Akai
13 Capítulo 12: Bloody Rose
Notas iniciais
No meio da fic encontrarão um outro subtítulo e uma historinha, não é narrada por nenhum personagem! Apenas um extra sobre o B.
...acho que o B. dominou a fic UAHUAHUAHUAAHUAUHAHUA. Bjos!
ps: Eu sei que dá preguiça, mas leiam as notas finais pv :)
- Por favor, não o machuque, me prometa tudo bem?
- Me solta.
- ...Mello... _o ruivo o abraçou afundando o rosto em seu ombro _Mello eu...
- Me solta _repetiu frio, sem demonstrar nenhuma hesitação em sua voz.
Matt parou de respirar por um momento, desfez o abraço como foi ordenado, mas não teve coragem de encarar o rosto do homem á sua frente, mirou seus pés pensando no que dizer.
O casal não teve tempo de ir além, L e Light adentraram o apartamento, curiosos com a demora do loiro e seus seguranças. O moreno paralisou á porta de entrada fazendo o marido esbarrar em si, seus olhos focaram primeiro em Matt e logo após em seu irmão, ainda sentado no sofá. Light se limitou a segurar os ombros magros de L impedindo que o mesmo tombasse para trás.
Os minutos vieram e foram no completo silencio, a cena se manteve congelada: Matt parado á frente de Mello sem coragem até mesmo de respirar diante a ira e a confusão do outro, L com os olhos arregalados para Beyond, tremendo da cabeça aos pés com Light o segurando. A única pessoa que parecia se divertir com tudo aquilo era ninguém menos do que B., olhava um a um com curiosidade, hora analisava a saleta, hora se remexia no sofá demonstrando estar um pouco desconfortável, mas sempre esperando o próximo ato de cada um como um diretor satisfeito com sua obra.
O primeiro a sair daquele clima estranho fora Matt, preocupado com a ação de seu ex-professor para com o irmão, deu um passo a frente saindo de perto do loiro e se pronunciou.
- L... por favor, B. não irá machuca ninguém, apenas deixe-o descansar.
O moreno balançou a cabeça em discordância, um tanto desajeitado, ainda sem conseguir desconectar sua atenção do outro.
- Light, convença-o! É importante me prometerem isso _o tom de desespero em sua voz não fora notado pelo moreno, Light que se mantinha mais frio com a situação analisou rapidamente o pedido.
- Sim, tudo bem _fechou a porta atrás de si empurrando o companheiro um passo á frente _ficaremos aqui essa noite, mas todos sob a minha vigilância.
- Obrigado _respirou fundo, aliviado _...Mel... _alcançou, cauteloso, a mão fria e magra do loiro e o puxou delicadamente até perto de si _vamos, precisamos conver...
- Cale a boca, seu traidor... seu filho da puta!! TRAIDOR!
A explosão com palavras frias e sujas do homem fez Matt soltar sua mão e tropeçar na mesinha de centro atrás de si, caindo de forma desajeitada no chão, tentou de alguma força se proteger do soco que recebeu a seguir. Mello estava furioso, confuso e cego deixando o impulso tomar conta de si.
- Sofri igual um desgraçado por você, passei dias me culpando!! _desferiu mais um chute, até ele mesmo tropeçar e cair sobre o corpo encolhido do ruivo _... achei que estava morto... e agora você o protege?... agora você... _sua voz falhou, a respiração ofegante o impediu de gritar mais uma vez _...eu te odeio, Jeevas... eu te odeio...
Matt o abraçou mesmo correndo o risco de ser acertado no rosto, assim que seus braços entrelaçaram o corpo magro acima de si, Mello começou a chorar; um choro contido pela raiva, mas sincero. E a cena se estendeu por mais alguns segundos, até que finalmente conseguiu se controlar e voltar a si.
- ...o que está acontecendo? Pelo amor de Deus, me diga... o que fizeram á você?
