Acaso Do Destino
9 O Troco
Notas iniciais
Aproveitando o castigo de uma postagem por semana, meus lindos?? kk'
Mas olha, antes de falarem qualquer coisa percebam que os captulos estão aumentando. Esse tem mais de 5 mil! UOUUU. kk'
Bom, Thamib, voce com certeza é maravilhosa! Amei sua recomendação e fiquei imensamente feliz com ela!! Isso me impulsionou na hora de escrever, tanto que saiu um capitulo record heim!! k'
Bom, precisava te dizer estreia amanhã com um capitulo meio que diferente, uma retrospectiva da primeira temporada e um pouquinho da segunda, só para voces se acentuarem e saberem o que está por vim... é melhor eu ir logo antes que conte tudo...
Bom, chega de lero,lero. Quero que voces tenham uma ótima leitura e me perdoem os erros de portugues.
POV. Bella.
– Jasper! – Sorri ao ser recebido pelo meu garoto. – Também estava com saudades de você, meu lindo. – beijei sua cabeça e pulou em cima de mim. – Jazz! – comecei a rir enquanto ele lambia meu rosto por inteiro. – Para garoto, para! – Latiu três vezes e só saiu de cima de mim para ir comer. – Uau, me trocou por comida? Sério mesmo? – Pergunto indignada e escuto uma pequena risada. Olho para cima e... – Jane. – Sorri para ela e me levanto com sua ajuda. – Então, como está a minha irmã? – Pergunto acariciando seu rosto e secando algumas lágrimas que estavam ali.
– Bem melhor. Você estava certa, sempre esteve na verdade. – Sorri de lado.
– E tomou uma decisão? – Perguntei esperançosa.
– Sim.
– Sim... Então, qual foi? – Pergunto ansiosa e ela ri me abraçando.
– Você esta fedendo! – me acusa.
– Bom, sexo com Alice e depois banho de saliva... O que você quer? – Se separa com nojo de mim e ri da sua cara.
– QUE. NOJO!
– Para de frescura, anda, me fala qual foi sua decisão. – Pedi.
– Vá tomar um banho que eu converso com você. – revirei os olhos, mas assenti.
– Ok, vou aproveitar e me arrumar logo, hoje eu tenho plantão. – Assentiu. Virei-me e... PUFF. – Minha bunda... – reclamei enquanto ouvia o choro do Jasper.
– Tadinho, ela te machucou meu pequeno? – Jane perguntou carinhosamente para o Jazz e me olhou raivosa.
– Hellloooo, eu que cai! Ele que me derrubou! – Revirou os olhos e, com dificuldade, o pegou no colo.
– Vamos ver essa patinha, meu amor, espero que aquela monstra não tenha lhe machucado – saiu com ele no colo e eu fiquei olhando aquilo chocada e com a bunda doendo.
Levantei e caminhei mancando para o meu quarto...
– Oh vida tirana!
[...]
– Então, já estou aqui. – Me joguei ao seu lado no sofá. Já estava fardada e pronta para o trabalho. Jane se jogou em meu peito e fungou. – Por favor, sem choro, ok? – Pedi e ela riu. – Já me basta ter que amparar Kate hoje mais cedo, você é a ativa da relação seja também o mais macho! – Brinquei e a senti relaxar um pouco.
– Kate chorou hoje? – Perguntou um pouco aflita.
– Assim como você e falou exatamente aquilo que pensei... – Acariciei sua cabeça.
– Ela quer tirar a criança? – Assenti. – Como ela pôde pensar em tirar nosso filho? – Perguntou incrédula.
– Falei a mesma coisa para ela e... – Pera ai, ela disse nosso filho? – Nosso? Você então... – Sorri com isso.
– Kate é minha mulher, cometemos muitos erros e não vou perdê-la para sempre por um deslize desses. Afinal de contas estávamos separadas, ela podia fazer o que bem quisesse que não seria da minha alçada. – Beijei sua cabeça.
– Enfim terei essa casa para mim? Casamento ainda está de pé? – Se levantou e me bateu.
– Você é uma interesseira, sabia? – Assenti. – Vadia! – rimos e me abraçou forte. – Obrigada por tudo, irmã. – Retribui.
