Acaso Do Destino

8 Tensão e Tesão.


Notas iniciais
Então getinha linda. Tudo bão com vocês?
Então, gostaria de agradecer a compreensão e carinho de voces. Voces são uns amores! Sem mas!

E agora é a vez da autora chata: Poxinha, o numero de leitores está aumentando e os reviews diminuindo... Que lógica é essa? Tem leitores ai que está sumindo, pensam que não reparo? Só não vou citar os nomes - NÉ Mr VECTOR e CIA?! - Pois eu sou uma pessoa discreta...

Aos leitores novos que estão chegando agora e pegando a historia no final, sejam muito bem vindos ><' Sempre serão!

E como o capitulo anterior foi mais Light, esse vai ser um pouco hot. Afinal, o intuído dessa fic era ser algo quente e não dramático, mas como eu não consigo fazer nada sem drama e um romance... kk'
Bom, boa leitura ai ;)

POV. Bella

– Claro, bom... – Respirei fundo e comecei a falar... — Foi porque...

– Foi porque... Será que pode parar de gaguejar e ir direto ao ponto? – Rose estava um pouco ansiosa.

– Respira amor, não apresse sua irmã. – Emmett pediu gentilmente.

– Não, não e não. – negou e me olhou severamente. – Isabella Marie Swan, ande logo com isso. – Sorri de lado.

– Eu tive vergonha, Rose, simplesmente tive vergonha, medo, receio e mais um turbilhão de sentimentos confusos, fiquei temendo a reação de vocês ao voltar para casa depois de tudo que eu tinha aprontado... Eu não me achava digna de ser uma Swan depois de tudo que fiz. – abaixei a cabeça.

– Por que pensou isso? – Minha mãe sentou-se ao meu lado e puxou para o seu peito me abraçando carinhosamente.

– Mãe, convenhamos, eu fui uma idiota ao fazer o que fiz, fui causadora de milhares e milhares de suas lágrimas, fiz minha irmã sofrer e perder noites de sono por chegar de madrugada quebrando tudo em casa. Minha própria irmã me expulsou de casa... Eu realmente não tinha o direito de voltar para ela. – Uma lagrima escorreu por minha face e ela a enxugou delicadamente.

– Não... – a cortei.

– Sim, isso tudo é verdade e a senhora sabe muito bem disso! – Exclamei e me levantei me afastando de seu carinho. – Eu fui tão irresponsável, tão incoerente e sem noção. Perdi anos e anos de minha vida por uma causa tão idiota. – suspirei e me apoiei no peitoral da janela. – Eu só queria esquecer a dor da perda do meu pai e não causar a dor da minha mãe e irmã. – lamentei.

– Isabella, eu que fui idiota ao fazer aquilo com você e... – Rose falou com uma voz sofrida e logo a cortei também.

– Já falamos sobre isso e você sabe muito bem que estava mais do que certa. Eu mereci cada lágrima que derramei enquanto estava sozinha. Rosalie, eu não voltei para casa, pois sabia que meu lugar não era com vocês, realmente não as merecia. Uma mãe tão zelosa e carinhosa como Esme e uma irmã tão amiga e perfeita como você não era para mim. – Senti braços longos me abraçarem por trás.

– Sempre sonhei com o dia em que você entraria pela porta de nossa casa e me bateria por ter ocupado sua cama. – ri dela. – Sempre sonhei em vê-la sorrindo e implicando comigo. Ficava a todo instante imaginando se um dia eu a teria comigo, minha irmã. – Rose deitou sua cabeça em meu ombro e soluçou. – Eu me sentia tão mal por não a ter comigo que se não fosse pelo Emm... Eu realmente não teria forças para continuar vivendo. A culpa misturada a minha dor e a dor de ver nossa mãe chorando por não a ter conosco era muito grande para mim. – Me virei e a abracei forte. Olhei para trás e vi minha mãe sendo amparada por Carlisle, mas logo se livrou dele e correu ao nosso encontro.