- Me perdoa, vou explicar tudo! _tirou uma mecha loira que encobria os olhos azuis, agora vermelhos pelas lágrimas.
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...
A criança esquecida por Deus
Beyond cresceu sozinho no centro de Londres, soube por registros do Wammy que tinha sido levado á instituição junto do irmão, como menino prodígio, porém, sua conduta e a dificuldade de socialização, logo trouxeram problemas. Os empregados tinham medo de arrumar suas coisas, sempre eram encontrados corpos de animais degolados, ossos, coleções enormes de copos com água¹, entre outras coisas bizarras; isso era o primeiro indício de sua personalidade conturbada. O contato com as outras crianças era extremamente raro e quando acontecia, elas saiam muito machucadas ou entravam numa perturbação mental irreversível.
Diante esse pequeno “demônio” como era conhecido, o diretor responsável na época o mandou embora, queria-o longe de sua instituição e fez ainda mais, não permitiu que nenhum outro orfanato o acolhesse; Beyond viveria á sua própria sorte, com seus cinco anos apenas, morreria de fome ou frio em algum beco daquela cidade escura.
Porém ele sobreviveu
O garotinho fora jogado numa madrugada fria e escura, machucado pelas agressões que recebera do segurança, vagou sem destino até parar num velho casarão. Sem entender o que estava acontecendo, sem saber se aquilo era certo ou errado, fechou seus olhos e adormeceu. O mundo não tinha a menor consciência, mas enquanto todos dormiam confortáveis em suas camas, naquele casarão estava florescendo a própria reencarnação do mal.
Com oito anos, no inverno rigoroso de Winchester, pegou a doença que estava acometendo a cidade levando muitas pessoas á morte; seus pulmões escureceram, a visão se tornou turva e perdeu até mesmo a capacidade de se locomover rapidamente. O mundo pareceu trevas ao seu redor, dor e agonia tomaram conta de sua alma. Vagou dias e noites praguejando o mundo e sua vida miserável, mas ainda era melhor do que a morte e exatos 13 dias depois, se curou ficando como sequela apenas sua íris que mudara de cor do preto profundo para o vermelho sangue.
Em paralelo com seu crescimento conturbado, Beyond também adotou alguns costumes estranhos, ainda herdados da época do orfanato. Apesar de não possuir um endereço fixo, suas coleções de coisas horrendas continuaram e ele presenteava algumas famílias com elas quando se cansava; escolhia por acaso e deixava á porta de suas residências inúmeros corpos de gatos, patas de cachorros e até mesmo cabelo humano. Uma estranha forma de brincar, inventada por uma criança.
Beyond conhecera o sofrimento quando pequeno, esse era um fato incontestável, não lhe ensinaram o nome daquilo, nem o porque, fecharam os olhos diante um problema que julgaram desaparecer em breve.
B. era como o castigo divino para os seres humanos.
A criança sem sentimentos, sobrevivendo apenas por seus próprios instintos. Matando para ter paz em sua alma agitada, os lamentos para si eram como canções de ninar, o sangue em contato com sua pele era veludo.
Beyond cresceu, se tornou um adulto, agora mais perigoso, mil vezes mais inteligente e astuto. Fugiu como um demônio foge da cruz da punição da sociedade, da dita justiça, de L... mas agora ali estava ele, frente á frente com aquele que carrega o mesmo sangue, em seu interior podia sentir a agitação anormal.
...
- Não tenho condições de explicar tudo de uma só vez, mas... _olhou de canto para Mello que se mantinha de cabeça baixa _tudo vai muito além da compreensão de um ser humano normal, de uma pessoa que vive na sociedade. Ele apenas queria te encontrar, L... a explosão foi um modo de apagarmos todas as provas.
Matt começou a falar com o nervosismo tomando conta de sua mente por inteiro, tinha coisas que não queria falar, mas que ao mesmo tempo eram necessárias. Suas mãos tremiam e suavam á cada frase formada em sua cabeça, os lábios não se moviam com precisão e isso o incomodava.