– Não por isso, maninha. – beijei sua bochecha e escutei um barulho de carro sendo freado bruscamente. – Ok, quem será o doido que faz isso enfrente a casa de duas policias? – Pergunto e Jane ri. Escuto o trinco da porta sendo aberta e fico confusa. – A não ser que essa doida... – E vejo Kate entrando pela porta e ficando parada olhando para nós. – Que a doida seja mulher de outra doida... Separadas apenas por um distintivo. – Ri e Jane levantou do meu colo.
– Kate/Jane... – Sorriram uma para outra.
– Meninas. – imito e recebo uma almofada na cara. – OK, me desculpem... – Ergui os braços e me levantei pegando minhas coisas. – Estou indo, deixarei vocês a sós. – beijei a testa de Jane e cumprimentei Kate. – Olha o que vocês vão fazer, Jasper está em casa. – Kate sorriu de lado e sai as deixando sozinha.
Quando cheguei ao carro e olhei para sala vi uma cena que me fez sorri, Jane e Kate estavam abraçadas e se beijando carinhosamente.
– Eu falei que iriam voltar... Eu sou foda, sem mas! – Entrei no carro e fui para a delegacia.
– Boa noite pessoal. – Cumprimentei todos.
– Como vai à futura Tenente Swan? – Detetive Carlos brincou.
– Estarei bem melhor quando puder mandar em você. – pisquei e caímos na gargalhada. – Onde está o Chefe William? – Perguntei guardando minhas coisas.
– Na sala, e ele quer falar com você. – Assenti e fui logo indo para a sua sala.
– Estava me esperando, Chefe? – Perguntei entrando na sala logo após bater na porta.
– Isabella, era justamente você que eu estava precisando falar agora. – Estava um pouco triste e desanimado.
– Aconteceu alguma coisa, senhor?
– Não é sobre o trabalho, é algo pessoal, mas preciso de sua ajuda. – Pediu. Assenti e apontou para a cadeira. – Sente-se, por favor. – Me sentei e esperei que dissesse algo.
– Senhor... – Perguntei um pouco preocupada quando vi que não falaria nada.
– É sobre a Kate. – suspirou pesadamente. – Ela estava abalada hoje mais cedo, não quis falar comigo e ficou até agora trancada no seu quarto com Irina ao seu lado. – levantou a cabeça e me fitou. – O que está acontecendo? O porquê dessa depressão toda? – perguntou aflito. Assenti entendendo seu lado paternal.
– Senhor, eu acho que não devo me meter nisso, é assunto dela e da Jane. – assentiu.
– Por favor, eu estou ficando preocupado com ela. – implorou.
– Kate fez coisas que se arrepende Senhor, apenas isso. Mas hoje pela tarde ela se acertou com sua amada, creio que aquela tristeza já acabou e que logo o senhor receberá uma ótima e surpreendente noticia. – Sorri de lado e o vi ficando um pouco mais relaxado.
– Muito obrigado, Isabella. – assenti e me levantei.
– Só isso senhor? – negou. – Mais o que?
– Suas provas foram adiantadas. – Fiquei só um pouquinho tensa. – Serão realizadas hoje e amanhã, ou seja, seu plantão será trocado por apenas provas teóricas e práticas. – O olhei surpresa.
– Mas senhor... – me cortou.
– Tenho certeza que vai se dar bem. Será fichinha para você. – Ri do seu vocabulário e assenti. – Troque sua roupa e coloque essa daqui. – Me estendeu uma sacola com um conjunto de roupas. Um uniforme de treinamento. – Daqui duas horas será chamada por mim e iremos para o outro lado da cidade. Lá encontraremos com os outros que realizaram a prova. – Assenti. – Dispensada. – Pedi licença e me retirei do local para me trocar e preparar-me mentalmente.
[2 horas depois...]
– Isabella Swan. – Chefe William me chamou. Levantei-me e prestei continência.
– Sim, senhor! – Me olhou sorrindo.
– Vamos, está na hora. – Assenti.
– Que Deus me ajude. – Respirei fundo e o acompanhei.
POV. Alice
Eu estava flutuando de tanta felicidade, aquela manhã foi perfeita e tarde melhor ainda. Um sorri brotou em meus lábios ao lembrar de tudo que eu e Bella fizemos hoje...
Rolei na cama e estiquei o braço para abraçar a minha linda, mas o que encontrei foi apenas um travesseiro vazio e frio. Abri os olhos aflitos e encontrei um pedaço de papel bem ali. Levantei-me e fiquei sentada na cama após pegar o bilhete.
