Notas iniciais
Hey gente, para quem me conhece de outras ones e da minha fic, sabem que quando coloco 18 anos é pq a porra é séria e muito quente!

Espero que vocês curtam esse capitulo e essa história louca que surgiu em minha mente. Já esta quase completa, só depende de voces para eu continua-la!!

Boa leitura!

POV Bella.

Mais um dia de trabalho, mais um dia tediante nessa grande cidade. Tediante é o modo de dizer, pois não fico parada um segundo sequer, ser guardinha às vezes é cansativo, esse povo parece que não frequentou a autoescola e que pegam os carros e saem por ai para fazer o que bem entendem... Principalmente aqui, em New York.

Bom, sou Isabella Marie Swan, tenho 26 anos, sou uma Officer, ou seja, para muitos sou apenas uma guardinha. Mas realmente amo isso e almejo alcançar um posto de Captan. Esse gosto pelas forças armadas parece ser de família, meu bisavô, meu avô e pai seguiram essa carreira, queria ser um orgulho para meu velho, e bom, aqui estou eu!

- Bom dia, Bella. – Jane, minha colega de trabalho e também melhor amiga, me cumprimentou ao entrar na sala da delegacia.

- Bom dia, Jane. – Sorri para ela. – Como vai o Alec e Kate? – Perguntei do seu irmão e namorada, é isso ai, minha amada colega era homossexual. Nada contra, muito pelo contrario, admiro muito essa garota e o namoro dela. Estão juntas há quase cinco anos e nunca se traíram, ao contrario de mim e Edward, ficamos seis meses juntos e descobri que era traída a mais de cinco...

26 anos e sexualmente fracassada. Tenho muita sorte em meus relacionamentos.

Edward era meu terceiro namorado. Mike foi meu primeiro, no colegial, namoramos por quase um ano, mas também me traiu. Jacob foi o que eu mais gostei, ele era meu amigo a cima de tudo, tanta amizade que acabou atrapalhando nosso romance. Chegamos a completar dois anos de namoro, mas vimos que nunca daria certo. Tenho contato com ele até hoje, sempre nos encontramos nos finais de semana, eu, ele sua mulher e filhos. Sim, filhos, sou madrinha de um deles, Tyler Black.

- Bem, os dois. – Sorriu. – Na verdade eu gostaria de lhe convidar para meu casamento, quer dizer, festa de casamento. – Fiquei surpresa. – A pedi em casamento e ela aceitou. – Seu sorriso era tão grande e lindo que me contagiei com ele.

- Ficarei muito feliz em ir, sabe que sou fã desse casal. – a abracei e dei um beijo em seu rosto. – Meus parabéns, desejo felicidades a vocês. – assentiu.

- Obrigada, estou tão feliz que acho que nada vai me tirar do sério hoje. – Ri incrédula. – Ok, uma coisinha ou outra...

Jane era estourada e ficava nervosa atoa, eu sempre tive que acalma-la ou chamar sua mulher para isso, era até cômico, quando não era com você.

- Bom, senhorita sorriso, vamos ao trabalho? – Assentiu ainda rindo. – Tire esse sorriso dos lábios, por favor. – me deu língua e subiu em sua moto.

- Vamos nos dividir? – perguntou antes de colocar o capacete.

- Por favor, não estou aguentando tanta felicidade. – me socou e ligou a moto.

- Te encontro para o almoço? – Assenti. – 12h30min, não se esqueça. – Acelerou e saiu para fazer sua patrulha.

- E lá vamos nós... – Suspirei e montei na moto.

Minha patrulha estava até sendo calma, calma até demais para o meu gosto...

- Bells...

Falei que estava bom de mais, Jane me chamou pelo comunicador.

­- Fala, Jane. – Respondi.

- Temos uma denúncia de rachas ocorrendo na Av. Charles Will, você foi para esses lados, não é? – perguntou.

- Sim, eu vou averiguar isso, qualquer coisa lhe chamo.

- Ok, mas me mantenha informada.

Acelerei minha moto e fui para esse local. Av. Charles Will era praticamente deserta, poucas pessoas se aventuravam a ir por ali, constantes assaltos, sequestros e mortes. E claro, de vez enquanto, rachas.

Quando eu estava me aproximando do local vi umas 10 motos e 15 carros – foi o que consegui contar. – Espalhados dos dois lados da pista e dois carros posicionados no centro dela, cheguei bem na hora.