Os homens que o ouvia eram quatro, L e Light sentados lado a lado no sofá posto á frente, Mello sentado mais á direita no chão escondendo a cabeça entre os braços e por último Beyond posto ao seu lado, encarando todos com expressão nula ouvindo sua própria história com nostalgia.
- Ele me raptou na intenção de chegar perto de você, sensei, mas ao passar dos dias... _fez uma pausa procurando as palavras certas _ seu conflito interior fez com que nos relacionássemos de maneira diferente, não mais sendo dois inimigos. B procurou por ajuda e viu em mim uma esperança, foi assim que acabamos aqui.
O ruivo suspirou dolorido ao sentir sua coluna fraturada por Mello minutos mais cedo, o moreno ao seu lado levou os dedos longos e frios até o exato local da dor e os roçou sobre a camiseta surrada. Matt abriu um singelo sorriso e agora mais confortável, continuou.
- Foi a maneira que encontramos de entrar num acordo... eu o traria para perto daquela única pessoa que seu inconsciente clama por atenção e em troca... _mordeu os lábios macios, preocupado, dizendo em voz alta o que antes parecia ser a melhor opção, agora as dúvidas aumentavam e sua confiança diminuía a cada segundo passado _em troca ninguém sairia machucado, sob a condição de ficarmos todos juntos.
- Está sugerindo que fiquemos juntos desse psicopata?! _Light levantou a voz e lançou um olhar furioso a Matt e em seguida de menosprezo ao moreno á sua frente _Me diga, B., o que pode fazer conosco agora que não tem armas? Você não passa de um homem tolo.
Os olhos escarlates responderam com entusiasmo á agressão de Light, os lábios finos se escancaram para uma risada alta e macabra, no mesmo instante L tapou os ouvidos e fechou os olhos tendo talvez a pior nostalgia de sua vida.
- Não acredito que um alguém que está aqui por mero acaso está me chamando de tolo.
E pela primeira vez, B. se pronunciou. A voz rouca ecoou pelo ambiente escuro silenciando os demais, não se ouvia nem mesmo o barulho das respirações.
- Meu irmão, ah meu irmão... o escuro tornou minha companhia quando fui levado para longe de você, me acostumei a te esquecer com frequência até que nos encontramos anos atrás _se levantou indo até o outro lentamente _desde então tento entender o que são esses sentimentos confusos, por que para mim a morte e o desespero são mais bem vindos do que um sorriso alheio... _abaixou ao seu lado mirando cada detalhe do rosto pálido do irmão _mas eu nunca chegaria a ser como você, mesmo tentando provar que era melhor²! Agora eu entendo que tudo isso começou antes mesmo de nascermos.
- ...como? _L disse fraco, ainda assustado com o contato físico repentino.
- Sabia que... quando nossa mãe nos deu a luz, você nasceu primeiro? E logo após ela morreu, não tendo tempo para parir o segundo filho. Eu nasci de seu cadáver, com a minha própria força.
A expressão de pavor foi geral, Matt tapou a boca com a mão e olhou para Mello que não se moveu; a vontade de abraçá-lo era imensa, mas ainda estava receoso.
- Tudo que tenho certeza desaparece quando estou perto de você... o garoto Jeevas me fez entender como as pessoas pensam, ele me deu a chave para chegar perto, para tocar em você. Meu irmão... me diga o que é amor, ódio, por que a morte é tão ruim, por que a sociedade se agarra á vida com tudo o que tem mesmo não sendo a melhor opção?! Mostre-me o que significa a palavra “liberdade”... tenho tantas perguntas, tantas coisas que não entendo... me diga qual a razão de eu me sentir assim tão agitado quando outros sofrem... você é tão inteligente.
