Adaptation

3 Love and Silence. (M)


Notas iniciais
Oi gente. Desculpe o atraso para postar o capítulo, mesmo T_T
Eu queria dar um aviso quanto a postagem dos meus capítulos.
Bom, as provas se aproximam, o que significa menos tempo na internet. Well, esse sábado (sim, sábado) eu tenho 8 testes e eu não estudei pra nenhum deles o que significa que eu não entrarei amanhã nem depois. Tentarei escrever sábado, depois da prova e domingo também. Sexta durante a aula de história da arte e sempre que tiver tempo porque eu vou ter provas todos os dias do dia 8 até o dia 13 o que significa sem internet por esses cinco dias. Sim, eu estudo no inferno. T_T



Já estávamos na segunda semana de aula e eu acho que não tinha assistido três tempos sem dormir. Não contando com os dois tempos de física que Jessica sentou atrás de mim e Key deu instruções para ela passar a caneta na minha nuca caso eu tentassse dormir.


O filho da puta sabia (de alguma maneira) que minha nuca é um dos pontos mais sensiveis do meu corpo. O mesmo filho da puta não pode falar nada de mim, porque sempre que o vejo, ou ele está desenhando, ou ouvindo música; às vezes até os dois. Se eu fosse ele, me preocuparia, porque as provas começam em duas semanas e ele estará ferrado. E eu também, mas isso não é o que importa.


Naquele dia, Key me obrigou a organizar minhas cuecas por cor. Quando abriu minha gaveta, Key riu do fato de eu só ter quatro cores de cuecas: vermelho, azul, branco e preto.


– Da para formar a bandeira da Coréia com essas cores — ele disse.


Então tentamos formar a bandeira da Coréia com as minhas cuecas, mas eu tinha mais cuecas pretas do que brancas, logo não ficou muito bom. Key desistiu e foi tomar banho. Eu fiquei deitado na cama até adormecer. Key me acordou por volta das 22h, brigando comigo por eu ter dormido de calça jeans.


Seu cabelo ainda estava molhado e ele estava usando a cueca do Bob Esponja, então eu supus que ele tivesse acabado de sair do banho.


– Tira isso — ele ordenou, apontando pra minha calça. — Agora.


Eu ri e ele corou levemente. Levantei-me e sussurrei em seu ouvido:


– Eu sabia que você me queria, mas não tanto — disse e me afastei, rindo.


Ele sorriu maliciosamente.


– Voce é tão idiota que, às vezes, nem compensa o fato de você ser bonito.

– Você me acha bonito? O que gosta em mim? — ele riu. Por mais que eu corra o risco de ser estuprado por uma bicha maluca, eu nunca perderia a chance de alimentar o meu ego.


Ele levantou meu queixo com o dedo e se aproximou.


– Você até que tem um rosto bonito... — Ele disse, sua mão subiu lentamente pelas minhas coxas. — E sua bunda é uma delícia* — disse em um tom mais baixo. Suas mãos continuaram subindo, mas as segurei quando elas estavam prestes a apertar minha bunda e ri.


– Merda — ele disse. — Quase.


Separei-me dele e peguei algumas roupas na gaveta.


– Vou tomar banho — disse.


– E eu dormir. Vai passar o fim de semana em casa?


– Acho que não, você vai?


– Provavelmente não. Se for, irei domingo à tarde, só pra visitar minha irmã.


#####


Quando saí do banho, Key dormia enrolado nos lençois, apenas com seu rosto descoberto. Saí do quarto, tomando cuidado para não acordá-lo. O banho me fez perder o sono e eu precisava andar um pouco para que ele voltasse. Estava usando uma camiseta branca qualquer e uma calça jeans. Peguei meu celular e o fone e saí do quarto, tomando cuidado para que nenhum inspetor me pegasse fora do dormitório depois da hora de recolher. Desci as escadas e saí do alojamento, começando a passear por pontos aleatórios do colégio vazio, ouvindo música. Estava escuro; em determinados pontos quase não havia luz nenhuma. Do mesmo jeito, se eu tirasse o fone não ouviria um ruído. Sentei no banco do pátio principal e mudei a música. Fechei os olhos e me concentrei nela. Cantava junto, baixinho, me sentindo em paz.