Esse povo odeia policia, mas o seu ódio não é maior que seu medo pela cadeia. Acionei a minha sirene e vi todos olharem assustados para os lados e correrem para suas motos e carros. Eu tinha que deter ao menos um, para servi de exemplo, mas eles nunca passavam de 3 horas naquela cena. Filhinhos de papai, idiotas, riquinhos que se acham que por ter um pouco – muito. – dinheiro tem o direito de burlar as leis.

Acelerei minha moto e vi cada um se espalhar para um lado, resolvi tentar pegar os que estavam na linha de partida, mas ambos os carros eram velozes e já estavam um pouco longe de mim. Corri até chegar próximo a eles e vi que cada um iria entrar numa rua, tive que escolher e acabei por optar em seguir o Porsche amarelo.

Minha sirene quase se esgoelava e aquele ser que dirigia o carro nunca que parava. Acelerei ainda mais minha moto e consegui igualar minha velocidade com a dele, olhei para o lado e constatei que era uma mulher.

Ficamos nesse meio racha até que entramos numa rua sem saída e ainda mais deserta. A fechei e deixei-a sem escapatória.

- Saia do carro, isso não é um pedido. – Falei alto para que ouvisse.

Ela abriu a porta do carro e saiu lentamente. Assim que a vi em pé fiquei sem ar. Ela era linda, seu corpo era perfeito, sua pele branca como porcelana, cabelo negro como a noite e olhos azuis como o céu. Em seus lábios, rosados e pouco carnudos, brotava um sorriso irônico.

- Então, a guardinha ai vai fazer o que? – falou sarcástica. Mas quando olhou nos meus olhos perdeu aquele sorriso. Ela fez o mesmo comigo, analisou-me completamente e segurou a respiração ao subir seus olhos e encarar os meus, foi minha vez de sorrir e o dela de ficar sem fala.

- Por hora, irei apenas lhe prender. – Falei calmamente e andei em sua direção.

- Vai mesmo fazer isso? Não podemos conversar? – colocou a mão no bolso e tirou uma carteira – vermelho sangue. – e a abriu.

- Propina? Acha que sou como os outros policiais? Sabia que isso é crime? Ainda mais grave do que o racha que você estava para praticar? – fechou a carteira e jogou no carro.

- Olha, se não aceita dinheiro o que me resta é pedir desculpas. – Sorriu ironicamente e eu evitei dar muita bandeira. Eu estava me sentido atraída por essa garota, e com esse sorriso ainda...

Cheguei bem perto dela e peguei em seus braços e o prendi por trás. Ao encostar em seu braço uma corrente elétrica, bem prazerosa, passou por meu corpo e me deixou completamente confusa. Meu coração se acelerou e minha respiração ficou um pouco ofegante. Peguei minhas algemas e falei.

- Vou lhe prender, sabe que não vai ficar muito tempo lá, mas pelo menos sua ficha não vai estar tão limpa assim. – sussurrei em seu ouvido. Vi e senti seus cabelinhos se arrepiarem e ela prender a respiração.

- Quer mesmo fazer isso? Prender-me?- jogou seu corpo um pouco para trás e roçou sua bunda em mim. Revirei os olhos.

- É o meu dever. – Controlei minha voz, eu estava completamente louca de tesão. Eu não sabia o que era e por que estava acontecendo aquilo comigo, mas era bom, eu queria prolongar mais aquela sensação.

- Você pode ter outro dever... – sua voz era baixa e rouca, aquilo estava realmente acabando comigo.

- E posso saber o que seria esse meu outro dever...? – perguntei a prensando contra seu carro e fazendo nossos corpos ficarem ainda mais juntos, parecia que iam se fundir.

- Ahn... – ela não segurou seu gemido. Sorri com ele, ele era envolvente e maravilhoso, gostei do que ouvi.

- Você não me respondeu... – rocei meus lábios no lobo de sua orelha. – Que tal me responder enquanto a revisto? – minha voz ficou incrivelmente rouca, eu não estava me reconhecendo ali. Desde quando eu ficava tão atraída por mulheres? Principalmente por infratoras como ela?

- Você poderia... – Perdeu a voz quando passei minha mão por seu pescoço e fui a descendo lentamente por seu ombro e pela lateral do seu corpo.

- Poderia... – minha boca continuava em sua orelha e dessa vez a mordisquei. – Hãm? – ela soltou outro gemido, outro leve e maravilhoso gemido.

