Acaso Do Destino

18 Tentação/ Prisão


Notas iniciais
Enfim, postei dia 14 e não tive um numero legal de reviews, de um a um ta caindo... Agora só posto quando tiver 305 reviews... Posso esperar, o cap está prontinho!!!!!

Enfim, eu postei uma recomendação no capitulo de S.O, mas para quem não ler postarei aqui tbm.

POV. Bella.

Depois que tomei um banho fui para cama para tentar descansar, mas quem disse que consegui? Alice logo em seguida subiu e deitou-se ao meu lado, bem colada a mim.

Tentei dormir, mas estava pegando fogo e com um vulcão do meu lado. Sim, esse tempo que pedi a Alice não estava me servindo de nada, ela a todo instante me provocava e me fazia desejar seu corpo de uma maneira que nunca pensei ser possível!

Já que dormir seria a ultima coisa que eu conseguiria fazer, resolvi pegar os relatórios e arquivos que tínhamos sobre o caso do Matinés. Ela havia levantado e saído, mas pouco tempo depois voltou.

– Bella... – Alice entrou no quarto somente de calcinha e sutiã, o que me fez arfar e prender a respiração. Alice era mesmo uma vadia!

– Oi? – Gaguejei e respirei fundo. – Oi!? – Falei firme dessa vez e parando de olhar seu corpo e me concentrando em seus olhos.

– Eu estou com fome, e você? – Assenti e arregalei os olhos quando andou sensualmente em minha direção. PQP, Alice não me deixava raciocinar direito! – Que tal irmos comer fora? – Perguntou subindo na cama e engatinhando até chegar perto de mim.

– Eu... Her... Tenho que terminar de... Ler... Relatório... – Respirei fundo.

– Hum, podemos pedir uma pizza então, hoje já é quinta e não estou a fim de cozinhar. – Subiu mais e ficou com o corpo todo em cima do meu. Sorriu de lado quando percebeu que eu olhava para os seus peitos. – Sabe que são seus, certo? – Levantei meu olhar e encarei-a. – Sabe que pode pega-los quando quiser. – Engoli em seco e ela beijou minha barriga. Fechei os olhos e me arrepiei. – Morde-los à vontade... – Subiu e raspou os dentes em cima dos meus seios. – E suga-los com a intensidade que bem entender... – Subiu e lambeu meu pescoço. – Meu amor. – E beijou meus lábios.

Agarrei sua nuca e retribui seu beijo de outra forma. Intenso e eletrizante.

– Alice. –Arfei quando nos separamos.

– Não tente manter afastado aquilo que nasceu para sempre permanecer junto. – Sussurrou em meu ouvido. – Não se faça de difícil, eu sei que você quer me agarrar e sentir mais prazer do que eu. – mordeu minha orelha.

– Eu te pedi... – Gemi rouca quando mordeu meu pescoço.

– Isso tem muitos dias, acho que é tempo de mais. – Sorriu e beijou minha bochecha. – Que tal você reconsiderar tudo e colocar todo nosso namoro numa balança? – A fitei intensamente. – Coloque de um lado os momentos bons e prazerosos. – a ouvi atentamente. – Agora jogue do outro lado a tristeza e decepção. – Fiz o que me pediu. – O que é maior e pesa mais?

– Meu amor por você. – Acabei confessando e vendo-a sorrir lindamente.

– Então, comigo é a mesma coisa! A balança onde contem nossa felicidade é o triplo do que contem nossa tristeza. – Beijou meus lábios. – Vamos Bella, te conquistar é uma coisa um tanto que difícil, você que fez isso comigo. – Ri. – Facilita minha vida e a faz ter o mesmo sentindo de antes! – Implorou.

– Posso lhe responder amanhã? – Perguntei. – Eu realmente tenho que resolver esse caso. – Respirei fundo.

– Amanhã sem falta? – Assenti. – Ok. Mas nem um dia a mais e nenhum dia a menos. – Sorriu e deitou seu corpo junto ao meu. – Ter seu corpo, mas não ter 100% dos seus carinhos e amor é uma coisa horrível. – Confessou e acariciei suas costas.

– Você não me deixou respirar essa semana. – Riu e se acomodou em meu peito.

