Acaso Do Destino
7 Tensão
Notas iniciais
E falando em recomendações, LuuhAndrade , deve estar querendo acabar com meu pobre coraçãozinho... VOCE É LINDA! AMEI SEU RECOMENDAÇÃO, FLOR!! Minha pequena ><'
Boa leitura ;)
POV. Bella
Senti mãos macias e pequenas acariciando meu cabelo, lábios quentes beijando minha testa e ouvi um coração batendo calmamente ao meu lado, a cada batida que ele dava meu corpo ficava anestesiado e vidrado em seu ritmo. Uma respiração calma e gostosa vinha direta em meu pescoço fazendo meu corpo se arrepiar.
– Te amo... – Uma voz de anjo sussurrou em meu ouvido e não consegui segurar um sorriso. – Bom dia. – Sua voz estava alegre.
– Bom dia, meu amor. – falei ainda de olhos fechados e apreciando aquele carinho maravilhoso. Ela desceu a mão e segurou na minha.
– Dormiu bem? – perguntou novamente e começou a brincar com meus dedos.
– Com seu corpo junto ao meu após ama-la intensamente... Deixe-me pensar... – ainda de olhos fechados enruguei a testa e torci meus lábios, em troca disso ganhei uma linda e perfeita risada e uma leve batida em meu ombro. Abri meus olhos e fiquei completamente vidrada naquela imensidão azul. Eles estavam mais claros e me deixavam relaxada, calma e com um sentimento de paz. Acariciei seu rosto e ela sorriu. – Eu dormir maravilhosamente bem, melhor ainda em acordar com mãos tão perfeitas acariciando meu corpo e com uma voz linda sussurrando um eu te amo. – sorriu de lado e beijou minha testa. – Eu estou dormindo ainda? Estou sonhando? – brinquei e voltou a acariciar meu rosto e beijou meus lábios num beijo calmo e sereno. – Eu te amo. – sussurrei por cima de seus lábios.
– Também te amo. – Me sentei na cama e a puxei para meu peito. – Vamos fazer o que hoje? – Perguntou se aconchegando e pegando em minha mão.
– Eu tenho até às oito horas da noite, depois tenho plantão. – se agarrou em mim.
– Não vou dormir com você? – perguntou manhosa e ri.
– Às vezes temos que abrir mão de coisas que amamos para ganha-las em dobro depois. – beijei sua testa. – Hoje eu faço plantão e amanhã trabalho até as seis, depois é um dia de folga completo, serei somente sua. – sorriu.
– E da Rose. – perdeu o sorriso. – Eu não deveria ter te levado lá em casa... Agora vou ter que dividi-la com minha irmã, mãe e sobrinhos! – ri dela.
– Não vamos ser egoístas, certo? Eu vou dar atenção aos meus sobrinhos, irmã, mãe e principalmente a mulher da minha vida. – sorriu contra meu peito e beijou ali.
– Você é perfeita. – assenti concordando. – E convencida também. – Rimos.
TOC.TOC.TOC.
Três batidas na porta.
– Quem é? – perguntei.
– Sou eu, posso entrar ou... ? – Jane perguntou.
– É urgente? – perguntei ajeitando-me na cama.
– Na verdade é sim. – sua voz parecia aflita. Peguei um roupão que tinha do lado da minha cama e dei para Alice vestir e coloquei uma blusa e um shortinho que achei jogados ali perto.
– Pode entrar. – autorizei e voltei a me ajeitar com Alice em meu peito. Jane entrou no quarto e sua expressão era triste e estava com os olhos vermelhos. – O que aconteceu? – Perguntei aflita e me soltei de Alice. Jane não disse nada e veio apressadamente para cama se jogando em meu colo começando a soluçar. – Jane. – fiquei preocupada.
– Bella eu... Eu realmente não sei o que fazer, me ajuda! – Implorou em meio às lágrimas.
– Se você me disser o que é, quem sabe eu possa te ajudar? – acariciei sua cabeça e deixei que se aconchegasse em meu peito.