“ Estava tão linda dormindo, parecia um anjo, que achei maldade lhe acordar. Hoje, como já disse, tenho plantão. Ou seja, só lhe verei amanhã.
Pode ter certeza, contarei os segundos para vê-la novamente. Te amo, com amor...
Isabella Swan, sua Bella.”
Sorri lendo o bilhete, mas uma tristeza me atingiu. Eu só a veria novamente amanhã...
Respirei fundo e levantei pegando meu roupão, iria tomar um banho e comer alguma coisa, estava morrendo de fome...
Durante o banho relembrei cada beijo e toque que trocamos enquanto estávamos na cama, eu realmente não posso mais viver sem essa mulher, ela é tudo na minha vida! Fechei os olhos e pude sentir seus lábios tocando em meu pescoço e sua mão apalpando meus seios carinhosamente.
– Bella, eu realmente estou a sua mercê, sou completamente sua. – sorri de olhos fechados.
[...]
– Boa tarde! – Cumprimentei a todos e me joguei no sofá da sala.
– Boa noite, você quer dizer. – Emm implicou comigo. Revirei os olhos e peguei o controlo trocando de canal. – Menina abusada. – ralhou comigo e dei língua para ele.
– Então, cansou tanto assim para acordar só agora? – Rose piscou para mim e acabei ficando um pouco envergonhada.
– Bom... Her...- Gaguejei e todos riram. – PAREM! – Pedi fazendo bico e cruzei os braços emburrada. Esme veio até mim e me abraçou carinhosamente.
– Bella veio falar comigo hoje... – Falou tranquilamente em meu ouvido.
– E o que ela falou com você?- Perguntei naturalmente.
– Nada de mais. – Deu de ombros. – Apenas que encontrou a mulher da vida dela. – Me virei e a olhei sorrindo. – Calma Alice. – pediu sorrindo ao ver meu sorriso.
– Ela disse isso? Com todas as letras? – Assentiu. – Eu assino embaixo. – me joguei em seu colo e Esme pegou em minha mão. – Eu amo sua filha, Esme. – me declarei.
– Não mais que ela te ama, isso é um fato. – me aconcheguei em seu peito.
– Tia Bella e Tia Alice vão se casar, mamãe? – Anne perguntou no colo da Rose.
– Não sei não, meu bem. – beijo sua testa e falou sorrindo. – Mas não duvido muito não. Daqui a pouco você terá um priminho. – riram e eu neguei. – Por quê? – questionou.
– Bella não quer ter filhos e eu também não sonho com isso, já temos Anne e Charlie para alegrar a família. – Falei naturalmente.
– Eu vou querer mais netos, acho que Rose não é nenhuma chocadeira para ter tantos filhos assim. – rimos.
– Mãe, eu namoro uma mulher, você não quer que eu apareça grávida aqui, né? – Riu. – E além do mais eu só tenho 20 anos, estou nova.
– Mas Bella tem 26... – Rose falou. – Eu aposto que vocês ainda terão uns 5 filhos. – Gargalhei. – Qual a graça?
– Você é cómica meu bem. Cinco filhos? – neguei e levantei do sofá. – Se tivermos um será um milagre. – beijei sua bochecha e subi para o meu quarto.
[...]
POV. Bella.
As provas teóricas foram até fáceis para quem seguia a lei a risca, levei menos de quatro horas para responder as 100 questões objetivas e 25 discursivas.
Nesse exato momento eu estou me preparando para um circuito que terei que fazer. Cinco obstáculos e três vítimas para serem socorridas. Ok, isso seria fácil... SERIA, se não fosse por cinco atirados posicionados em cada canto prontos para atirar e finalizar a missão.
– Tenho certeza que vai se sair bem nessa, Policial Swan. – Marcus veio me cumprimentar.
– Tomara, né... – Suspirei e peguei meu telefone. – três da manhã... Só uma coisa poderia me acalmar agora... – pensei na minha Alice.
– Ligue para ela e converse um pouco. – Sugeriu e assenti. Disquei seu numero e esperei atender...
– Alo... – Uma voz sonolenta e rouca atendeu. Sorri com isso.
– Sabia que com essa voz você fica muito sexy? – Perguntei e ouvi um barulho de algo e levantando rapidamente. Ri disso.
– Bella! – Sua voz ficou grave e surpresa. – é você mesma meu amor? – Perguntou feliz.
