Notas iniciais
Boa noite, gente. Antes de postar eu gostaria de pedir a colaboração de vocês em algo que anda me tirando do sério. Se caso vocês verem a minha fic sendo repostada em outro lugar e em qualquer outra versão, por favor me avisem! Ultimamente ando tendo muita dor de cabeça por causa de garotas que copiam a minha fic e repostam com outros personagens e isso anda me desanimando. Peço a ajuda de vocês, ok? Vamos aos capítulos da noite o/

Vitor: Isso é barulho de carro?

Hilda (Empregada): É sim. É a Thay chegando.

Vitor: A Thay a essa hora?

Hilda: Estranho mesmo. – Thay entrou na sala.

Thayane: Bom dia.

Hilda: Bom dia Thay.

Vitor: Bom dia meu amor. Pensei que você fosse direto para o trabalho. – Thay aproximou-se de Vitor e por obrigação lhe deu um selinho.

Thayane: Eu pensei nisso, mas precisei vir em casa antes.

Vitor: Saudade de mim? – Sorriu e Thay sorriu forçada.

Thayane: Sim. – Ela pegou uma ameixa e a mordeu.

Vitor: E como foi a reunião? Acabou muito tarde?

Thayane: Foi chata, como sempre, mas não acabou muito tarde não. Aproveitei e coloquei meu sono em dia. Bom, eu vou subir, tomar um banho e trocar de roupa. Com licença.

Vitor: Toda meu amor. – Thay retirou-se.

Thay subiu até o seu quarto, tomou um banho rapidinho e começou a se arrumar para o serviço. Enquanto se maquiava, Vitor entrou no quarto.

Vitor: Senti sua falta em nossa cama. – A abraçou por trás e Thay forçou mais um sorriso.

Thayane: Já vai trabalhar?

Vitor: Ainda não. – Deu um beijo em seu pescoço. – Você chegou cedo...- Ele começou a roçar seu quadril no bumbum de Thay.-...podíamos aproveitar e compensar a noite anterior. – Thay saiu do ‘abraço’ fazendo de conta que ia pegar alguma maquiagem na outra ponta da mesa.

Thayane: Desculpa Vitor, mas eu preciso ler um relatório antes de ir a empresa. Tenho uma reunião importantíssima as dez. – Vitor voltou a abraçá-la por trás.

Vitor: Rapidinho vai. To precisando muito de você. – Thay fugiu novamente.

Thayane: Eu queria muito, mas não vai dar mesmo. A noite a gente compensa, ok?

Vitor: Você sabe quanto dias a gente já não se toca?

Thayane: Desculpa. – Vitor passou a mão em seus cabelos e respirou fundo tentando manter a calma com Thay.

Vitor: Tudo bem, a noite. – Sentou-se na cama enquanto Thay se maquiava. – E ai, muito trabalho aparecendo?

Thayane: Demais! Verão é a época que mais abrem estabelecimentos, então procuram divulgação como loucos.

Vitor: Então sem chance de você viajar?

Thayane: Viajar? Como assim?

Vitor: Eu vou a trabalho pra Cancun, terei de ficar lá no mínimo um mês e tinha pensado de irmos juntos. Assim eu tiraria a parte da tarde e noite pra ficarmos juntos. Acho que umas férias cairiam bem pra nós agora.

Thayane: Seria ótimo, mas como eu te falei, nessa época fica impossível. Você viaja quando?

Vitor: Na sexta a noite.

Thayane: Daqui a dois dias? Não vai dar mesmo amor.

Vitor: Não tem como você deixar alguém no comando? Nem que fosse por uma semana apenas.

Thayane: Iniciei um projeto ontem, não posso largar inacabado. Já pedi várias vezes pra uma de minhas funcionárias assumirem meus projetos, agora ficará difícil demais.

Vitor: Não tem como fazer um esforço?

Thayane: Não dá amor.

Vitor: Você nem tentou Thay.

Thayane: Eu sou dona da empresa, não posso me dar a esses luxos sempre.

Vitor: Sempre? – Ele aumentou o seu tom. — Faz cinco anos que não tiramos férias, não viajamos nem pra cidade vizinha, tampouco vamos a praia no final de semana.

Thayane: E graças a isso minha empresa cresceu e é reconhecida internacionalmente hoje! Eu pensei que você apoiasse meu crescimento como profissional.

Vitor: Meu amor...- Vitor falou com um tom menos agressivo.-...eu te apoio e você sabe, mas a gente tem deixado de lado nossa vida a dois.

Thayane: Não Vitor, eu não sei! Você vai viajar a trabalho e quer me levar junto, mas e o meu trabalho? Não dá pra você virar pra mim e me convidar pra fazer uma viagem daqui dois dias assim, do nada. Eu também assumo compromisso com pessoas.

