Acaso Do Destino
19 Morte/ Mal entendido
Notas iniciais
Enfim, eu disse que se chegasse a 305 eu postaria, e voces são umas malandras, ok?? Comentaram nos capitulos anteriores, muito espertinha voces!!
E falando de uma papo sério, estou tão orgulhosa da nossa nação que pela primeira vez eu bato no peito e grito EU TENHO ORGULHA DE SER BRASILEIRA, e mais, EU TENHO ORGULHO DE SER CAPIXABA! Uma manifestação sem violencia, tudo na perfeita paz e organização, não é do tamanho da do RJ muito menos da de SP, mas me deixou muito orgulhosa e emocionada por ver o tanto de gente que estava lá no centro de Vitória! Quinta- feira é nós! Vou arrastar até meu cachorro - que nem tenho - para ir!
#Finalmente o gigante acordou ;)
Boa leitura ai gentinha ;)
POV. Bella.
– Ok, consegui arrancar algumas coisas do Edward, mas são coisas insignificantes. – Brian lamentou.
– Informações dignas do Masen. – Jane não perdeu a oportunidade de implicar.
– Está certo, faremos um interrogatório com o próprio Felix, o que acham? – Perguntei e Brian sorriu.
– Sério? Vocês o pegaram?
– Sim, ele está sobre a guarda do Jobs. – Suspirei e me joguei na cadeira. – Eu realmente estou um caco. – Riram.
– Está ficando velha, nem correr atrás de um bandidinho você consegue mais. – Dei língua pra Jane.
– Você é uma idiota, sabia? – Questionei e ela riu. – Vem, vamos conversar com ele, já deve ter sido atendido e...
– E vamos logo, para de show. – Jane me interrompeu e arrastou-me pela delegacia.
– Ora se não é a tenente macho de saia. – riu e acompanhei sua risada.
– Ora se não é um ex-traficantizinho de merda que está sobre minha custódia e que tenho total poder. – Perdeu o sorriso e aumentei o meu. – Pois bem, vamos conversar? Estou a fim de falar da sua vida.
– De mim? Você não conseguirá nada! – se se encostou à cadeira e me fitou debochado.
– Ok, então posso dizer tudo que tenho contra o senhor para enfim tentar se defender?- Perguntei inocentemente. Com pressão com certeza ele falaria algo. Esses são do tipo que não aguentam muito, tenho certeza que não comandava sozinho...
– Tenta a sorte. – coçou o queixo e esperou eu falar.
– Vamos começar com os mais leves, sim? – Deu de ombro. – Pois bem, vamos lá: 1: Participação em trafico de drogas; 2:Recentemente, extraviar dinheiro de uma instituição publica; 3: Falsidade ideológica; 4: Agressão física a sua própria esposa. – Arregalou os olhos. – 5: Assassinato.
– Agressão? Quem lhe contou essa barbaridade? – Ainda estava assustado.
– Ninguém, eu vi sua esposa completamente deformada deitada na cama e sendo acudida pela filha. Sabe, ela quando nos viu deu um sorri tão lindo que chegava a ser contagiante. – sorri de lado. – E tem mais, ela com certeza lhe odeia ao ponto de nos ajudar a acabar com sua vida de vez!
– PROVE! – Gritou.
– Um exame de corpo de delito. Perfeito.
– RÁ! Ela não faria isso, ela não seria doida!
– Eu mesmo faria nela, pela que não posso por não ser licenciada. Mas tenho certeza que a equipe florença já deu um jeito nisso e o tem em mãos. E temos um depoimento gravado de sua esposa contando do seu envolvimento com o assassinato do Banqueiro Fred Phillip.
– Eu vou matar aquela puta! – grunhiu.
– Então você assume? – Bufou.
– Eu matei aquele infeliz mesmo, e dai? Ele estava falando de mais e xeretando de mais coisas que não eram de sua alçada! Sei que abria ou abriu o bico para alguém e creio que era sua esposa... – Ficou pensativo.
– Pois bem, sua confissão não me serve de nada já que seu irmão, esposa, e próprio amiguinho Edward Masen o entregou. Além do mais as investigações chegaram até o seu nome. – sorri.
– Foda-se você. – cuspiu no meu pé.
