Adorable

5 4 - Bons momentos


Notas iniciais
Yooo O/ Hoje é dia de Adorable ^^ Caramba tá no quarto capitulo já... só tem mais dois e o epilogo :( Mas nada de ficar triste ! :D!!!!! Obrigada a todos os que acompanham e pelo review também ^^ Vocês me deixam com um sorrisão kkk
Boa leitura ♥

*Aoi's pov*

– HÃ?! Co-como assim? — eu já estava farto das gargalhadas de Takanori, todos nos olhavam estranhando aquela reação do baixinho. Mas quem se importava? Ele era o patrão, e ali apenas o restaurante da agência.

– Ruki, eu juro que estou farto desse seu comportamento. — Tudo o que ele fez foi conter o riso, mas ainda tremia levemente, um sorriso comprimido em seus lábios, estava claramente forçando uma postura mais séria.

– Desculpa Aoi, é engraçado. Ainda mais a resposta dele! — Voltou a gargalhar não segurando o riso e batendo a mão na mesa com força. Ele estava muito divertido com aquela situação. — Não vejo o porque de você ter ficado tão irritado. — Disse parando aos poucos de rir.

– Ruki, isso é um local de trabalho. — Baixei o olhar para meu prato.

– E você sempre fez o mesmo! — Exclamou Takanori divertido. Ok, eu estava com vontade de arrancar aquele sorrisinho dele com um belo soco.

– Não interessa! — Fechei a cara desistindo da comida. Estava com náuseas.

– Interessa sim! Presta a atenção Aoi! — Ele segurou meu queixo entre seus dedos obrigando-me a olhá-lo. — Ele é um adolescente, muito bonito e merece ter uma adolescência normal. Deixa que ele seja feliz da forma que nunca foi. Adolescência implica esse tipo de coisas mesmo, e outra! Você só trás ele para o trabalho porque quer! Ele não vai mais fugir se o deixar sozinho.

É, agora Takanori havia me pegado. Uruha não iria mais fugir, disso eu tinha certeza, ainda mais agora que ele estava se divertindo almoçando em algum lugar com Eri. Ponderei algum tempo e suspirei inconformado, sabia que Kouyou merecia uma adolescência. Namoros, estudo, brigas, amizades, tudo isso, ele merecia. Mas sinceramente não gostava muito dessa ideia dele ficar se pegando com qualquer um.

– Você está certo. — Voltei a suspirar.

– Nossa Yuu. Você está parecendo um pai inconformado porque a filha está namorando pela primeira vez! — Ele riu e até mesmo eu pude rir daquele exemplo dele. Acho que era isso que estava sentindo. Quem sabe assim Uruha não perderia aquele amor por mim?

**************

Hora do jantar. Eu e Uruha estávamos sentados em frente do sofá comendo e vendo TV. Não havíamos trocado nenhuma palavra desde o flagrante dele com Eri no corredor. Decidi cortar o silêncio.

– Desculpe por ontem me descontrolei. E por hoje também. Eu ando meio paranóico. — Ele me mirou e sorriu, um sorriso que não deixava passar nenhum sentimento, um sorriso camuflado.

– Você poderia medir um pouco suas palavras Yuu… Eu não te conheço à anos… Nem sabia que você era sonolento dessa forma. – Voltou a olhar para a televisão, distraído.

– Prometo não fazer mais nada do tipo. Me perdoa Kou… Agora que conheço melhor o Kouyou verdadeiro não quero voltar a ver o antigo… — Pedi, fazendo menção de lhe acariciar o rosto. Para minha surpresa ele deixou mas não por mais que meros segundos.

– Tudo bem Yuu. — Se levantou indo até a cozinha e deixando o prato na pia. — Vou dormir. Amanhã a gente sai mais cedo ne? — Perguntou simplista, e aquele jeito informal e tranquilo dele me deixava de certa forma angustiado.

– É… — respondi vago.

– Então boa noite Yuu. — Acenei de volta e fiquei ali em frente a TV por mais um tempo.

*************************

Já estava pronto para dormir, porém, assim que ia me deitar, notei a luz do quarto de Kouyou ainda acesa.