– Você se lembra da minha ultima briga com Kate? – Falou baixo, quase sem voz.
– Sim, há quase três meses, certo? – Assentiu.
– Três meses e uma semana. – fungou. – Lembra o motivo? – Assenti novamente.
– Você estava com ciúmes dela e ela ficou estressada com você, vocês discutiram e até terminaram... Foi feia a briga, mas depois de uma semana vocês voltaram. Por que disso agora? – Perguntei sem entender.
– Kate foi para um bar depois da nossa briga e se embebedou... – Foi relando e eu começando ajuntar as peças.
– E ela fez coisas das quais se arrepende? – assentiu e fiquei sentida. – Sinto muito, Jane... – Alice olhou para mim e se levantou.
– Vou tomar um banho no seu banheiro Jane, deixarei vocês a sós. – Sorri agradecida e voltei a minha atenção a minha amiga.
– E você está triste por ela ter ficado com outro enquanto vocês haviam brigado? – negou. – Por que então?
– Por que ela engravidou do cara. – fiquei em choque. – Descobriu a pouco mais de duas semanas, ela me contou hoje pela manhã... Tivemos uma noite tão magica ontem, por que eu não poderia continuar naquele conto de fadas? – se agarrou em mim.
– Jane... – Acariciei e apertei mais em mim, eu queria passar conforto a ela e não deixa-la mais triste e deprimida. – Você ama sua mulher, não ama? – assentiu.
– Ela é minha vida. – sussurrou.
– Ela errou, sabemos disso, mesmo separadas ela deveria ao menos ter esperado um pouco, mas ela estava bêbada e fez aquilo carregada de raiva, dor, remorso, tudo de ruim. – assentiu. – Kate com certeza se arrependeu no instante seguinte que fez isso, eu garanto. – suspirou.
– Ela disse isso, mas eu realmente não consigo... Não consigo engolir essa história. Ela está gravida de um homem qualquer, nem a cara dele ela lembra. Bella, você tem noção de como me dói saber que um idiota deu a ela o que eu sempre sonhei? – assenti. – Bella eu sempre quis ter uma família com ela, mas por sermos um casal homo afetivo nenhum juiz nos daria a guarda de uma criança assim...
– Eu te entendo, mas entendo Kate também. Vamos lá Jane, vamos ser racionais. Kate te ama muito, ela fez uma burrada e te contou e... – Me cortou.
– Me contou porque não teria como esconder uma gravidez! – Ironizou.
– Mas ela não disse que não queria mais segredos? – assentiu. – Pois bem... Não complique mais as coisas, Jane. – beijei sua testa. – Você é doida por ela e ela por você, vocês duas separadas são um nada! Pense pelo lado positivo, vocês agora terão um filho. – Assentiu.
– Mas... – soluçou.
– Mas você precisa do seu tempo, precisa assimilar tudo e ver se vai mesmo conseguir viver num mundo sem ela... Sem ter sua amada ao seu lado. – se virou e olhou em meus olhos.
– Você está certa, preciso de um tempo para isso tudo. – Sorri de lado.
– Tenho certeza que em duas horas você vai voltar para ela. – Jane relaxou e riu comigo. – Você ficou tão deprimida quando terminou com ela por sete dias, eu não consigo visualiza-la mais de um mês sem Kate...
– Você tem razão, mas eu realmente preciso de um pequeno tempo, 24h para assimilar tudo e conseguir entender um pouco isso... – deitou sua cabeça em meu peito.
– Um conselho? – perguntei e assentiu. – Kate já está de 3 meses, a barriga dela vai começar a crescer e vai ficar muito enjoada e cheia de desejos, você realmente vai querer perder tudo isso? Vai ser uma experiência única na sua vida. – riu.
– Eu sei...
– Então sabe também que sem você ela pode pensar em fazer uma besteira, não é? – Sentou na cama e me olhou assustada.
– Kate presa à vida humana, ela não teria... – Neguei.