– Sim, estava com saudades da sua voz. – confessei e suspirei. Estava exausta de sono.
– Eu já estou com saudades de você, acredita? – falou.
– Muito mais do que você pensa. – afirmei e riu.
– Não ter você em minha cama é algo que eu não gosto. Preciso de você ao meu lado sempre. – Sorri de lado.
– Na sua cama? – minha voz ficou maliciosa.
– Hurum, de preferencia pelada e debaixo do meu corpo. – fechei os olhos e imaginei essa cena.
– E para que você gostaria de ter meu corpo nu embaixo do seu? – Perguntei inocentemente.
– Ah meu amor, para tantas coisas... – Sussurrou. – Principalmente para poder beijar cada parte dele e sugar seus seios. – segurei um gemido ao ouvir sua voz rouca de desejo. Meu sono com certeza já estava indo embora dando lugar ao tesão.
– Jura que você está me fazendo ficar excitada as três da manhã e por telefone? – Afirmou. – Você é uma vadia!
– Eu? Mas não fiz nada! – se fez de inocente.
– Justamente, você deveria estar aqui e com esses dedos... – Respirei fundo e me calei ao ver que outros policiais estavam entrando na mesma sala que eu.
– Com meus dedos... – Mas ela não dava trégua...
– Alice, quando eu te encontrar você pagará caro por isso. – Falei baixo e trincado os dentes.
– Vou pagar caro, é? – Fechei os olhos. – Você não gosta de ser provocada, é? – Perguntou e logo neguei. – Meu amor, eu estou apenas de calcinha e sutiã na minha cama, está escuro e estou completamente excitada só de ouvir sua voz assim, descontrolada, baixa e rouca. – Deu uma leve gemida fazendo meu coração disparar e minha intimidade começar a pulsar.
– Alice, você está me provocando... E não é pouco. – Tentei controlar minha voz.
– Você bem que poderia estar aqui, sabe? Colocando esse seu dedinho dentro de mim em vez deu fazer isso... Ahn... – Gemeu mais um pouquinho e arfou. – O meu não é tão bom quanto o seu... Ahn... – Ela realmente estava fazendo isso? Sério mesmo?
– Você não está fazendo o que estou pensando... – Falei incrédula e segurando meu tesão.
– Como eu já disse, seu dedo é melhor, mas ouvir sua voz assim me deixou com tesão e você sabe que eu preciso aplacar ele pelo menos um pouco... – Falou baixinho e começou a gemer mais. Apertei forte a mesa e respirei com dificuldade. – Bella... Ahn... Bom... – Soltei um longo suspiro e gemi junto com ela, mas logo recuperei meu foco e olhei em volta e suspirei de alivio ao ver que ninguém havia reparado nisso.
– Alice, você está me deixando louca... Eu preciso me concentrar! – Pedi. Alice me ignorou por completo e começou a intensificar seus gemidos e a aumentar o volume dele. Eu estava louca já, minha calcinha completamente molhada e meu rosto quente... Esfreguei minhas penas uma na outra, mas nada adiantava e meu tesão só aumentava.
– A como eu queria sua boquinha aqui... Chupando-me forte... Ham... – respirei fundo e falei.
– Você é uma vadia que merece ser castigada. Com certeza sofrerá um consequência muito grande por fazer isso comigo. Eu estou numa sala com mais de 30 homens e estou mais excitada do que qualquer pessoa desse mundo e não tenho você aqui para aplacar esse tesão. – sussurrei e ela gemeu mais.
– Amo quando você me xinga... – Sorri de lado.
– Você não prestou atenção em nada do que eu disse? Sua vagabunda! – Gemeu mais. – Aumenta essas estocadas ai. Já que entrou no lugar que é meu faça direito e me der o prazer de ouvi-la gritando ao chegar ao orgasmo. – Me rendi e me pus a apreciar suas suplicas e seus gemidos. Alice arfava e gemia descontroladamente e gritava coisas desconexas e fora de contexto. Eu apenas ouvia tudo aquilo de olhos fechados e imaginando ela sentada na cama enfiando aquele dedinho dentro dela...
– Bells... Eu não aguento mais... – Sua voz era cansada e ofegante.
– Você ainda não gozou, mete esse dedo direito ai dentro, eu quero ouvi-la gritar. – Mandei e fez exatamente isso. Não demorou muito até ouvi-la dar um pequeno grito e se atirando na cama. – Eu queria estar ai te chupando e engolindo esse gozo maravilhoso. – Suspirei sorrindo. Alice deu uma pequena risada e falou quase sem voz.
