Acaso Do Destino

2 A conhecendo melhor.


Notas iniciais
Com 13 leitoras e 11 Reviews, não tem como não postar hoje. Fiquei tão feliz com os comentários de voces que a bondade bateu em minha porta e eu a convidei para entrar. Aproveitem isso kkkkkk.

Boa leitura para voces ><'

Vidinha, Tbm te amo, coisa fofa da Lala ><'

– NÃO ACREDITO NISSO! – Jane gritou quando acabei de contar o que tinha acontecido ontem comigo.

– É, Alice é maravilhosa, em todos os sentidos. – Um sorriso malicioso brotou em meus lábios.

Depois que deixei minha moto na garagem saímos para dar uma volta e conversar, mas não foi bem isso que aconteceu, fomos para minha casa e: Eu + Alice + Casa vazia + Cama King Size com certeza não dava conversa...

– Eu não sabia que gostava de mulher. – Me olhou desconfiada. – Não estava namorando aquele idiota do Masen? – Fez cara de nojo e eu ri.

– Já terminamos há alguns dias, ele me traiu. – me olhou com os olhos arregalados.

– E por que não me disse antes? Estava doida para meter a mão na cara daquele infeliz. – Ri alto dela.

– Desnecessário, não queria falar da minha segunda traição em três relacionamentos. – ela riu. Nos sentamos num banco da praça.

– Mas me conta, como essa Alice é? – perguntou curiosa.

– Resumidamente? PERFEITA. –Sorriu. – Ela é tão... Sei lá, tão linda, tão maravilhosa, magnifica em tudo que faz. Não tive a oportunidade de conversar com ela, sobre a vida dela, mas quando estava com ela na minha cama... UAU, nem tenho como comparar com nenhum dos meus namorados, nem mesmo com o Jacob! – sorriu maliciosa. – Jane, sabe quando você se sente completa só de estar abraçada a uma pessoa? – assentiu e aposto que se lembrou de Kate. – Mas mesmo não sabendo nada sobre ela, se sente segura e até mesmo amada?

– Sei como é isso, amiga. – pegou em minha mão. – Você esta apaixonada, isso é óbvio. –Assenti meio relutante.

– Eu não queria isso, não agora. E além do mais nos conhecemos ontem, eu ia prendê-la. – arregalou os olhos.

– Uauu, pegando os fora da lei? – Riu alto e a acompanhei.

– Eu fui revista-la, estava participando do racha...

– Bom, bela revista que você deu, não? – a olhei sapeca e me joguei em seu colo.

– Vou me encontrar com ela hoje, vamos ao Shopping assim que sair do trabalho. – falei.

– Bom, então vá trocar de roupa e ir para casa para se arrumar para a morena. – Assenti e voltamos para a delegacia.

[...]

– Como estou? – perguntei ao Jasper, meu cachorro. Ele deu três latidas e balançou o rabo. – Acho que dou pro caldo, não é? – Eu realmente estava insegura, seria meu primeiro encontro com ela... Quer dizer...

Senti meu celular vibrar e logo o peguei, era ela, Alice.

– Oi. – me controlei para não dá uma de desesperada.

Bella, tudo bem? – perguntou alegre.

– Agora esta perfeito. – ela riu.

Quer que eu lhe busque ou nos encontramos lá? – perguntou.

– Seria bom vê-la antes... – sorri.

Ok, passarei ai as 20horas, esta bom para você? – Olhei no relógio e vi que já eram 19.

– Sim, ótimo.

Até mais então, beijos. – se despediu e desligou o telefone.

– Jazz, ME AJUDA! – Ele parecia curtir com a minha cara, pois deitou de barriga para cima e ficou fazendo palhaçada. – Seu cachorro. – ri da minha própria piada sem graça e fui me arrumar...

TOC, TOC, TOC.

Quando deu 20h em ponto alguém bateu na porta. Desci as escadas e quando a abri...

