Adoentada.

16 Judgment Day – Part 2.


Notas iniciais
misturei duas séries elas quais sou muito apaixonada. Criminal minds e NCIS. e sim eu shipo Garcia e Hotchner desde que comecei a ver a série.

Todos estavam de volta ao tribunal na manhã seguinte. Abby ficou com Gibbs na plateia. Ducky havia sido chamado de última hora para depor então ela ficou com Gibbs e Palmer. Ela parecia ansiosa e se aquilo se estendesse mais ela com certeza ficaria doente.

— Todos de pé. – Anunciou.

Todos ficaram de pé. O juiz Andrew entrou e se sentou.

— Podem sentar. O tribunal está em sessão. – Anunciou. – Este é o segundo dia do julgamento do Senhor Spooner para determinar seu destino. Embora ele saiba que não verá a luz do sol em liberdade o veredito aqui dado será a diferença entre morte e prisão eterna. – Andrew fez uma pausa. – Vamos começar.

— A promotoria chama o agente especial Timothy McGee. – Disse o promotor.

McGee entrou no tribunal. Ele se colocou no púlpito das testemunhas.

— Levante a mão direita. – Disse um dos assistentes do tribunal. Timothy levantou.

— Jura dizer a verdade, somente a verdade, nada além da verdade? – Perguntou.

— Eu juro. – Disse McGee. Ele se sentou na cadeira.

— Agente McGee. – Disse o promotor. – A senhorita Sciuto passou por uma cirurgia recentemente para a retirada de um chip da cabeça. Estou correto?

— Sim senhor. – Respondeu McGee.

— Consegue me dizer se tem algo a ver com o senhor Spooner? – Perguntou o promotor.

— Ele tem muito a ver com o senhor Spooner sim. – Disse McGee. – Eu tive ajuda da analista técnica do FBI Penelope Garcia e do chefe dela, Agente especial supervisor Aaron Hotchner para determinar o que o chip fazia. Estávamos com pouco pessoal e a Abby ainda estava se recuperando.

Quatro meses antes...

Sede da NCIS.

McGee recebeu o chip que foi retirado de Abby e começou a examina-lo. Estava com dificuldade para determinara procedência. Lembrou de uma amiga do FBI que poderia ajudar a determinar isso.

— Penelope Garcia. Nas ondas do rádio. – Atendeu Garcia.

— Quanto tempo senhorita. – Falou McGee.

— Timothy McGee. – Reconheceu Garcia. – Quanto tempo mesmo. Do que precisa?

— De você Pen. – Disse McGee. – Estou com dificuldade em determinar a procedência de um chip e queria uma ajuda.

— Preciso falar com Hotchner antes. – Disse Garcia.

— Estarei esperando. – Disse McGee.

Garcia desligou o telefone e correu para falar com Hotch na sala dele. Ela bateu na porta.

— Pode entrar. – Disse Hotchner. – Do que precisa Garcia?

— De uma liberação para trabalhar com o NCIS. – Garcia foi direto ao ponto. – O agente McGee ligou para mim e pediu minha ajuda.

— Desde que eu vá com você, está liberada. – Disse Hotchner.

— Tudo bem. – Disse Garcia.

Garcia e Hotch chegaram ao NCIS o mais rápido que conseguiram. Não havia urgência, mas Garcia se tremia toda quando ficava com Hotch sozinha no carro. Não sabia o que sentia pelo chefe. Se era amor ou se era admiração excessiva.

Os segundos no elevador passaram rápido e eles chegaram ao andar principal. Hotch estranhou a rápida saída de Garcia. Achava que ela estava incomodada ou chateada com ele.

McGee veio ao encontro dos dois.

— Penelope. – Exclamou McGee dando um abraço em Garcia.

— Há quanto tempo Timothy. – Falou Garcia.

— Muito tempo. – Timothy estava contente em ver a amiga. – Vamos ao laboratório. – Disse McGee.

— Claro. – Disse Garcia. – Ah. Esse é o agente Aaron Hotchner. – Disse Garcia apresentando.

— É um prazer. – Disse McGee.

— O prazer é meu. – Disse Hotchner.

McGee levou os dois para o laboratório.

— Onde está o tal chip? – Perguntou Garcia.

— Aqui. – Disse McGee mostrando o chip.

— Isso é coisa avançada. – Disse Garcia. – Um protótipo de um chip nano cerebral, criado para coletar informações cerebrais e depois as transformar em coisas complexas. Tem um dispositivo GPS também.

— E como você sabe, Garcia? – Perguntou Hotchner.

— Ajudei no primeiro rascunho do projeto do chip. – Disse Penélope. – Achei que nunca iria sair do papel.