Fui até ao quarto dele ainda encontrando a luz acesa e entrei sem bater na porta. Ele estava sentado na cama, lendo, e me olhou assustado.

– Desculpe entrar assim sem bater na porta mas estranhei a luz acesa, já que você tinha falado que ia dormir… — sorri sem jeito. Ele deixou o livro sobre o criado mudo se deitando e ajeitando sob os lençóis vermelhos.

– É que depois do banho, eu vi o livro que o Reita me deu, aqui no criado mudo, e não resisti a ler um pouquinho. — Novamente aquele sorriso. Eu não conseguia decifrar aquele sorriso. — Mas já vou dormir. Não se preocupe.

O observei fechar os olhos, como num silencioso pedido para que a conversa se encerrasse ali.

Fiquei um pouco angustiado, estava tudo indo tão bem... Se eu não fosse tão impulsivo, se não fosse tão idiota de explodir por coisas tão simples...

– Kou — Chamei-o e ele abriu os olhos preguiçosamente, me encarando como se estivesse com receio.

– Sim?

– Você é muito importante pra mim. Por favor, não se afaste. — O vi arregalar um pouco os olhos, como se fosse falar algo, porém antes que ele dissesse algo, encerrei a conversa. — Boa noite, Uruha.

*******************************

*Uruha's pov*

Aquelas palavras tinham mudado um pouco minha forma de pensar.

Eu estava disposto a recomeçar. Aoi sequer se lembrava do que havia dito noite passada, das esperanças vãs e vazias que por algumas horas me havia dado. Isso machucava, mas a culpa não era dele. Sabia que ele se sentia culpado, mas também sabia que era somente por ter perdido o controle comigo.

Ele estava apenas preocupado com meu bem-estar, nem lhe passava pela cabeça que o que mais magoava não era a reação dele ontem, e sim saber que ele não se lembrava de ter dito que eu era 'só dele'. Não se lembrava de me ter chamado de lindo. E não sabia que eu o amava incondicionalmente, e que não era uns beijos e umas transas que me fariam deixar de amá-lo. Tudo isso era apenas uma válvula de escape. Uma covarde mas verdadeira forma de fugir e ignorar minimamente o que sentia por ele.

Atitude precipitada e idiota? Eu sei que sim. Mas que iria eu fazer? Chegar perto dele e me declarar, para depois receber resposta negativa e tentar falhamente fingir que nada tinha acontecido? Estragar a nossa relação que ainda era confortável? Eu não iria fazer isso… Não queria perder aquela comodidade que apenas ele me dava.

Pensando assim minha visão ficou turva, tudo escurecendo, um sorriso leve se formando nos meus lábios ao me lembrar da reação quase enciumada de Yuu quando me encontrou no com Eri. Enciumado? Ele… com ciúmes de mim? Ah… Eu sonhava alto demais… Iria me limitar a seguir minha vida ignorando aquele sentimento dentro do possível.

*******

4:00 da manhã

Acordei todo descabelado, não tinha me olhado no espelho mas tinha noção de que estava exatamente assim. Fui direto para debaixo do chuveiro tomando um bom banho, mas bem curto. Eu e Yuu tínhamos de estar na agência às 5:30, o local onde a sessão fotográfica seria feita era à 2 horas do centro de Tokyo por isso tínhamos de sair mais cedo para que pudéssemos começar num horário que desse para acabar antes das 8 da noite.

Olhei para o armário tentando escolher uma roupa. Eu estava muito indeciso.

Peguei uma camisa cinzenta de mangas largas, e também toda larga, que vinha até meu cotovelos e era bem grande vinha um pouco abaixo de minhas nádegas. Uma calça de couro preta bem apertada e uma bota de cano longo, castanha com atacadores. Me olhei no espelho. Pus um batom transparente que dava um volume aos meus lábios gordinhos, o lápis preto habitual e a base com um pouco de pó, um pouco mais escuro para dar uma aparência mais morena a minha pele de porcelana.

Voltei a me olhar no espelho sorrindo com o resultado.

Me dirigi à cozinha. Nem sinal de Yuu, não ouvia o som de seu despertador ou do chuveiro.