- Não... não... _L fechou o punho com força, em seus olhos, densas lágrimas se formaram instantaneamente _depois de todos esses anos, depois de todas aquelas mortes, não me faça acreditar que você é inocente! Por favor me diga que é um ser humano qualquer que fez tudo por maldade... que fez sabendo sobre o certo e o errado.
L desabafou de uma só vez, tremendo da cabeça aos pés, dentro de si apenas o sentimento de ódio e isso era demonstrado com toda força diante de suas palavras frias e o sangue escorrendo entre os dedos, um profundo ferimento feito por suas unhas.
- A justiça tem que existir até mesmo para você!! E EU SOU A JUSTIÇA!
Beyond fora empurrado para o chão, Light não conseguiu segurar L antes que o mesmo caísse em seguida, apertando com força a camisa na altura do coração. A cena de desembaralhou em câmera lenta, L deitado no chão respirando fraco e agora sem consciência, Beyond pela primeira vez assustado, agarrado á manga da blusa de Matt e Mello mais afastado vendo se de alguma forma poderia ajudar.
O mais alto dos homens repousou L no sofá com cuidado, com carinho tirou as mechas de cabelo que cobriam seus olhos; o moreno ainda não tinha recuperado a consciência, mas a respiração controlada acalmou á todos, pois isso era a prova que o mesmo estava bem.
- Sua falta de noção para com a nossa sociedade não é defesa o suficiente para eu não te prender _disse ainda virado de costas para todos _voltará á prisão, Beyond!
- Isso não importa desde que sane minhas dúvidas _deu os ombros olhando o irmão sem demonstrar real preocupação.
O clima tenso continuou por mais alguns segundos, até que batidas na porta de entrada fez Light se levantar rapidamente. Watari sorria gentilmente ao garoto á sua frente, em suas mãos apenas uma maleta pequena e o habitual chapéu de linho.
- Com licença, Light-san _com um aceno adentrou o apartamento e antes que pudesse avançar, olhou com pesar para os outros _seu rosto não está tão mal, Matt-kun.
- Ah... sim, eu estou bem _respondeu sem jeito, o garoto tinha visto seu mentor ainda no hall de entrada e sabia que o mesmo faria sua aparição na hora certa.
- B., quanto tempo.
O rosto pálido e magro do rapaz agora estava em total espanto, viu o velinho á sua frente fosse um fantasma e pela primeira vez sentiu algo que chamamos de pavor.
Por algum motivo, B. tinha medo de Watari.
Assim que o senhor deu mais um passo a frente, o moreno apertou com força o tecido da blusa de Matt.
- Matt... Matt o que é isso? O que está acontecendo?
- Watari-san o que isso significa?
- Ah, sinto tanto por aquela época _balançou a cabeça num gesto negativo _ cometi um erro ao tirá-lo do orfanato... não, todos nós cometemos o erro de deixá-lo sozinho.
- Tirem ele daqui! Vai embora, eu não quero essa presença, vai embora!!
- Não... B. se acalme! Ele não vai fazer nada _o ruivo abraçou o homem desesperado lhe passando confiança, como uma criança, o moreno parou de se mover e ficou apenas repetindo para ele sair, bem baixinho _Watari...
O senhor se retirou para a cozinha e Matt levou Beyond para o único quarto do apartamento. O silencio voltou a tomar conta do lugar, L acordou lentamente, mas ainda zonzo, deitou no colo de Light para descansar do choque que havia levado minutos antes; Watari como de costume preparou chá para todos e serviu á cada um antes de relaxar o corpo cansado no sofá.
- L, como se sente?
- Você sabia que ele estava aqui o tempo todo? _perguntou seu enteado com a voz rouca.
- Fiquei do lado de fora do apartamento esperando a hora certa _explicou com calma _apenas o menino Jeevas tinha me visto na portaria. Quando subimos, você entrou num choque tão grande que se esqueceu da minha presença _abriu um sorriso meigo ao final da frase.