Vitor: Você tem razão, desculpa. Eu só queria passar um tempo com você. Eu sinto saudades de você, da gente, de quando a gente passava mais tempo juntos.

Thayane: Tudo bem, não precisa pedir desculpas. – Vitor respirou fundo e se aproximou de Thay.

Vitor: Eu vou trabalhar. – Deu um beijo na testa dela. – Bom dia.

Thayane: Bom dia pra você também. – Vitor pegou sua pasta e retirou-se do quarto.

Assim que Vitor saiu, Thay se jogou na cama e fechou os olhos. Essa discussão e o cansaço por ter dormido pouco deixaram ela mais desgastada ainda. Apesar de querer fazer tudo para ficar com Roberta, ela não gostava de brigar com Vitor. Ela resolveu não ficar pensando nisso então terminou de se arrumar, tomou um café reforçado e foi para sua empresa.

Para sua sorte – ou não – havia muito trabalho e ela manteve-se ocupada a manhã inteira. Um pouco antes do almoço, Thay ligou para Beta e marcaram o horário do almoço. Minutos depois, já com os trabalhos da tarde adiantados ela foi para a boate ver sua amada. Assim que chegou lá, ela cumprimentou os funcionários e foi até o escritório de Beta.

Thayane: Posso entrar? – Olhou para dentro da sala.

Roberta: Pode sim, meu amor. – Thay entrou e foi até ela.

Thayane: Que saudade amor. – A abraçou forte.

Roberta: Saudade também minha princesa. – Ela deu um selinho longo em Thay. – Vem, vamos sentar. – Elas andaram até o sofá que havia ali e se sentaram com as mãos dadas.

Thayane: E ai, não se atrasou?

Roberta: Quase. – Sorriu. – E você, ainda com muito sono?

Thayane: Ai nem me fala. – Deitou sua cabeça no ombro de Beta. – Meus olhos ainda estão ardendo.

Roberta: Tadinha. – Acariciou a bochecha de Thay.

Thayane: É mesmo. Mas vamos almoçar logo pra termos um tempinho pra namorarmos.

Roberta: Vamos amor.

Elas trataram de almoçar logo a comida que Thay havia levado. Depois de almoçar, elas voltaram para o sofá, onde Beta encostou suas costas no braço do sofá e Thay deitou suas costas nela.

Thayane: Ah! Antes que eu esqueça, o Vitor vai mesmo viajar. Viaja na sexta agora.

Roberta: Nessa já? Que rápido, mas confesso que gostei. Quanto tempo ele ficará fora?

Thayane: No mínimo um mês, segundo ele. Tudo bem se eu falar com ele depois da viagem?

Roberta: Beleza sim. Então teremos um mês só nosso? – Thay sorriu.

Thayane: Nosso e só nosso! – Thay virou o rosto e elas deram vários selinhos.

Roberta: To contando as horas pra sexta!

Thayane: E eu os minutos. Não quero desgrudar de você por nada! – Beta sorriu.

Roberta: Vou ser como um chiclete em você que vai até enjoar.

Thayane: E tem como enjoar da minha neném?

Roberta: Ah tem! – Ela riu.

Thayane: Tem não e eu faço questão que grude em mim. – Beta a apertou entre seus braços.

Roberta: Que horas você vai voltar pra empresa?

Thayane: Daqui uma hora e meia, mais ou menos.

Roberta: Quer dormir um pouquinho?

Thayane: Não. Quero ficar assim com você até dar a hora de ir.

Roberta: Então vamos ficar assim. – Beta pegou o controle da televisão e colocou no Chaves.

Thayane: Eu sabia, tava demorando!

Roberta: Ah, é meu vicio amor.

Thayane: Eu sei. Vamos assistir.

Enquanto elas namoravam iam assistindo o programa do Chaves. O tempo passou rápido e quando se deram conta, já era hora de Thay ir.

Roberta: Já meu amor?

Thayane: Já sim amor, tenho uma pilha de coisas pra fazer.

Roberta: Tudo bem, também tenho mil coisas pra resolver aqui. Me diz uma coisa, essa noite a gente se vê?

Thayane: Essa noite não vou poder amor. Não quero que o Vitor desconfie de nada.

Roberta: Tudo bem.

Thayane: Vai ficar chateada?

Roberta: Não amor, eu já imaginava mesmo. Não se preocupe.

Thayane: Mais tarde eu te ligo, ok?

Roberta: Vou esperar. – Sorriu. Thay deu um selinho longo em Beta.

Thayane: Tchau meu amor, boa tarde. Te amo muito!

Roberta: Tchau neném. Também te amo muito e bom trabalho. – Thay deu mais um selinho e retirou-se.

Não demorou quinze minutos e chegou uma mensagem de Thay no celular de Beta.

Mensagem: Adorei nosso almoço, te amo muito minha princesa!

