Acaso Do Destino
10 Ciúmes
Notas iniciais
Então, eu ia postar mais cedo, mas acabei me enrolando e tals, enrolei tanto que quase não posto hoje. Enfim, estou aqui e isso que importa, certo?
Então, me foram feito dois pedidos pelo Reviews que eu vou fazer questão de atende-los.
SaaWuFan, eu estou escrevendo oq me pediu. Eu ia posa-la hj, tanto que isso me fez atrasar mais que tudo. Só que vi que ficou um pouco fora de mão e vou fazer um bonus, nesse bonus vai ir o seu pedido com o da minha pervinha Sarasilva. Sim gatinha, eu vou fazer o máximo para sair o que tu me pediu, mesmo não tendo tanta criatividade '-'
Enfim, 139 reviews em 10 capitulos é algo que eu realmente nunca pensei que conseguiria, muito obrigada a todos que estão comentando sempre, ou que comentaram apenas uma vez para eu saber que existe. Mas para quem tem 69 de leitores... Uuuuh, ai eu fico triste em saber que apenas 16 comentam... Mas enfim, são esses 13 a 16 comentários por capitulo que me fazem ter forças para escrever.
Boa leitura ai povão ;)
– Eu preciso te levar em um lugar, coisa rápida, eu juro. – beijei seus lábios e abri a porta do meu carro para ela. – Você vai gostar. – respirou fundo e entrou no carro.
POV. Bella
– Para onde vamos? – perguntou quando retirei o carro do estacionamento e o guiei para a estrada.
– Um lugar lindo, que tenho certeza que conhece, mas que eu sempre gosto de ir. – beijei sua mão e a trouxe para o meu ombro. – Aquela japinha é sua amiga há muito tempo? – Escondi meu ciúme no máximo que pude.
– Há uns dois anos, mais ou menos. – respondeu. – Por quê?
– Por nada. – dei de ombros e beijei sua testa.
– O que você falou com ela quando eu saí? Por que ela saiu daquela forma?
– Por que você tem que fazer tantas perguntas assim? – Rimos.
– Você não me respondeu... – respirei fundo e resolvi ignorar aquilo. – Você estava com ciúmes da minha amiga? – Mas infelizmente ela insistia no assunto e sem querer, ou querendo, chegou à resposta certa.
– Bom... Não é isso... – Tentei fugir do assunto.
– Isabella Marie Swan, você está com ciúmes da Ângela comigo? – riu levemente.
– Eu só não gostei do modo em que ela te olhava e pegava em sua mão. – fechei a cara.
– Sua boba, sempre foi assim. – então ela gostava da minha Alice desde o inicio?
– E ela nunca falou nada ou tentou nada? – perguntei naturalmente.
– Nunca, às vezes quase nos beijávamos, sempre virávamos o rosto junto, era até cómico. – riu e eu fiquei com raiva.
– Você é ingênua assim ou se finge de besta? – perguntei um pouco nervosa e tomada de ciúmes.
– Bella, o que foi? – se levantou do meu ombro e olhou bem para mim.
– O que foi? O que foi é que aquela japinha te comia com os olhos e você nem reparava naquilo. – fechei a cara e voltei a presta atenção na estrada. Eu realmente não queria discutir com ela, não hoje e muito menos agora.
– Isabella, eu não estou te entendendo, Ângela é minha amiga e não há nenhum outro tipo de sentimento entre nós além da amizade.
– Te garanto com toda a certeza que não é assim por parte dela. – Bufou ao meu lado. – Alice, ela pega em sua mão a toda hora, e olha que eu a observei por dois minutos! Em dois minutos ela pegou em você mais de 10 vezes! – elevei um pouco meu tom de voz. Parei, respirei fundo e continuei. – O olhar dela sobre você era quase igual ao meu. – Ela deu uma pequena risada e beijou minha bochecha. A olhei incrédula. – Qual foi à graça?
– Você com ciúmes fica tão séria e nervosa, e você nervosa fica agitada e com o cabeço bem bagunçado... – Ainda não havia entendido. – Fica sexy com ele assim. – sussurrou em meu ouvido e joguei o carro no acostamento e a puxei para mim beijando seus lábios com possessão e muito tesão.
– Você me provoca tanto, Alice. – beijei seu pescoço e o mordi logo em seguida.