– Uau. – Foi o que consegui dizer. Ela estava linda, realmente uma princesa. Um vestido preto um pouco acima da coxa, BEM decotado, cabelo solto e escovado. Seus olhos pareciam ainda mais azuis. – Esta linda. – Suspirei e ela sorriu de lado. Um sorriso perfeito.

– Você esta encantadora. – pegou em minha mão e a beijou. Corei. – É a mesma Bella que ontem quase acabou comigo? – perguntou divertida e eu ri. – Você fica ainda mais perfeita corada. – se aproximou de mim e acariciou meu rosto. – linda, bela. – sussurrou em meu ouvido e fiquei completamente arrepiada.

– Obrigada. – sorri sem graça e ela riu. Passou os dedos em meus lábios e dei um leve beijo neles. – Se eu continuar aqui com certeza perderemos nosso passeio. – falei quando dei um passo à frente e a envolvi em meus braços.

– Bom, acho que a minha Bella selvagem voltou. – piscou e grudou nossos lábios num beijo calmo e profundo, um beijo onde nossas línguas se acariciavam e não lutavam desesperadamente como fizeram ontem. Era um beijo carinhoso.

– Vamos. – falei quase sem folego e ela riu. Pegou minha mão e guiou-me até seu carro. – Sabe, você ainda tem um crime pendente comigo... – parei e fiquei de frente para ela.

– Tenho, é? – me prensou em seu carro e beijou meu pescoço.

– Hurum... – fechei meus olhos para apreciar aquele beijo. – Propina é um crime mais grave... – falei quase sem voz quando mordeu meu pescoço.

– A fiança, eu pago. – agarrei sua cintura e inverti nossa posição.

– Quando voltarmos, vou cobrar. – beijei seus lábios e abri a porta do carona para que entrasse. – Dessa vez eu dirijo. – riu e me deu mais um selinho.

– Ok Officer. – minha vez de rir e logo dei a volta e entrei no carro e parti rumo ao shopping.

[...]

– Cor preferida? – perguntei enquanto comíamos um hambúrguer e tomávamos um Milk Shake.

– Hum... Rosa. – ri dela. – O que foi?

– Rosa? Uma cor bem paty, não? – me deu um tapa em meu braço e riu comigo.

– E você? Qual sua cor predileta?

– Eu gostava muito de roxo. – dei de ombros.

– Por que deixou de gostar? – perguntou confusa.

– Pois agora estou fascinada por Azul. – acariciei seu rosto e ela sorriu sem graça. – Azul com certeza é minha cor preferida.

– Boba. – me deu um selinho. – Por que resolveu trabalhar na policia? – perguntou.

– Meu pai era delegado, Chefe Swan. – ela assentiu.

– E ele te obrigou ou algo do tipo? – neguei.

– Eu queria ser um orgulho para ele. Depois de sua morte eu me perdi completamente, eu era muito apegada a ele. – me olhou com pesar e acariciou minha mão. – Eu fui uma decepção para minha mãe e irmã, mas eu só tinha 15 anos, fiquei perdida e sem rumo. Acabei caindo no mundo das drogas. – me olhou em choque.

– Como foi isso?

– Meus “amigos” falaram que se eu usasse aquilo minha dor iria passar, que eu esqueceria ela e só teria alegrias... Bom, acreditei no papo e você já pode imaginar o resto. – assentiu.

– Como e porque resolveu largar tudo? – perguntou. – Ou você ainda...

– NÃO — me exaltei. – Não, eu não uso a mais de 8 anos. – sorriu. – Resolvi largar tudo quando fui expulsa de casa pela minha irmã... Eu a entendo, eu realmente me arrependo de tudo que fiz. Quando eu completei 18 anos minha irmã não mais me aguentava, eu roubava minha própria família para sustentar meu vício... – lamentei.

– E você fez o que depois que foi para rua? – perguntou interessada.

– Eu? Eu fui para o cemitério. – me olhou sem entender. – Meu pai era o único que eu tinha... – assentiu. – E foi lá, vendo seu túmulo e sua foto sorrindo, que resolvi mudar, que pensei com coerência e percebi que estava sendo uma decepção para ele, para o meu velho. – sorri. – Aos poucos eu fui parando, com 20 anos eu já estava completamente livre das drogas e resolvi entrar na policia e tentar chegar ao mesmo nível que meu pai...