Desci até onde minha mão alcançava e voltei passando por trás de seu corpo, passando ainda mais vagarosamente em sua bunda e dando um leve aperto ali.

- Ahhhnnn... – se contorceu em meus braços. Subi-a novamente e parei em seu pescoço, onde tudo começou. Seu cabeço batia um pouco acima do seu ombro, o retirei do pescoço e cheiro-o. – Bom... – sussurrou. Dei uma leve lambida ali e prensei ainda mais meu corpo contra o dela. – Ahnnnn – Ela só conseguia gemer.

- Bom? O que é bom? – Minha voz estava carregada de desejo. Mordi seu pescoço e ela gritou de prazer. Com a minha outra mão eu refiz o mesmo caminho que tinha feito antes. Desci pela lateral de seu corpo e subi por trás, dando uma atenção redobrada a sua bunda. – Você é gostosa... – Acabei soltando isso, não consegui segurar. – Não me respondeu. O que é bom? – A virei de frente.

- Continua, vai. – implorou de olhos fechados.

- Claro, não acabei minha revista ainda. – falei maliciosa e dessa vez usei minhas duas mãos para “revista-la”. Passei-as pelo seu ombro e fui até seus seios, local onde dei um leve aperto, eu fiquei arrepiada e ela excitada, deu outro gemido. Eu já estava me acostumando e adorando eles.

Minha mão esquerda ficou em seu seio enquanto a direita seguiu seu caminho, desceu e foi até sua intimidade. Senti um calor contagiante ali, ela estava muito excitada, sua calça jeans era um pouco grosa, mas mesmo assim estava molhada. Ela estava pior do que eu.

- Acho que encontrei alguma coisa aqui. – falei sensual, ela gemeu quando massageei o local.

- Han... Achou é? – Abriu os olhos e perguntou maliciosa encarando os meus. – O que você achou? – retribui seu sorriso e respondi.

- Uma coisa fora do lugar. – Me olhou sem entender. Aproximei-me de seu ouvido e sussurrei. – Era para esse liquido estar molhando meus dedos e se derramando em minha boca, não sujando sua calça. – Ela não aguentou e me puxou para um beijo.

Seus lábios eram macios e suculentos, maravilhosos de serem beijados. Sua língua não quis esperar, entrou ávida em minha boca e louca para vasculha-la. A puxei pela cintura e coloquei minha perna entre as suas, ela gemeu e apertou-me ainda mais. Sua mão agarrou minha nuca e impossibilitou-a de se afastar, juntou mais a sua boca, quase a fundindo-a.

Sua língua encostou-se à minha e ambas gememos de prazer, elas entraram numa dança tão sensual e envolvente que nos fez perder o fôlego.

- Ahn... Quem é você? Qual o seu nome? – perguntou quando desci meus lábios para seu pescoço e dei um chupão ali.

- Eu sou a policial, eu faço as perguntas. – apertei sua bunda e ela gemeu. – Qual o seu nome? – ela riu, um riso perfeito, devo ressaltar.

- Alice... Posso saber o seu? – pressionei mais minha perna na sua intimidade e ela gritou. – CÉUSSSSSSS. – jogou a cabeça para trás.

- Que tal parar de falar isso e gemer meu nome? Isabella... – falei rouca em seu ouvido. – Mas quero ouvi-la gritar Bella. – Ela assentiu.

Desci minha mão e abri o zíper de sua calça infiltrando minha mão logo em seguida. Desci-a até chegar a seu clitóris, já inchado e pulsante de excitação, e o apertei.

- BELLLAA. – Amei ouvi-la gritar meu nome desse jeito, quase gozei com isso.

- Alice... – devolvi num sussurrar. – Tão quentinha... – ela estava ofegante. – Acalme-se, eu mal comecei. – a provoquei.

A levei para frente do carro e a sentei no capô dele. Retirei minha mão de dentro de sua calça e sorri ao ouvir o lamento dela.

- Calma, não reclama. – a repreendi e encarou meus lábios fixamente. – Os quer, é? – assentiu e se aproximou deles.

Os juntou novamente num beijo mais urgente e desesperador. Enquanto nos beijávamos abaixei sua calça por completo e a joguei no teto do carro, rasguei sua calcinha e a joguei em qualquer canto mesmo. Abri bem suas pernas e abraçou minha cintura com elas.

- Por favor, vai... – implorou.

- Por favor, o que? – perguntei enquanto retirava sua blusa e deixava seus seios expostos.