– Você gosta de cuspir né? Desacato a autoridade é apenas mais um na sua lista. Aliciar menores para trafico também é crime, sabia? Ameaça de morte então...
– Aquele pirralho deveria estar comigo e não contra mim! Ele estaria rico e sem aquela criança insuportável e mulherzinha atrasa vida que ele arrumou.
– Ele é muito feliz com a mulher e filha que tem meu querido.
– Isso durará pouco, pode ter certeza! – Senti essa ameaça e logo temi pela vida dos garotos. Chamei Jane com o dedo e logo chegou perto.
– Liguei para o Black e o avise sobre a ameaça do Felix, sinto que fará alguma coisa. Se possível mande dois policiais para ficarem lá, por favor. – Assentiu e saiu. – Você não sairá daqui tão cedo, Felix. – Me levantei e olhei para o Brian. – Não preciso de mais nada, tudo que precisamos para mantê-lo preso por no mínimo 10 anos eu já tenho.
– Não, agora não tenho mais perguntas. – Assenti.
– Jobs, efetue a prisão oficial desse idiota e o coloque numa cela isolada de todos os demais. Logo acionaremos a policia Federal.
– Perfeitamente, Tenente. – saímos de lá e fomos para minha sala.
– Aquele idiota vai ser um problema ainda, quer apostar? – Suspirei.
– Não duvido nada. – Brian sentou-se de frente e pegou alguns papeis e começou a escrever. – Farei um pequeno rascunho de tudo que sabemos dele, facilitará para nós.
– Hurum. – me joguei para trás e fechei os olhos por um segundo.
– Já liguei para o Black e ele mandou ficar sossegados, só está ele e o Caio em casa. Beatriz e Gabriela estão com a Rachel.
– Menos mal. – suspirei.
– Os policiais estão lá já. – assenti e fechei os olhos novamente. Estava literalmente um caco.
– Tenente! – Jobs entrou desesperado na minha sala.
– O que foi policial? – suspirei por não ter um segundo de paz.
– O Felix... Ele... – Gaguejou.
– Ele o que? – Perguntei sem entender.
– Ele fugiu! – Fiquei tensa e nervosa ao mesmo tempo.
– COMO ASSIM FUGIU? ELE ESTAVA SOBRE SUA RESPONSABILIDADE! – Gritei e fui a sua direção preste a lhe dar um soco.
– Calma. – Jane pediu me abraçando impedindo de chegar até ele. – Quando isso aconteceu? Saímos de lá agora!
– Ele... Ele conseguiu se livrar das algemas e pegou minha arma, me ameaçou e saiu pela janela.
– Desgraçado... – Suspirei e soquei a mesa. – Avise o Black, com certeza ele estará indo atrás do Caio. Mande dez policiais ficarem no hospital que sua esposa e filha estão, não quero que nada aconteça a elas! – Jane logo correu para falar com o Black e Brian para ver os policiais para o hospital. Peguei minhas coisas e sai da sala. –Você, Jobs, vá para casa, está dispensado e de suspensão. – Arregalou os olhos.
– Não tive culpa, Tenente! – tentou esclarecer, mas em seus olhos eu via que estava mentindo, de certa forma estava.
– Tenho minhas duvidas e isso que aconteceu aqui será investigado! – ficou branco e começou a tremer. Sai da sala e falei com o Jake. – Jobs Banks está suspenso por três dias, o quero bem longe daqui.
– Falarei com o Chefe, Tenente. – Assenti e logo sai da delegacia entrando na viatura.
– Bella, onde você pensa que vai? – Jane perguntou quando liguei o carro.
– Vou para Rochester, Billy mora lá. – Entrou no carro e colocou o cinto.
– Sozinha tu não vai, pode acelerar ai. – Sorri e acelerei.
– A rua está muito deserta, mesmo para 3h da manhã, aqui costuma ser bem movimentado, e a casa do Billy está toda apagada... – Um mau pressentimento me tomou. – Ele geralmente deixa alguma luz acessa...
PÁ.
– QUE PORRA FOI ESSA? – Jane logo saiu de carro e pegou sua arma.
– Merda, acho que chegamos atrasadas. – Saímos correndo até a casa e um som de briga era facilmente escutado.
– VOU MATAR VOCÊ, SEU MOLEQUE! – Era a voz do Felix.