– Você não sabe o efeito que tem sobre mim, Bella. – agarrou meu cabelo e puxou minha cabeça para cima beijando meus lábios avidamente. Ela saiu do banco do carona e sentou-se em meu colo. – Com um beijo você me deixa completamente excitada. – mordeu minha orelha e revirei os olhos enquanto apertava sua coxa, bem próxima a sua intimidade. – Bells... – Sorri de lado e subi minha mão debaixo da sua blusa e apertei seu peito.
– Seu corpo é só meu. – Sussurrei em seu ouvido enquanto me livrava daquele sutiã.
– Seu e de mais ninguém. – assenti. Levantei os vidros da janela e joguei sua blusa para longe.
– Vai para trás, agora. – Ordenei, mas ela negou.
– Eu quero quicar em seu dedo. – segurei meu gemido e ataquei seu peito. – Ahn... Isso, muito bom. – agarrou meu cabelo e sempre pedia por mais.
Abocanhei seu peito com força e vontade, apertava o outro enquanto mordia o bico de um. Alice rebolava constantemente em minha intimidade e aquilo estava acabando comigo.
– Eu ainda não provei seu sabor hoje. – falava entre lufadas de ar.
– E você quer me chupar, é? – perguntei enquanto trocava de lado e mordia o bico do seu outro peito.
– Muito, quero ouvi-la gemer meu nome. – desceu sua mão pelo meu peito e chegou ao cós da minha calça. Desabotoou o botão e desceu o zíper.
– Você é muito safada, sabia? – Perguntei apertando seu peito bem forte.
– Hurum, mas não tanto quanto você. – desceu sua mão e chegou até minha intimidade.
– Ham... – fechei os olhos. – Como senti falta disso... – Sorri enquanto massageava meu clitóris.
– Ontem não significou nada para você? – perguntou cinicamente em meu ouvido.
– Sabe que sim, mas sabe também que eu gosto de tê-la sempre ao meu lado e com esses dedos ai... Principalmente depois daquele telefonema... – Arfei quando ameaçou entrar em mim com seu indicador.
– Eu acho que extrapolei um pouco, né? – a olhei com luxuria e incredulidade.
– Você acha? – Arfei mais quando começou a entrar em mim. – Hanmmm. – fechei meus olhos e abri minha boca. Alice não perdeu tempo e logo beijou meus lábios enfiando aquela língua maravilhosa dentro da minha boca.- hum...hamm – gemi em sua boca. Cada vez que entrava em mim era uma sugada em minha língua... Aquilo estava acabando comigo e me deixando ainda mais excitada.
Alice aumentou a velocidade e acrescentou mais dois dedos em mim.
– Alice! – Girei surpresa quando apertou meu clitóris e mordeu meu pescoço. Eu estava completamente entregue em suas mãos.
– Sua vez de gozar em meus dedos, minha vez de sentir seu gosto. – Enfiou mais fundo que pôde e perdi completamente minha linha de raciocínio e minha coerência.
– Alice... – Respirei fundo e perdi a paciência. Desci minha mão e fiz o mesmo com seu short. Abri o botão e desci o zíper dela. – Que tal um prazer mútuo? – sussurrei quase sem voz em seu ouvido e ela sorriu maliciosa enquanto colocava minha mão em cima da sua intimidade e por debaixo da calcinha.
– Você é uma vadia, sabia? – arfou quando coloquei meu dedo dentro dela.
Os movimentos dela foram diminuindo e os meus foram aumentando. – Bells... – Mordia meu ombro enquanto eu entrava mais fundo dela. Alice começou a rebolar e a dar leves quicadas em meus dedos enquanto voltava a entrar com velocidade em mim. O carro parecia ter tomado vida, balançava a toda hora e os vidros começaram a ficar embaçados. Realmente estava muito quente ali...
– Alice, eu não aguento mais... – Sussurrei quase em voz.
– Então goza, meu amor. – intensificou seus movimentos.
– Só se você gozar comigo. – sussurrei maliciosa em seu ouvido e apertei seu clitóris bem forte.
Senti minha intimidade pressionando seus dedos da mesma forma que ela fez comigo, não foi preciso muito tempo para gozarmos intensamente uma na mão da outra. Alice caiu exausta em meu peito enquanto eu tentava a todo custo regularizar minha respiração.