Ela foi pequena, mas o bastante para deixar Beta com um sorriso enorme o resto da tarde. Assim que saiu da boate, Thay foi para sua empresa. Roberta foi fazer as mil coisas que ela tinha pendentes.

No final da tarde, Beta foi para a casa, tomou um banho, jantou e descansou um pouco antes de voltar para a boate. Enquanto estava sentada em seu sofá, a toa, Beta ia lembrando da noite anterior com Thay e sorria sozinha.

Thay aproveitou que o final do expediente havia chegado e saiu para tomar um suco com Angel.

Angel: E as coisas com a Beta, como andam?

Thayane: Graças a Deus tudo ótimo.

Angel: E a desculpa de hoje, qual será?

Thayane: Infelizmente hoje não vou passar a noite com ela.

Angel: Por que?

Thayane: Já passei duas noites fora, não quero forçar nada para que o Vitor desconfie de algo e estrague tudo antes de termos a tal conversa.

Angel: E vai falar com ele quando?

Thayane: Daqui um mês porque ele viaja na sexta e ficará fora esse tempo.

Angel: Ele vai viajar? Xii, ta feito a festa então. – Elas sorriram.

Thayane: Com certeza! Pretendo passar esse mês inteiro com a Beta.

Angel: Já deve ter tudo planejado.

Thayane: Algumas coisas tenho sim.

Angel: Um mês sem sinal da Thay então? – Thay sorriu.

Thayane: Também não tanto, né? Quero ficar esse mês com ela, mas vamos fazer o que qualquer casal faz: sair com os amigos, ir a praia, a festas. Me isolar com ela só a noite. – Sorriu maliciosa.

Angel: Meu Deus como é safada!

Elas ficaram conversando mais uma meia hora e logo cada uma foi para sua casa. Enquanto isso no apartamento de Roberta, ela terminava de se arrumar para ir a boate. Mais uma hora e finalmente ela estava pronta. Ela pegou sua bolsa e foi para a boate. Beta chegou umas 22:45 e já havia uma fila enorme esperando para entrar. Nessa noite, a boate abriria as 00:00 horas.

Roberta conferiu se tudo estava ok e depois ficou conversando com o DJ e alguns funcionários. Logo seu celular tocou.

Roberta: Que surpresa boa.

Thayane: Eu disse que ligaria. Que barulho de música é esse? Ta na boate?

Roberta: To sim amor. Vim trabalhar um pouco.

Thayane: Juízo ai viu? – Beta sorriu.

Roberta: Pode deixar amor. Sabe que eu daria tudo pra você estar aqui comigo, né?

Thayane: Humm, que linda! – Thay se derreteu.

Roberta: Ta sozinha?

Thayane: Por enquanto sim. A boate está cheia?

Roberta: Não abrimos ainda, mas já tem uma fila enorme la fora.

Thayane: Bom amor, liguei só pra te deixar um beijo, vou deixar você trabalhar. Amanhã a gente se fala.

Roberta: Ta bom amor. Não quer conversar mais?

Thayane: Não amor, tudo bem. Quero estar dormindo quando Vitor chegar.

Roberta: Então ta bom amor, dorme com os anjos.

Thayane: Bom trabalho e muito juízo ai! – Beta sorriu de novo.

Roberta: Deixa comigo. Te amo muito.

Thayane: Também te amo muito! Tchauzinho. – A ligação foi finalizada.

Assim que desligou o telefone, Thay deitou-se e por estar bastante cansada, acabou adormecendo rápido. Uma hora e meia depois, Vitor chegou e a viu deitada. Ele sorriu e deitou-se ao seu lado.

Vitor: Meu amor, cheguei. – Deu alguns beijos em sua bochecha. – Amor, eu já cheguei. – Thay nem se mexia. – Thay, você ta dormindo? E nossa noite?

Ao ver que Thay realmente estava dormindo, ele saiu bufando e foi para o banheiro tomar um banho frio para tentar ‘acalmar-se’. Logo em seguida ele jantou e como não tinha outra escolha, dormiu. Na manhã seguinte, ela acordou bem cedo e com todo cuidado do mundo tomou seu banho, seu café e foi para o trabalho, deixando apenas um bilhete para Vitor.

Bilhete: ‘Desculpa não falar com você, mas ontem estava muito cansada e acabei pegando no sono rápido e hoje eu precisei sair bem cedo para uma reunião. Tenha um bom dia meu lindo’.

Assim que chegou em sua empresa, ela entrou em sua sala, sentou-se e ligou pra Roberta.

Roberta: Alô. – Falou sonolenta.

Thayane: Bom dia meu amor. – Beta sorriu do outro lado do telefone.

Roberta: Bom dia amor. Dormiu bem?