– Estava colocando em dia a minha seca. – Gargalhei. A ajeitei em meus braços e voltei a ler meu relatório, mas confesso que a ter seminua em cima do meu corpo não estava ajudando em nada. – Como anda o caso? – perguntou interessada.

– Quer mesmo saber? – Assentiu. – Acho que o pegamos amanhã. Estamos à semana toda atrás de provas contra ele, a própria mulher nos ajudou dando seu depoimento. – contei.

– Bom, e vocês já sabem onde ele está? – neguei. – Qual o nome dele?

– Felix Matinés.

– Eu já ouvi esse nome... – A olhei curiosa.

– Onde?

– Ele... AHH, ele era amigo do Edward, eles já haviam trabalhado juntos em alguma coisa, não me lembro o que. – Arregalei os olhos.

– Edward já mexeu com drogas?

– Não sei, mas não duvido não. – Riu. – Ele começou a ficar estranho depois que se envolveu com ele e voltou da Europa. – respirei fundo e peguei meu telefone. – Para quem você vai ligar? – Senti o ciúme na sua voz.

– Sra. Masen, eu preciso saber mais sobre essa amizade do idiota com o bandidinho lá. – Riu e disquei o numero.

Isabella? – Elizabeth atendeu feliz. – Quanto tempo.

– Sra. Masen, infelizmente não estou ligando para ser gentil ou algo do tipo, estou aqui como oficial.

Mas do que se trata, criança? – Perguntou receosa.

– Edward conhece Felix Matinés?

Ah sim, um homem estranho, cara de mal elemento.

– Sim, e a senhora sabe do que eles tratam?

– São amigos, se conheceram quando Edward foi fazer uma viajem pela Europa. – Suspirou. – Nunca deveria ter o deixado ir... – Lamentou. – Falando nisso, Edward anda estranho ultimamente, alterado e rebelde. – falou.

– Sra. Masen, Matinés trabalha com drogas. – A alertei.

NÃO! Meu menino mexendo com esse tipo de gente? – Estava desesperada.

– Por favor, se acalme. – Pedi. – Sabe onde ele está? Preciso falar com seu filho.

Ele foi até a casa do Emmett, iria ver o filho dele.

– Ok, irei para lá. Muito obrigada, Sra. Masen.

– Por favor, prenda esse monstro e deixe meu menino longe dele. – soluçou.

– Farei o possível, Sra. Masen. – deliguei o telefone e beijei a cabeça de Alice. – Pelo jeito seu priminho está mesmo andando com ele.

– Onde ele está?

– Casa da Rose. – A virei e me levantei. Coloquei uma blusa qualquer e uma bolsa com minha farda, arma e colete. Vai que...

– Você vai à casa da sua irmã ou invadir algum lugar? – Ri.

– Precaução. – Coloquei meu tênis e me levantei.

– Calma ai. – Se levantou e veio até mim me abraçando pelo pescoço. – Não se esqueça do que me prometeu. A resposta amanhã. – Assenti e beijou meus lábios levemente. – Até mais tarde.

Sai de casa e fui para a da minha irmã.

Estacionei o carro e logo bati na porta. Emmett abriu e sorriu a me ver.

– Olá cunhadinha, tudo bom? – Ri e assenti.

– Hoje sim, tudo ótimo. – Me deu espaço para entrar e logo vi Edward com Charlie no colo. – Devolva meu sobrinho para minha irmã, por favor. – Pedi e me olhou sério e com nojo.

– Olha quem apareceu. – Me fuzilou com os olhos. – A anormalzinha. – Rose pegou Charlie e me encarou.

– Suba Rose, leve Charlie com você, preciso falar com Edward. – Assentiu e subiu. – Emmett, fique aqui comigo, preciso de testemunhas. – Sentou-se na poltrona e encarei Edward. – Qual sua relação com Felix Matinés? – Me olhou assustado.

– Não o conheço. – deu de ombros

– Sua expressão ao ouvir esse nome não diz isso. – prendeu a respiração. – Sua prima e sua mãe também dizem o contrario. – bufou.

– Ele é meu amigo, e dai?

– E daí que ele é um traficante, sabia? – Emmett encarou o primo incrédulo.

– Sim, e daí? – desdenhou.