– Eu realmente não quero saber o motivo de não ter vindo antes, não quero lembrar-me da dor te ter ficado quase dez anos sem lhe ter comigo, sem ter minha família completo. O que eu realmente quero é viver esse presente intensamente, curti minhas filhas, netos, genro e nora. – rimos. – Eu quero ter a vida da minha caçula ligada a minha novamente e com a minha primogênita ao meu lado. – As abracei mais forte.

– Pode deixar, mãe, juro que não serei mais uma decepção para a senhora, muito menos para você, loira. – Brinquei e riram.

– Acho bom, porque agora eu não vou te expulsar, eu vou te capar! – Assenti.

– Ela vai ser um orgulho para a senhora, mãe. – Alice veio e me abraçou.

– Sei disso. – Esme sorriu.

– Sua filha agora vai ser tenente, tem motivo maior de orgulho? – Me olhou com os olhos arregalados e Rose sorriu maliciosa.

– Se como uma guardinha abusava do poder, imaginem agora? – Assenti.

– Fazer o que, quem pode, pode! – Gabei e rimos.

– Isso é sério? – Esme perguntou e assenti. – Minha filha... – me abraçou de lado. – Se Charlie estivesse aqui e agora você seria o maior orgulho dele assim como está sendo o meu. – sorri um pouco emocionada.

– Obrigada. – fiquei um pouco corada e virei o rosto olhando na direção de Kate. A vi cabisbaixa e quase jogando no ombro da irmã. Levantei-me e fui até ela. – Está melhor? – perguntei acariciando suas costas.

– Tem como está, Bella? – ironizou um pouco.

– Hey calma ai. – pedi. – Eu só quis ser educada, sua grossa. – riu baixinho. – Vem, vou te apresentar minha família. – Assentiu. — Olá Irina, como vai? – Perguntei educadamente.

– Bem, e a Srta?

– Só Bella, por favor, não sou sua patroa ou algo do tipo. – pisquei e ela assentiu rindo.

– É claro que é. – Alice falou me abraçando por trás. – É minha namorada e filha da Esme, você é mais do que de casa – Neguei.

– Sou isso tudo, mas não mando na Irina no seu ambiente de trabalho. – me virei e beijei sua testa. – Hoje o almoço é por minha conta! – Rose bateu palmas.

– Lasanha, por favor. – Implorou e eu ri.

– Apesar de não estar gravida eu vou conceder esse desejo seu. – me mandou um beijo. – Kate, essa é minha irmã. – Apontei para Rose. – Rosalie, ou simplesmente Rose. – Sorriu para ela. – Aquele grandão lá é o meu cunhado e marido da minha irmã, Emmett. – Sorri e acenou. – Aquela lindona ali de olhos verdes é a minha mãe, Esme. – Minha mãe veio até nós e a abraçou delicadamente.

– Tudo bem querida? – Assentiu minimamente. – Seja muito bem vinda a minha casa, fique a vontade. – Sorriu de lado.

– Você realmente não se parece com sua mãe, Bella. – A olhei sem entender. – Ela é educada. – Fechei a cara e todos riram.

– Engraçadinha. E aquele tirando uma casquinha da minha mãe é o Carlisle, marido dela e pai do Emmett e Alice. – Apresentei e ele a cumprimentou com um aperto de mão.

– Ou seja, seu sogrão. – Assenti rindo. – peguei na sua mão e a levei para o sofá.

– Vou te roubar só um pouquinho da sua irmã. – A levei para fora da casa e segurei firme em sua mão. – Você...

– Eu estou bem, realmente estou muito melhor. Conversar com minha irmã está me fazendo muito bem. Não se preocupe comigo, por favor. – Pediu. Sorriu de lado e a abracei forte sendo retribuída.

– Não tem como, sabe que é muito importante para mim, você é a metade da minha irmã e, além disso, minha melhor amiga. Eu tenho como obrigação te proteger e te cuidar. – beijou minhas mãos.

– Muito obrigada, Bells, você é um anjo. – sorri de lado. – Caído, mas é. – Rimos e voltamos para a sala abraçadas. – Eu acho que vou para casa, preciso descansar um pouco. – Anunciou.