– Que horas eu vou te ver amanhã? – Não contive o sorriso. – Eu quero sentir seus dedos em mim. – meu sorriso aumentou.
– Amanhã não tenho hora para sair daqui. – lamentou. Olhei para porta e vi Marcus me chamando com o olhar. Assenti para ele e me despedi da minha amada. – Meu amor eu tenho que ir agora.
– Não... – fez manhã e eu ri.
– Amanhã eu faço você me pagar cada gemido que me fez segurar. – riu maliciosa.
– Estou doida para pagar isso... Ahn... – falou gemendo.
– Vadia. – suspirei.
– Te amo. – Falou com a voz um pouco normal.
– Também te amo, meu amor. Durma bem. – Desliguei o telefone e fui até o Chefe William. – Senhor, antes de irmos posso me retirar por dois minutos? – Pedi. Assentiu e fui para o banheiro. – Eu realmente não sei como não perdi a cabeça... – Comentei ao constatar o quão molhada eu estava. – Isso vai ter volta... Oh se vai...
[...]
– Senhores, estão todos de parabéns, mas infelizmente apenas 13 de vocês serão escolhidos e nomeados os novos Tenentes da área de New York. – Coronel Dante começou a falar. Ok, 13 vagas para quase 300 policiais e 150 detetives... Tudo bem, são poucos concorrentes... – Senhores, a medida em que eu for dizendo os nomes quero que deem um passo a frente, entendido? – Assentimos. – Detetives Will, Roberts, Caios... – E foi citando o nome de 9 detetives. – Policiais Lautner, Swift, Jones e... – Ok, ele já falou o nome de 12 agentes e só restava uma vaga para mais de 400 pessoas, eu realmente não vou... – Swan. – EU CONSEGUI?!
Segurei minha animação e dei um passo à frente com um pequeno sorriso nos lábios.
– Meus parabéns, você atingiram o nota mais que necessária para esse cargo. E você, senhorita Swan, meus parabéns, nunca vi uma desempenho tão grande quanto o da Senhorita. – Sorri e vi Marcus sorrindo de lado e assentir orgulhoso. – Espero que todos estejam cientes das responsabilidades que terão agora e... – Começou o seu discurso.
– Meus parabéns, Swan, minha nova Tenente. – Sorri de lado e não resistir ao impulso e o abracei.
– Obrigada por tudo, senhor William. – acabei me emocionando. Retribuiu meu abraço e me apertou forte.
– Não por isso, você mereceu.
– Se não fosse pelo senhor e pela Jane creio que hoje ainda estaria vagando sem rumo. – acabei chorando. Nos separou e secou minhas lágrimas.
– Não por isso, meu amor, não por isso. – Beijou minha testa e me abraçou de lado me levando para fora. – Vamos embora, tomar um banho e descansar. Ambos merecemos isso. – Assenti e entrei no carro ao seu lado e acabei cochilando .
– Levante Isabella, chegamos. – Fui acordada sutilmente e sai do carro meia tonta. – Vá para casa e descanse, não precisa vir pelo resto da semana, está dispensada. – assenti. – Quero-te aqui segunda feira com seu novo uniforme, deixarei sua sala pronta. – sorri de lado e peguei minha bolsa.
– Obrigada. – Agradeci e entrei na delegacia apenas para pegar minhas coisas e trocar de roupa rapidamente. Tirei aquela roupa de treino e coloquei minha farda.
– Como vai a mais nova Tenente? – Sorri ao reconhecer essa voz.
– Jake! – Me virei e o abracei forte.
– Também estava com saudades. – retribuiu o abraço e nos separou. – Está linda. – Sorri.
– Um pouco acabada, isso sim. – rimos. – Veio me visitar? – negou. – Veio fazer o que aqui?
– Vim trabalhar. – o olhei surpresa. – Passei na prova da policia e me mandaram para cá. Sorte ou azar por ser na mesma delegacia que você? – Bati em seu ombro.
– Muita sorte. – beijei sua bochecha. – Como vai o Tyler e o Joe? – perguntei sobre seus filhos.
– Morrendo de saudades da dinda e tia deles. – ri.
