apenas minhas marcas em sua mente. Dos meus beijos, das minhas caricias e dos meus dedos penetrando você! – Ela se arrepiou e senti que estava pronta para mim novamente. Sorri de lado e meu dedo escorregou para sua entrada.

– Bells... – Fechou os olhos e se rendeu.

– Minha, somente minha! – Sussurrei em seu ouvido na medida em que eu ia a penetrando com meu dedo. Seus gemidos eram musicas para o meu ouvido, mas algo me fez parar. Alice deu um pequeno gemido de dor antes que eu a penetrasse de fato. – Eu te machuquei? – Perguntei alarmada. Como isso era possível? — Eu não posso fazer você esquecer sua primeira vez, não é? – Olhou em meus olhos e concordou. – Quando me iria dizer que é virgem? – Perguntei me jogando na cama e começando a me sentir um monstro. Eu ia tirar a virgindade da minha namorada por puro tesão e sem nenhum carinho.

– Bella... – Acariciou meu rosto e fechei os olhos com força.

– Quando eu te penetrasse com força e você gritasse de dor pela forma grosseira que eu iria fazer? Ou seria quando você sangrasse na minha cama? Ou sei lá, veneno saísse dai. – Falei sem ao menos saber ao certo como seria... Como ela ainda é virgem?

– Amor... Olhe para mim, por favor. – Pediu e assim o fiz. – Eu te amo, mas me desculpa por ainda não ser experiente e poder lhe dar o mesmo que me deu ou o mesmo que iria me proporcionar! – A olhei incrédula.

– Sério que está me pedindo isso? – Me olhou sem entender. – Alice, eu ia tirar sua virgindade sem saber, eu ia te fazer minha sem nenhum tipo de carinho, eu ia te fazer sofrer! – Negou. – Como ainda é virgem? Alice, quantos anos você tem? – Perguntei alarmada e ela riu.

– Na minha época, só poderíamos nos dar ao luxo de nos deitar com outra pessoa após o casamento. – A olhei atenta. – Eu nunca, enquanto humana, pude sequer beijar um homem. Aprendi com minha mãe que deveríamos nos entregar apenas a quem fizesse nosso coração acelerar ou a quem tirasse nosso folego. Melhor ainda se fosse os dois ao mesmo tempo. Bella, somente você, 130 anos depois que me transformei, que conseguiu tirar meu folego, fez me sentir humana novamente. – A olhei incrédula.

– 130 anos, Alice? E nunca...? – Riu.

– Amor, eu só me entregaria a quem meu coração mandasse e dissesse que seria esse o homem/mulher da minha vida! – Me senti um lixo. – Você é essa pessoa, é a você que eu devo me entregar!

– Eu não sou pura que nem você! – Riu.

– Isso a torna ainda mais perfeita. – Beijou meu pescoço.

– Me desculpa por forçar a barra mais cedo. – pedi envergonhada.

– Eu amei cada sensação que você me fez sentir. – sorri. – Por que parou? – sorri de lado.

– Eu queria faze-la ser minha. – Me olhou triste. – Ainda quero. – sorriu. – Mas não assim, no meu quarto e por tesão. Quero lhe dar uma noite incrível, como uma princesa. Como você merece! Farei amor com você, e não somente sexo. – Sorriu de lado e deitou sua cabeça em cima do meu peito. – Eu quero que nunca se esqueça dos meus toques, dos meus beijos e do meu gosto. — Confessei.

– Impossível esquecer algo que vai viver para sempre comigo. – Suspirei pesadamente e a culpa voltou a me assolar. Ainda escondia algo dela...

– Eu te amo. – Falei com olhos fechados.

– Eu te amo ainda mais. – Sorri. – Dorme, meu amor, você deve estar um pouco cansada. – Sorri maliciosa e a senti se encolher em meus braços.

– Seu sabor é incrível.

– Boba. – ri e deixei que o sono me apagasse. Mas antes de ir para escuridão a ouvi dizendo. – Nunca pensei amar alguém como amo você.

Notas finais
Eai, reviews?? Recomendações?? Meu niver ta chegando, aceito presentes u.u kk. Bsus, Lary >