– Quer que eu vá com você? – Me prontifiquei.

– Não há necessidade, Bells. – Assenti meio relutante. – Estar grávida não é estar doente. – ironizou.

– Qualquer coisa me ligue, por favor. – Pedi. – Irina vá com ela, fiquei com ela por mim? – pedi.

– Agora eu preciso de babá? – perguntou indignada fazendo todos rirem.

– Prometi a uma certa pessoa que cuidaria de você, já que não me quer por perto tenho que ter outra pessoa de olho em você. – Revirou os olhos e Irina logo chegou perto de nós.

– Sra. Cullen, posso... – Começou a pedir.

– Claro que sim, tenho certeza que ela vai te liberar. – pisquei para minha mãe que assentiu rindo.

– Pode ir sim, Irina, fiquei o tempo que precisar. – Minha mãe sorriu amavelmente e as duas se despediram rapidamente e saíram levando meu carro.

– Perfeito, agora estou sem como me locomover. – Resmunguei e me joguei ao lado da minha namorada.

– Eu te levo para casa, boba. – beijou meu pescoço e fiquei completamente arrepiada.

– Bom, acho bom. – A trouxe para meu peito e comecei a acariciar sua cabeça e beijei o topo dela.- Te amo. – falei baixinho para só ela escutar.

– Também me amo. – ri dela. – Te amo. – fechou os olhos e ficou praticamente deitada no sofá e apoiada em mim, me usando como travesseiro.

– Mamãe, a tia Alice não andava com aquele moço alto e loiro? – Olhei atentamente para Anne quando falou isso.

– Quem, Anne? – Perguntei tentando conter o ciúme.

– Ohhh.... Ooooh... O loiro altão... Jamies. – falou enrolando a língua.

– James. – Alice falou e deu de ombros.- Não pequena, eu não estou mais com ele tem um tempinho. – riu e continuei rígida. – Eu estou com a Tia Bella agora, bem melhor, não acha? – Relaxei um pouco e sorri.

– Hurum, ela é mais legal, muito mais legal! – Pulou em cima de nós e me abraçou.

– Sou legal, é? – Assentiu. – Acho bom. – riu enquanto beijava seu rostinho por inteiro.

– Eu estou com fome... – Rose reclamou.

– Problema é seu, acabou de tomar café da manhã. – dei de ombros e uma almofada acertou minha cara. – Hey! – Reclamei.

– Vai fazer o almoço, Bells, estou com fome. – Levantei revirando os olhos e devolvendo a almofada na cara dela.

– Pelo visto tenho minhas duas adolescentes em casa novamente. – Mamãe falou rindo e a acompanhamos.

Fui para cozinha e comecei a preparar a minha tão famosa lasanha. Peguei todos os ingredientes necessários e quando comecei a cortar o tomate sinto dois braços circulando minha cintura e me abraçando fortemente..

– Você ficou estranha depois do que a Anne falou, está bem? – perguntou preocupada.

– Sim, por que não estaria? – Não consegui controlar minha ironia.

– Está com ciúmes de um ex. ficante meu? – Perguntou incrédula e fiquei quieta voltando a preparar minha lasanha. – Bella, estou falando com você. – Me virou e agarrou minha cintura.

– Não Alice, não fiquei. – bufei e fui até a geladeira pegar a cebola.

– Bella, eu te amo, sua boba. – falou rindo e pegando em meu braço me puxando para ela novamente. – Te amo muito. – beijou meus lábios docemente. Agarrei sua cintura e a trouxe mais para mim. Sua língua acariciava a minha com calma e suavidade. Minha mão começou a passear livremente pelo seu corpo enquanto a outra repousava em seu quadril a mantendo sempre junto a mim.

– Será que esse almoço sai ainda hoje? – Esme brincou ao nos pegar no flagra.

– Me desculpa. – pedi meio sem graça e voltei para a pia.

– Vem Alice, deixe sua namorada terminar o almoço em paz. – me olhou travessa e comecei a rir sozinha quando saíram.