– Ela presa o amor de vocês e ficaria com a consciência pesada se uma gravidez atrapalhasse isso. Eu a conheço, em momentos de raiva ela faria isso e depois ficaria ainda mais triste. Não a deixe fazer isso, você é a fortaleza dela assim como ela é sua inspiração. – Se levantou e beijou minha testa.
– Obrigada, Bells. Você realmente é uma irmã. – Sorri de lado e me levantei.
– Você realmente acha que quero vocês separadas? Se toca! Casem-se logo e deixem essa casa somente para mim. – Me bateu e abraçou-me forte.
– Te amo. – sorri.
– Eu também te amo, Jane. – beijei seu ombro. – Pegue a sua moto e vá para as montanhas, você ama aquele lugar mais que qualquer um. – acariciei seu rosto. – Fiquei uma ou duas horas lá e volte de noite. – Assentiu. – Tenho certeza que lá, sozinha e vendo aquela paisagem que você tanto ama, ficará calma e pensará com clareza do que quer para sua vida. – Assentiu mais uma vez e se virou indo para porta. – Pode deixar que eu ficarei de olho nela por você. – brinquei e ela riu siando do meu quarto.
Respirei fundo e fui para o banheiro tomar um banho.
– O dia começou animado, não é?
[...]
Estava com Alice no sofá a mais de uma hora e nada da Kate descer.
– Estou ficando preocupada. – sussurrei para Alice.
– Ela está demorando muito, não acha melhor ir... – Antes mesmo que ela terminasse sua frase vejo Kate descer as escadas com olhos inchados e uma expressão derrotada.
– Kate? – Olhou para mim e evitou olhar em meus olhos. Levantei-me e fui até seu encontro recebendo um abraço forte e apertado por parte dela. – Hey, fique calma. – acariciei suas costas.
– Como ficar calma? – me apertou.
– Hey! – me soltei um pouco dela e respirei ofegante. – Você está forte desde quando? – brinquei, mas não esboçou nenhum sorriso.
– Bella eu a perdi... – Se lamentou e começou a chorar. – Eu sou uma inútil, burra, idiota e sem noção! – Começou a se xingar e a trouxe de volta para meu peito e a apertei forte, protetoramente e carinhosamente.
– Não, você não é isso. – beijei sua testa. – Dê um tempo a ela, amanhã pela manhã vocês conversam. – descansou sua cabeça em meu ombro e não controlou as lágrimas. Kate sempre foi mais sensível e eu realmente não sabia lidar muito com isso. Jane eu a conheço a trocentos anos, sei como acalma-la. Mas Kate... Só uma pessoa conseguia isso... – Não chora, por favor. – A única alternativa foi implorar.
– Como não chorar? – perguntou incrédula.
– Eu...Eu... – Respirei fundo e tomei uma decisão que com certeza daria certo. – Alice, me ajuda? – implorei e ela levantou sorrindo e veio até nós.
– Kate... Vamos conversar? – perguntou sorrindo e pegando em sua mão. Ela assentiu e voltaram para o sofá. – Que tal você me contar o que aconteceu? Sei que nos conhecemos ontem, mas pode confiar, quero apenas te ajudar. – Sua voz serena e calma fez até meu corpo relaxar e ficar ainda mais tranquilo.
– Alice, eu e Jane brigamos há alguns meses... Uma semana sem nos falar e a primeira coisa que fiz quando briguei com ela foi ir para gandaia... — Abaixou a cabeça e Alice a levantou. – Eu me embebedei, queria esquecer a dor, a raiva, o ódio que estavam em mim. Eu... Eu não sei como, mas eu acordei numa cama de um motel e sozinha. – respirou fundo. – Eu não conseguia nem lembrar a cara dele e nem de nada que aconteceu durante a noite. – relatou.
– Sim, o que mais? – acariciou sua mão dando-lhe conforto.
– E que me senti um lixo por ter feito isso com a Jane, eu não deveria tê-la traído.
– Primeiro: vocês estavam separadas; segundo: você estava bêbada e terceiro: Foi tão insignificante para você que nem o rosto do cara você lembra. – a tranquilizou e secou suas lágrimas. – Mais alguma coisa?