Preparei o café da manhã. Café bem forte da forma que ele gostava, com alguns biscoitos que ali havia, tinha comprado ontem no restaurante/cafetaria da agência. Peguei em alguns pãezinhos de leite e pus num pratinho, e enquanto tirava o leite da geladeira vi Yuu chegar na porta da cozinha com os olhos semi-fechados, cara amassada, mais dormindo que acordado. Resmungou algo que não entendi e suspirei rindo de sua expressão entediada enquanto ele se sentava à mesa.

– Mau humor Yuu? — Perguntei me sentando de frente para ele.

– E você já me viu de bom humor pela manhã, Takashima? — Ui! Me chamando pelo sobrenome. O humor dele estava no mínimo terrível. Também…eram 4:40 da manhã. Ele odiava acordar cedo.

Comemos calados. Ele murmurou um "obrigado pelo café" indo até seu quarto e ouvi o chuveiro sendo ligado.

Logo ele chegava na sala, com aquele perfume que eu adorava atingindo minhas narinas. Estava com uma calça jeans negra e uma camisa social azul clara. O cabelo muito negro e longo, lindo como sempre.

– Está pronto? — Ele assentiu pegando as chaves de casa que estavam em cima da mesinha de centro da sala.

– Vamos logo Uru são 5:10. — Ele falou afobado.

– Yuu, as chaves do carro… — Ele olhou para elas mas logo depois voltou a olhar pra mim.

– Hoje vamos a pé. — Sorriu pra mim.

– Mas Yuu… estamos mais atrasados que nunca! — Ele não me disse nada. Apenas me puxou pela mão. Descemos as escadas correndo e ele continuava com sua mão na minha correndo com o equipamento e seu computador nos ombros. Aquilo não estava… pesado? — Yuu quer que eu carregue alguma coisa? — Ele parou ofegante me olhando e sorriu sem jeito.

– É… acho que se dividirmos o peso será mais fácil. — Me deu a bolsa com o notebook e voltou a me puxar. Passamos por vários becos. Eu prestava atenção em todo o caminho e estava achando aquilo lindo. Era uma parte da cidade que parecia ser outro mundo. Tudo muito calmo, ruas de pedra. Prédios com no máximo 4 andares mas a maior parte das habitações eram casas. Todas elas de pedra. Passamos por uma pracinha e eu estava tão distraído com a beleza daquele lugar com bancos de madeira estrategicamente arrumados em alguns cantos, uma fonte no meio, várias cerejeiras, a calçada de pedra coberta de flores e tinha um parque infantil também. Tudo tão calmo… Não parecia Tokyo. E foi nesse meu devaneio que dei de cara com um poste e Yuu gritou preocupado comigo se ajoelhando na minha frente.

– Kou!

– O notebook tá protegido… — falei ofegante enquanto mostrava a ele que o notebook estava de lado pendurado no meu ombro.

– Isso não interessa! — Me olhou preocupado, desviou a franja da minha cara e me olhou atentamente. Meu rosto ferveu, desviei o olhar. — Ao menos você não está sangrando.

– E-eu tou bem. Vamos! — Atropelei as palavras me levantando rapidamente. Ele sorriu para mim, olhou no relógio confirmando as horas.

– Tá tudo bem Kou. São 5:15, corremos bastante. Podemos ir com mais calma agora, com 5 minutos chegamos lá numa boa andando. — Retirou o notebook de meus ombros, pondo nos dele. — Vamos sentar 5 minutinhos? — Assenti e nos sentamos num banquinho. Aquele lugar era tão lindo, calmo, parecia outro mundo.

– Se existe esse caminho tão rápido porque vai de carro? Você demora muito mais de carro por causa do trânsito. — Ele riu e ponderou um pouco, olhei para ele curioso.

– Eu odeio andar logo pela manhã Uruha. — Ah, é, Aoi é um preguiçoso mau humorado pela manhã.

– Isso explica. — Rimos divertidos — Gostei daqui Yuu. É tão calmo. — Fechei os olhos escutando os passarinhos. Poderia dar pausa na minha vida ficar ali, com Yuu, naquele lugar tão perfeito.