- Me chupa. – falou firme olhando em meus olhos. Sorri com isso de desci meus lábios por seu pescoço, passando por seus ombros e trilhando um caminho molhado de beijos por sua barriga. – Ahhnn... Bella... – Choramingou.

Desci completamente até sua intimidade e dei uma lenta e leve lambida por sua extensão.

-AHHNN. – Gemeu.

Com minhas mãos eu estimulei seus seios e com minha boca eu comecei a trabalhar avidamente em seu clitóris. Desci minha língua por ela e fui engolindo cada liquido que havia ali, ela estava muito molhada, havia quase gozado com meus “carinhos” anteriores. Minha língua desceu mais um pouco até encontrar sua fenda. Entrei nela vagarosamente e fiquei anestesiada ao ouvi-la gemer alto.

- BELLLA... CÉUS COMO ISSO É BOM. – Minha língua entrava e saia dela num ritmo lento, quase parando. Agarrou minha cabeça e a pressionou contra sua intimidade. – MAIS FORTE! -Implorou. – Rápido, por favor. – Atendi seu pedido e acelerei meus movimentos, levando-a loucura.

Meus dentes raspavam em seu clitóris e minha língua invadia-a por completo, ela se contorcia toda e rebola constantemente em minha boca.

- Eu... Eu não aguento... Eu vou... – Senti-a e ouvi que estaria para gozar. Acelerei então os movimentos com minha língua e dei uma mordida mais forte em seu clitóris. – AAAAAAAAAAAAAAAAAAH. – Gritou enquanto gozava em minha boca.

Seu líquido era agridoce, maravilhoso. Nunca pensei provar uma coisa tão maravilhosa assim. Suguei-o todo e não deixei nenhuma gota escorrer por entre suas pernas. Alice estava jogada no capô do carro e seu peito subia e desci rapidamente, estava muito ofegante e tinha um sorriso nos lábios.

- Bella... Isso foi... Uau. – sorri com a boca ainda em sua intimidade. Dei um beijo ali e se arrepiou novamente. – Bom... – suspirou.

Subi fazendo o mesmo caminho que antes, mas só que dessa vez parei em cima dos seus seios e os chupei com força. –AAAAAAAAAAAAAAAAAAH. – gritou surpresa por isso. Minha boca estava ávida por seus seios – macios e sedosos, e muito cheirosos. – seu bico estava duro de excitação e meu dente logo fez questão de mordê-los.

- Bella... – Gemia descontroladamente. – Bella. – eu estava viciada em seu corpo, em seu cheiro, em sua temperatura. Troquei de lado e suguei o outro com a mesma vontade e determinação que fiz com o primeiro.

Ela abraçou novamente a minha cintura com suas pernas e puxou-me para mais perto dela, fazendo sua intimidade encostar-se à minha – por de cima da calça.

- Você esta muito vestida ainda, sabia? – perguntou entre gemidos. Parei de chupar seus seios e a olhei maliciosa.

- Quer-me nua?- assentiu rapidamente.

- Quero prova-lhe. – ergueu seu tronco e capturou meus lábios.

A peguei no colo e a levei para dentro do carro. Fechei a porta atrás de nós e deixei os vidros fechados.

- Agora sim podemos nos divertir. – sussurrei em seu ouvido e ela sorriu maliciosa.

Deitou-me no banco traseiro e ficou sentada em meu colo. Retirou minha farda rapidamente e acariciou meus seios por de cima do sutiã. – isso... – Minha vez de gemer. Ela sorriu satisfeita e logo se livrou deles e abocanhou rapidamente os meus seios.

- Alice... Isso... – mordi meus lábios para não gritar.

- Não se segure, quero ouvi-la gritar assim como eu gritei seu nome. – sussurrou por de cima dos meus seios e os mordeu como fiz com ela.

Depois de dar um belo trato em meus peitos ela se levantou e retirou o que restava do meu uniforme.

- A policial me dá permissão para lhe dar prazer? – perguntou quando já estava ajoelhada no chão do carro e com a boca próxima a minha intimidade.