– Eu acho que nunca vou me cansar disso. – Alice falou com dificuldade próxima ao meu ouvido.
– Tenho certeza que não... – mordi seu ombro levemente. – Coloque sua roupa, quero te levar a um lugar. – Retirei meus dedos de dentro dela e os lambi apreciando aquele sabor, Alice fez o mesmo comigo e me beijou ferozmente, um beijo completamente excitante, nossos gozos estavam misturados e davam um sabor exótico e muito afrodisíaco.
– Esse com certeza foi o nosso melhor beijo. – falou separando-se de mim e recuperando o fôlego.
– Com certeza. – beijei seu colo e ela saiu de cima de mim. Colocou seu sutiã e logo em seguida a sua blusa, ajeitou também seu short e eu minha calça. – Vamos? – assentiu voltando para o meu ombro.
– Sem ciúmes? – não respondi. – Eu sou toda sua, Bella. Acho que demostrei isso... – sorri de lado e lambi os lábios apreciando aquele sabor que estava ali. – E não me provoca. – rimos.
– Aquela japinha ainda vai ser um problema. – Alice riu.
– Só se for para você, porque eu amo uma mulher e sou fiel até o fim, ok? – a abracei e a apertei bem forte. – Eu te amo, Bells, deixa de besteira, por favor. – pediu.
– Só vou deixar avisado que não vou excitar em usar minha arma. – beijei sua testa e a sentir sorrir no vão do meu pescoço.
– Você realmente e não tem jeito, tudo o que eu dizer será usado contra mim, né? –Assenti. – Está me prendendo? – Ri dela.
– Só se for a mim, assim nenhum advogado conseguirá um habeas corpus para você. – Beijou meus lábios e estacionei o carro. – Chegamos. – Olhou em volta e sorriu.
– Central Park? – Assenti. Sai do carro e abri a porta para que descesse. – Obrigada. – Não respondi nada, apenas peguei em sua mão e a guiei pelo parque. – Por que quis me trazer aqui? O que há de especial? – Fiquei em silencio e a puxei até um lago que tinha ali. Subimos na antiga ponte e a abracei por trás. Já eram quatro horas da tarde e não tinha quase ninguém, o tempo estava perfeito, mas era meio de semana e só havia algumas mães com suas crianças.
– Está vendo aquilo? – Apontei para uma mulher grávida com um homem e o menino.
– Sim, uma família muito bonita, devo ressaltar. – Assenti e a apertei mais forte.
– Viu o que ela tem nos braços? – Assentiu. – O que é?
– Uma criança, e está grávida, parece ser seis ou sete meses. – respondeu sorrindo. – E seu filho é muito lindo. – sorri concordando.
– Sabe, eu nunca vou poder te dar isso. – Me apertou forte e foi sua vez de pedir.
– Vê aquele mesmo casal? – Assenti. – Vê como eles não estão abraçados e nem com alianças? – Só reparei naquilo agora. – Eles têm um filho lindo e outro para chegar, mas não se amam e muito menos estão casados. Com você eu me sinto amada e sei que sou. Aquela mulher não, não teve a mesma sorte que eu. – segurei minhas lágrimas. – Aquele homem não conseguiu satisfazer sua mulher, não conseguiu ama-la igual você faz comigo. – Se virou e me abraçou pelo pescoço. – Para que vou querer ter filhos, ter a sensação de estar grávida e com um homem ao meu lado sendo que minha felicidade é somente com você? – Deixei algumas lágrimas escorrerem por minha face e ela as secou. –Eu te amo, Bells, e não quero nada disso se a consequência ou condição for não tê-la ao meu lado. – beijei seus lábios carinhosamente.
– Você não existe, Alice. – a abracei forte e bem apertado.
– Foi para isso que quis vir aqui? Testar meu amor por você?- Brincou. Neguei. – O que então? – Coloquei a mão no bolso e tirei o que fui comprar naquela lojinha antes de ir para a sua faculdade. – Bells... – Sorriu.
– Bom, acho que está na hora de deixar bem claro que você é minha, minha e de mais ninguém. – Beijei sua mão e abri a caixinha. – Eu já fiz o pedido e você disse que sim, ainda não fui formal ao ponto de conversar com seu pai, mas creio que isso não será um empecilho em nossas vidas. – riu nervosa. – Mas então, posso? – assentiu.