– E daí que eu farei questão de prendê-lo! – Levantou rapidamente do sofá. Logo peguei minha bolsa e retirei minha arma apontando para ele. – Senta ai agora. – mandei e vi Rose descendo as escadas.

– Mas o que é isso? – Perguntou assustada e escondendo Anne atrás dela.

– Suba e fique com seus filhos, Rose, não desça. – Olhei em seus olhos e concordou. – E você, desembucha, onde ele está?

– Não vou falar nada. – Andou em minha direção e destravei a arma.

– Eu não tenho medo de usar isso, sabia? – Riu e logo tirou uma arma de trás da calça e apontou para mim.

– Muito menos eu. – Revirei os olhos.

– Por que você tem que dificultar tanto as coisas? – Perguntei estressada.

– Edward, como...? Abaixe essa arma, por favor, você está na minha casa! – Emmett falou sério.

– Só lamento, primo, mas essa guardinha lésbica que começou. — Destravou sua arma e apontou em minha cabeça. – Saia da minha frente ou senão estouros seus miolos! – Abaixei a arma e vi seu sorriso aumentar. – Boa menina. – afrouxou o aperto da arma, aproveitei dessa distração e atirei em seu pé. – FILHA DA PUTA! – Gritou caído no chão.

Ri dele. Abaixei, peguei meu colete e minha farda. Andei até ele e o algemei.

– Tentativa de homicídio, porte ilegal de arma, desacato a uma autoridade, cumplice de trafico de entorpecentes... Mais alguma coisa? – Perguntei quando o levantei do chão.

– Sua vadia! – urrou de dor.

– Não foi essa educação que Sr. e Sra. Masen lhe deram, Edward. – olhei para o Emm que nos olhava chocado e furioso para seu primo.

– Como você teve coragem de trazer uma arma para dentro da minha casa? Colocando em risco a vida dos meus filhos e mulher? – Andou até ele e o encarou.

– Foi mal ai, priminho. – Zombou e levou um soco na cara.

– SEU IDIOTA! – Segurei no braço dele e neguei.

– Não, deixa isso comigo. – assentiu. – Rose e Anne devem estar assustadas. Vá conversar com elas. – Pedi. Subiu as escadas rapidamente e levei Edward para o meu carro. – Sabe Edward, vai ser muito bom vê-lo atrás das grades. – o joguei no banco do carona e o algemei na porta. – Vamos para a delegacia, lá brincaremos melhor...

– EU NÃO VOU FALAR PORRA NENHUMA! – Edward gritou para Brian e Jane.

– Eu já perdi minha paciência com você! – Jane avançou em sua direção e quando ia dar um soco nele...

– Calma. – Pedi. – Edward, não vai cooperar? – Negou. — Ótimo, sua mãe adorará ver o filhinho desse jeito, algemado e esculhambado numa cela de delegacia.

– Você não vai me manter aqui muito tempo! – sorriu sacana.

– Não? – assentiu. – Tem certeza? – seu sorri se perdeu ao ver o papel que havia em minhas mãos. – Uma ordem de prisão para o senhor, acaba de ser impressa, linda, não?

– Idiota!

– Participação em trafico de drogas...

– Eu não fiz isso! Eu só o ajudava a entrar em alguns lugares, eu tinha alguns contados! – acabou falando.

– Hum... E o que mais? – perguntei me sentando.

– Matinés queria ajuda com um certo banqueiro, estava dando dor de cabeça. – deu de ombros. – Acho que o matou, mas não tenho certeza.

– Onde ele está agora? – Perguntei.

– Provavelmente em casa.

– Não, tem uma viatura por lá, se estivesse já estaria preso.

– Então deve estar no apartamento. Mesmo bairro, apenas algumas ruas antes de chegar à cafeteria. – Sorri.

– Ótimo, Edward, muito bom. – Me levantei e chamei por Jane e Brian. – Você. – Apontei para ele. – Cuida do resto do interrogatório e chame uma enfermeira para esse idiota. – Suspirou e saiu. – E você. – sorrimos. – Vamos pega-lo, que tal? – Perguntei sorrindo.

– Ótimo, mas sem um mandato ou flagrante não pegamos ele. – Lamentou.