– Mereço... – balancei a cabeça e voltei ao meu trabalho.

[...]

– Eu realmente senti falta disso! – Rose saboreava o terceiro pedaço da lasanha. O almoço estava sendo bastante descontraído e divertido. Estava aproveitando para conhecer a família da minha namorada, mãe e irmã.

– Você realmente cozinha muito bem, Bella. – Carlisle me elogiou.

– Obrigada. – Agradeci.

– Pelo menos de fome eu não morro. – Alice brincou e todos riram. Passei a mão em sua perna e subi lentamente até a barra do seu short e desci novamente. Ela olhou maliciosa para mim.

– De fome eu nunca deixaria minha amada morrer. – Entrei na brincadeira e sussurrei em seu ouvido. – Não te deixo morrer e também não morrei tão cedo. – E mordi sua orelha. Alice segurou seu gemido e disfarçou sua cara quando a dei um selinho.

– Oh, tenho certeza disso.- Rose entendeu perfeitamente minha frase e riu maliciosa, logo retribui.

– Bom, infelizmente não posso ficar, tenho plantão. – Sr. Cullen levantou e se despediu dos filhos e da minha mãe. – Rose, se você sentir dor me ligue. – Assentiu. – E Bella foi um prazer conhece-la melhor, e mais uma vez seja bem vinda à família. – Sorri de lado.

– Obrigada, sogrão. – rimos e deu um selinho na minha mãe. – Hey, na minha frente? – minha mãe sorriu irônica para mim. – Dona Esme, fica na tua ai. – pedi e assentiu rindo.

– O que vamos fazer agora? – Perguntei abraçando Alice.

– Eu não sei vocês, mas eu estou morrendo de sono. – Rose levantou e Emm seguiu seu exemplo pegando Anne no colo. – Vamos deitar, até mais tarde, mana. – assenti.

– Eu vou para o meu jardim, qualquer coisa me chamem. – Mamãe saiu e ficamos apenas eu e Alice ali, sentadas olhando uma para a cara da outra.

– Vem, vamos para a sala. – Me puxou e me jogou no sofá sentado em cima de mim. – Você não deveria ter me provocado daquela maneira. – lambeu meu pescoço e deixou uma linda marca da sua chupada ali.

– Alice... – gemi baixinho. – Aqui não, por favor. – Implorei.

– Não estou fazendo nada. – se fez de desentendida e rebolou em meu colo. Apertei sua cintura e subi minha mão por debaixo da blusa até alcançar seu sutiã. – Você que está com mão boba ai. – me repreendeu e sorri de lado.

– Você me faz perder o juízo, sabia? – Perguntei me envolvendo em seu charme e beijei seu pescoço a fazendo ficar arrepiada.

– Hum... Você perde o juízo por minha causa, é? – Assenti e abri o fecho do seu sutiã. – Aqui não, você mesma disse. – não liguei para o que disse e retirei seu sutiã (que era sem alça, facilitou muito.) e o joguei do meu lado. Massageei seus seios e ela jogou a cabeça para trás. – Alguém pode aparecer... – Me alertou.

– Lembro-me que quando Rose ia dormir ela praticamente hibernava. Anne ainda é uma criança, com certeza dorme mais que a mãe. Emmett vai ficar com a família e minha mãe quando mexe nas suas plantas... Nunca se sabe se vai voltar de lá. – Apertei seu peito e, por de cima da blusa, mordi o bico do seu seio direito.

– Bells... Meu quarto, agora. – Pediu ofegante. A peguei no colo e ela logo enlaçou minha cintura com suas pernas.

Subi as escadas e fui sendo guiada por ela. Apesar de já ter vindo para seu quarto, não consigo me lembrar do caminho, da ultima vez estava um pouco ocupada para poder reparar nisso.

Abri a porta quando chegamos e logo e fechei e tranquei rapidamente. Prensei Alice na parede e voltei a beija-la ferozmente, fazendo nossas bocas quase se fundirem. Alice gemia em minha boca e eu logo os capturava abafava com meus lábios ávidos pelos seus. A prendi na parede com a cintura flexionando seu quadril e retirei sua blusa deixando seus seios expostos.