Peguei a aliança de prata com alguns detalhes em ouro branco e coloquei em seu dedo da mão direita. Dei um beijo carinhoso logo que terminei de coloca-lo. Alice fez o mesmo comigo, pegou a aliança e colocou em meu dedo, mas logo em seguida beijou meus lábios.
– Olhe sua aliança. – Virou-a e riu quando viu meu nome escrito nela.
– Isso tudo é para dizer que sou sua? – Assenti.
– Lógico, mandei colocar bem grande. – me abraçou e pegou minha aliança verificando se seu nome estava escrito ali. – E logicamente todos tem que saber que eu sou sua. – sorriu de lado.
– Todos já sabem. – beijou meu pescoço. – meu cheiro está em você assim como o seu em mim. – a abracei e ficamos assim por um bom tempo.
– Eu te amo. – sussurrei em seu ouvido e ela sorriu.
– Também te amo. – a peguei pela mão e a levei de volta para o carro. – Vamos para minha casa? Estou com fome e aposto que não tem mais restaurante aberto. – ri.
– Me desculpe, madame. –Assentiu. Abri a porta do carro e logo entrei indo para sua casa. Alice deitou sua cabeça no meu ombro e ficou assim até chegarmos. – Vamos? – Perguntei abrindo a porta do carro e enlaçando sua cintura.
– Para o meu quarto? Sim! – Ri e beijei seus lábios.
– Para a cozinha comer alguma coisa, estou com fome. – a puxei e entrei na mansão. – Boa tarde. – cumprimentei a todos e uma linda menina veio correndo e pulou no meu colo. – Boa tarde coisa linda. – beijei seu rosto e ela riu.
– Oi tia. – beijou minha bochecha e logo em seguida a da “dinda”. – Tia Ali, vamos ao parque? – pediu com os olhos brilhando.
– Sua mãe não deixou, sabe que eu não posso com uma ordem dela. – beijou sua mãozinha.
– Com você sabe que Rose não deixou? – Perguntei assustada.
– Ela vem para mim e Emmett quando a loira não deixa. – Ri dela.
– Menina esperta. – beijei sua testa. – Qual parque você quer ir? – perguntei.
– Eu queria ir ao Central Park. – sorri e olhei para Alice que retribuiu meu olhar. – Mas a mamãe não quer ir porque tem que ficar com o Charlie. – Partia o coração vê-la desse jeito. Mas sabia que boa parte era isenção. Afinal de contas ela era uma Swan.
– Pode parar de fingir, conheço sua mãe e você é idêntica ela. – riu. – Vá se arrumar, coloque roupas largar para brincarmos. –sorriu e me abraçou. – Deixa sua mãe comigo. – a coloquei no chão e a vi correndo pela escada. – Vá com ela e a ajude se arrumar. – Assentiu.
– Você é louca, sorte com a loira. – beijei seus lábios e fui até o quarto da loira.
– Olha quem retornou. – Sorriu enquanto dava de mamar para seu pequeno.
– Como vão? – perguntei beijando a testa do pequeno e depois o da minha irmã.
– Bem, vai ficar aqui hoje? – Dei de ombros.
– Não sei, quem sabe. – me sentei ao seu lado. – Vou levar a Anne no Central Park. – Me olhou séria.
– Eu disse que ela não poderia ir. – revirei os olhos.
– Dane-se, eu estou te avisando na verdade, isso nem é um pedido. – me olhou incrédula. – Ela é minha sobrinha, deixe me divertir um pouco com ela. – suspirou e assentiu. – Eu vou cuidar bem dela, fica calma. – beijei sua testa.
– Sei que vai, mas é que ela anda um pouco estranha. – confessou.
– Ciúmes de irmã, você teve a mesma coisa comigo, minha mãe me contou uma vez que você quase me matou. – ela riu.
– Vaso ruim não quebra, aprendi isso logo em seguida. – rimos. – Mas você acha mesmo que é isso? – Assenti.
– Saia com todos, não é porque o Charlie é um bebê que você precisa ficar dentro de casa trancafiada com ele, acho até que seria uma boa sair com ele, deixa-lo respirar um ar fresco. – assentiu. – Um dia com a família no Central Park é uma boa. – pisquei e ela riu.