- Mais que concedida, me chupa, vadia. – Mandei. Ela sorriu e fez exatamente isso. Caiu de boca em meu sexo. – ALICEE. – Gritei ao sentir sua língua invadi-me sem nenhum aviso ou preliminar. – CÉUS, QUE LINGUA MARAVILHOSA. – Ela era muito habilidosa com ela, fazia movimentos dentro de mim que pensei ser impossíveis de fazê-los. Raspou seus dentes em meu clitóris e chupou forte. – POR ZEUS. – Ela sorriu com a boca ainda lá e enfiou sua língua o máximo que pode. Sem nenhum outro aviso ela enfiou dois dedos dentro de mim. – ALICEEEEEEEEEEEE. AAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHNNNNNNN. – Arqueie minhas costas e comecei a rebolar em seus dedos e boca. Ela fazia um vai e vem lento e ao mesmo tempo forte. Alternava perfeitamente e me levava ao paraíso.

- Que tal você gozar em minha boca agora, hãm? – perguntou safada e enfiou um terceiro dedo me fazendo ver estrelas e gozar em sua boca. Ela sugou todo meu gozo e ainda subiu até meus lábios e fez-me provar do meu sabor. – Gostosa. – falou por cima dos meus lábios.

Eu ainda estava excitada, ainda queria mais dela.

- Senta no meu colo. – Mandei. Ela me olhou maliciosa e logo obedeceu.

Seu sexo raspou no meu e eu rosnei levemente. Ela aumentou aquele sorriso maravilhoso que eu logo fiz questão de apagar dando um beijo de tirar seu fôlego. Enquanto nossas línguas entravam numa batalha prazerosa, minha mão apertava seus seios fortemente. Ela gemeu em meus lábios. Desci minha mão direita por sua barriga e cheguei ao meu propósito, sua intimidade. Enfiei três dedos de vez nela.

- AHHHHHHHHH. – Gritou em meus lábios, ignorei aquilo e voltei a beija-la novamente, só que dessa vez estocando meus dedos nela e apertando seu seio esquerdo.

- Isso... Vai... – quando nosso fôlego acabou eu passei a dar a atenção ao seu pescoço e tive o privilégio de ouvi-la gemer em meu ouvido. Ela começou a rebolar em minha mão e a quicar também.

- Isso, vadia, quica em meu dedo. – sorri contra seu pescoço e coloquei meu quarto dedo. Ela ficou louca e aumentou o ritmo das reboladas e quicadas. Fiz exatamente o mesmo que ela. A deitei no banco e tive mais condições de entrar fundo e forte nela.

- Bella... – Estava rouca e quase sem voz já.

- Para de falar. Goza! – Ela me olhou safada e negou. Olhei-a se entender e revirei os olhos ao sentir seus dedos dentro de mim. – Sua puta! – gritei como gemido e ela sorriu em meio aos urros de prazer.

Ela acelerou suas estocadas e eu fui parando as minhas, queria senti-la em mim.

- Não para, se não eu retiro meus dedos. – provocou ao pé do meu ouvido. Rosnei para ela e voltei a entrar fundo dentro dela e ela fez o mesmo comigo. Perdi o resto da minha paciência e retirei meus dedos de dentro dela e os lambi por inteiro. Ela me olhou confusa e também retirei seus dedos de mim. – O que... – a calei com um beijo e encaixei nossas intimidades.

Rebolei nela enquanto ela seguia meu exemplo, eu já estava quase gozando quando sinto sua boca em meu pescoço e o lambendo por inteiro. Apertei seu seio e a sentir gozar no mesmo instante que eu. Caí sentada no banco e a puxei para meu peito.

Nossas respirações estavam misturas e muito afobadas. Ela estava completamente suada e descabela, aposto que eu não estava muito diferente.

- Se toda vez que um policial me parar eu receber isso como castigo... Uau, vou virar uma fora da lei completamente. – Essa sua frase foi irônica e até ri, mas um sentimento de possessão tomou meu corpo e eu rosnei ao imagina-la em cima de outro corpo não sendo o meu. A apertei em meu peito e mordi seu pescoço. – Ahn... – gemeu levemente.

- Você não vai ter outra experiência igual a essa. – falei completamente enciumada em seu ouvido.

- A é? – assenti. Virou e olhou em meus olhos. – Posso saber por quê? – a olhei confusa, eu não tinha um porque, na verdade eu não sabia como eu fiz isso tudo.

- Porque... Porque... – me calou com um beijo.

- Você sentiu a mesma coisa que eu. – beijou-me novamente. – Eu adorei isso, realmente nunca pensei em sentir tanto prazer. Você é maravilhosa. – me elogiou e fiquei corada.

- Eu nunca fiz isso antes. – confessei.