– Você é uma Officer, quer chegar a ser Chefe? – perguntou interessada.

– Não exatamente isso, quando eu conseguir isso, em nome do meu pai, quero largar tudo e entrar para as forças armadas e ser, quem sabe, uma Coronel? Ou pensando mais alto, um Marechal.

– Uau... Imagina eu andando por ai com uma mulher linda e fardada com batentes de Coronel? – ri dela e peguei em suas mãos.

– Ninguém faria nenhum tipo de piada, isso eu garanto. – assim que terminamos de comer nos levantamos e começamos a andar pelo shopping.

– Sua família, voltou a falar com ela? – neguei. – Por quê?

– Não me vejo preparada para isso e nem com coragem suficiente de encara-las novamente. – abaixei a cabeça. – Eu fui tão... Tão irresponsável e inconsequente que nem sei mais se minha mãe e minha irmã me amam... – uma lagrima rolou por minha face.

– Não diga isso... – nos parou e levantou meu rosto enxugando minha lágrima. – Tenho certeza que ela sente sua falta, e muita. – me deu um beijo calmo e tranquilizador.

– Vou acreditar em você. – Ri e ela me acompanhou.

– Mora sozinha? – voltamos a andar, de mãos dadas.

– Sim e não. – me olhou sem entender. – Jane, minha amiga, divide a casa comigo, mas só que ela vai casar agora e ficarei sozinha. – me olhou maliciosa.

– Esta precisando de alguém para rachar as contas? – perguntou me abraçando pelo pescoço.

– É, mas não é qualquer um que eu aceito.- brinquei e a apertei em meus braços.

– Eu estou querendo sair de casa, meu irmão já saiu e meus pais se casaram não tem muito tempo.

– Como? – riu da minha cara. – Seus pais se casaram agora? Mas você tem o que? 22 anos? – gargalhou.

– Não, tenho 20. – sussurrei um desculpa. – Tudo bem, dois anos a mais ou a menos não fazem diferença. – ri dela. – Minha mãe morreu quando eu ainda era pequena, tinha meus 7 anos. – acariciei seu rosto. – Eu não sinto tanto sua falta, ela não era A MELHOR MÃE DO MUNDO, meu pai sim, se esse morresse eu estaria sem chão. – eu sabia como ela se sentia, mas minha mãe era sim A mãe, eu que não soube preservar isso...

– Pelo visto ambas perdemos pessoas próximas. – beijei seu rosto.

– Sim, mas sobrevivemos. – ri dela e assenti. – Bom, meu pai encontrou uma mulher, ela tem uma filha, linda por sinal, e por pura coincidência ou acaso do destino, ela é casada com meu irmão. – ri. – Sério!

– Sua família é bem unida. – ela riu.

– Eles se conheceram quando meu irmão resolveu apresentar a sogra para a família. Há quase três anos eles se viram apaixonados e se casaram há quase um ano.

Resolvemos sair do shopping e fomos até um parque que havia ali perto, não tinha quase ninguém nele.

– E eles se gostam? Você gosta dela e se dá bem com sua filha?

– Sim são mulheres incríveis!

– Você que é incrível! – beijei seus lábios e ela sorriu em meio ao beijo.

– Esta ficando frio... – se apertou mais em mim.

– Quer ir para minha casa? – perguntei naturalmente.

– Hum... Vai me esquentar lá? – perguntou maliciosa.

– Posso fazer você suar. – olhou-me safada e assentiu. Peguei em sua mão e andamos calmamente até o carro e fomos para minha casa.

[...]

– Bella... – falou enquanto atacava seu pescoço. – Hãm... – gemeu.

– O que é? – perguntei concentrada em seus peitos, que ainda estavam cobertos pelo vestido e sutiã.

