— Cunhadinha? — Koga olhou para Kanon sem entender muito, ele esperou um minutinho até o irmão sair de vista. — Do que ele está falando, Kanon?

O loiro se levanta do chão e a ajuda a fazer o mesmo, limpando a terra que grudou nas roupas dela e até nos cachos escuros. Sua mente trabalhava a milhão pensando numa forma de dizer o que sentia por ela sem que ela pensasse que ele fosse louco por se apaixonar em tão curto tempo.

— Kanon? – Koga o olhava esperando uma resposta enquanto ele tirava algumas folhinhas dos fios negros, com uma expressão concentrada. – Está tudo bem?

Ele a segurou de frente, com as mãos nos braços dela. Olhava em seus olhos

— Koga, sobre ontem...

O coração dela se apertou. Aquele jeito de começar uma frase ela conhecia bem. Depois dessas palavras viriam “Desculpa, foi errado” ou “Esquece o que aconteceu” e até mesmo “Não foi nada de mais, não é mesmo.”. Com isso em mente Koga já preparava um sorriso compreensivo, para esconder a decepção.

— Eu quero que você saiba que eu não estava brincando quando a beijei ontem. Eu... – o geminiano passou as mãos nos cabelos jogando a franja rebelde para trás inutilmente, pois logo ela voltava a cobrir sua testa. – Caramba, foi tão fácil falar para o Saga ontem, e agora com você eu fico parecendo um moleque, todo nervoso.

— Só fale de uma vez, Kanon! Assim como você não é nenhum moleque, eu também não sou nenhuma menininha, e vou saber entender que você se arrependeu do que fez. Acho que percebeu que eu não sou nada do que você pensava, não é? Tudo bem. Pelo menos você chegou até mim para dizer isso, já me sinto aliviada por não ter sido ignorada simplesmente. – enquanto desembestava a falar, Koga foi se afastando e deixando o General Marina parado no meio da clareira.

“Do que essa mulher tá falando?” – pensava. – O que...? Volte aqui. – Deu alguns passos longos e a segurou novamente nos braços, virando-a para si. Os olhos violetas estavam marejados. – Mas... O que está pensando? Você acha que eu ficaria tão nervoso para te dar um fora?! Koga, eu estou apaixonado por você! Por que outro motivo meu irmão a chamaria de “cunhadinha”?

— A-apaixonado?

— Totalmente. – Kanon subiu uma mão e alisou suavemente a pele do rosto dela, descansando a mão na nuca e a puxou para si com a outra em sua cintura. – Apaixonado por esse seu jeito tão decidido, que até entrar numa briga entre dois cavaleiros você foi capaz. – beijou-lhe a testa carinhosamente. – Apaixonado por esse olhar tão intenso e analítico, – beijou os olhos, um de cada vez e as lágrimas que ela tentava conter desceram pelo rosto. – E ao mesmo tempo tão doce. – então Kanon olhou para a boca dela. – E por essa boca que fez eu me render de vez. – dizendo isso, Kanon tomou os lábios cheios em um beijo profundo e lento, selando e comprovando o que dizia.

Logo Koga correspondia ao beijo, também, de forma apaixonada, se entregando ao sentimento que ela sempre guardou pelo personagem do anime, e que agora se encontrava em carne e osso bem diante de si, dizendo-se apaixonado por ela e a beijando para provar isso. Subiu as mãos pelo peito largo do General de Dragão Marinho e entrelaçou os dedos nos cabelos dourados de seu “anjo”, suspirando quando o beijo se findou.

— Kanon…

— Meu bombom… — ao ouvi-lo Koga abre os olhos com um sorriso contido.

— Bombom?

— Sim! Meu bombom! — Kanon enfatiza o “meu” e a aperta mais entre os braços possessivos, dando mordidinhas no lábio inferior da brasileira que ri do apelido.

