Akai Ito
3 Capítulo 3
Notas iniciais
No capitulo anterior...
Estamos brincando de verdade ou desafio, e o Natsu me desafiou a b- beijar a Levy? QUE?!
Atualmente.
– AHN? Q-QUE?! – meus olhos se arregalaram – e-eu beijar a baixinha?
– Sim, vai logo.
– Espera ai, me b-be-beijar? – Levy estava tão corada que eu ri
– Vamos, estamos impacientes já!
Eu estava muito corado enquanto me aproximava da Levy, seu pequeno braço se encostou ao meu, eu estava bem próximo a ela que estava tão vermelha quanto o cabelo da Erza, quando eu estava bem próximo a sua boca que me seduzia há muito tempo... Eu me afastei.
– E-eu... Eu não posso... Eu não p-posso bei-beijar a baixinha... — falei quase me engasgando
Levy nessa hora começou a chorar – GAJEEL NO BAKA! –ela correu para o segundo andar
Corri atrás dela e assim que eu vi que entrou no banheiro fechando a porta com força me aproximei com passos arrastados sentando-me atrás da porta.
– Baixinha... –minha voz soara falha
– VAI EMBORA! – eu a ouvi chorar dando vários soluços
– E-eu não quero... E-eu não p-posso te beijar assim... E-eu quero sabe – engasguei com o nervosismo – q-quero... –não consegui falar de novo – PORQUE NÃO CONSIGO FALAR?
Levy riu ouvindo meu nervosismo foi tão bom ouvir sua risada ela me deu forças!
– Baixinha...
– Não me chame assim! – ela ainda ria
–Levy, – sorri corado– eu quero que quando aconteça o be-beijo... Seja... Es-especial e não por uma brincadeira... Eu quero muito ter s-seus lábios, mas não assim... E-eu quero-te verdade – corei muito quando disse isso – desculpe-me, baixinha.
Sai de lá o mais rápido que pude, passei por meus amigos e vi Cana implorando a Mira para dar as garrafas dela de volta e eu ri, disse um “tchau” tão rápido que eles não devem ter entendido e corri porta a fora.
“Droga, o que ela fez comigo? Porque eu estava assim? Porque eu corei tanto? Porque me odiei quando a fiz chorar? Cara, eu disse mesmo aquilo! Não vou conseguir encará-la amanhã...”, meus pensamentos me dominavam enquanto eu caminhava com as mãos nos bolsos vendo as estrelas.
Levy não saí da minha cabeça!
Acordei no outro dia ainda lembrando quando me confessei, tomei um banho para afastar os pensamentos e comi uma imensa tigela de sucrilhos, por sorte a musica entrava na minha mente, me deixando relaxado e dando-me coragem para encarar Levy.
Por sorte hoje eu estava atrasado e não encontrei ninguém na rua, porém quando cheguei à escola tive que escutar um sermão do diretor, Makarov, mas tanto faz. Entrei na sala, dei a autorização para o professor e sentei-me no meu lugar e fiquei lá olhando o sol que subia aos poucos janela a fora.
– Gaj-kun posso falar com você depois? – Levy me olhava corada e sua voz era de um tom baixo
–Tu-tudo bem... –falei me engasgando
Ela riu baixo e voltou a prestar atenção na aula.
A aula passou voando, talvez seja porque eu dormi.
Acordei-me com Levy cutucando minha bochecha sorrindo — Gaj–kun? Todos já foram embora, vamos? – ela estava sorrindo com carinho, corei
– Ah, desculpe! Claro, claro, vamos – levantei pegando minha mochila e saindo com ela
– Gaj... –ela corou – sabe... – ela estava mais tímida que o normal – eu fi-fiquei tão feliz com o que você disse... – ela me olhou e sorriu
Aquilo me pegou de surpresa – é... –corei- pequena, eu realmente sinto a-aquilo...
Nessa hora ela fez algo que me surpreendeu, me abraçou (a minha cintura já que ela é baixinha), fiquei sem reação, ela escondeu o rosto no meu abdômen, eu a abracei fazendo isso ela relaxou no meu abraço.
Ela se soltou do abraço totalmente corada, subiu na calçada e ficou olhando meus olhos.
– Baixinha... Eu a-am-am... – não consigo dizer isso assim tão fácil, droga
– Gaj, eu s-sempre te amei – ela corou e sorriu
Levy passou os braços envolvendo meu pescoço, ficou na pontinha dos pés e me beijou. Foi tão doce, carinhoso e com tanta vontade que eu não resisti e a abracei sua cintura levantando-a, mas sem desgrudar meus lábios do seu. Pedi passagem para explorá-la com a língua, ela deixou e nos envolvemos em um beijo quente e apaixonado, como sempre quisemos, estávamos matando a saudade de algo que nunca tinha acontecido e que a partir de agora iria acontecer muitas vezes.
Só paramos com o delicioso beijo quando estávamos sem ar, eu a soltei e ela sentou no chão puxando ar para os pequenos pulmões, sentei-me a seu lado e sorri olhando-a corada e ela apoiou o queixo no meu ombro e me beijou de novo, dessa vez mais romântica e sedutora, sua língua explorava minha boca e sua boca se encaixava tão bem na minha que eu tenho certeza que essa pequena mulher foi feita para mim e eu nunca quero que isso acabe.
Quando ela parou sussurrei – E-eu te a-amo, baixinha – sorri corado
– Eu te amo, Gaj-kun. Eu sempre o amei – e me abraçou
Deixei Levy em sua casa e fui direto para a minha sorrindo que nem um idiota, eu me sentia tão leve e feliz. Sorri lembrando-me daquele beijo que me fez o homem mais feliz do mundo. Eu amo essa baixinha.
Eu e Levy decidimos sair antes, ter encontros e só depois oficializarmos nosso namoro.
Já era 20 horas quando meu celular tocou, vi que era a baixinha e atendi.
– Gaj-kun... – sua voz estava sexy chamando meu nome
– Baixinha... Q-quer sair comigo amanhã? – corei quando a ouvir gritar de alegria
– Sim, sim, sim, claro que eu quero! – ela estava tão empolgada que eu sorri
– Amanhã te pego às 18h, vou fazer uma surpresa – falei fazendo parecer misterioso
– Vou te esperar boa noite. Eu te amo – ela mandou um beijinho para o telefone
– Boa noite pequena, e-eu te amo
–Não me chame de pequena – ela tentou parecer brava, mas os gritinhos de alegria ainda estavam no ar
– Tudo bem baixinha – sorri
– Até amanhã, Gaj-kun
Ela desligou e eu fiquei assistindo televisão até 1h da manhã até que fui dormir.
Acordei no outro dia 14h já que era um sábado.
– Hoje é o grande dia!- me animei
Notas finais
Agora sim a historia vai começar!
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