– Sabe que não... – perdeu a voz quando apertei sua bunda. – ficar muito... – Levantei a barra do seu vestido até sua cintura e coloquei minha mão em cima de sua calcinha. – BELLLAA. – Gritou e eu sorri.

A empurrei até o sofá e a virei de costas, abri seu zíper e retirei logo seu vestido. Beijei suas costas e mordi seu ombro antes de voltar para seu pescoço.

– Bella... – falou baixinho.

– Alice... Esse vestido me enlouqueceu hoje, sabia? – perguntei quando passei minha mão em seu sutiã e o abri. Livrei-me logo daquilo.

– Foi é? – perguntou rouca.

– Hurum. – A virei e ataquei seu peito. – E eu falei que cobraria a fiança, hora de paga-la. – provoquei enquanto atacava seu peito.

– AHHHHHHHHHHHH. – Gritou de surpresa. – Bells... – Dei um trato naquele peito perfeito, aquele que me fez ficar viciada nele.

Ela se contorcia em meu peito e eu amava aquilo.

– Bella... – choramingou quando eu parei de chupar seus peitos e subi para sua boca.

– Estava bom? – perguntei. Assentiu. – vou fazer isso melhorar. – olhando em seus olhos eu abaixei sua calcinha, com sua ajuda, e fiquei admirando aquela belezura.

– Que tal parar de olhar? Você me acendeu completamente, me chupa. – falou mandona. Ri disso e abaixei-me até seu sexo e passei minha língua lentamente por toda sua extensão. – Ham... – gemeu baixinho.

Raspei meu dente em seu clitóris e, com minha mão esquerda, desci pelo seu corpo e cheguei até sua fenda. Introduzi dois dedos de uma vez e a ouvi gritar de prazer.

– BELLLAA. – gritou mais alto quando coloquei meu terceiro dedo dentro dela e acelerei meus movimentos. – Vai... Mais... – pediu rebolando em meus dedos e eu fiquei louca com aquilo. Levantei e comecei a sugar seu peito e mordi o bico dele, já duro de excitação. – Ahnn... – gemeu baixinho quando lambi ao redor dele e subi para sua boca.

Nossas línguas travaram uma dança tão sensual e envolvente que gemi com isso.

– Bells eu vou... – Alice revirou os olhos quando coloquei meu quarto dedo e apertei seu clitóris.

– Goza... Goza... – falei em seu ouvido e gozou intensamente em meus dedos. Retirei todos de dentro dela e levei meus quatro dedos até sua boca. A fiz lamber todos meus dedos e logo em seguida beijei seus lábios sugando seu gozo de sua boca. Isso foi muito excitante.

– Bella... – gemeu quando minha língua sugou a dela.

– Vou te levar para meu quarto, Jane pode chegar a qualquer momento. – a peguei no colo e a levei para meu quarto. A deitei na cama e ela subiu em cima de mim.

– Minha vez de me divertir. – Sorriu maliciosa e retirou minha blusa...

[...]

– Uau. – falou quando caiu exausta ao meu lado na cama. – Acho que preciso me mudar logo para cá. – ri dela e se jogou em cima de mim. – você me aceita aqui? – perguntou rindo.

– Se você aguentar isso todos os dias, sim, aceito com muito gosto. – ela gargalhou.

– Idiota. – bateu em meu braço e descansou sua cabeça em meu peito. – Você tem quantos anos? – perguntou tranquilamente.

– Você vai sair correndo se eu contar. – brinquei e ela riu. – 26 anos.

– Sério? – assenti. – Estou pegando uma mulher mais velha, uii. – minha vez de rir. – Sua irmã, ela era a mais velha? – assenti. – quantos anos?

– Dois anos apenas, tem 28. – suspirei. – Quando sai de casa ela estava começando a namorar um carinha ai, parecia ser gente boa, ela era completamente apaixonada por ele. – respirei fundo ao me lembrar dela. – Dois anos depois fiquei sabendo que se casaram e menos de um ano tiveram sua primeira filha. – comentei. – Ela deve estar agora com seus... Ham 4 ou cinco anos.

