Against All Odds
18 Capítulo 18 - "Re"Conhecimento
Notas iniciais
1 de fevereiro | Mansão Puckleberry
Aquele clima ameno que outrora reinava por toda a mansão Berry-Puckerman, agora estava realmente ameaçado. Pra não dizer simplesmente desfeito. Já faziam alguns dias que Quinn não saía de seu quarto para absolutamente nada, não era vista nem nas refeições, já que elas eram entregues diretamente em sua porta.
Aquela ação estava começando a preocupar os moradores de forma geral, assim como o irmão da loira, mas principalmente, quem sofria era o namorado dela. Algo parecia muito errado, afinal ela era ótima na parte de socializar e totalmente encantadora na maior parte do tempo.
– Brody, vai me diz o que aconteceu? – Perguntou Rachel pela quinta vez seguida, somente obtendo um bico nos lábios do moreno, ela se inclinou dando um selinho leve e sentiu os braços puxando-a para o colo dele, de forma tranquila.
– Honestamente? – Era uma pergunta retórica, totalmente, mas mesmo assim a morena assentiu com a cabeça, aguardando uma resposta e ele só pode pensar: “Adorável”. – Eu estou sabendo tanto quanto você, Quinn sequer me recebe no quarto. Puck está totalmente estranho comigo, mas eu acho que se eles tivessem terminado, saberíamos, não é?
– Não sei, mas eu com toda certeza vou descobrir. – Ela o beijou de forma leve nos lábios e em seguida levantou do seu colo em um salto, seu próximo lugar a dar uma passada era o quarto de Quinn, algo estava errado e ela sabia disso. Só estava puramente curiosa sobre o que era.
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– Agora eu não posso! – A voz estava completamente rouca, mas mesmo assim o grito veio quando ouviu as batidas em sua porta. Sua desenvoltura não deu certo e as batidas voltaram mais uma vez, de forma frenética. – Estou me trocando!
– Não tem nada dentro deste quarto que eu já não tenha visto. Abre essa merda, Lucy! – A voz de Rachel soou irritada, mas logo em seguida o barulho da porta sendo destrancada podia ser ouvido. – Oh! Desculpe!
Quinn não estava mentindo quando disse que estava trocando de roupas, bem, ao menos ela estava se vestindo, porque estava somente de calcinha e a pele brilhava levemente molhada. Rachel estava se perguntando se ela estava suada por alguma atividade interessante, ou se só tinha tomado um recente banho. Ambas as ideias a fizeram balançar a cabeça em negação.
“Oh merda.” – Pensou.
– Eu não estava mentindo, oras. – Bufou naquele momento e cruzou os braços para que seus seios fossem cobertos, Rachel somente trancou a porta e em seguida recostou na mesma. – Aconteceu algo, Rachel? – Perguntou estalando os dedos para que ela realmente acordasse.
– Notei que não estava mentindo, mas também não ligo... – Deu de ombros e caminhou até que pudesse se jogar na cama da loira, esta simplesmente deu as costas e buscou um sutiã. – Porque você está presa nesse quarto a dias?
– Não estou...
– Quinn, não tente brincar comigo agora, está bem? – A morena sentou ereta na cama e em seguida viu que a outra colocava uma calça simples e uma camiseta. – O que aconteceu para você estar trancada aqui tem dias seguidos Fabray?
– Saio todas as noites, vou para o bar, não estou trancada tem dias seguidos, Berry.
O olhar de Rachel poderia facilmente matar Quinn naquele momento, quem ela pensava que era para provocá-la e afrontá-la daquela forma só para provar seu ponto? As vezes a garota deveria saber com quem estava brincando... Não é como se ela fosse uma mafiosa, mas a mulher estava começando a rosnar praticamente.
– Você não vai gostar da notícia, então eu estou tentando evitá-la, só isso, Rachel. – Continuou a loira enquanto caminhava até a outra mulher e sentava na cama também, em seguida deixando o corpo cair e a respiração começando a tornar-se leve.
– Por qual motivo não me conta primeiro e ai eu decido se gosto ou não.
– Eu fui pedida em casamento. Por Noah.
Definitivamente não era exatamente a notícia que Berry estava esperando receber. Caralho, não era algo que ela queria ter que ouvir... Tipo, nunca. Seus olhos continuaram focados em algum ponto aleatório da parede e por fim seus lábios estavam entreabertos e parecia que algo estava realmente muito errado ali. A notícia não conseguia ser digerida.
– Parabéns, cunhada. – Murmurou quando precisou piscar diversas vezes e ai então acordar para o que estava realmente acontecendo, era notável que Quinn estava com os olhos fixos nela.
– Rach... Olha...
– Espero que não esteja querendo me explicar como foi e sobre quão é maravilhoso estar noiva, Quinn.
– Eu não respondi, eu não disse nem sim... Mas também não disse não.