– Assim que der eu vou visita-los, pode ter certeza. – Assentiu. – Preciso ir agora, tomar um banho e descansar. – Beijou minha testa e nos despedimos.
Sai e entrei no meu carro indo direto para casa, ainda eram seis da manhã, com certeza Jane e Kate estariam dormindo.
Cheguei em casa e entrei sem fazer muito barulho, mas me assustei ao vê-las peladas no sofá e dormindo.
– Ok... – Suspirei e olhei para frente. – Eu não vi isso... Eu não vi isso... – Evitei olhar para os lados, mas sem querer esparrei na mesinha e o controle caiu no chão. Ouvi as duas dando um pequeno grito e acabei virando.
– Bella! – Disseram juntas e envergonhadas... Impossível não ri.
– Her... Sim? – Perguntei controlando minha respiração e me concentrando no rosto das meninas.
– Her... Pensei que chegaria mais tarde e... – Jane começou a se explicar e tentava a todo custo tampar o corpo da Kate, que a proposito estava vermelha.
– Bom, não se preocupe, eu evitei ver muito. – Pisquei e Jane ficou séria. – Hey, a culpa não é minha se você resolveu usar o sofá como cama! – me protegi das almofadas que atacava em mim.
– Pode subir? – Pediu nervosa.
– Desculpa Bella, não deveríamos... – Kate começou a falar.
– Tudo bem, tudo bem. Estou subindo, vou tomar um banho e dormir. Tchau. – Não olhei para trás e subi as escadas correndo. Tirei minha roupa rapidamente e tomei um banho demorado e relaxante. Após sair do chuveiro coloquei uma calcinha e sutiã e... PUF na cama.
[...]
– Bella... Bella... – Senti alguém me balançar levemente, resmunguei algumas palavras e abri meus olhos lentamente e encontrei Jane me olhando sorrindo.
– O que é? – perguntei virando a cara.
– É sério, preciso falar com você! Nós precisamos! – Nós? Ok, invasão no meu quarto? Abri meus olhos e me levantei. – Será que pode colocar ao menos um roupão? – Dei de ombros. Eu realmente não tinha vergonha de ficar nua na frente da Jane, mas por respeito à Kate coloquei-o e me sentei novamente na cama.
– Pronto, fale. – Pedi.
– Eu e Jane vamos nos casar semana que vem. – Assenti. – E não temos ainda onde morar e... -Comecei a entender tudo.
– Ok, podem ficar aqui. – Jane sorriu.
– Sabia que você não seria contra. – me abraçou.
– Mas olha, POR FAVOR, controlem os gemidos de vocês e sexo só no quarto. – Impus algumas regras e vi Jane sorri maliciosa e Kate ficar envergonhada. – E outra, Kate, desejos estranhos e bizarros serão dirigidos somente a sua marida e não a minha pessoa, ou seja, quero dormir de madrugada. – Resmunguei e assentiu sorrindo e acariciando sua barriga lisa. Jane virou e a trouxe para o seu colo beijando seus lábios.
– Terei muito prazer em acordar de madrugada para fazer isso. – sorri.
– Será que podem sair do meu quarto? – Pedi gentilmente. – Preciso me trocar e ir ver minha Alice. – Olhei no relógio e vi que esse horário ela estaria saindo da faculdade. – Vazam. – Falei quando vi que não se levantariam e parariam o beijo.
– Calma ai estressadinha. – Jane riu e saiu abraçada com sua amada.
Revirei os olhos e me levantei para ir tomar outro banho, tirar esse cheiro de dormido. Arrumei-me casualmente e desci as escadas correndo.
– Vejo vocês mais tarde ou amanhã. – assentiram. – Se comportem!
– Não prometo nada. – Ri.
– Ah, antes que eu me esqueça. – Falei antes de sair. – Kate, seu pai está preocupado com você, ligue para ele e converse sobre a gravidez, tenho certeza que ele ficará feliz. – Assentiu enquanto pegava o celular.
Entrei no carro e corri para a faculdade mais conceituada de moda de toda NY. Mas antes de chegar lá parei em uma loja e comprei algo que eu já deveria ter a muito tempo... Estacionei meu carro ao lado do lindo Porsche da minha Alice e encostei-me a ele a sua espera.
Vi os alunos saírem de um a um e uma linda e perfeita morena logo atrás. Ela estava tão linda e perfeita que sorri ao vê-la. Estava acompanhada com duas mulheres, uma meio japinha e outra loira.