– Eu tenho uma sobrinha nessa idade. – comentou. – Minha irmã/cunhada. – rimos. – Ela esta grávida novamente.

– E você, sonha em ter filhos?

– Não, na verdade não. – deu de ombros. – E você?

– Nunca sonhei, mas gostaria muito de participar da vida da minha sobrinha, ela deve ser tão linda quanto à mãe... – sorri.

– Bom, vamos parar de falar assuntos tristes ou que te fazem lembrar-se da sua família? Sei que você não gosta muito disso. – ela repara bem.

– Certo, você, trabalha em que e de que? – olhei para ela que sorriu.

– Moda. – ri. – Sério, eu tenho uma loja com a minha cunhada.

– Bom, é o que você gosta? – assentiu. – e há quanto tempo você trabalha nisso? Tem só vinte anos... – a olhei divertida.

– Quando ela se casou com meu irmão me chamou para trabalhar com ela. Ajudante e essas coisas, ela sabia que eu levava jeito para coisa. – assenti. – Estou no meu quarto semestre da faculdade de moda. – sorriu orgulhosa.

– E você quase sujou sua ficha de estilista perfeita por conta de um racha. – a repreendi e ficou envergonhada.

– Eu estava estressada, precisava relaxar um pouco sabe? – me olhou maliciosa e voltou a subir em cima de mim, com uma perna de cada lado. – Mas agora acho que tenho uma diversão melhor... – beijou meu pescoço me deixando completamente arrepiada.

– Bom, isso é legal, muito legal. – beijei seus lábios e recomeçamos nossas provocações tudo de novo...

[...]

Seis meses, é isso ae, já se passaram seis meses desde que conheci Alice Cullen. E posso confessar uma coisa? Esses 180 dias foram os melhores de minha vida!

– Bella... Bella... BELLA! – Jane me tirou dos pensamentos com um belo tapa na cara.

– PORRA, PRA QUE ISSO? – Gritei com ela enquanto ria da minha cara.

– Eu te chamei mil vezes, você não respondeu... – deu de ombros e me encarou séria. – Então, o que realmente esta rolando entre você e a Alice? – Jane estava louca para conhecê-la. Apesar de morarmos na mesma casa, eu só trazia Alice para cá quando Jane estava na casa de Kate, evitar constrangimentos, sabe?

– Bom... Estamos ficando, é isso. – falei o óbvio.

– Isso eu já percebi... – bateu em minha testa. – Sempre quando chego aqui pela manhã encontro roupas espalhadas pela casa. – gargalhou da minha cara.

– Bom, her... Jane! – bati em seu braço.

– Me conta, como esta sendo ficar com ela? Esta há seis meses transando com ela e nunca me apresentou.

– Seis meses transando? Jane, realmente você escolhe as frases mais carinhosas para descrever o meu relacionamento, não é? – riu.

– Claro você sabe que sou direta. – assenti.

– Esta sendo mágico, eu realmente nunca pensei que um dia fosse me sentir assim... Sei lá, Jane, eu me sinto uma verdadeira idiota quando estou com ela. – riu de mim. – Sério amiga, eu sou outra pessoa ao lado de Alice Cullen.

– Isso eu e todos lá da delegacia percebemos. – fiquei corada. – Bella, você era uma excelente profissional, seus casos eram rápidos e finalizados com glamour, hoje são ainda mais rápidos e perfeitos. Você melhorou muito, olho o que amor faz com a gente. – riu.

– Alice quer que eu conheça os pais dela. – fiquei um pouco tensa.

– E você não quer os conhecer para não assumir uma coisa mais séria? – perguntou.

– Não é isso, sei lá, eu estou com medo. – me puxou para seu colo e acariciou meu cabelo. – Eu a amo, sim, eu a amo muito. Seis meses foram mais que suficiente para confirmar isso. – sorriu. – Mas eu tenho medo da reação dos pais dela a me verem. Eu sou seis anos mais velha que ela.

– E desde quando isso impede alguém? – perguntou.