– Eu... Eu estou grávida Alice, como se não bastasse eu transar com outro cara eu fico grávida dele. – voltou a chorar e Alice a abraçou forte e segura.
– E o que você está pensando e fazer a respeito disso? – Perguntei.
– Eu não sei, eu realmente não quero perder minha mulher, Jane é tudo para mim! – e minhas suspeitas só aumentavam. – Se for preciso eu tiro... — a cortei
– Você não vai tirar nada nem ninguém! – Esbravejei e me levantei olhando sério para ela que tremeu ao sentir a intensidade do meu olhar. – Você errou? SIM. Arrepende-se? COM CERTEZA. Mas agora me explica o que uma criança tem haver com isso? N.A.D.A! – Voltou a chorar e Alice me olhou como se pedisse para parar. – Não Alice, ela tem que ouvir umas verdades para deixar de pensar asneiras! Você não vai matar um ser que mal ganhou sua vida por causa disso, uma questão tão fútil comparada a uma vida que você quer tirar. – assentiu. – Você que presa tanto por ela deveria ser a ultima a ter esse pensamento, ou melhor, NÃO O TER.
– Você está mais do que certa, Bella, mas eu realmente estou perdida, não sei o que fazer e...
– E... E você vai ficar o dia todo comigo e vai para a delegacia também. Converse com seu pai, ele é ótimo em dar conselhos. Aproveite sua irmã, vocês ficaram muito tempo separadas. – Agachei em sua frente e peguei em suas mãos. – Se ficar sozinha só pensará asneiras e ficará deprimida. Dê apenas um tempo a Jane, ela te ama muito, mas está confusa e chateada com isso. Apenas um tempo. – assentiu. – Vá tomar um banho e se arrumar. Vamos para a casa da Alice, Irina deve estar lá, converse com ela enquanto eu falo com minha irmã e mãe. – beijou minha bochecha e subiu as escadas correndo.
– Pra que pediu minha ajuda mesmo? – Alice riu e me puxou para o seu lado. – Você realmente sabe como dar uma dura em alguém, hãm... Não é atoa que é uma ótima policial... – Beijou meus lábios e eu agarrei sua nuca. – Minha tenente. – sorri de lado.
– Sua? – brinquei.
– Inteiramente minha. – e voltou a beijar meus lábios.
Realmente beijar Alice Cullen era coisa do outro mundo. A conectividade e sincronia que tínhamos eram perfeitas. Nossos lábios se moldavam e nossas bocas se movimentavam no ritmo certo e ideal. Sua língua sempre tão carinhosa e a minha sempre tão ávida pela sua torna o beijo ainda mais perfeito.
– Her... Atrapalho? – Nos separamos sorrindo quando ouvimos a voz de Kate.
– Não, vamos. – Peguei na mão de Alice e olhei para Kate que parecia um pouco melhor. – Hum... Só está faltando uma coisa para ser a minha Kate. – Brinquei e me olhou confusa. – Aquele sorriso malicioso e a implicância ao me pegar agarrando minha namorada. – Ela riu e sorri com isso.
– Bella, a ultima coisa que eu poderia fazer agora seria rir, como você consegue isso? – sorri de lado, abracei a cintura de Alice e peguei as chaves do carro.
– Eu sou D.I.V.A, sem mas! – Dei de ombros e caminhei até a porta ao som das risadas de Kate e CIA.
– E convencida também. – Falaram juntas e entraram rindo, após eu abrir a porta, no carro.
Dirigi em silencio para a mansão Cullen enquanto Alice e Kate conversavam animadamente. Sorri com isso, pelo menos Kate não ficaria tão deprimida assim.
– Até que enfim! – Ri ao ver minha mãe aparecer na sacada da mansão com Anne ao seu lado. Sai do carro e abri a porta para minha amada descer e logo em seguida fui gentil em fazer o mesmo com Kate.
– TITIA! – Anne correu e me abaixei para pega-la quando se impulsionou para pular em meu colo.
– Oi minha princesa. – beijei seu cabelo e se apertou ainda mais em mim. – Que abraço gostoso! – o retribui ao máximo que pude.