Mas meu sorriso se perdeu ao notar o olhar da japinha em cima da minha Alice, ela a olhava com desejo, o mesmo desejo que eu senti no primeiro dia em que a vi. Aquilo com certeza não me deixou nada feliz. A japinha toda hora que dava pegava em sua mão e sorria docemente, tão doce que chegava a ser meloso. Mas o pior disso tudo é que Alice parecia não perceber essas segundas intenções e retribuía cada sorriso e respondia a todas as perguntas.
Alice olhou para frente e sorriu a me ver, eu não consegui ficar com aquela careta por muito mais tempo, só o teu sorriso me contagiava por inteiro, mas com certeza o ciúmes não foi embora.
Retribui seu sorriso e vi a japinha perder o dela ao ver a forma em que Alice me olhava. Andei até elas e cheguei bem perto, o suficiente para ouvir Alice sussurrando um “meu amor”. Um sorriso enorme brotou em meus lábios e estiquei os braços para que visse até mim. Andou rapidamente, diminuindo aquela distancia, e pulou em meu colo. A abracei fortemente e beijei seu ombro com carinho e amor.
– Estava morrendo de saudades, meu amor. – sussurrei em seu ouvido e mordi o lobo de sua orelha.
– Não mais que eu. – inspirou fundo em meu pescoço. Separei-nos e segurei em sua cabeça a trazendo de encontro a minha, selando nossos lábios em um beijo profundo e possessivo. Queria deixar claro para a japinha que Alice Cullen era minha, minha e de mais ninguém.
– Uau. – falou quase sem ar. Sorri com isso. – Também te amo. – sorriu e se virou. A abracei por trás enquanto me apresentava suas amigas. – Meu amor essas são Jessica e Ângela – então a japinha se chamava Ângela...
– Muito prazer. – estiquei minha mão para a loira que sorriu lindamente para mim e logo em seguida para a japinha, que me olhou um pouco enojada.
– Ela é o que sua, Alice? – Jessica perguntou.
– Namorada. – Respondi apertando ela fortemente em meus braços.
– E muito ciumenta. – Alice riu. Continuei a encarar a japinha até vê-la desviar nossos olhares.
– Ela parece um pouco velha para você, não acha? – Isso japa, continue falando que meu ódio por você só aumenta.
– Ela tem vinte e seis anos, grande coisa. – Alice deu de ombros e Jessica sorriu mais ainda.
– Pegando uma mulher mais velha? Que sexy, heim! – Riram e soltei uma leve risada.
– Minha mulher é linda, não acham? – Jessica assentiu de imediato. – MINHA mulher, ok Jess? – Assentiu revirando os olhos.
– Depois eu que sou a ciumenta. – ri beijando seu pescoço e sorri ao ver seus cabelinhos se arrepiarem. – Eu estou com fome, vim lhe convidar para almoçar, claro, se não almoçou. – Virou e abraçou-me pelo pescoço.
– Estou morrendo de fome. – Fui a única a sentir um duplo sentido ali?
– Muita fome? – Sorri maliciosa e ela retribuiu.
– Não imagina quanta. – sussurrou em meu ouvido e se virou para as amigas. – Eu vou indo, encontro vocês amanhã, pode ser? – Perguntou.
– O trabalho de desenho será feito onde, afinal? – A loira, Jessica, perguntou.
– Pode ser na minha casa hoje à noite, que tal? – A japin... Ângela falou. Olhei duro para ela e prendi Alice bem firme em minha cintura.
– Hoje à noite eu quero ficar com você, será que rola ou prefere fazer um trabalho? – A provoquei. – Tenho muito que comemorar. – beijei seu pescoço e a vi ficar tensa.
– Amanhã depois da escola na minha casa, que tal? – Perguntou num folego só e ri.
– Ok, aproveite sua noite com sua mulher. – Jess piscou e Ângela bufou.
– Se ela não aproveitar eu faço isso por ela. – Pisquei e a loira gargalhou.
– Gostei de você. – Alice ficou emburrada. Definitivamente essa minha namorada não sabe esconder seus ciúmes. – Controla sua namorada, por favor? – Pediu. – Estou indo, tchau garotas, até amanhã. – Saiu.
– Bom, até mais Ângela. – Alice se despediu com dois beijos em seu rosto e se dirigiu ao seu carro. – Você vem? – Assenti. Virei-me para a japinha e falei sério.