– Bella... – Controlou seu gemido quando encostei minha boca em seu seio. – Bells... – Jogou seu corpo para trás e apoiou sua cabeça completamente da parede quando comecei a suga-la fortemente. – Isabella. – Trincou os dentes e puxou meu cabelo ao mesmo tempo em que puxava ele para mais perto.

Continuei a chupa-la até vê-la completamente louca. Desci minha mão pelo seu corpo e parei em seu pequeno short. Abri os botões dele e desci lentamente seu zíper infiltrando minha mão dentro dele.

– Amor... – abria e fechava os olhos lentamente apreciando minha chupada em seu seio.

Meus dedos arrastaram sua calcinha para o lado e alcançaram seu clitóris e o massageou lentamente, a torturando de prazer. Alice se contorcia em meu colo, eu estava amando isso. Meus dedos desceram mais um pouco e se esfregaram em sua entrada e constataram que ela estava completamente encharcada, molhadinha e pronta para mim.

– Eu te amo. – Sussurrei em seu ouvido.

– Eu também te amo, mas, por favor, acabe logo com essa tortura. – Implorou olhando em meus olhos. Eles estavam negros de luxuria.

– Que tortura?- Perguntei sorrindo docemente e apertando seu clitóris e forçando a ponta do meu dedo na sua entrada, seus olhos me fitaram intensamente. – Isso?

– Sínica. – sorri. – Vai, por favor, acaba com isso. – fechou os olhos.

– O que você quer que eu faça para acabar com isso? – Perguntei docemente em seu ouvido e lambendo seu pescoço.

– Bells... – Deu uma pequena rebolada e meu dedo entrou mais dentro dela. – Ohh... Isso... Vai. – voltou a rebolar e segurei seu quadril.

– Você não me respondeu. – rodei meu dedo dentro dela e com meu dedo eu estimulei seu clitóris.

– Você quer mesmo que eu diga em voz alta? – Assenti.

– É o que eu mais quero, meu amor. Ouvir você clamar por mim. – mordi o lobo de sua orelha e ela voltou a gemer.

– Me fode, enfia esse dedo em mim, por favor. – Assenti sorrindo e coloquei meu dedo lentamente dentro dela. – Bells... Forte, Rápido. – pediu voltando a rebolar em meu dedo.

Assenti e aumentei a velocidade enquanto Alice subia e descia pela parede quicando em meu dedo. Acrescentei logo meus quatro dedos e Alice gritou contra meu peito.

– Sua puta.- me xingou e ri.

– Quem dá dando aqui é você, vadia. – apertei forte em sua bunda e continuei a penetra-la com meus dedos e a estimular com meu dedão. Meu ritmo aumentava à medida que seus gemidos iam se intensificando.

– Bella, eu vou... Eu vou... – Alice falava entre lufadas de ar. Eu senti sua entrada pulsando ainda mais e apertando meus dedos. Ela respirou fundo e gritou quando alcançou seu ápice.

– Gozar? – Ironizei e ela riu em meu ouvido. Retirei meu dedo de dentro dela e lambi um por um. Alice ficou vidrada nisso. – Você tem um gosto perfeito, já falei isso? – Perguntei. Ela somente assentiu.

A retirei da parede e a joguei na cama. Retirei seu short e rasguei sua calcinha.

– Você está vestida ainda, não reparou nisso? – perguntou com dificuldades. Sorri e rapidamente me livrei da minha blusa e minha calça. – Um pouco melhor. – Subi na cama e coloquei meu corpo sobre o dela.

– Um pouco melhor? E o que seria melhor para você? – beijei seu pescoço.

– Você completamente nua com a sua buceta na minha boca. – sussurrou em meu ouvido e foi minha vez de gemer. Ela inverteu nossa posição e sentou em meu colo. – Que tal fazer isso agora? – Fez uma pergunta retórica e logo se livrou do meu sutiã e atacou meu seio com força.

– Alice! – Trinquei os dentes e gemi a medida que mordia o bico do meu seio e o sugava com força.