- Watari! Nos diga o que está acontecendo, parece que tudo que acreditamos até agora foi por água abaixo!! _Light levantou a voz, mas tratou de se controlar em seguida.
- Talvez o certo agora... _olhou para Mello que mantinha sua cabeça baixa o tempo todo _seja tratarmos de nossos próprios sentimentos em relação ao B... e ao Matt.
- Por que ele tem medo? _L perguntou sem delongas _por que ele confia no Matt?
- ...eu não sei, mas posso finalmente tentar explicar alguma coisa para o meu tão estimado detetive _bebericou seu chá sem pressa _Beyond sempre fora essa criança que estão vendo, ele é um psicopata ou seja, ausência de sentimentos, além disso nunca teve uma interação prolongada com nenhuma outra pessoa... nenhum outro ser vivo praticamente, sendo assim a nossa sociedade não faz sentido algum para ele. Matar, machucar, perturbar, são coisas que por ventura lhe fazem bem, assim como nos faz bem ajudar, curar e fazer o bem... seguindo seus instintos foi crescendo naquela atmosfera. Quando começamos a persegui-lo tomou ciência que o mundo era muito maior do que o seu e diferente... essa diferença o fez procurar por respostas, por Matt _fez uma pausa respirando fundo _como se sentem com isso? Os três garotos mais inteligentes do mundo caíram numa contradição profunda... é um tanto frustrante, não?
Os garotos se entreolharam, ainda era cedo para aceitar B. e também para entender perfeitamente o que estava acontecendo, não tinham sequer uma opinião solida sobre o assunto. Sem resposta, Watari continuou.
- Ele tem medo de mim, sim... vocês cresceram com a ajuda de uma mulher muito caridosa, a senhorita Sophie³, mas com quatro anos Beyond começou á deixá-la louca com sua personalidade e por serem tão inteligentes, os trouxe para o Wammy’s house... concordei com o diretor da época em deixá-lo sozinho, na rua... ao relento... talvez a minha imagem tenha ficado em sua memória e ele mesmo a apagou, quando me viu apenas o sentimento de medo veio á tona, sem se lembrar realmente o porque.
- Vocês são todos loucos _Mello disse entre dentes _LOUCOS! Não posso acreditar que o transformem numa vítima agora!!!
A voz forte do loiro despertou a atenção de Matt, que saiu do quarto fechando a porta atrás de si. A presença do ruivo fez Mello se levantar e dar as costas para todos se dirigindo para a porta de saída.
- Mello, por favor, me escute! Mello!! _o pedido desesperado fez o outro hesitar em abrir a porta _não precisa me entender, apenas me ouça como sempre, sempre fez!
O loiro deu um suspiro e fechou os olhos tentando controlar as lágrimas que lhe faziam teimosas; depois de alguns segundos abriu a porta e saiu para o corredor. Matt correu atrás dele e respirou, aliviado, ao ver o mesmo parado ao lado da porta, tirando um cigarro do bolso.
- Passe isso pra cá, seu loiro metido _tirou o cigarro de suas mãos e acendeu com a ajuda do fósforo que o mesmo lhe estendera.
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Notas finais
2 caso famoso que deu a ele o nome de Beyond Birthday, é dito que o psicopata tentou alcançar L cometendo todos aqueles crimes. Eu uso isso no enredo, mas com um fundamento diferente. B. enfrentou L dessa forma, pois era uma luta entre o seu mundo e o mundo do irmão, que lhe fazia tão diferente; dessa forma tentou provar que ele estava certo e que o seu modo de agir e pensar era o mais sensato ao invés da tão aclamada justiça que L pregava.
3 Sophie: eu tenho uma fic (Sophie, como tudo começou) que conta sobre os pais de L... usei o mesmo nome, mas na outra fic, Sophie é a mãe biológica de ambos e não mãe adotiva.
Obrigada!!!!
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