– Esse foi o bairro em que o Taka cresceu. É de uma paz incrível ne? — Ele encostou a cabeça no banco e sorriu fechando os olhos. — Eu vinha aqui todos os dias nos tempos de escola. Passava a tarde na casa dele, assim como Akira. Só conhecemos o Yutaka na faculdade, mas depois ele também passou a vir aqui.

– Nossa… Ele teve tanta sorte… É mesmo um lugar que transmite alegria… — ele sorriu abertamente.

– É nostálgico. Temos muita história aqui. Eu já havia pensado em te trazer aqui. O Taka ainda mora aqui. — Arregalei os olhos.

– Com os pais?! — ele gargalhou.

– Claro que não. Ele simplesmente gosta daqui e comprou um apartamento naquele prédio ali,

Ó! -Ele apontou para um prédio em um tom creme. — Último andar.

– Esquerdo ou direito? — Perguntei curioso. E riu meneando um 'não' com a cabeça. — O último andar é todo dele. — Meu queixo foi no chão e Aoi gargalhou. — É estranho, o elevador quando chega no 4º andar tem uma porta no centro. Aí você entra e aquele andar é todo dele.

– Ele morava onde antes? — Perguntei novamente curioso.

– Ali. — Apontou uma casinha de pedra de dois andares antes de outro beco. — Agora é só a mãe e a avó dele que moram ali.

– Hã? E o pai? — É, eu sou intrometido mesmo.

– Morreu num acidente quando o Taka tinha cerca 4 meses. — Fiquei triste com aquilo mas Aoi sorriu para mim.

– Não se preocupe, nem mesmo o Takanori se importa com isso. Assim, é claro que o Ruki queria ter conhecido o pai. Mas não é o estilo do Taka ficar remoendo um passado que nunca viveu. — Achei aquilo o máximo. Eu sempre me pegava pensando na infância que não tive. O modo de pensar do Ruki realmente era muito bom. — Ele foi criado pela mãe e pela avó. — Yuu gargalhou e eu olhei confuso para ele. — Lembrei de uma coisa… Quando éramos adolescentes, mais novos que você um pouco, eu era maior chato, e o Ruki nessa época já sabia que era gay, eu ainda não havia me conformado com aquilo, então eu ficava dizendo que o Ruki era gay porque tinha sido criado por mulheres. — Comecei a rir com ele também.

– Yuu, que ruim! — Dei um soco fraco no ombro dele.

– É, eu só me conformei com a homossexualidade dele depois que o Akira falou que era bissexual. Deu maior confusão. — Falou nostálgico.

– Porque?

– Ah, assim, eu nunca lançava na cara do Ruki que achava nojento e tal, agora não acho, mas até meus 19 achava, mas assim, apesar de eu não criticar a homossexualidade e essas coisas, eu estava sempre tentando dar desculpas para o Ruki ser gay, tentando dizer que aquilo era só uma fase, apresentando garotas pra ele, essas coisas de amigo babaca sabe? — Rimos denovo — Aí um dia o Akira chegou perto de nós três, e falou que tava gostando de um cara, e que era bi, e eu lembro claramente das palavras que ele me disse nesse dia "Yuu, se você vier com essas manias idiotas que tem com o Takanori eu não vou perdoar teu couro e vou te arrebentar na porrada." E aí eu fiquei com medo e parei. — Eu comecei a ter um ataque de risos descontrolado assim como Yuu, ri tanto que lágrimas me vinham ao olhos e minha barriga doía.

– Então você não se conformou!!! Simplesmente ficou com medo!! — Falei entrei gargalhadas.

– Mentira! No princípio eu não me conformei, mas depois de um tempo eu amadureci e percebi que estava sendo um tremendo preconceituoso idiota e parei com isso. Eu percebi que não importava se meus amigos eram gays, ou bissexuais, eu só queria mesmo era os ver felizes, e se eles estavam felizes sendo assim, eu aceitaria. Pena que eu torrei tanto a paciência do Takanori antes de perceber isso. — Paramos de rir e só então lembramos da hora. — 5:27, Uruha vamos correr mais um pouquinho ne? — Rimos em uníssono e andamos bem rápido, mas não chegamos a correr, passamos apenas por mais três becos e logo estávamos em frente a agência. — 5:30 em ponto. Somos bem pontuais hein? — Logo Takanori veio até nós e entramos numa carrinha onde ele estava com algumas assistentes de maquilhagem, cabeleireiro, estilistas etc.