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Máscara da Morte chegou na arena junto com Afrodite e Shura, os três conversavam e já começavam a se alongar para dar início aos seus treinos. Camus que após a saída da canceriana foi conversar com Milo observou os três e logo se lembrou da atitude do canceriano na noite anterior com Calisto, mesmo que ela tivesse pedido para não levar isso a fundo, ele não poderia permitir. Caminhou para junto de Máscara da Morte e o segurou pela gola da camiseta fazendo os demais estranharem tal atitude, ainda mais vinda do aquariano.

— Me dê uma boa razão para eu não te colocar num esquife. — falou rente ao rosto do outro

— Mas che! Do que está falando? — retrucou o canceriano afastando bruscamente o braço de Camus. — Enlouqueceu?

— Se você encostar novamente na minha hóspede, juro por todos os deuses que faço voltar de onde nunca deveria ter saído — ditou sério e deu as costas para o canceriano.

— Ah, então a bonitinha já foi chorar para você? — Falou com escárnio fazendo com que Camus cessasse seus passos e se voltasse.

— Não, eu que vi os roxos nos braços dela.

— De que roxos ele está falando Mask? — Afrodite perguntou preocupado.

— Aquilo não foi nada demais, a garota é uma fresca! — Máscara disse entre dentes

— Fresca? O braço dela está preto! — Camus voltou com o dedo em riste — Eu não vou lhe avisar de novo Máscara da Morte, da próxima vez que fizer algum mal a Calisto, eu te congelo vivo!

Se virou novamente indo na direção contrária do trio, Máscara da Morte por sua vez encarou a garota que andava a passos firmes saindo da arena, podia ir tirar satisfações, mas pensou melhor, não iria criar mais intriga, os roxos no braço dela já eram um aviso muito bem dado.

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Calisto se sentou emburrada numa pilastra caída próxima a saída da arena, passou a mão no cotovelo dolorido.

— Tsc… olha só pra mim, estou toda machucada…. — Olhou para os joelhos ralados, para o braço com vergões pretos, agora o cotovelo vermelho e ralado.

— Hey! Por que saiu correndo? — Algol surgia atrás da canceriana emburrada se sentando ao seu lado.

— Não gosto que fiquem de gozação com a minha cara! — Calisto disse seca, ela era um amor com todos, mas quando estava irritada ela despejava toda a grosseria contida. — Não preciso disso... e não preciso da sua pena, pode voltar lá com seus amiguinhos e ficar rindo de mim! Me deixa em paz!

— Nossa, calma lá garota! Não fiz nada disso! Não ri de você não! — O loiro encarou os olhos castanhos de Calisto. — Eu realmente fiquei preocupado com seu machucado. — Pegou novamente o cotovelo da canceriana e fez um carinho. — Quer que eu use o meu cosmo para fazer sarar?

— O seu cosmo? — Ficou em choque, não pelo fato do escorpiano querer ajudá-la, enfim não era um machucado horroroso, ela ia sobreviver, mas só dele mencionar o uso do cosmo em si, deixou ela surpresa e curiosa. — Quero!

Algol lhe sorriu, Calisto deixou o queixo cair ao ver os olhos azuis do escorpiano brilhar bem diante de si, uma aura prateada tomou seu corpo e com delicadeza ele guiou aquela luz até o seu cotovelo fazendo toda a vermelhidão e escaras sumirem quase que instantâneo! — Minha nossa! — Não conseguiu proferir mais nada ao ver aquele milagre diante de seus olhos. — Essa aura Algol? Isso é o cosmo? — Ela estava maravilhada, ele assentiu sorrindo com a transparência de sentimentos da canceriana.

— Sim, Cáli, esse é o meu cosmo.

Ela segurou sua mão forte, como se quisesse se certificar que estava viva e que aquilo estava acontecendo de verdade bem diante dos seus olhos. — É lindo! — A castanha voltou a olhar o rosto do escorpiano emocionada — Muito obrigada, de verdade, por tudo… por curar minha ferida e por me deixar ver seu cosmo, eu nem…. — Algol a calou com seus lábios, um beijo roubado casto e doce, Calisto nem conseguiu fechar os olhos pela surpresa, quando ele afastou seu rosto, vendo o quanto estava corada, ela não conseguia mexer um músculo.