Ela simplesmente amava ouvir meus gemidos descontrolados, tenho certeza. Desceu sua mão pelo meu corpo e parou em cima da minha calcinha. – Só não rasgo ela, pois você está na minha casa... – Sorri quando a ouvi falar aquilo. Largou meu peito e desceu beijando meu ombro, colo, barriga e chegou ao seu destino final, minha intimidade. Retirou minha calcinha por completo e deu um beijo em meu sexo. Gemi com isso.

– Minha Bella. – sussurrou por cima da minha intimidade.

– Sua... – Joguei minha cabeça para trás quando senti sua língua passar lentamente por toda a extensão da minha intimidade. – Alice... – gemi baixinho e ela mordeu levemente meu clitóris, trazendo uma pequena dor, mas uma enorme excitação. – Ahn... – Gemi fechando os olhos.

Alice Sugava-me com tanta volúpia que inconscientemente rebolei em sua boca a fazendo ficar louca.

– Isso, sua vadia, rebola na minha boca enquanto eu te chupo. – Meu tesão aumentou e perdi o controle quando sua língua foi para minha fenda e ela a infiltrou ali, entrando e saindo num ritmo lento e maravilhoso.

Apertei o lençol com força e mordia meus lábios com força. Alice estava acabando comigo, suas sugadas eram fortes e sua penetração lenta, eu realmente já estava sem forças para aguentar tanta tortura, pior ainda quando ela desceu sua mão e enfiou dois dedos dentro de mim. Revirei os olhos e meu quadril se movimentava de maneira alucinante. Sua língua em meu clitóris e seus dedos dentro de mim não demorou muito até que me fizeram gozar e derramar meu líquido em seus lábios. Ela me sugou ainda mais e lambeu todos os dedos. Subiu até meus lábios e me beijou profundamente, me fazendo sentir meu próprio gosto.

– Tão perfeita. – Sussurrou por cima dos meus lábios.

– Tão maravilhosa. – devolvi e a puxei para meu peito. – Você com certeza veio para mudar minha vida. – beijei sua testa e afundou sua cabeça em meu pescoço.

– E você para completar a minha. – sorri de lado.

– O James lá te fazia ter um orgasmo como eu? – perguntei e ela riu.

– Nunca ninguém chegou perto de você. – Sorri de lado e a sentir fechar os olhos.

– Durma meu amor, ficarei aqui com você. – assentiu e relaxou por completo.

[...]

Acordei me sentido revigorada, tinha uma linda mulher ao meu lado e estava completamente nua. Seu rosto estava sereno e em seus lábios tinha um pequeno sorriso, o que a fazia parecer um anjo. Olhei para o lado e vi que já estava na minha hora. Fitei mais uma vez o rosto da mulher que tanto amo e dei um beijo em sua testa. Retirei meu braço delicadamente debaixo dela e suas mãos de minha cintura.

Peguei minhas roupas que estavam espalhadas no chão e as coloquei rapidamente. Olhei para cama e não teria coragem de acorda-la, está tão linda dormindo... Peguei um bloco e caneta que estavam em seu criado mudo e escrevi um pequeno bilhete. Arranquei do bloco e coloquei em cima do meu travesseiro. Dei mais um beijo em sua cabeça e sai do seu quarto sem fazer barulho.

– Até que enfim! – Rose implicou comigo assim que cheguei à sala. – Pensei que ficaria naquele quarto a noite toda. – Ri dela.

– Maninha, eu tenho plantão, se não fosse por isso... – Rimos e dei um beijo em sua bochecha e outro na Anne. – Estou indo, até mais. – Fechou a cara. – Fica assim não, amanhã quando der passo aqui para te ver. – Assentiu ainda de cara fechada. – Cadê a mamãe? –Perguntei.

– No jardim ainda. – Rimos. – E pode pegar meu carro, Kate e Irina levaram o seu, não é? – assenti e peguei as chaves dele. Fui até o jardim e encontrei minha amada mamãe ali.