- Fui sua primeira? – perguntou rindo.

- Mulher? Sim, a primeira. – ela ficou um pouco tensa em meus braços. – O que foi?

- Posso ser a única? – um sorriso nasceu em meus lábios e ela encarou meus olhos. – Posso ser a única em sua vida?

- Isso é um pedido? – perguntei rindo. – Isso não foi apenas sexo para você? – perguntei.

- Eu me senti muito mais completa com você do que com qualquer outra pessoa, eu nunca pensei que gozaria tanto como gozei com você. Tirando esse lado carnal, sexual, sua presença me acalma, em nenhum instante eu fiquei com medo de você, você a toda hora me fazia me sentir desejada e até mesmo... – se calou.

- Até mesmo... – beijei seu ombro a incentivando.

- Vai ser burrice o que vou dizer agora, mas eu me senti amada. – acariciei seu rosto e assenti.

Virou-se e ficamos em silencio por um bom tempo. Um silencio acolhedor e maravilhoso, eu realmente estava gostando de estar com ela em meus braços, era perfeito essa sensação.

- Sim. – disse por fim em seu ouvido.

- Sim o que? – perguntou confusa ao se virar para mim.

- Quero que seja a única em minha vida. – sorriu e capturou meus lábios num beijo calmo. – Eu realmente não sei o que foi isso, eu senti uma atração tão forte por você que foi impossível me segurar. – apontei para nós, nuas naquele banco, e ela riu. – Eu quero aprofundar-me mais nisso, quero saber o que foi isso, tenho certeza que não foi apenas um tesão sexual. – ela assentiu.

- Bella? — Ouvi meu radio comunicador, era Jane. O peguei e falei.

- Oi Jane. – Alice me olhou curiosa.

- Onde você esta? Já passam das 15 e você desapareceu e não me respondeu. Fiquei preocupada. – Olhei assustada para Alice e vi que já eram 15h30min

- Desculpa-me pelo almoço, mas tive um contratempo. – apertei Alice em meu corpo e ela sorriu.

- Você esta bem? – Afirmei. – Ótimo, já acabou nosso expediente, você vem para lanchonete? Kate marcou de me encontrar lá.

- Não quero atrapalhar o casalzinho vinte. – brinquei e ela riu. – Assina ai para mim, vou para casa daqui. – ela afirmou. – Obrigada, de um beijo em Kate por mim.

- Dou até dois. - Ri dela e desligamos.

- Quem era? – ri de sua expressão.

- Jane, minha parceira. Kate é sua noiva. – sussurrei em seu ouvido a senti relaxar.

- Isso esta mesmo acontecendo? – perguntou e eu a fitei sem entender. – Eu, você... – começou a explicar. – Era para você estar me prendendo numa cela e não aqui nesse carro, no meu carro.

- Sabe, às vezes o destino nos prega peças. – ri e peguei minha roupa e comecei a me vestir. – Preciso deixar a moto na garagem. – anunciei.

- Eu te sigo, te dou uma carona. – Assenti e coloquei minha calcinha também. – Você fica melhor sem isso, sabia? – eu sorri para ela e dei-lhe um selinho demorado e molhado.

Sai do carro e peguei minha calça e coloquei minha blusa de qualquer jeito.

- Pega minha blusa e calça, por favor? – pediu.

- Não, vem pegar. – Ri dela. Bufou e saiu do carro, assim que saiu completamente dele fitei seu corpo inteiramente nu e a vi ficar corada. – Sério que esta com vergonha mesmo depois de tudo que fizemos? – ela assentiu. Abaixou-se para pegar a blusa e prendi sua cintura na minha. – Você é gostosa pra caramba. – arrepiou-se e gemeu.

- Deixe-me colocar minha roupa, ou que restou dela. – ri disso e ajudei-a. – Nunca passei por uma revista dessas. – a abracei.

- Porque nunca teve uma policial tão competente como essa para fazê-la. – Riu e fitei seus olhos.

– O que foi? – Perguntou.

- São lindos. – acariciei seu rosto. – Azuis como o céu. – Sorriu envergonhada.

- Os seus também, lindos, verdes como esmeraldas. – beijei seus lábios.

- Isso tudo não é sonho, certo? – ela assentiu.

- Se isso for um sonho, eu não quero mais acordar. – sussurrou por cima dos meus lábios.

Notas finais
Hey gentinha, gostaram? Continuar ou parar? Voces que decidem!