– JONGHYUUUUUUUUUUUUUUUN — alguém me abraçou por trás. Fim de paz.


Olhei pra trás e vi Sunny, sorri e disse "Olá".


Ela sentou do meu lado e perguntou se eu estava bem e o que eu estava fazendo. Eu dei respostas normais tipo: "sim, e você?" e "nada", então ela começou a falar sobre alguma coisa e eu fiquei tipo: "Hum, você está certa", mesmo não prestando atenção no que ela estava falando. Olhava-a enquanto ela tagarelava sobre alguma coisa aleatória; mesmo com essa pouca luz, ela continuava linda.


Harmonia. Era isso que eu via à minha frente: a própria personificação da harmonia. Afinal, tudo em seu rosto combinava com tudo! Suas bochechas eram grandes, mas combinavam com sua boca. Não somente com sua boca, mas com todo o resto de seu rosto. Mas no que eu reparava realmente era em sua boca.Uns dez minutos depois do início de nossa "conversa", ela (finalmente) parou de falar. Riu e eu forcei um riso para acompanhá-la. Segurei seu rosto, mordi o lábio e a olhei por um tempo. Aproximei-me um pouco e a beijei. Tentei ter um pouco de calma no início, mas logo minha língua começou a explorar cada canto de sua boca e eu aumentei o ritmo. Minhas mãos estavam na sua cintura. Logo foram para dentro de sua blusa e, depois, dentro do sutiã. Fácil.
Nós dois só não avançamos mais porque ela disse que precisava ir e que sairia cedo amanhã para passar o fim de semana com sua família. Eu respondi que estava tudo bem e a acompanhei com as mãos no bolso, até a entrada do alojamento. Despedi-me dela com um beijo e voltei para o meu quarto. Parece que eu precisaria de outro banho.


#####


POV KEY


Altruísmo só da merda, acredite em mim.


Seis e meia da manhã, num sábado, Sunny me ligou.


– O que foi? — atendi.


– Queria falar com você — ela respondeu.


– AH, JURA? PENSEI QUE TINHA ME LIGADO PORQUE QUERIA SENTIR MEU CHEIRO, SUA DEMENTE — eu disse. — VOCÊ TEM IDEIA DE QUE HORAS SÃO?


– Desculpe, vou desligar — ela disse, um pouco tímida.


– NÃO, SUA PIRRALHA INÚTIL, AGORA QUE JÁ ME ACORDOU FALA.


– Encontre-me no salão em 15 minutos, pode ser?


– PORRA, NÃO BASTA ME ACORDAR. AINDA TEM QUE ME FAZER LEVANTAR DA CAMA E IR ATÉ O SALÃO PRINCIPAL, NÃO É? Já estou indo aí.


Estava frio, então botei uma blusa branca qualquer por cima do meu pijama do Bob Esponja e uma calça jeans qualquer. Calcei o primeiro par de sapatos que vi e penteei o meu cabelo, passando só um pouco de maquiagem no rosto, nada demais.


Ela estava sentada num banco qualquer do salão principal, quieta e tímida. Olhei de primeira e até pensei que fosse uma menina decente. Aí eu vi que era a Sunnny. Sentei ao seu lado e ela começou a falar desesperadamente sobre o que ela estava falando antes de eu dizer "oi". Eu estava com sono, então eu só peguei algumas frases, tipo:


"Aí, eu fui lá, né, e tava muuuito escuro..."


"Tinha alguem sentado no banco da praça..."


"Eu vi que era ele e começamos a conversar; eu ainda estava estressada, então..."


"Ele me beijou, tipo, do nada e eu fiquei tipo..."


"Eu senti algo especial e eu sei que ele também sentiu"


"Ele colocou a mão dentro do meu sutiã e eu fui embora"


"Quando eu estava na porta do alojamento, Jong me beijou de novo, então..."


...

...

PERA...


– Jong? — eu disse. Ela assentiu.


– Apertou a bunda dele? — perguntei.


Ela respondeu que não.


– Então tudo bem.


Ela continuou a falar


– Então, o que você acha? — ela perguntou.


–Acho que você agiu feito uma puta — disse, mesmo sem prestar atenção em maior parte da história.


– O QUE? SÉRIO? SERÁ QUE ELE TAMBÉM ACHOU ISSO?