–Ok, vamos ao Central Park. – me levantei. – segura ele em pé para mim? Preciso ir me arrumando. – o peguei com cuidado e o coloquei em pé em meu peito enquanto Rose saia para o banheiro.
– Rose a Bella... – Alice parou de falar assim que me viu e sorriu. – Você fica muito fofa assim, de tia zelosa. – rimos. – Eu vou tomar um banho, quer vir comigo? – Neguei.
– Vamos sair, se eu entrar num chuveiro e ficar pelada com você nunca vamos sair do quarto. – Sorriu maliciosa e assentiu saindo do quarto. – Você é muito lindo, Charlie. – beijei sua testa e o vi fechando os olhos. – Vovô Swan ficaria orgulhoso de ter um neto tão lindo assim, e mais orgulhoso ainda em saber que você leva o nome dele, é uma grande responsabilidade, ok? – acabei rindo. Eu estava mesmo conversando com uma criança recém nascida? – Tia Bella te ama muito. – sussurrei só para ele ouvir.
– Obrigada, Bells. – Rose apareceu com um roupão e uma toalha enrolada na cabeça. – Quer tomar um banho?
– Preciso de uma roupa, me empresta? – Assentiu. – Vou tomar aqui mesmo, Alice está no do quarto dela. – Sorriu safada e piscou.
– Por que não vai para lá?
– Porque se não, não saímos de casa. – Rimos e entrei no banheiro.
[...]
– Ok, está faltando alguém? – Perguntei quando estávamos saindo de casa.
– Creio que não, Carlisle disse que nos encontraria lá, iria direto do hospital. – Assenti.
– Alice, está com muita fome? – Não deu tempo de almoçarmos...
– Não, como lá mesmo, estamos levando uma cesta para um piquenique. – Assenti e peguei meu telefone. – Vai ligar para quem?
– Jane e Kate, vou ver se querem ir também. – Assentiu.
– Fala mana. – Jane atendeu toda sorridente.
– Ok, o que vocês estavam fazendo? Ou melhor, não me conte. – Estranhei aquela felicidade toda e riu do que eu falei.
– O que você quer?
– Estamos indo ao Central Park, quer ir?
– Bom, seria muito bom se meu sogrão não estivesse aqui. – Ri.
– Traga o Chefe William também, uma tarde em família, e como você é minha irmã...
– Ok, vou dar um jeito. E quero saber direitinho como foi lá, Marcus me disse que você passou, meus parabéns! – Sorri.
– Obrigada, conversamos melhor lá, te encontro perto do lago.
– Beleza, até, tchau. – desligou o telefone.
– O que você estava agradecendo? – Rose perguntou ajeitando as crianças no carro.
– Eu passei nos teste ontem.
– Você já fez? – Alice me olhou assustada. – Mas não eram semana que vem?
– Sim, mas foram adiantadas. – a abracei.
– Então te devo desculpas, não sabia que estava com tantas pessoas perto de você. – Sussurrou em meu ouvido e sorri de lado.
– Não por isso. – beijei sua testa. – Foi um ótimo estimulante, não consegui pregar o olho. – Rimos.
– Qual a graça? – Emmett perguntou.
– Tenho certeza que não vai querer saber. – Pisquei para ele.
– Meus parabéns, filha. – Minha mãe me abraçou forte.
– Não por isso. – beijei seu ombro e sorriu acariciando meu rosto ao nos separar.
Entramos no carro e seguimos para o Central Park. Menos de 20 minutos e estávamos estacionando. Erámos em dois carros: Alice, eu e minha mãe em um e Rose e sua família em outro. Descemos do carro e seguimos até o lago.
Peguei na mão de Alice e vi Rose arregalar os olhos.
– O que foi, mana? – Perguntei rindo.
– Desde quando estão usando alianças? – Minha mãe olhou sorrindo para nossas mãos entrelaçadas.
– Viemos aqui hoje e dei a ela. – Dei de ombros enquanto dona Esme esticava uma toalha para sentarmos. – Anne, quer brincar? – Assentiu sorrindo. Peguei uma bola que havíamos trago e joguei no chão. – Tira a bola de mim que te pago um sorvete. – Anne correu em minha direção igual doida e eu comecei a rir. – Calma, acha que assim vai tirar a bola de mim? – Perguntei driblando a pequena e ganhando suas bufadas de raiva.