E então lá se foram mais alguns bons momentos sem comunicação, algo estava realmente confuso naquela história toda e Rachel estava se amaldiçoando porque ela realmente queria saber cada mínimo detalhe daquela história, mas também não queria ter que engolir aquilo no seco.
– Você disse que tem ido todas as noites fora... Hoje eu vou junto, eu tenho um lugar interessante para irmos. Esteja pronta, próximo das dez horas.
– Mas Rachel... – Não houve mais tempo, a morena já tinha pulado da cama e saído do quarto.
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O teto estava tendo tanta atenção naquele dia que parecia estar até mais interessante do que qualquer outro objeto na casa, parecia que naquele dia todos os moradores e agregados estavam passando um tempo incrivelmente grande olhando para ele, se tivesse um ego, como o de Rachel, estaria incrivelmente grande.
– Você tem certeza, Noah? – Perguntou Leroy passando a mão pelo cabelo, como a vigésima vez no dia. Ele não conseguia digerir aquela informação.
– Eu tenho, pai... Ah, eu pedi Quinn em casamento.
– VOCÊ O QUE?! – Gritou Hiram virando-se na mesma hora e olhando fixo para o filho, aquele momento estava ficando mais estranho do que realmente era necessário.
– Foi antes! Essa merda toda aconteceu porque eu pedi e ela não me respondeu, eu me senti um lixo, papai! – Respondeu finalmente parando de encarar o teto e sentando na cama, as mãos passaram pelo cabelo, num típico gesto de nervosismo já tão familiar.
– Você pode esquecer esse casamento com Quinn. – Respondeu Hiram já tirando os óculos e começando a apertar suas têmporas, forçando-se a ficar controlado para simplesmente não dar um tapa em seu filho. Os braços de Leroy o envolveram de alguma forma.
– Não tem maneira no mundo de deixarmos que se case com aquela garota agora, Noah. – O tom de Leroy já era normalmente sério, mas daquela vez ele tinha muito mais em mente para seu filho.
Era a coisa com a família Berry-Puckerman, não havia filho de um ou outro homem, haviam os pais e os filhos imaturos que pareciam ter 16 anos e não praticamente 21 e 24 anos. Noah levantou e cruzou o quarto dando um soco bem dado na parede, o mais velho dos homens soltou Hiram e parou na frente do rapaz batendo com força em seus ombros.
– Não banque o menino mimado que sabemos que não é. Você tem toda a atitude, as jaquetas de couro, as motos e as mulheres, Noah. – Repreendeu notando que o mesmo abaixava a cabeça, exatamente como mais novo, quando aprontava algo. – Mas sempre teve um bom coração, a cabeça no lugar e sabe muito bem o que é certo fazer agora.
– Sim, pai. – As mãos se fecharam em punho e ele saiu do quarto em seguida, decidido a aproveitar tudo o que pudesse antes de estar fodido.
– Eu errei com ele, Leroy. Em algum ponto, eu errei com ele. – Hiram colocava seus óculos novamente e sentava-se na cama, em seguida o outro homem fez o mesmo. – Eu só espero que tudo se resolva e que ninguém saia machucado.
– Você não errou em nada, H. – Abraçou o companheiro de tantos anos e deixou que ele acomodasse a cabeça em seu ombro. — Noah vai achar seu caminho, eu tenho certeza. Assim como vão Rachel, Quinn e aquele rapaz, Brody.
– Obrigado por terminar de adicionar problemas nessa equação. Oh Deus.
–
A luz estava piscando e o riso estava realmente audível, mesmo por cima de toda aquela música. Os olhos claros foram diretamente aos de Rachel e a loira empurrou-a com seu ombro.
– Eu não posso acreditar que você me trouxe em um bar de strip-tease! – Ela disse próximo ao ouvido da morena e a outra deu de ombros. – Bem, vai ser uma ótima forma de comemorar meu aniversário... – Agora saiu mais baixo e longe da morena, mas na mesma hora a cabeça dela voou para o lado.
– Seu aniversário?! Oh, não, Fabray... – O sorriso se tornou malicioso e ela chamou uma das garotas com a mão apontando para a loira. Assim que a mulher veio e começou a dançar na sua frente, a sobrancelha dela subiu. – Você está ganhando um lap dance e uma bebida, por minha conta.
A ruiva dançava sem sequer notar o que estava acontecendo, todos estavam acostumados que naquele lugar tudo era possível, então ela simplesmente movia seu quadril enquanto estava olhando para frente. Quinn estava com o olhar fixo naquela cintura, depois desceu para as pernas e então a mulher simplesmente virou no mesmo momento, caindo de joelhos dos lados de sua cadeira e começando a rebolar em suas pernas.