– Jane, entra por trás que vou tentar evitar uma tragédia por aqui. Ter uma surpresa é sempre bom. – Assentiu e deu a volta na casa. Coloquei minha mão na maçaneta e vi que estava aberta. – Sorte.
Entrei na casa e vi Billy jogado no chão e com um tiro no peito e Felix lutando corpo a corpo com Caio.
– SOLTA A ARMA! – Gritei para o Felix. Ele se assustou com a minha voz e Caio conseguiu inverter a situação ficou por cima dele e pegou sua arma.
– Tenente, nunca foi tão bom lhe ver. – Suspirou.
Andei até o Billy e vi que estava respirando
– Acha que uma balinha dessas iria me matar? – Me assustei ao ver que estava consciente.
– Que alivio. – o ajudei a levantar e o sentei no sofá. – Caio, está bem? – Assentiu. – ótimo.
Jane chegou por trás e viu que estava tudo bem, pegou o comunicador e logo ligou para uma ambulância.
Ouvi passos do lado de fora e logo Bia entrou com sua filha e Rachel do lado.
– Mas o que... PAI! – Rachel correu desesperada até o Billy.
– Calma, pequena, calma. – a abraçou de lado e a tranquilizou.
– Meu amor, ele fez algo contra você? – Bia logo foi até seu namorado e Gabi correu para o pai.
– Estou bem, amor, estou bem. – suspirou e beijou as duas. – Obrigado, Tenente, obrigado. – Se levantou e veio até mim. Mas nesse vindo até mim ele esqueceu o irmão, virou as costas totalmente para ele e deixou a arma de qualquer maneira.
– Caio! – Beatriz gritou desesperada ao ver que Felix tinha uma arma apontada para ele e estava preste a atirar. Peguei minha arma e apontei para ele, mas não deu tempo de fazer nada, três disparos foram efetuados. Dois do Felix em direção ao Caio, pegando em seu peito, e um nas suas próprias costas, Jane conseguiu o acertar. – NÃO, NÃO!!! – Beatriz correu desesperada até o seu namorado e eu cai no chão em completo choque. Como eu deixei isso acontecer? Como eu fui tão desatenta assim?
– Bella, ajude-o, você sabe mais de primeiros socorros que eu! – Jane estava preocupada.
Andei até ele e olhei em seus olhos.
– Me perdoe. – Pedi quase sem voz.
– Cuida delas por mim, por favor. – Apertou em minha mão. – Elas são minha vida! – Vi o brilho de seus olhos indo embora, ficando fosco e completamente sem vida. Sua mão afrouxou a minha e deslizou até cair ao chão.
– Não adianta fazer nada. – Suspirei, ainda estava em choque pelo que aconteceu. Fechei seus olhos e voltei a repetir. – Me perdoe. – Beatriz se jogou desesperada em cima do corpo de Caio e Gabriela não entendia o por que daquilo.
– Tia Bella, papai dormiu? – Olhei emocionada para ela e a peguei no colo e abraçando forte.
– Papai está no céu agora, pequena, junto com o papai do céu. – me abraçou.
– Ele ficar com a gente não? – olhei em seus olhinhos e neguei. – Por quê?
– Porque agora ele está no paraíso e cuidará de vocês duas como um anjo da guarda.
– Vai ficar pra sempre com a gente?
– Para sempre no coração de vocês. – Assentiu e voltou a olhar para Beatriz.
– Mamãe... – Ficou triste ao ver sua mãe chorando desesperada com o corpo totalmente em cima do pai. – Mamãe! – Chorou mais.
– Filha. – Levantou-se e a pegou do meu colo a abraçando forte. Andei meio sem rumo e me apoiei na parede deslizando por ela até o chão.
– Foi minha culpa, eu não deveria... Eu tinha que... – Minha mente estava uma confusão enorme. A culpa e responsabilidade pela morte de Caio estavam em minhas costas.
– Não foi sua culpa, foi um erro nosso, eu também não me dei um trabalho de algema-lo. – Jane se agachou e pegou em minhas mãos. – Não se culpe por isso, por favor. – pediu secando minhas lágrimas.