— Me desculpe Calisto, eu não sei o que deu em mim! — Algol dizia sem jeito, se levantou da pilastra que estavam sentados. — É melhor eu ir, me desculpe!

A castanha não conseguiu responder, nem se mover, só acompanhou o Cavaleiro com o olhar.

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Luísa ainda conversava com Marin num canto da arena, ela lhe explicava pacientemente como funcionava os treinos, tanto dos aprendizes quanto dos Cavaleiros consagrados, a escorpiana nem piscava os olhos com toda a explicação da Amazona de Águia, era muito sua fã!

— Não é fácil ensinar crianças, mas é muito gratificante, não é mesmo Shina? — A Amazona de Ofiúco estava tomando um pouco d’água, diferente de Luísa e Marin ela olhava para frente sem desviar o olhar e muito menos escutar a pergunta da pisciana. — Shina? Shina? Ah ….. agora entendi tudo. — Marin mesmo chamando a Amazona ela continuava avoada

— O que aconteceu com ela, Marin? — Luísa se preocupou com a dispersão da castanha. — Parece que ela está sonhando acordada.

— E está! — Disse num sussurro apontando o dedo em direção aos sonhos da Amazona de Prata. Luísa seguiu o olhar na direção apontada e viu que Shura estava logo adiante socando um saco de pancadas com as mãos enfaixadas e o dorso nu.

— Oh, ela tem motivos para estar no mundo da lua — A escorpiana falou aos cochichos também — Ô se tem! E que visão maravilhosa. — Ela virou para a mestra do Seiya — Ela nutre sentimentos por Shura?

— Ela gosta, mas nunca confessou para ele.

— Então eles nunca ficaram? — Luisa levou os dedos ao queixo — Temos que juntar esses dois.

— Shhhh, ela está vindo — Marin falou disfarçando — Ah sim, o Seiya era um peste.

Shina que de boba não tinha nada levantou uma das sobrancelhas e olhou para as duas com meio sorriso — O que vocês tanto cochicham garotas?

— Estava explicando para Luísa como funciona os treinamentos aqui no Santuário. — Marin olhou para os olhos da Amazona de Ofiúco

— Ah sim! — Shina relaxou — Dá um trabalhão, ainda mais quando chegam muito pequenos para nós! Viramos quase suas mães.

— Nossa, deve ser muita responsabilidade — A escorpiana olhava para Marin que mantinha o semblante sereno deixando qualquer dúvida ou suspeita de lado.

Alguns minutos depois Calisto voltou para arena, ela estava tão avoada com o que tinha acontecido e não percebeu uma pedra que tinha na frente e saiu catando cavaco pelo chão, ouvia risadinhas em volta de si.

“Aí…. por que nasci tão desastrada???”

— Oi meninas! Vocês viram a Koga? Não vi ela ainda hoje — A canceriana perguntou vendo Marin, Shina e Luísa entreolharem-se..

— Realmente, não vi ela hoje. Será que Shaka prendeu ela em casa? — Luísa respondeu e Calisto a olhou com uma grande interrogação na cara.

— Não, ele não faria isso. — A canceriana se virou para Marin — Faria?

— Claro que não! A amiga de vocês deve ter optado ficar em casa hoje.

— Do jeito que ela é deve ter se juntado com o Buda e estão limpando todo aquele Templo — Calisto pensou alto.

— Calisto?!! — Luísa a recriminou com o olhar.

— Ai gente, é verdade. Imagine uma dupla de virginianos neuróticos, eles devem estar limpando o Templo de Virgem com cotonete!

— Pode ser… — falou a escorpiana — Depois vamos lá falar com ela, Ca, se ela não aparecer logo.

— Bem meninas, — Shina voltou a olhar o capricorniano e suspirou profundamente. — falando em treino, tenho que ir encontrar com meus pupilos. Até mais!

— Até! — as três responderam juntas, aguardando a Amazona sair da arena.