– Isso é judiação, olha o seu tamanho para o dela. – Emmett riu da filha. Anne já estava quase morrendo e seu rosto estava rosinha.
– Isabella é uma vaca, ela jogava no time da escola, não é justo. – Rose se levantou e veio ajudar a filha.
– Hey, dois contra um não vale. – Corri com a bola no pé e duas cabeças loiras corriam atrás de mim.
– Passa para mim. – Jane gritou. Levantei a cabeça e sorri por vê-la ali. Chutei a bola e logo as duas correram atrás da baixinha.
– Também quero brincar. – Kate tentou roubar a bola da noiva, mas acabou levando um chapeuzinho.
– UOUUU. – Ri dela. – Toca, Jane. – Passei do seu lado e quase fui derrubada quando Emmett apareceu na minha frente tentando pegar a bola. Joguei-a por entre suas pernas e ria enquanto me livrava dele e parava com o pé em cima da bola. – Qual é cunhadinho, tentou trapacear feio agora em. – me olhou feio e vi Alice rindo de nós junto com minha mãe. – Vem, vamos brincar! – Gritei-as e negaram.
– Tenho dois pés esquerdos, amor. – Alice arrumou uma desculpa.
– E eu estou velha de mais para isso.
– Mas eu não. – Carlisle apareceu por trás e roubou a bola de mim. Tomei um susto e me desequilibrei caindo no chão.
– Fazendo corpo mole, Isabella? – Marcus me zoou.
– Mãe, seu marido é um pilantra! – Riram de mim. Levantei e limpei minha bunda. – Isso não vale. E eu não faço corpo mole, ok? – Emburrei e Alice veio até mim.
– Sua boba, tira esse bico da cara e vem comer alguma coisa. – Assenti e enlacei a sua cintura.
Peguei a bola com Carlisle e quando ia guarda-la...
– PEGUEI, PEGUEI! – Anne praticamente voou em cima de mim e pegou a bola. Todos nós rimos.
– Ok, depois de comermos eu pago seu sorvete. – Assentiu sorrindo e correu para sua mãe e irmão.
– Eu peguei a bola da tia Bella, mamãe! – Rose sorriu para ela e a puxou para o seu lado.
– Você é muito boa. – beijou sua testa e acariciou seu rosto.
O resto da tarde foi de muita diversão e alegria. Eu percebi que Jane e Kate estavam só alegria e a toda hora Jane acariciava sua barriga e beijava seu rosto. Marcus parecia radiante, a noticia que seria avô deve tê-lo deixado desse jeito. Irina estava conosco, mas estava tão na dela que quase não era notada, claro, isso até eu e Jane começamos a encher a paciência dela e recebermos um tapa.
Minha mãe estava sorrindo que nem boba no colo do Carlisle que conversava animadamente com Marcus, Rose e Emmett eram só amor com seus filhos nos braços e bom, eu e Alice...
– Você é uma idiota, sabia? – Me bateu quando mordi seu dedo. Estávamos deitadas um pouco mais afastadas da família. Eu estava deitada no seu colo e ela apoiada em uma arvore.
– A idiota que você ama. – Balançou a cabeça e assentiu rindo.
– Mas não deixa de ser idiota. – Ri dela.
– Eu te amo, Alice. – Sorriu e abaixou-se para beijar meus lábios levemente. – Eu realmente te amo muito.
– Também te amo, sua idiota. – me sentei e a puxei para um beijo mais profundo. Calmo e apaixonante. Peguei em sua mão e beijei sua aliança.
– Minha Alice, minha e de mais ninguém.
– Sua Alice, sua e de mais ninguém!- Voltei a beijar sua boca, mas fui interrompida por latidos e um cachorro pulando em cima de nós.
– Scott! – Acariciei seu pelo e olhei em volta procurando seu dono. – Jake! – Me levantei e ajudei a Alice a se levantar também.
– Um cachorro sempre gosta de brincar com outro, né? – Implicou. Dei língua para ele e o abracei forte. – Aquelas não são sua irmã e mãe? – apontou para trás.
– Sim, as encontrei... Longa história. –Assentiu rindo e vi um lindo menino, moreno e olhos escuros, correndo em minha direção.
– DINDA! – Gritou. Abaixei-me e esperei que pulasse em meu colo. O segurei firme quando fez tal ato.