– E eu não ganho abraço não? – Alice falou toda enciumada e rimos dela.
– Claro que sim, tia! – Se esticou para ela e a abraçou forte. Coloquei Anne no colo de Alice e fui até minha mãe dar um abraço forte nela.
– Tudo bem com a senhora, mãe? – me abraçou forte antes mesmo de me responder.
– Agora sim, estou muito bem. – sorri e retribui o abraço. – Como foi o jantar?
– Bem, animado, divertido. – dei de ombros. – Kate e Jane tiveram um desentendimento essa manhã, assunto delas. A senhora poderia liberar a Irina? – me olhou confusa.
– O que a Irina tem a ver com isso? – ri de sua expressão.
– São irmãs. – me olhou chocada. — É... Eu sei, mas são. – assentiu. – Liberada? – Sorriu.
– Sim, mas... – desfiz meu sorriso.
– MAS... Por que sempre tem uma MAS? – fiz um bico e minha mãe riu.
– Por que sim. – respondeu simplesmente.
– Por que sim, não é resposta! – Usei uma frase de um programa antigo que eu amava assistir (gente, eu amava Castelo Rá Tim Bum, sou a única? Kk’).
– Quanta maturidade, Srta. Swan. – Kate implicou comigo e me virei dando língua.
– Pois bem, qual é o porem, qual é o MAS? – perguntei divertida.
– Que você fique aqui conosco a tarde toda. – sorri de lado. – E que cozinhe também, estou com saudades da comida da minha pequena. – Assenti rindo.
– Hoje a noite tenho plantão, então às seis horas preciso ir embora.
– Tudo bem, temos a manhã e tarde toda. – Assentimos e entrei abraçada a minha mãe.
– Olha quem resolveu aparecer! – Rose ironizou e sorriu. – Como vai meu mano predileto? – revirei os olhos e fui até ela e beijei sua testa e a do Charlie também.
– Bem, e vocês? Como estão? – Me sentei ao seu lado e olhei par ao seu marido. – Bom dia, Sr. Cullen. – assentiu sorrindo.
– Sem formalidades. Muito prazer, Emmett. – esticou seu braço e apertei sua mão.
– Bom, você já sabe, só Bella. – riu.
– Ok, só Bella. – rimos. – Seja bem vinda a família Cullen. – assenti.
– Vai ficar conosco hoje? – Rose perguntou ajeitando Charlie no colo e guardando seu peito. Ela o estava alimentando. – Sem babar, ok?
– Vai ficar nisso até quando? – perguntei incrédula enquanto ela ria.
– Sinceramente? Acho que nunca! – fechei a cara, mas sorri ao ouvi um pequeno resmungo. – Já está querendo ir para o colo da tia? – Rose brincou e olhou para mim. – Quer? – Assenti.
– Bom dia, meu pequeno. – o peguei com cuidado e fiquei o fitando. – Tão lindo. – Com uma mão o segurei firme e com a outra acariciei seu rostinho. Ele abriu os olhinhos e revelou aqueles olhos castanhos que realmente me faziam lembrar meu pai. Ele fez um pequeno barulho, como de riso, e sorri com isso. Beijei seu rostinho e soltou uma pequena risada.
– Como você consegue isso? – Rose perguntou incrédula. – Ele estava com sono e ia dormir, agora... – se lamentou com um sorriso nos lábios.
– Esse garotão aqui gosta de se divertir e não ficar dormindo. – o coloquei em pé em meu peito e o fiz arrotar. – Então, alguém aqui mamou bastante. – brinquei.
– Você realmente tem jeito com crianças, Bella. – Emmett falou.
– É né... Convivi com uma por 15 anos. – pisquei e vi Rose segurar a vontade de me bater. Coloquei Charlie num pequeno bercinho que tinha ao lado do sofá e fiz carinho até ele fechar os pequenos olhinhos, mas antes disso ele segurou delicadamente em meu dedo e ficou assim até solta-lo, vencido pelo sono. – Vai ter que me aturar a tarde toda, maninha. – pisquei para ela que sorriu. Joguei-me ao seu lado e me abraçou forte.