Os olhos dela agora não saiam de um lugar especial, vendo que ela ia chegando cada vez mais próxima e jogava o cabelo ao mesmo ponto. Uma risadinha fraca e um movimento de mão fez com que ela perdesse tudo aquilo e precisasse balançar a cabeça para voltar para a terra.
– Acorda, Cinderela. Essa ai não é pra você, a não ser queira, eu posso providenciar. – Comentou Rachel com um sorriso malicioso e acabou levando um tapa no braço com uma força grande. – Venha cá, aniversariante, temos que comemorar.
– Do que você... – Rachel não deixou mais tempo para que ela continuasse perguntando, na mesma hora ela estava no colo da loira e tinha tomado o lugar da ruiva anteriormente, as mãos estavam apoiadas nos ombros dela e ela movia o quadril da mesma forma que a garota anterior fazia.
– Deixe-me te proporcionar um feliz aniversário, Lucy. – Piscou para ela e na mesma hora pode sentir as mãos em seus quadris apertando com uma força levemente exagerada e puxando-a contra si. – Vai deixar? – Perguntou levando os lábios próximos ao ouvido dela sem parar de rebolar.
A melhor coisa daquele lugar é que não precisavam de nada, podiam aproveitar uma a outra, da mesma forma como podiam aproveitar a vista e de toda forma ninguém prestava atenção em nada do que elas faziam, Rachel tomou todo o cuidado para escolher aquele lugar
–
Noah estacionou o carro e tirou uma nota colocando na mão do homem que estava cuidando da portaria, o gigante deu um sorriso e ele entrou passando na frente de todos. Ele estava precisando de algum tempo longe da confusão que estava sua casa e principalmente, sua cabeça.
No que ele entrou acabou recebendo um copo de whisky de cortesia e encaminhou-se até ficar em uma das mesas, olhando algumas garotas que dançavam no palco. “Casas burlescas, com essas danças que não impressionam mais.” Pensou e tomou um gole de sua bebida. As garotas dublavam o que cantavam e faziam movimentos audaciosos, no fundo ele sabia que aquela que parecia estar nua, estava com algo para esconder tudo o que pudesse aparecer.
Notou cada uma das mulheres ali e quando uma passou com uma bandeja ele colocou uma nota em seu bolso traseiro, mas sem ser grosso e dando-lhe um tapa como muitos outros fariam, ela o puxou pela mão até um lugar mais reservado, isso era o que seu dinheiro pagava. O mundo.
Assim que chegaram ele foi levado a um sofá e notou que haviam mais pessoas ali, mas não deu muita atenção a nenhuma delas, somente estalou os dedos em chamado e uma garota rapidamente veio para começar a sua dança, ele sorriu para a ruiva e chamou-a com o dedo para que a dança viesse diretamente para seu colo.
– Vocês atendem mulheres também? – Perguntou notando que haviam algumas sentadas, a mulher começou outro movimento e apoiou suas mãos nas coxas do moreno.
– Acabei de ser trocada por uma que preferiu a companhia da que estava com ela, mas não nego, a loira era gostosa, mas a morena era quente. – Sorriu agora que havia saciado a curiosidade do rapaz continuando sua dança.
– Onde estão elas? É uma cena que eu adoraria ver. – Comentou com um sorriso maldoso e correu a mão por seus seios, levando uma batida de leve nela como brincadeira.
No que a ruiva apontou para o lugar, os olhos de Puck acompanharam e quando viu que as mulheres se beijavam ele sorriu sentindo que escolhera o lugar certo para vir, as mãos agora apertavam a cintura da ruiva que rebolava em sobre seu pênis e tudo aquilo fazia um bom trabalho para deixa-lo excitado.
Isso foi até a morena descer o rosto para beijar o pescoço da loira e ele ver quem a loira era, então Noah simplesmente afastou a ruiva que franziu o cenho confusa e de forma rude a tirou de cima de si, os passos foram rápidos e ele parou na frente de Quinn que entreabriu os lábios e afastou a garota de seu colo.
Só para Noah notar que aquela era sua irmã.
– Puck, eu... – A loira realmente tentou começar a falar, mas foi silenciada pelo rapaz com um movimento de mão, em seguida ele chamou um atendente e deu um sorriso caloroso. Ele tinha vocação para teatro, olhe sua família.
– Camarada, eu vou querer um quarto, por favor. – Ainda sorria e acabou dando um tapinha no ombro do rapaz.
– Sim, senhor. Já escolheu a garota que vai levar?
– Oh, você não me entendeu, camarada. Eu preciso de um lugar para ter uma conversa privada com uma garota que eu já conheço. – E apontou para ambas as garotas a sua frente, vendo que o outro negava com a cabeça.
– Senhor, eu realmente não...
– Estou disposto a pagar três vezes o valor do quarto, mas eu realmente preciso entender o que a minha irmã mais nova está fazendo num lugar como esse com essa loira. Me de o quarto da ruiva que eu estava e aproveite para dar um descanso a ela...