– Eu prometi que protegeria sua família. – solucei. – Olha o que eu fiz quando o vi apontando a arma para ele... FIQUEI EM CHOQUE! – Tremi e fui abraçada por ela. – Se você não estivesse aqui todos estariam mortos!
– Não, Bella não estariam porque você o mataria com muita vontade. – beijou minha testa. – Eu te conheço, você não ficaria sem reagir. – me consolou.
– Duvido muito. – Jane me levantou assim que a ambulância chegou.
– Ele está baleado e infelizmente o outro não resistiu ao disparo. Esse que está estirado no chão gemendo de dor você pode deixar, dê atenção ao Sr. Black. – Jane orientou. – Beatriz, vamos sair daqui, você e sua filha precisam descansar. – Levantei o rosto e vi a agonia nos olhos de Beatriz e tristeza nos de Gabriela.
– Eu não vou conseguir seguir em frente... Não vou. Ele era minha fortaleza, meu guia, meu tudo. – Lamentou. Soltei-me de Jane e a abracei forte e fui retribuída.
– Me perdoa. – implorei.
– Não foi sua culpa, não foi. – nos separei e sequei suas lágrimas.
– Vocês vão para minha casa e ficaram comigo até tudo se resolver e o grupo do Felix ser totalmente preso. – Assentiu. – Jane, a leve para sua casa por enquanto, eu preciso da Alice. – Assentiu.
Fui até meu corro e segui em direção a sua faculdade. Já se passavam das 7h da manhã, ou seja, eu não havia pregado olho, a mais de 24h acordada.
Estacionei o carro de qualquer maneira, eu iria levar Alice dali, eu precisava sentir seu cheiro e seus carinhos, somente eles me acalmariam agora.
– Alice, eu te amo. – Ouvi a voz daquela japinha idiota e minha dor foi substituída por ódio.
– Ângela... – Andei mais e vi Alice beijando Ângela. Meus olhos encheram d’agua, novamente eu estava sentindo aquela dor, só que dessa vez era em dobro e juntando com a morte de Caio.
Dessa vez eu não me segurei, andei até elas. Separei Alice e Ângela rapidamente e dei um soco forte no meio da sua cara. Andei até ela e a peguei pela gola da camisa e usei o tom mais frio que eu tinha.
– Você é um ser que merece apanhar até a morte, sabia? – Apertei mais sua gola e ela foi ficando vermelha. – Você deu em cima da mulher que era minha, não foi só uma vez, FORAM DUAS! – a joguei no chão e a chutei. – VOCÊ DESTRUIU UM NAMORO QUE TINHA TUDO PARA DAR CERTO! – Gritei com ela e vi alguns universitários fazendo um circulo em nossa volta. – Você acabou com a minha vida, SUA DESGRAÇADA! – Me abaixei novamente e soquei seu rosto.
– Bella, acalme-se, por favor. – Alice implorou tocando em meu ombro. – Pense no que pode acontecer com você, sua reputação e seu emprego, Ângela não merece isso. – Acariciou meu rosto. – Por favor, amor. – Minha ira aumentou quando me chamou de amor. Levantei e a peguei pelo braço.
– E VOCÊ É UMA VADIA, Alice! – Arregalou os olhos.
– Eu...? Eu não fiz nada, eu juro! – Seus olhos ficaram marejados. – Ela me beijou e...
– E eu sou a rainha da Inglaterra! – Grunhi. – Eu... Eu estava disposta a recomeçar com você, estava disposta a esquecer toda a minha dor e ter uma nova chance com você, quem sabe ter uma família? – Sequei minhas lágrimas e Alice deixou as suas escorrerem por seu rosto.
– EU LHE JURO QUE NÃO FIZ NADA, DESSA VEZ EU NÃO FIZ NADA, Bella! – Insistiu.
– Eu... Eu preciso descansar, eu mereço isso. – Soltei seu braço, mas ela me abraçou fortemente.
– Eu te amo, será que não pode confiar em mim? Depois de tudo que fiz para me perdoar?
– Não posso confiar em alguém que me traiu duas vezes! – Tentei me soltar dela gentilmente, mas ela não me soltou. – Me larga! – fui curta e grossa.
– NÃO! – Me beijou, um beijo desesperador. Tentou aprofundar ele, mas não deixei. A empurrei e a vi cair no chão.