– Ele não teria feito isso se não te achasse fácil de primeira.


Eu não devia ter falado isso, sério. Aí ela voltou com o blá-blá-blá e só parou quando o pai dela ligou avisando que já estava na porta do colégio.


Era sábado, 9 da manhã, meu cabelo estava ruim hoje, meus pais não atendem o celular (devem estar fazendo o que eu gostaria de fazer agora: DORMINDO), Onew deve estar dormindo, Jong também e o resto do colégio já foi pra casa.


"Parece o inferno Key, mas é só sua vida." suspirei.


Peguei o meu DS e comecei a jogar para tirar o tédio. Eu já tinha zerado Mario Kart com o Luigi e o Mário, hm... vamos tentar com a Peach.



#####



– AH, MERDA!! — Gritei, fechando meu DS. — PRINCESA LERDA, MOCRÉIA PODRE, TOMARA QUE VOCÊ MORRA QUEIMADA SUA VADIA FEIA! — Gritei.


Eu desisto. Essa vida não presta mais, isso é uma prova. Eu não tenho palavras pra descrever o quão profundo é o ódio que eu estou sentindo agora a essa indústria de videogames sexista e inútil. Por que as mulheres sempre lutam pior no videogame? Por que? Minha ex-professora de akido é a melhor lutadora que eu já conheci. É por isso que essa sociedade não evolui eles tentam alienar crianças para que quando elas crescerem continuarem alienando a próxima geração até que a alienação seja vista como uma prática comum na sociedade. Ou talvez isso tudo seja uma mensagem de Deus, dizendo que eu devo desistir da vida como eu desisti do videogame. Eu sabia, eu estava destinado a sofrer desde o dia que eu nasci. Então por que continuar vivendo? Nem eu sou masoquista a esse ponto, eu deveria me algemar à escada da piscina e morrer afogado. Não, eu não poderia fazer isso, eu não tenho roupa para uma situação assim. Então o que eu deveria fazer? Manchas de sangue estão super fora de moda, isso já descarta a idéia de facas e armas, quem sabe se eu...


Meus pensamentos foram interrompidos pelo som de uma risada.


– O-O que foi? — Perguntei, um pouco corado.

– Nada. — Ele respondeu.


AH, É OBVIO QUE NÃO FOI NADA! VOCÊ TAVA RINDO OLHANDO PRA MINHA CARA PORQUE LEMBROU DE UMA PIADA ENGRAÇADA, BABACA.


– Eu ainda não te conheço, não é? — Ele disse. — Meu nome é Lee DongHae, vice-presidente do conselho estudantil. — Estendeu a mão.


– Kim Kibum — Sorri. — MAS POR TUDO QUE É SAGRADO ME CHAME DE...


– Key — ele completou. Mas como... ?


– Onew me falou sobre você, mas eu não tinha certeza de que era você na primeira vez que te vi. Você é o companheiro de quarto do meu irmão.


– MAS O QUÊ? Não, meu companheiro de quarto é Kim JongHyun. Você deve estar me confundindo com outra pessoa.


Ele riu.


– Jong é meu irmão.


– Mas seu nome não era LEE DongHae? — Perguntei.


Ele riu e sentou-se ao meu lado, sem responder.


– Então, você é aluno novo, não é? — ele perguntou. — O que está achando? Meu irmão está te tratando bem?


– Sim, legal e... Sim — respondi.


Ele riu e deu um sorriso malicioso. Senti meu rosto aquecer.


– N-NÃO! NÃO ASSIM! — eu disse.


Sua expressão não mudou.


– PARA DE ME OLHAR ASSIM! É VERDADE, NÓS NUNCA FIZEMOS NADA! — eu ri, ainda corado.


– Eu acho que vocês deveriam — ele riu.


Senti uma mão no meu ombro. Olhei pra cima. Era Onew.


– Eu descordo, Hae — ele sorriu.


Eu corei. DongHae se aproximou.


– Mas parece que você é o único. O que você acha, Key? — ele deu um sorriso de orelha à orelha.


PUTA QUE PARIU. ALGUÉM ME SALVA, SOCORRO.


Meu desespero devia estar muito evidente, porque Onew disse:


– Ele não é obrigado a responder — ele e o Hae trocaram um olhar que eu não entendi.