– Sou uma mulher. – gargalhou. – Ela disse que os pais dela só a querem vê-la feliz, mas e se não me aprovarem? E se me acharem velha de mais para ela? Alice é rica e eu... Sabe que não ganho lá muita coisa, só o suficiente para me sustentar e ter um pouco de diversão.

– Bella, cadê aquela minha amiga corajosa e determinada que conheci a 6 anos? – perguntou calmamente. – Você vai conhecer os pais dela SIM, vai mostrar que você é a pessoa ideal e mais que perfeita para a filha deles, que a fará feliz pelo resto da vida. Sei que é isso que você quer. – Afirmei. – Alice esta quase vindo morar aqui, só esta esperando eu me casar e me mudar para a casa de Kate.

– E falando nisso, quando você vai? – me bateu.

– Querendo se livrar de mim? – assenti. – CACHORRA! – Rimos e Jasper apareceu latindo e pulando em nosso colo. – Não era bem você que eu estava chamando, mas são da mesma raça, não é? – minha vez de bater nela.

– E você Jazz, gosta dela? – abanou o rabo e lambeu minha bochecha. – Alice é perfeita, concorda comigo? – latiu. – Viu, até ele acha isso.

– Sua boba. – beijou minha cabeça e se levantou. – Já é 14h, não esta na hora de buscar sua “ficante” antes de ir para a delegacia? – Assenti e me levantei.

– Vou lavar meu rosto e ir busca-la. – fui para o banheiro e aproveitei e tomei um banho.

Coloquei uma roupa básica – com certeza Alice me mataria por isso. – e minha farda por cima. E desci.

– Vamos? Quer uma carona até a casa de Kate? – perguntei quando cheguei à sala.

– Quero sim, bora. – me despedi do meu amigão e saímos.

– Boa sorte com a morena. – piscou para mim.

– E você com a loira. – riu e saiu do carro assim que estacionei na porta da casa da Kate. – Mande um beijo, SÓ MANDE, por mim. – ela gargalhou e assentiu entrando na casa.

Vi pela janela da casa as duas se beijando. Realmente era algo lindo de se ver. Jane era uma pessoa completamente diferente ao lado daquela loira, ela era amorosa, carinhosa e calma. Só Kate tinha esse poder sobre ela.

Com um pequeno sorriso nos lábios eu acelerei até a faculdade da minha morena, da minha Alice.

[...]

– Ok, mas precisamos fazer o trabalho, marcamos para quando? – Eu estava esperando Alice em frente à faculdade dela e encostada no capô do carro. Vi quando ela saiu conversando com um rapaz.

– Pode ser amanhã? Na minha casa?- fechei a cara ao ver aquele sorriso malicioso no rosto dele. Andei na direção deles e fiquei atrás de Alice.

– Amanhã não posso e... – ela perdeu a voz quando a abracei por trás.

– Nem amanhã nem nenhum outro dia. – Falei séria e o garoto ficou branco. Eu estava fardada. – Tire esse sorriso malicioso da sua cara e pare de ficar mostrando esses dentes brancos antes que os perca! – falei ameaçadoramente e ele ficou sério. Sorri com isso.

– Bella... – Alice falou contendo um riso e se aconchegou em meu abraço. – Dylan, podemos fazer na biblioteca da escola, o que acha?- Assentiu e se retirou sem se despedir.

– Que mal educado! – falei ironicamente e Alice virou rindo para mim.

– O que foi isso? – perguntou abraçando meu pescoço. – Ciúmes? – riu.

– Não... Apenas cuidando do que é meu. – beijei seus lábios. Um beijo cheio de possessão. Ela era minha!

– Uau. – falou quando nos separamos. Ela estava ofegante. – Adoro vê-la com ciúmes... – sorriu maliciosa e me abraçou. – Vai me buscar aqui todos os dias agora? – perguntou enquanto andávamos para meu carro. Apoie-me nele e a puxei para mim.

– Não é uma má ideia, tenho que ficar de olho em você. – riu.

– Não confia em mim? – fez um biquinho.