– Pensa que não vi seus olhares em cima da minha namorada? – Ficou ainda mais branca que o normal. – Deixar uma coisa bem clara aqui, Alice é MINHA namorada, MINHA mulher e amor da MINHA vida. Tente atrapalhar meu namoro com ela que pagarás muito caro por isso. – Assentiu e saiu de cabeça baixa.
– Aconteceu alguma coisa? – Perguntou assim que cheguei perto dela. Neguei e a prensei no carro. – Bells... – Fechou os olhos enquanto mordiscava seu pescoço e lambia toda a sua extensão.
– Você errou muito quando me provocou daquela maneira pela madrugada, e pior ainda, foi pelo celular... – sussurrei em seu ouvido enquanto meus braços a prendia entre meu corpo e o carro.
– Fala que você não gostou. – pediu enlaçando meu pescoço.
– Foi uma tortura prazerosa, mas não costumo praticar sadomasoquismo. – mordi sua orelha e desci beijando toda sua mandíbula até chegar ao canto dos seus lábios. – Eu costumo sempre aplacar meu tesão na hora em que o sinto. – moveu seu rosto e encostou seus lábios nos meus, mas sem me beijar.
– Você amou ouvir-me gemendo, confessa. – sua voz estava carregada de luxuria e isso me deixou excitada. A peguei pelo braço e a puxei para um canto mais afastado da faculdade. – O que pensa que está fazendo? – Perguntou assustada e ao mesmo tempo sorrindo quando a joguei na parede e a prensei com meu corpo.
– Retribuir um pouco o que você me fez pela madrugada. – sussurrei em seu ouvido e não quis saber de enrolação. Desci minha mão rapidamente até o cós de sua calça e abri o botão dela descendo o zíper.
– Bells, pode chegar alguém. – Falou quase sem voz quando cheguei ao meu destino.
– Shii. Não vai chegar ninguém se você parar de falar e começar a gemer no meu ouvido... Igual no telefone, lembra? – Perguntei enfiando um dedo nela e recebendo seu gemido em meu ouvido.
– Bells... – Arfou. Entrava lentamente dentro dela enquanto ela rebolava em minha mão. – Isso... Vai... – Implorava. Sorri de lado e aos poucos fui acelerando o ritmo. Coloquei mais dois dedos e senti seus dentes fincarem em meu ombro abafando seu gemido. – Você está me torturando. – Usou suas unhas para fincar em meu braço.
– Você fez pior. – diminui a velocidade e coloquei meu quarto dedo. – Você fez muito pior... – Apertei seu clitóris com meu dedão e beijei seus lábios avidamente para abafar seu gemido. Aumentei a velocidade nela de uma força que fazia nossos corpos se balançarem e Alice arfar. – Não queria meus dedos ai? Então... – Apertei mais forte em sua intimidade e desci meus lábios para o seu pescoço. – Por que não goza logo, hãm? Quero sentir seu gosto agora, sabe que é minha melhor refeição. – Falei maliciosa e Alice riu em meu ouvido, mas logo em seguida senti sua intimidade apertar meus dedos fortemente e seu liquido escorrendo pelos meus dedos.
Retirei meus dedos de dentro dela e os chupei um a um e deixei meu dedo indicador para enfiar na boca de Alice. Chupou meu dedo com veemência e força. Retirei meu dedo de sua boca e a beijei engolindo todo o gozo que dei para ela.
– Minha gostosa. – sussurrei em seu ouvido após encerrar o beijo.
– Vamos para casa, AGORA! – Neguei e arrumei sua calça. – Bella, eu estou pegando fogo ainda! – Choramingou e eu neguei novamente. – Vamos para onde, então? – Perguntou sem entender.
– Minha casa está ocupada, sua casa tem minha mãe... Acho que um motel agora seria uma boa pedida. – Sorriu maliciosa e me puxou pelo braço.
– Vamos antes que eu te agarre aqui. – Sorri.
– Apesar de concordar muito com isso, não podemos ir agora. – A puxei e enlacei sua cintura.
– Por que não? – Perguntou frustrada e indignada.
– Eu preciso te levar em um lugar, coisa rápida, eu juro. – beijei seus lábios e abri a porta do meu carro para ela. – Você vai gostar. – respirou fundo e entrou no carro.
Notas finais
Recomendações tbm, ok??.
Bsus, Lary ><'
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