– Já tomou café? — Onew me perguntou.


– A-ainda não — eu respondi, ainda um pouco sem graça.


– Então vai lá. Daqui a pouco, o horário do café acaba e você só poderá comer meio dia e meia.


Assenti e me levantei. Despedi-me dos meus hyungs e fui pro refeitório.


Assim que cheguei lá, recebi uma mensagem de Onew: "Quando acabar, passe no meu quarto. Quero conversar com você~~". Corei ao ler a mensagem e a apaguei na mesma hora.


E-esse pervertido! O que ele quer?


Tomei meu café e meu nível de rubor se multiplicou por 10 quando eu acabei. Será que deveria mesmo ir? Tipo, não deve ser o que eu estou pensando. Não mesmo, eu que sou muito malicioso. Mas será que eu deveria ir com essa roupa? Tipo, eu ainda estou usando meu pijama do Bob Esponja por baixo dessa blusa. Eu deveria pelo menos tomar um banho e botar uma roupa mais... sexy. NÃO, NÃO ISSO NÃO SERIA NECESSÁRIO, AFINAL NÃO VAI ACONTECER NADA.


Eu estava parado na porta do quarto dele pensando nisso. Onew costuma deixar a porta aberta e disse que eu não preciso bater pra entrar, porque sou amigo dele, então simplesmente girei a maçaneta e entrei. O quarto de Onew parecia ser bem maior desde que tiraram o armário e a cama que estava aqui sem necessidade, já que ele dorme sozinho. Ouvi um barulho de chuveiro e concluí que ele estivesse no banho.


" Talvez seja melhor eu ir embora e voltar em alguns minutos", pensei.


Levantei-me e fui até a porta, por hábito. Eu a havia trancado. Passei alguns minutos pensando no que deveria fazer, inseguro, mas decidi que ir embora e voltar depois era a melhor opção. Destranquei a porta, mas antes de abri-la senti alguém me abraçando por trás. O corpo de Onew não estava completamente seco, e seu cabelo ainda pingava.


– Aonde pensa que vai? — ele sussurrou no meu ouvido. Corei instantaneamente, tentei me desvencilhar, encostei na porta e o olhei. Ele estava sem camisa e não tive coragem de olhar o resto.


Eu já tive amigos héteros e sempre que eu os olhava eles achavam que eu estava cantando eles. Isso era legal para zoar, mas às vezes gerava alguns mal entendidos.


Jong é um bom exemplo disso.


Onew trancou a porta e aproximou seu rosto do meu. Sorriu.


– Você fica tão fofo corado — disse.


Idiota.


A proximidade entre nós dois me deixava desconfortável. Comecei a encarar algum ponto aleatório na parece.


– Eu não me importo de você me olhar — ele sussurrou no meu ouvido, me deixando arrepiado.


Levantei-me, ficando com o rosto a centímetros do seu, podendo sentir sua respiração.


– Sobre o que DongHae disse... Eu fiquei preocupado. Jong é um mulherengo dos piores e eu não duvidaria que ele brincasse com os sentimentos de um garoto por puro prazer — ele disse.


Não podia tirar os olhos de sua boca, seus lábios se moviam sensualmente e sua voz saia baixa, quase como em um sussurro.


–Eu não quero que você se aproxime do JongHyun, entendeu? Fale só o necessário com ele, porque... — ele mordeu os lábios e se aproximou, seu rosto contornando o meu e sussurou em meu ouvido: "Eu quero que você seja só meu a partir de agora".


Assenti.


Ele segurou o meu rosto, fechei os olhos e logo senti seus lábios quentes sobre os meus. Sua língua logo pediu passagem e eu abri um pouco mais a boca. Demos um beijo demorado, deixei que ele explorasse cada canto da minha boca, parando para respirar apenas quando foi extremamente necessário.