— Marin, temos que juntar esses dois. São perfeitos! — Luísa dizia animada [1]

— Concordo com você, só precisam de um empurrãozinho! — A prateada disse sorrindo, enquanto Calisto olhava de uma para outra sem entender nada.

— De quem estão falando?

— Vamos meninas, precisamos planejar isso! — a japonesa tomou a frente caminhando para fora da arena e Luísa a seguiu logo em seguida, deixando Calisto com uma interrogação enorme.

— Gente? Oiiiii???? Do que estão falando? — a canceriana, logo depois saiu correndo atrás delas, esbaforida.

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A noite já havia chegado há muito tempo no Santuário e, Luisa estava sentada nas escadarias em frente ao segundo Templo, a cabeça erguida para cima enquanto observava o manto estrelado e a grande lua cheia que eram outras paixões da castanha, por ela ficaria assim a noite toda porque era algo que a encantava. E assim absorta com a paisagem não notou que Milo sentava ao seu lado pousando a mão em seu ombro para chamar sua atenção.

— Aiiii — a escorpiana deu um pulo com o toque e levou a mão até o peito. — Que susto!

— Eu te chamei, mas você não me ouviu. — respondeu o escorpiano com um sorriso — Estava encantada olhando as estrelas.

— Não ouvi mesmo. — retribuiu o sorriso e logo desviou o rosto já sentindo a pele corar porque sua mente já estava sendo povoada pela cena dele no treinamento mais cedo.

— Seu ascendente é em capricórnio mesmo? — ele perguntou após alguns segundos e ouviu ela soltar uma risada divertida, era óbvio que não tinha engolido aquela mentira.

— Não, é em áries — respondeu enquanto voltou a fitá-lo — Por que tu é tão insistente assim? Eu não ter escolhido ficar em Escorpião feriu tanto teu orgulho? — Se ele era direto e reto, ela também era.

— Não é isso! — ele ajeitou o corpo sobre o degrau — É que realmente fiquei intrigado, aliás, vocês guardam tantos mistérios.

— Nós somos pessoas comuns, Milo. — ela virou um pouco o corpo na direção dele. — Nada além disso! Mas por que ficou intrigado?

Milo ficou a observando por alguns instantes, no início de fato achou que ela estava com medo, mas após as breves conversas que tiveram, havia notado que além da timidez, ela o olhava com admiração e algo mais que ainda não tinha conseguido decifrar. Ele a achava intrigante também, porque ela não havia o colocado numa redoma de vidro, não se jogava aos seus pés, não que esperasse isso, mas de certo modo estava acostumado com isso: mulheres se jogando, mesmo quando não queria. E ela ficar o tratando por hora com carinho e por hora com indiferença, o jeito misterioso, tímido o instigava a querer saber mais dela.

— Então…? — ela insistiu na pergunta despertando o dourado dos devaneios

— Não sei explicar. — resolveu responder assim, evasivamente, porque de certo modo não tinha uma explicação mesmo.

— Entendo… — ela murmurou e voltou a fitar as estrelas. Não havia gostado da resposta, mas não iria insistir por mais que quisesse. — Eu não escolhi ficar em escorpião porque achei que talvez tu não gostasse da ideia de ter uma hóspede.

— E por que eu não iria querer? — arqueou a sobrancelha não entendendo o porquê ela ter pensado isso.

— Ah, sei lá! Tu parece ser tão… Como posso dizer? — se voltou para ele novamente — Orgulhoso — viu ele franzir o cenho em desagrado.

— Imaginou errado bonequinha — cruzou os braços em frente ao peito.

— Vai me chamar sempre assim?

— Vou, porque já disse que você parece uma bonequinha.

—Tá bom… tá bom. Não vou pedir para ti parar porque senão aí mesmo que tu não vai deixar de me chamar assim

Uma brisa vinda de uma das praias que circundava o Santuário soprou um pouco mais fria fazendo com que Luisa abraçasse o próprio corpo. — Eu vou entrar, estou ficando com frio. — falou se erguendo e já rumando para dentro do Templo Zodiacal deixando mais uma vez Milo a ver navios, mas dessa vez ele deu um sorriso enquanto a observava desaparecer.