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Quinn entrou na frente, sendo amparada pela mão de Rachel em suas costas e Noah bateu a porta em suas costas, por um longo tempo o silencio foi total e ninguém conseguia encarar um ao outro.
– Puck... Eu realmente quero te explicar a história toda. Não garanto que vá entender, mas... – Noah mais uma vez finalizou aquele assunto erguendo a mão em um sinal Rachel franziu o cenho, ele não parecia incomodado.
– Acho que ele tem algo a nos dizer primeiro não tem, mano? – Rachel cruzou os braços e ergueu a cabeça, só Deus sabe como aquela pequena morena poderia parecer tão ameaçadora algumas vezes.
– Noah? – Perguntou Quinn agora com a sobrancelha característica franzida, o rapaz deixou-se cair e estendeu os braços para a irmã, que prontamente foi até eles. Sempre seriam o apoio um do outro.
O rapaz nunca havia chorado na frente da loira e foi estranho para ela quando Rachel o rebocou até a cama e ele deitou em seu ombro buscando algum conforto, na mesma hora ela sentou no colo dele e começou a fazer carinho em seu cabelo, para uma briga eminente, aquele momento estava totalmente fora do script.
Ao menos fora do que a loira achava que iria encontrar.
– Eu sinto muito, realmente, sinto muito Quinn. – Pediu ele e saiu do ombro de Rachel para que pudesse olhar para a loira, os olhos claros focaram nos dela. – Eu realmente estou confuso com você e a Rachel... Se beijando, mesmo que eu já saiba a muito tempo que ela prefere garotas, e não se engane maninha, a família também sabe.
Rachel revirou os olhos e Quinn só pode dar um sorriso torto, ao ponto que Puck estava fragilizado, elas sabiam que ele se sentia culpado por algo, bastava agora saber o que era.
– O pedido de casamento está tirado, eu sinto muito, mas agora eu vou ter que viver com a burrada que eu fiz. – As mãos dele apertaram na coxa da loira e o braço da morena, elas sabiam que ele ia falar em seguida. – Assim que eu fiz o pedido e você não aceitou, pedindo um tempo, para em seguida simplesmente se fechar no mundo, eu acabei surtando e em uma das noites eu saí para encontrar uma velha namorada, lembra-se da Kitty, Rachel?
– De vista, ela me dava enjoo. – Deu de ombros e Quinn olhou pra ela mordendo o lábio.
– Nós acabamos fazendo sexo e bem, ela está com uma leve possibilidade de estar... Grávida.
O silêncio tomou conta do lugar e Rachel puxou Noah contra seu peito de novo, ele podia estar querendo dar um grande passo com a loira, mas aquela gravidez era algo que ele não iria saber como lidar com, não sem apoio, claro.
– Eu conheci a Rachel muito tempo atrás em um dia que ela estava muito bêbada, ela estava reclamando sobre alguém que havia sido realmente muito ruim com ela e não conseguia juntar nem duas palavras. – Quinn sorriu e Rachel olhou para ela interrogativamente, ela nunca soube disso. – Nesse dia eu a levei para um hotel e passamos a noite nele, ela tagarelou até que dormiu e nisso eu fui embora. Ela tinha me contado tudo sobre aquele babaca do Finn e sobre o assédio.
– Foi você quem...
– Denunciou anonimamente no outro dia? Sim, foi... Conheci o Noah alguns dias depois, Rachel... – Comentou fazendo com que tudo ficasse certo em sua cabeça.
Finn havia tentado abusar dela uma vez e quando saiu da cadeia, somente com um aviso, quando seus pais pagaram a fiança, ele ameaçou-a dando início a toda a farsa que montava e foi nessa noite que ela foi a boate e encontrou Quinn. Sendo que a mesma farsa acabou dias depois quando ele tentou algo na sua festa de aniversário. Tudo combinado em um, e Leroy conseguiu uma restrição.
– Quando você nos trouxe para cá, quando já namorávamos, eu fiquei sobre muita pressão em vê-la de novo, com medo de que ela falasse algo, mesmo que não tivesse nada... E quando eu saí acabei encontrando com ela. – Continuou Quinn, agora Noah prestava atenção nela. – E nesse dia ela decidiu que queria me conquistar e não mediu esforços para isso.
– É o charme da mamãe, passou todo para ela. – Comentou Noah baixinho. – Eu não estou bravo, ou triste. Ainda mais sabendo que ela esteve em primeiro lugar, antes de mim, na sua vida. Eu só busco perdão.
– Se você me perdoar, Puck...
Rachel viu quando eles trocaram um selinho e ambos sorriram, quando Quinn simplesmente pulou para o colo de Rachel em seguida e beijou seus lábios também. Parecia muito mais promissor.
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