– Isso não é problema, Jake está vendo isso para nós. – sorrimos. Fomos até minha sala e pegamos nossas armas, coletes e distintivos. – Quero prender esse idiota ainda hoje e conversar com Alice. – Sorri de lado.

– Vocês voltaram? – Perguntou sorrindo.

– Alice não me deu trégua um dia sequer. Provoca-me de todas as maneiras possíveis e inimagináveis! – riu. – Alice tem um grande poder sobre mim.

– Eu falei que não ficariam separadas por muito tempo.

– Não, você não falou nada. – ri.

– Mas eu pensei, isso que importa. Vamos? – Ri balançando a cabeça e indo para onde o Jake nos esperava.

– Aqui minhas lindas, vamos pegar um bandidinho? – Perguntou sorrindo com um papel em mãos. —Foi emitida essa manhã, o juiz nos deu carta branca.

– Ótimo, chame alguns policiais, precisaremos de reforço. – Pedi e seguimos para as viaturas.

Seguimos pelas estradas de NY a toda velocidade e com as sirenes ligadas. Iriamos pegar Matinés hoje, a se iriamos!

– Bella, é aqui. – Jane me acordou para vida real e sorri de lado.

– Vamos pegar esse tubarão! – Descemos da viatura e cercamos a casa. – Brian, você e Jane coordenam cinco policiais, cada um entra por um lado da casa. Ficarei por aqui caso ele consiga fugir. – Assentiram e entraram na casa.

Ordenei que dois dos cinco que ficaram comigo dessem uma volta pelo perímetro para encontrar algo suspeito.

Comecei a andar pelas ruas até que vi uma sombra perto de uma viela. Andei vagarosamente e destravei minha arma. Mirei naquela direção e vi a sombra correndo. Acelerei meus passos e corri atrás dela.

– Porra, não dificulta as coisas! – Falei comigo mesma e constatei que era Felix que estava tentando fugir do cerco que havíamos feito para ele.

– VOCÊ NÃO VAI ME PEGAR, SUA VADIA. – Pegou uma 38 e começou a atirar em minha direção. Protegi-me do jeito que dava, ou seja, atrás de uma arvore.

– Merda... Jane! – Liguei o rádio comunicador. – Felix não está na casa. Corri cerca de 50 passos para o norte e entramos numa viela a esquerda. Venha para cá, ele está armado com uma 38.

Ok, estamos indo.

VOCÊ VAI MORRER! – Ele tentava me acertar, mas a arvore era grossa e não seria fácil me pegar. Virei-me rapidamente e vi que ele estava num beco sem saída, para sair de lá teria que passar por mim. Virei novamente e atirei em sua direção. – VADIA! – Urrou de dor. Olhei novamente e o vi caído no chão e sangrando pela coxa esquerda. Andei com minha arma apontada para ele e com o dedo no gatilho.

– Ora, ora, ora se não é Felix Matinés. – Sorri irônica e chutei sua arma para longe.

– Você pagará caro por isso! – Me fuzilou com os olhos.

– Claro, claro. – Peguei meu rádio comunicador acionei a Jane; — O peguei, acertei sua coxa esquerda, saindo um pouquinho de sangue.

Ambulância?

Não, ele é forte, suporta a dor. – ri. – Felix, você tem o direito de permanecer calado, tudo que dizer poderá, ou melhor, será usado contra você no tribunal. – Sorri de lado e ele cuspiu em minha direção. – Que coisa feia, Felix. – O algemei e o fiz andar mancando comigo.

– Boa Tenente, pegou o cara! – Um policial me parabenizou.

– Vamos para delegacia, sinto que temos muito trabalho a fazer, pegamos um de um grupo. – Suspirei,

– Você pode ter certeza que você morrerá, sua vadia! – grunhiu.

– Hurum, e quem irá me matar? – Questionei rindo.

– Se não for eu será um dos meus. Você não passa de dois dias!

– Ok, estarei os esperando com minha arma e algemas. – sorri de lado e seguimos para a delegacia.

Pelo visto eu não volto tão cedo para casa...

Notas finais
Então né, o jeito é vcs comentaram, posso esperar o tempo que quiserem... u.u

Bsus meus lindos.
Bsus, Lary ><'