No outro dia…

As três amigas combinaram de conversar. Calisto e Koga estavam ansiosas para contar as novidades do dia anterior, elas se encontraram na Casa de touro e assim que avisaram ao guardião, foram caminhar e já aproveitariam para conhecer os arredores do Santuário. Chegaram até um lugar que se assemelhava a uma pequena floresta com árvores frondosas e um pequeno riacho de águas cristalinas.

— Que lindo! — Exclamou Luisa — Quem diria que teria um lugar tão lindo assim no Santuário? — Sentou-se nas margens e mergulhou os pés nas água.

— É mesmo um lugar belíssimo — Koga e Calisto concordaram e repetiram o gesto da escorpiana

Sentadas elas observavam os peixinhos, e cada uma contou como havia chegado ali, cada história arrancou várias gargalhadas das amigas porque com certeza eram situações inusitadas e até constrangedoras.

— Deixa eu contar para vocês — a canceriana falou animada — Algol me beijou ontem.

— Aha eu sabia!!!! — Koga arregalou os olhos e bateu uma palma. — Eu disse Cali!!! — Deu um soquinho no ombro da amiga — Eu disse que Algol estava apaixonado por você!

— Aff, não exagera amiga, ele me beijou e depois pediu desculpas — cruzou os braços — Não entendi nada, ainda fiquei com cara de boba, bem que ele podia ter continuado, eu não ia achar nada ruim.

— Mas você não presta, hein Cali! — a virginiana brincou com a canceriana que ria com uma expressão maliciosa.

— Gente, mas não é que o Medusão é saidinho mesmo! — Luisa disse e as amigas gargalharam com o apelido que ela deu ao prateado

— Mas agora deixem eu contar o que me aconteceu ontem — A virginiana começou a falar com um sorriso de orelha a orelha — Eu e o Kanon nos entendemos.

— Que babado é esse amiga? Conta essa história direito! — Calisto piscava os olhos. — Depois eu que não presto! Mentira que você pegou aquele homão que veio em dose dupla?

— Amiga pode contar tudo, nos mínimos detalhes — Luísa estava empolgada!

Elas conversaram mais um pouco até que a escorpiana teve uma ideia.

— Gurias nós temos que escrever uma fic sobre isso, já pensou? Ia ser demais! — Luísa tira de sua bolsa um caderninho e um lápis. Koga já olha para o céu e bate as pontas dos dedos nos lábios, desenhando um sorriso com as idéias que iam brotando em sua mente.

— Vai ser genial sim!!!

— E ainda podemos colocar uma guerra no meio, tipo assim, um Deus declara guerra ao Santuário, e rapta Athena! — Calisto já se empolga imaginando as aventuras que os Cavaleiros iriam viver na Fanfics, enquanto a escorpiana complementa e anota todas as idéias.

— Isso!! Para tornar mais emocionante, porque estando aqui podemos ser mais realista, e até podemos formar uns shippes diferentes!

As três seguem planejando a história, mas elas não contavam que um soldado as observava escondido e ao escutar o plano delas saiu despercebido em direção ao Templo do Grande Mestre.

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— Deixem-me entrar, eu preciso falar urgente com o Grande Mestre — o soldado pediu esbaforido e com as mãos nos joelhos tentando recuperar o ar.

Um outro entrou e voltou minutos depois dando passagem para o colega.

— O que aconteceu, homem? — Shion perguntou estranhando o estado do soldado.

— Grande Mestre eu ouvi aquelas moças planejando um ataque ao Santuário.

— O quê? — O ariano levantou num rompante do trono — Explique isso direito!

Continua…

Notas finais
Eita lascou! Que mal entendido é esse? Que atitude Shion irá tomar? Alguma sugestão? ps:Shura e Shina. [1] Essa história será contada em uma side, mas ainda não temos previsão de quando conseguiremos postar. Pedimos um pouquinho de paciência..... heheheheeh