Onew segurou a minha cintura e beijou meu pescoço logo começando a distribuir mordidas e beijos pela região, deixei escapar alguns gemidos roucos e acariciei sua nuca com uma das mãos, enquanto a outra pousava em sua cintura. Ele me conduziu até sua cama e me deitou nela. Parou, me olhou nos olhos por alguns segundos e logo me beijou novamente, dessa vez com mais urgência. Minhas mãos percorreram seu peito, descendo até seu abdômen e depois até seu pênis. O apertei levemente por cima da cueca, fazendo ele gemer levemente. O empurrei para que caísse na cama e eu pudesse ficar em cima. Sentei em seu colo e mordi os lábios, sorrindo maliciosamente. Ele aproveitou minha posição para tirar minha blusa e joga-la em algum lugar. Beijei sua boca, ainda sentado em seu colo, comecei a mexer meus quadris, friccionando-os contra seu membro, ele deu um gemido abafado e pôs a mão na minha bunda, aumentando o contato.


Comecei a beijar seu queixo e seu pescoço,lambendo e mordendo levemente as vezes, fiz o mesmo com o seu peito, dando atenção especial a área dos mamilos e continuei descendo até a sua barriga. Sorri maliciosamente quando cheguei a área de seu pênis e o olhei. Ele estava corado, com os olhos semicerrados ansiosos e banhados de luxúria, a boca entreaberta, ofegante.


– Key — ele disse, quase em um sussurro.


Continuei observando sua reação conforme o provocava. Lambi sua ereção, evidente, mesmo ainda coberta e ele soltou um gemido sofrido. Abaixei sua cueca e tirei-a, libertando o seu membro e o deixando completamente nu.


Lambi meus lábios e segurei seu membro, passando a ponta da lingua na cabeça de seu pênis e depois em toda a sua extensão. Aos poucos enfiei tudo em minha boca, fazendo Onew gemer alto e entrelaçar os dedos no meu cabelo.


Comecei a chupar, fazendo certa pressão. As vezes parando e lambendo tudo ou chupando só a cabeça. Minhas mãos deslizaram por suas coxas as apertando um pouco enquanto ele gemia meu nome.


Eu já estava sentindo o gosto do pré-gozo quando ele puxou meu cabelo, me fazendo parar.


Ele sorriu maliciosamente e me deitou na cama, tirando o resto das minhas roupas com certa urgência. Ele se pôs entre minhas pernas e me deu um beijo cheio de luxúria. Mordi levemente seus lábios quando ele se separou e pôs três de seus dedos na frente de meu rosto. Os lambi e chupei,olhando Onew nos olhos, fazendo questão de deixa-los bem molhados.


Ele enfiou o primeiro dedo e esperou minha reação. Demonstrei sentir um leve desconforto. Quando ele enfiou o segundo dedo e começou a mexe-lo dentro de mim, eu o puxei pra mais perto e e gemi no seu ouvido, isso o excitou ainda mais. Ele enfiou o terceiro dedo e movimentou os três juntos, procurando por um ponto específico, eu arranhava as suas costas e gemia baixo, mexendo um pouco os quadris para ajuda-lo. Quando ele achou o tal ponto, eu gemi alto e ele sorriu maliciosamente, tirou os três dedos e posicionou seu pênis na minha entrada.


Eu segurei o lençol com força, sabendo o que estava por vir. Onew enfiou seu pênis em mim aos poucos enquanto soltava um longo gemido. Mordi os lábios, segurando um grito. Ele esperou um tempo para que eu me acostumasse com aquela coisa (enorme) dentro de mim, comecei a mexer meus quadris como um sinal para que ele começasse a se movimentar e assim ele o fez, gemendo rouco a cada estocada.


Ele segurou o meu pênis e começou a me masturbar no mesmo ritmo de suas estocadas. Eu gemia alto e arranhava suas costas, aumentando o contato. Ele gemia no meu ouvido, o que me deixava ainda mais excitado e me fazia pedir para aumentar o ritmo.


Não demorou muito para que eu gozasse, o que fez o meu interior se contrair, apertando ainda mais seu pênis, fazendo-o gozar também.


Logo ele saiu de dentro de mim e deitou ao meu lado tão ofegante quanto eu.


– Saranghae, Key. — ele disse e me abraçou.


Não respondi.


Notas finais
Capítulo Betado por IsabellaLouise o
Eu fiquei muito feliz pelos comentários quantos aos POVs de primeira pessoa, então decidi que vou voltar a faze-los! Eu acho as partes que a Sunny aparece chatas de escrever, e vocês? Key foi bem frio nessa ultima parte não é? Foi meu primeiro lemon, ficou bom? T_T Hein, hein? Mandem reviews