Thayane: Dormi sim e você? Devia estar dormindo ainda, né? Eu pensei em não ligar tão cedo, mas a saudade não deixou. – Beta sorriu de novo.

Roberta: Tudo bem amor, também to com muita saudade. Já ta no trabalho?

Thayane: Já sim, sai antes do Vitor acordar. Ficou na boate até que horas?

Roberta: Até umas quatro e pouco. Minha intenção era vir embora cedo, mas faz uma coisa aqui, outra ali, quando vi já era quatro e alguma coisa.

Thayane: Se comportou?

Roberta: Direitinho!

Thayane: Bom mesmo! – Thay sorriu. – Amor, preciso desligar que minha cliente já chegou e me espera. Aproveita e dorme mais. Quando acordar me liga, ta bom?

Roberta: Ta bom amor. Bom trabalho, te amo muito.

Thayane: Também te amo muito minha princesa. Até mais. – Finalizou a ligação.

A manhã passou rapidinho para Thay que estava cheia de trabalho. Já Beta acordou lá pelas duas da tarde e enquanto fazia algo pra comer, ligou para Thay. Elas conversaram durante uma meia hora e em seguida cada uma voltou aos seus afazeres. No final do expediente, Thay foi até a boate para ver Beta, mas ela ainda não estava lá, então ela dirigiu-se até o apartamento.

Elas namoraram um pouquinho e logo Thay foi embora. Ao chegar em casa, Vitor estava com alguns amigos e sócios.

Vitor: Oi meu amor.

Thayane: Oi amor. – Ele foi até ela e deu um selinho. – Boa noite pessoal. – O pessoal a cumprimentou.

Vitor: Então meu amor, eu chamei eles aqui pra acertarmos os últimos detalhes da viagem. Tudo bem?

Thayane: Claro, sem problemas. Já jantaram?

Vitor: Não, mas a Hilda ta cuidando disso já.

Thayane: Ótimo. Vou aproveitar pra subir e adiantar um trabalho.

Vitor: Ta bom, assim que eu acabar aqui subo. – Ele deu mais um selinho nela e ela retirou-se.

Thay aproveitou que estava sozinha e ligou para Beta. Elas mataram um pouquinho a saudade e antes que Vitor aparecesse de surpresa no quarto, elas resolveram desligar. Thay tomou um banho, pediu para Hilda um lanche light e logo se deitou. Lá pelas onze, Vitor foi para o quarto e viu Thay deitada.

Vitor: Demorei? – Thay assustou-se ao vê-lo, sua intenção era fingir estar dormindo quando ele chegasse.

Thayane: Não amor. – Ele já foi se deitando ao lado dela.

Vitor: Tava contando os minutos pra essa reunião acabar. – Ele a beijou com rapidez e depois de alguns segundos, Thay interrompeu o beijo.

Thayane: Espera amor. – Sentou-se na cama.

Vitor: O que foi Thay?

Thayane: Deixa eu ir na cozinha pegar um vinho pra nós.

Vitor: Vinho? Não da pra ser depois?

Thayane: Ah que isso! Um clima é bom.

Vitor: Ta bom amor, pega lá então. – Thay não pensou duas vezes e saiu apressada do quarto.

Ao chegar na cozinha, ela pegou uma garrafa de vinho, abriu e tomou um golaço. Depois de alguns segundos, ela tomou mais quatro goles seguidos. Passados mais alguns segundos, ela repetiu os goles. Sua intenção era ficar bêbada, pois só assim teria coragem de deitar-se com Vitor. Por mais que ela não quisesse isso, ela precisava se ‘sacrificar’ para Vitor não desconfiar de nada. Sua desculpas já haviam acabado e uma desculpa a mais forçaria tudo.

Thay voltou para o quarto, levando com ela a garrafa de vinho e mais duas taças.

Vitor: Nossa, a garrafa está pela metade!

Thayane: Sem problemas. – Ela serviu as taças e tomou um gole.

Vitor: Que sede é essa amor? – Thay sorriu.

Thayane: Deve ser o calor.

Vitor: Calor? – Ele sorriu malicioso largando sua taça. Ao ver que ele iria iniciar, ela secou sua taça e a largou ao lado também.

Thay tentava se entregar e parecer normal, mas era impossível, Roberta não saía de sua cabeça. Ela não sentia prazer algum, mas gemia para tentar parecer convincente. Thay nessa noite percebeu que já não suportava ser tocada por Vitor. A transa foi um sacrifício, mas ela fez ser rápido. Vitor deu a entender que queria mais, mas ela tratou de dizer que estava muito cansada. Assim que acabou, ele a abraçou por trás e acabou adormecendo rápido. Já ela custou a dormir, Beta não saía de sua cabeça e ela sabia que se Beta sonhasse com essa transa, ficaria chateada com toda razão do mundo. Depois de se martirizar um pouco, Thay pegou no sono.