— Acho que estava errada. – Disse Timothy.

Hotchner estava com cara de poucos amigos.

— Teremos uma conversa quando chegarmos a UAC, Garcia. – Disse apenas.

— Algum dos seus antigos amigos está envolvido? – Perguntou Timothy.

— Muito provavelmente sim. – Disse Garcia. – Depois que entrei para o FBI eles pararam de falar comigo. Mas posso acha-los fácil. Posso digitar nesse teclado? – Perguntou Garcia.

— Claro. – Disse Timothy dando espaço para ela.

— Esse chip tem uma tecnologia que rastreia o sinal de saída e de entrada. – Garcia teclou mais alguns comandos. – Bingo. – Ela disse. – Temos um endereço.

— Maravilha. – Disse McGee. – Você é demais.

Garcia ficou sozinha com Hotchner no laboratório com Hotchner olhando estranho para ela.

— Quando ia me contar sobre esse projeto? – Perguntou Hotchner.

— Nunca talvez. – Disse Garcia.

— É justo. – Disse Hotchner. – Afinal nós te prendemos. Você nunca entregou seus outros parceiros.

Garcia não falou nada assim como Hotchner.

Timothy e Tony estavam atrás dos responsáveis pelo chip.

— Parados. – Gritaram os agentes. – NCIS.

— Levantem as mãos para o alto. — Disse McGee.

Os dois levantaram e jogaram as armas para o chão.

— Onde Terry Spooner está? – Perguntou Tony.

— Ele se foi. – Disse um dos homens. – Disse que já tinha tido sua vingança.

— Para onde ele foi? – Perguntou McGee.

— Não temos idéia. – Disse o homem.

— Andando. – Disse Tony.

Atualmente...

— Só tivemos conhecimento do senhor Spooner quanto ele foi preso ela polícia por tentar matar um guarda numa blitz. – Concluiu McGee.

— A promotoria já está satisfeita. – Disse o promotor. – E a promotoria pede que o resto das testemunhas sejam dispensadas e que o vericto seja dado.

— Concedido. – Disse Andrew. – Eu peço que os jurados entrem e tomem sua decisão.

Os jurados se reuniram para discutir o veredito.

Terry estava nervoso. Aquilo poderia determinar o resto da vida dele.

Duas horas depois....

Os jurados finalmente haviam chegado em um acordo e estavam de volta. O responsável entregou a sentença no papel. Terry respirou fundo e olhou para Abby na plateia. Ela por sua vez se apegou em Gibbs que devolveu o olhar para Terry. Ele virou para frente.

Andrew respirou fundo e chamou a imprensa. Os repórteres se acumularam na frente com suas câmeras ora em Terry ora no Juiz.

— Sobre essa sentença... – Começou Andrew. – Eu gostaria que se fizermos justiça as atrocidades que Terry cometeu contra a Senhorita Abigail Sciuto, qualquer que seja ainda será pouca. O que ela sofreu ela vai levar tempo para se recuperar. – Andrew abriu o papel e respirou fundo. – O júri cegou a um veredito. Eles condenam o senhor Terry Spooner a morte por injeção letal daqui a três dias, à meia noite. O tribunal está dispensado. – Disse Andrew deixando o recinto.

Abby se aninhou em Gibbs. Ele a abraçou tão forte quando pode.

— Agora acabou, Abbs. – Disse Gibbs.

— Acabou mesmo? – Perguntou Abby.

— Sim. – Disse Gibbs olhando nos olhos de Abby. – Você vai continuar morando na minha casa?

— Eu posso? – Perguntou Abby.

— Nem precisa pedir duas vezes. – Falou Gibbs.

Eles levantaram e voltaram para casa. Terry foi colocado no corredor da morte.

— Posso escrever uma carta para o meu irmão? – Perguntou Terry.

— Hum. É claro. — Respondeu um dos guardas passando um bloco de papel e uma caneta.

Terry queria escrever uma carta, mas não seria para o seu irmão.

Ele começou a escreve-la rapidamente.

" Provavelmente estarei morto quando receber essa carta. Eu tentei por nosso plano para funcionar, mas falhei horrivelmente. Sabe.... Agora é a sua vez de realizar tudo o que eu não consegui fazer com ela. Fale com sua mãe. Eu sei que ela vai saber do que eu estou falando.

Espero que suas realizações sejam melhores que as minhas. Tenho mais três dias de vida nesse lugar e eu não vou ver mais você. Está sozinho meu amigo.

Realize tudo o que eu não consegui.

Terry."

Ele dobrou a carta e entregou a carta para o guarda e se deitou na cama que havia em sua cela.

— Eu espero mesmo que ele faça. – Disse para si mesmo.