Eles conversavam sobre assuntos a respeito da sessão fotográfica então achei que não faria mal pôr meus fones e ligar o mp4 que o Aoi tinha me dado, e assim passei o resto da viagem.

*********

*Aoi's pov*

O clima entre mim e o Uruha estava bem mais leve. Poderia até mesmo dizer que melhor do que era antes. Agora estávamos junto aquela cachoeira de águas cristalinas. Uma modelo japonesa com os cabelos artificialmente ruivos assim como seus olhos verdes posava. Ela era incrível poderia dizer que nunca tinha fotografado alguém tão espontânea e simples, todas as fotos saíam maravilhosas e bastava eu pedir uma posição que ela fazia na perfeição. Estava maravilhado com ela. Para além de ela ser tudo isso ela ainda era bem nova, na verdade uma adolescente, da mesma idade que o Kouyou. Fiz uma reverência para a modelo, logo a chamaria denovo para posar perto das rochas com um modelo, sim, um homem, achavam que eu só fotografava mulheres? Engano vosso, eu também fotografava homens.

Takanori chegou perto de mim aflito.

– Yuu, é terrível! — Gritou e eu me assustei. Ruki era sim muito expressivo, mas ele estava realmente preocupado.

– Que foi Taka?

– O modelo que ia tirar fotos com Hikaru foi picado por uma abelha, ele é alérgico e a ambulância acabou de levá-lo, ele está muito mal.

– E a sessão de fotos como fica? — Ele suspirou.

– Não sei Yuu, estou preocupado com o rapaz, mas agora sei que ele ficará bem, infelizmente ainda temos esse problema. — Estava tudo correndo tão bem…

– Devemos suspender? — Perguntei depressivo. Um dia de trabalho por água abaixo.

– Desculpem… Eu ouvi o que estavam falando e… — eu e Ruki nos concentramos em Hikaru que falava encabulada — Acho que sei o que podemos fazer. — Sorriu gentil para nós. Um sorriso se abriu no rosto de Ruki assim como no meu.

– Conhece alguém que está por perto? — Perguntei feliz com a possível solução do problema.

– Na verdade não conheço. — Falou enrubescida. — Mas está por perto e é bastante bonito e alto, acho que resolveria perfeitamente o problema. — Ah, eu sei que sou bonito e alto. Mas eu era o fotógrafo, não daria para eu ser modelo e fotógrafo ao mesmo tempo… Apesar do grande talento ela era criança ne…? — Que tal … Ele! — Olhei na direção em que ela apontava que por acaso não era a minha.

– O URUHA!!!!!!!? — Gritei exasperado assustando a modelo.

– É isso mesmo! — Gritou Takanori e eu arregalei os olhos, Ruki concordava.

– O Uruha não consegue faz-… — Takanori deu um tapa na minha cabeça.

– Olha para ele Yuu! Ele é exatamente o que pediram. Moreno de pele de porcelana, olhos mel, corpo esguio e alto. — E foi nesse momento que olhei Uruha com outros olhos. Takanori tinha razão, Uruha era lindo, era realmente lindo, ele poderia facilmente tirar o ar de qualquer um.

– Bingo! — Gritei indo até Uruha que mexia no mp4 distraído. Retirei seus fones nada educado e o olhei com olhos brilhantes. — Uruha você vai ser o modelo!!! — Gritei e ele arregalou os olhos, os lábios gordinhos se abrindo e seu cenho franzido.

– HÃN?! C-COMO ASSIM YUU?! Eu...eu...! — E lá estava ele gaguejando nervosamente...

Ah… Uruha e seu jeitinho adorável…

Notas finais
M-mereço reviews? *imita o Kou gaguejando* Ok isso foi ridículo! kkk
Beijos e até semana que vem ♥
PS; PROXIMO CAP. VAI TER UMA COISA QUE COMEÇA COM: LE, E TERMINA COM: MON. Adivinhem o que é... ?? (eu sei que é muito dificil...)