– Seu lugar é ai, Alice, no chão juntamente com aquela puta! Duas vadias... Vocês se merecem! – Jessica olhava aquilo tudo abismada, tentou vir falar comigo, mas correu para a amiga e a abraçou.
– Bella... – Tentou falar.
– Cala a boca, Jessica! – Gritei e sai de lá. Subi na minha moto e sui por ai.
POV. Especial (Jessica)
Alice estava tão animada, dizia que ela e Bella estavam para voltar, que estavam quase recomeçando a vida delas.
– Eu a amo tanto, Jess, chega a doer não a ter por completo!
– Isso que dá beijar qualquer um. – Joguei na sua cara.
– Eu sei, ok? Eu já sofri demais com isso! – fez cara feia. – Agora quero recomeçar minha vida! – Sorriu e logo perdeu o sorriso quando viu Ângela.
– Alice, meu amor, podemos conversar? – A olhei incrédula. Levantou a mão para acariciar seu rosto.
– Não. – Foi grossa. Adorei isso. — Eu falei que te quero bem longe de mim, Ângela! – se desvencilhou dela e sorri com aquilo.
– Alice, eu te amo, por favor, me dê uma chance! – Todos que estavam no estacionamento pararam para ouvir a declaração de amor.
– Você acabou com a minha vida, Ângela, você destruiu tudo que um dia eu sonhei. Eu perdi a pessoa que mais me fez feliz, a que me completava. Por favor, saia da minha vida! – Pediu séria e chorando.
– Você acha que poderia ter saído daquele jeito? – Falou dessa vez com raiva. — Você é minha, Alice, quando é que perceberá isso? – Prendeu Alice com as duas mãos e aproximou-se dela.
– Eu cometi o maior erro da minha vida, você pode apostar, eu amo a Bella, ela é a mulher da minha vida. – Sorri com isso, TOMA JAPINHA!
– Alice, eu te amo! – voltou a se declarar.
– Ângela... – Quando ia se desvencilhar dela, Ângela a puxou e a beijou fortemente, não dando tempo para Alice reagir.
Depois desse beijo eu realmente fiquei assustada com o que aconteceu. Bella surgiu do nado e começou a bater na Ângela, sim, ela merecia isso e muito mais, mas Alice estava entrando em desespero. Tentou separa-las e acalmar Bella, mas o que veio a seguir me deixou ainda mais boquiaberta. Bella gritou com Alice, a xingou e quase bateu.
Jogou-a no chão e disse coisas que não merecem ser repetidas e saiu sem me deixar falar alguma coisa, sobrou até para mim!
– Jess, eu perdi minha Bella de vez! – Lamentou.
– Calma, vamos conversar com ela, calma! – Pedi a puxando para o meu colo. – Dessa vez eu estou de prova que você foi beijada a força, eu vou te ajudar. – garanti.
– Bella não vai querer olhar na minha cara! – chorou mais.
– Vá atrás dela, ela deve ter ido para casa. Fiquei lá que vou tentar ligar para ela e conversar, ok? – Assentiu e tentou enxugar as lágrimas. – Vocês nasceram para ficarem juntas, Alice, acha que isso vai impedir um amor tão forte quanto o de vocês? Foi apenas um mal entendido, ela pegou o bonde andando. – Sorriu levemente.
– Obrigada, Jess. – beijei sua testa e a vi entrar no carro e ir para casa delas.
– Vai dar TUDO certo... – Olhei em volta e ouvi o povo cochichando sobre as duas e por serem lésbicas. – VOCÊS NÃO TÊM MAIS NADA PARA FAZEREM NÃO? VÃO PARA SALA DE AULA E ESTUDAR QUE GANHAM MAIS! – Gritei e todos se assustaram, logo cada um foi para o seu lado. – Bando de vagabundos!
Notas finais
Reviews? Recomendações?? Vamos estipular mais um numero de reviews?? Estamos em 308 reviews e chegamos a incrivel marca de 20 no capitulo anterior, Sabem como estou feliz?? ><'
330 eu posto, se chegar isso amanhã eu posto amanhã, MAS LEMBRANDO, 20 reviews nesse cap heim. Espertinhas!! Vamos fazer uma autora feliz e capitulos maiores e mais rápidos? SIm? ;)
Bsus, Lary ><'
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