– Em você? – beijei seu bico. – Claro, neles que não! – a abracei e cheirei seu pescoço. O seu perfume era maravilhoso e perfeito. – Seu cheiro é maravilhoso. – comentei.

– Obrigada. – agradeceu. – Eu não posso ficar muito, tenho que almoçar e ir para o meu trabalho. – fiz uma careta. – Não fica emburrada, a noite passo na sua casa. – sorri.

– Jane quer te conhecer, hoje ela vai estar lá com a Kate, assim apresento as duas de uma vez. – ela assentiu.

– Devo me produzir muito? – perguntou sorrindo.

– O suficiente para facilitar a retirada da produção depois. – sussurrei em seu ouvido e ela gemeu baixinho.

– Alice? – uma voz grave falou atrás dela.

– Emmett? – o olhou meio envergonhada e sem entender. – O que esta fazendo aqui?

– Eu precisava falar com você, Rose esta sentindo contrações. – ela sorriu. – Eu estava aqui perto e resolvi vim te buscar. – falou apreensivo.

– Ok, estou indo com você. – se virou para mim e quando ia falar.

– Tudo bem, se quiser uma carona. – sorriu de lado.

– Emm, esta de carro? – perguntou.

– Na verdade não, o meu quebrou. – falou irritado.

– Perfeito. – resmungou. – O meu esta na oficina, aceito sua carona. – falou ao se virar para mim. Abri a porta para que entrasse e olhei novamente para o tal do Emmett.

– Vamos? Os deixo na sua casa ou hospital? – perguntei quando ele chegou mais perto e entrou no carro.

– Casa, nossa mãe esta sozinha em casa com a Rose, não tem como ficar com ela e providenciar ajuda. – Explicou. Entrei no carro e acelerei.

– Para onde? – eles foram me dando às instruções até que chegamos a um bairro de luxo, onde só tinha mansões e carrões. – Uau. – foi o que saiu da minha boca quando estacionei em frente à casa dela.

– Vamos logo, Alice. – O cara estava desesperado. Sai do carro e abri a porta para ela.

– Você é a única com carro aqui, pode nos levar para o hospital? – perguntou envergonhada.

– Claro, por que não?

Sorriu e puxou minha mão para dentro da casa.

– Aaaahhhh. – Ouvi alguém gritando.

– Rosalie, meu amor, estou aqui. – Emmett correu até o sofá e apertou a mão de alguém, alguém loiro, só isso que eu sabia.

– Mãe, há quanto tempo ela esta assim? – Alice perguntou se soltando de mim e indo até sua mãe, que estava de costas.

– A pouco mais de dez minutos. – Aquela voz... Não, não podia ser...

– Esme, vamos a levar para um hospital logo. – Emmett estava desesperado.

– Mãe...? – sussurrei. Ela virou para mim e arregalou os olhos.

Notas finais
Gente, e ai. Gostaram??
Bom, para não virar uma fic - como eu mencionei lá em cima - eu resolvi colocar dois capitulos ou um e meio. Cada capitulo que escrevi ak tem 2 mil e poucas palavras, nesse eu juntei dois. Espero que tenham gostado dele ><'. Quente, fofo, conhecendo um pouco da vida de cada uma e uma pequena surpresa no final...

Até mais. E vamos fazer assim, Eu vou postar toda quarta e Sábado (ou domingo). Caso voces comentem bastante eu posto antes, essa historia dependerá exclusivamente de vocês!

Não farei chantagens como " Só posto se comentar", muito pelo contrário, estou dizendo que adianto a postagem se comentarem bastante.

Feito? Combinado?

Gostaria de conhecer esses dois anônimos que tenho como leitor. Se não, OI ANÔNIMOS, ESPERO TAMBÉM QUEM ESTEJAM GOSTANDO ;). E a essas 10 leitoras e esse fofo que é meu leitor - acho que q único homem '-' - Até o próximo e quero vê-los aqui heheh

E Mr Vector, o Jasper foi pra vc u.u kkkkkkkkk

Bsus, Lary ><"