– Meu lindo, quanto tempo. – O enchi de beijos. – Com você está grande e lindo. – Sorriu de lado, um sorriso idêntico ao do Jake. – A cara de um e focinho de outro. – Riram. – Leah e Joe estão ai? – Negaram.
– Ficaram em casa. Joe está com febre e quis ficar nos mimos da mãe. Tive que trazer Scott para andar e trouxe Tyler comigo. – assenti.
– Alice, esse é Jacob, meu grande amigo. – os apresentei. Ela o cumprimentou normalmente e com um sorriso constrangedor. – E esse lindão aqui é meu afilhado, Tyler Black. – Ele sorriu envergonhado para ela.
– Muito prazer, Tyler, sua madrinha fala muito bem de você. – Assentiu. Vi o povo tudo vindo em nossa direção.
– Jake. – Jane e Kate o cumprimentaram.
– Olá meninas, como vão? – Perguntou sendo educado.
– Felizes, casaremos em pouco tempo. Você vai à festa, né?
– Claro, perder um 0800? – Rimos.
– Jake, essa é minha mãe, Esme, seu marido Carlisle, minha irmã Rosalie e seu marido Emmett. Esses são seus filhos, Anne e Charlie. – Sorriu e cumprimentou a todos. – E tem mais. – Sorri e peguei na mão de Alice. – Essa é minha namorada. – Arregalou os olhos e riu. – Qual a graça?
– Jane realmente fez sua cabeça? – ri.
– Não, foi Alice que mexeu comigo mesmo.
– Bom, gostaria de ficar e conversar mais, mas tenho que ir. – Assenti. – Até mais. – Me deu um beijo e se despediu dos outros.
– E você, moleque, estava com muita saudade. Vou dar um jeito de ir te ver logo. – Sorriu e beijou meu rosto.
– Tchau dinda. – Saiu do meu colo e saiu correndo atrás do seu pai e cachorro
– Encontro de Atual e ex... Que coisa mais tensa. – Jane riu e revirei os olhos.
– Vocês namoraram? – Rose perguntou.
– Sim, meu único namoro que eu juro que se eu gastasse dele da mesma forma que eu da Alice, hoje já estaríamos casados. – Ri e abracei Alice. – Mas eu o amava como amigo, sem nenhum outro sentimento.
– Ele é bem bonito e simpático. – Esme falou abraçada ao Carlisle. – Seu filho é mais lindo ainda. – Sorri concordando.
– Meu afilhado é lindo. Então, já está escurecendo e acho que amanhã você tem aula, você trabalha e tu... O que tu faz? – Pergunte para Kate.
– Eu vou para o hospital conversar com Aro. – Assenti.
– Vamos? – Todos andaram indo em direção aos seus carros.
– Te encontro na minha sala segunda feira, Isabella. – Marcus falou.
– Ok, com uniforme novo? – Assentiu.
– Sua sala já está te esperando. – Sorri com isso. – Até. – Entrou no carro e Irina entrou junto com ele.
– Estamos indo também, você vai dormir lá em casa, filha? – Minha mãe perguntou.
– Acho que sim, só vou conversar com Alice e estou indo para lá. – Se despediu da Jane e Kate e entrou no carro junto com Carlisle.
– Tchau para vocês. – Rose e Jane saíram juntas e cada família em seu carro, ficando apenas eu e Alice.
– Você está com raiva de que? – Perguntei sendo direta.
– Não estou com raiva, apenas um pouco transtornada. – Ri dela. – Você e Jacob já...? –Assenti. – É estranho conviver com uma pessoa que já dormiu com sua namorada.
– Sua boba, não temos mais nada, ok? – Não falou mais nada e foi até o carro. A prensei nele e sussurrei em seu ouvido. – Agora você está sendo a ciumenta. Jake é casado, ama sua mulher e é amado. Acho que eu tenho mais motivos para me preocupar do que você. – Mordi sua orelha e ela gemeu.
– Bells... – sussurrou.
– Hoje eu quero comemorar, recebi minha “promoção”, agora eu sou tenente. Em poucos meses as meninas vão embora da casa, vou tê-la só para mim. – A virei e perguntei olhando em seu olhos. – Você quer vir morar comigo? – Sorriu e abraçou meu pescoço.
– Com todo prazer. – sorrio maliciosa e beijou-me.
Notas finais
Bsus, Lary ><'
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