– A senhora realmente ama mais suas plantas a sua família. – Sorriu para mim. – Está aqui há cinco horas!

– Você realmente ama mais Alice do que a sua família, ficou com ela cinco horas!

– Cheque! – rimos e me sentei ao seu lado. – Eu acho que encontrei a minha metade. – Falei ao me lembrar de suas várias histórias sobre almas gêmeas.

– Bom, não é o comum, mas se vocês são felizes juntas quem sou eu para ir contra isso? – Abracei fortemente. – Você está com o cheiro da Alice em toda parte do corpo. – Ri. – Me diga que tomou banho. – A apertei mais forte e começou a me empurrar. – Isabella! – Rimos.

– Calma mãe. – Pedi. – E não, não tomei banho. – me olho incrédula e se afastou de mim. – Para que banho? Só serve par tirar esse cheiro maravilhoso que tenho agora em meu corpo. – Cheirei meu braço e lembrai do seu corpo em cima do meu me beijando loucamente.

– Bella, não tem plantão hoje? – Assenti e dei um beijo em sua mão.

– Tchau, mãe. – sorriu de lado.

– Tchau, pequena. Quando te verei novamente?

– Amanhã à noite eu venho aqui. – Me levantei e fui para a garagem. – Ok... Mas que porra é essa? – Babei nas Mercedes, BMW, Ferrares, Porsche e Lamborghini.

– Uma pequena coleção. – Olhei assustada e vi Emm saindo debaixo de um dos carros. – Desculpa. – Pediu ao ver minha cara de espanto.

– Você é mecânico? – perguntei.

– Engenheiro automotivo, na verdade. – Assenti. – Essas gracinhas são minha, lindas, não? – Apontou para as Lamborghini e uma BMW. Assenti. – Aquela Ferrari vermelha é da Rose, dei de presente quando me contou que estava grávida do Charlie.

– Imagino o que você deu quando tiveram a Anne. – Riu.

– Dei a nossa casa. – o olhei surpresa. – Moramos não muito longe daqui, amanha te levo lá. – Assenti. – Rose me deu os melhores presentes e meus bens mais preciosos, dar um bem material não chega aos pés dos meus filhos. – Sorri para ele.

– Rose realmente tem sorte por ter você.

– Na verdade eu que tenho sorte por tê-la. – Limpou sua mão e abriu a porta da Ferrari para mim. – Bom trabalho. – Assenti.

– Muito obrigada. – Me olhou sem entender. – Obrigada por ajudar e cuidar da minha irmã em todas as crises em que eu fui o motivo. – Deu de ombros.

– Eu amo a Rose, minha obrigação fazer isso. – Dei partida no carro.

– Mesmo assim, obrigada. –Sorriu, um sorriso que me fez lembrar da minha Alice. – Você é o cara certo para Rose. – Sorriu mais ainda

– Fico feliz que tenho a aprovação da minha cunhada.

– E eu, tenho do meu cunhado? – Gargalhou e assentiu.

– Mais que aprovada. Nunca vi Alice sorrir tanto pelo simples fato de ouvir o nome de alguém ou de ver algo que a faça lembrar disso. – Minha vez de sorrir. – Você faz minha irmã feliz, e a fazendo feliz me faz feliz também. – Abriu a porta da garagem para que eu saísse. – Mas da próxima vez vê se não deixa as roupas intimas espalhadas pela sala. – Falou ao jogar o sutiã de Alice em mim. Sorri maliciosa

– Ok, vou tentar evitar isso... – Sorriu malicioso e retribui. — Então até mais, cunhadinho. – Nos despedimos e partir para casa e logo em seguida para a delegacia.

Notas finais
Então gentinha, espero tenham curtido um pouco. Deixem Reviews, recomendações, Me mandem MP's, amo conversar com meus leitores. Adoro encher o saco de voces, né LuuhAndrade, Vidah Cullen, Joice, Popo...

Bom, dia 15 está chegando e quem lê precisava te dizer deve saber o que isso significa! kk'. Quarta feira que vem primeiro capitulo da segunda temporada... :D

Bsus, Lary ><'