– Bom... Muito bom. – sorriu. – Alice liberou você para nós? Sem ciúmes? Minha maninha costuma ser um pouco possessiva. – rimos.
– Bom, digamos que a convenci de liberar. – assentiu. – Mas então, dormiu bem?
– Sim, você eu nem vou perguntar. – Rimos e vi Alice ficar corada com a olhada de Rosalie.
– Rose, pode ir parando por ai! – pediu e se sentou junto com minha mãe.
– Estou falando apenas a verdade, horas! – Ri do constrangimento da minha amada e me acomodei nos braços da Rose. – Você me parece um pouco tensa. Comentou acariciando meu ombro.
– Uns problemas ai. – olhei de lado e vi Kate conversando com sua irmã num canto mais distante.
– Quer compartilhar? – Neguei. – Qual é, não confia na sua mana mais? – perguntou sentida.
– Não é isso, o assunto não é meu e se trata da vida pessoa da minha melhor amiga e da Kate. – assentiu. – Mas acaba mexendo comigo, eu sempre acabo me envolvendo nisso. – suspirei e fechei os olhos.
– Muito sério?
– Não tanto, elas se amam e vão voltar logo, tenho certeza. Mas pelo simples fato de ter visto ambas chorando... Isso acabou comigo.
– Continua forte por fora e frágil por dentro. – sussurrou em meu ouvido.
– Sim, mas não espalha não. – brinque e ela riu. – Fiquei sabendo que você tem uma loja... – Comecei a puxar assunto.
– Sim, há alguns anos já, Alice trabalha para mim, mas acho que isso você já sabe. – dei de ombros.
– Seu sonho sempre foi se tornar engenheira civil, por que mudou tão rapidamente? – riu.
– Você ainda se lembra?
– Apesar de todas as drogas, eu nunca esqueci nada que passamos juntas. – me apertou.
– Eu engravidei da Anne quando estava para me inscrever em Harvard, decidi largar tudo e dar atenção a minha filha, uma faculdade não valeria a pena comparada a perda do crescimento dela. – Apontou para Anne e assenti. – Resolvi montar uma loja para não ficar parada.
– E você gosta disso?- Assentiu. – Vai tentar entrar numa faculdade ainda? – Negou. – Por quê?
– Tenho Charlie agora e a loja está indo super bem. Alice está fazendo moda, uma pessoa formada está de bom tamanho. – riu.
– Já que pensa assim... – dei de ombros.
– E você? Formou-se, fez faculdade?
– Mais ou menos. – ri.
– Como? – questionou.
– Sr. William me ajudou muito depois que entrei na policia, me incentivou a voltar a estudar e tudo. Completei meu High School e quando ia entrar na faculdade eu desisti, realmente não era aquilo que eu queria para mim... Ficar calculando ou escrevendo... Eu gosto de ação, sabe? Da pratica não da teoria. – Riu.
– Ok né... – Ficamos em silencio até que Rose entrou num assunto delicado. – Por que não veio nos preocupar assim que parou de usar? – fiquei um pouco tensa e todos olharam para nós.
– Filha, não é conversa para agora. – Esme tentou adiar o inevitável.
– Tudo bem mãe, uma hora ou outra alguém perguntaria isso. – falei cutucando Rose.
– Então, pode explicar? – exigiu.
– Claro, bom... – Respirei fundo e comecei a falar... — Foi porque...
(AMO VOCÊS! ;)
Notas finais
Amo voces? Proximo capitulo vou tentar adiantar o máximo que puder, mas voltou a acontecer coisas chatas aqui em casa - ainda relacionada a anterior - e só está piorando... O vida essa minha kk'
Mas bom, agora sme precisava te dizer eu posso me focar mais nessa e tentar melhora-la... QUEM sabe até prolonga-la um pouquinho?
Bom, espero que tenham curtido, Reviews e Recomendações são mais que bem vindas!
Bsus, Lary ><'
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