Acaso Do Destino

3 Esme e... Amo você!


Notas iniciais
Ok, eu prometi que postaria se recebesse bastante reviews... MAS EU GANHEI ISSO E LEITORAS NOVAS!! Soltando fogos! De 13 saltou para 27. E estou com 29 reviews... Muito feliz com isso. 16 reviews no capitulo anterior, então mais que adiantado a postagem ><'

Boa leitura ai! ;)

– Mãe...? – sussurrei. Ela virou para mim e arregalou os olhos.

[...]

- Isabella? – perguntou surpresa e emocionada.

- AAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHH. – Rose gritou mais forte.

Desgrudei meus olhos dos dela e corri para o lado da minha... Minha irmã.

- Calma ai loira, você já foi mais forte que isso. – ela me olhou surpresa com os olhos arregalados. – vai mesmo deixar um pirralho derrubar você? – impliquei como fazia antigamente. Ela deu um pequeno sorriso com lágrimas nos olhos. – Emmett, pegue-a e leve para meu carro, Alice, pegue a bolsa e os documentos necessários. Vou à frente com os dois e ligo para Jane vir buscar vocês, a casa da Kate fica há 5 minutos daqui. – Ela assentiu meio em choque, mas me deu um selinho.

- Obrigada. – sorri para ela e levantei.

- Não por isso. – virei para minha mãe que dessa vez nos olhava sorrindo. – Vamos? – perguntei ao Emm. Assentiu e praticamente correu com Rose em seu colo.

Entramos no carro e acelerei para o hospital mais próximo, mas só que o transito estava parado, havia acontecido algum acidente.

- ÓTIMO, PERFEITO. – Rose resmungou enquanto respirava ofegante. Ela estava suada.

- Calma ai, vou dar um jeito nisso. – olhei para ela pelo retrovisor e a vi sorrir. – Senti sua falta, Rose. – comentei enquanto pegava uns atalhos. Pegue meu telefone e disquei para Jane.

- Alô... Bella... – Sua voz estava rouca, aposto que liguei em péssima hora.

- Jane, me desculpa atrapalhar, mas pede um time para Kate e me ajuda. – ouvi um barulho do outro lado da linha.

- O que foi? – perguntou com a voz normal agora.

- Minha irmã, se lembra dela? – afirmou. – Esta em trabalho de parto. Estou a levando para o hospital, mas preciso que você vá até a casa dela e busque Alice e Esme, faz isso por mim? Ela mora perto da casa da Kate.

- Ok, me passa o endereço. – Passei rapidamente. – Sei onde fica, estou indo já para lá, esta indo para qual hospital?

- O mais perto, não posso perder tempo.

- Ok, te encontro no hospital. – Deliguei o telefone e voltei a olhar minha irmã.

- Eu... Me des... – a cortei.

- Não, isso não é hora e nem lugar para isso. – assentiu. – E além do mais, eu que devo pedir perdão. – voltei a olhar para frente e vi que estava parado também. –MAS QUE PORRA! – Bati com força no volante. – Sua bolsa já estourou? – perguntei aflita.

- Sim... Há uns 15 minutos. – segurou um gemido de dor.

- Ok, vamos apelar, meu sobrinho não vai nascer em meu carro, não mesmo. – Peguei uma sirene, que eu sempre guardava ali, e a coloquei no teto do lado de fora do carro. – Vamos abusar um pouco do poder. – sorri irônica e liguei a sirene.

Rapidamente os carros foram me dando passagem.

- Qual é, abusando da autoridade, maninha. – Rose podia perder o folego, mas não perdia a oportunidade de implicar comigo.

- Pela minha família eu faço tudo. – olhei para trás e sorri para ela. – Já fiz muito merda nessa vida, me arrependo de todas elas, esta mais que na hora deu consertar um pouco isso. – ela sorriu lindamente e estacionei o carro. – Emmett, chame um enfermeiro, eu a retiro do carro. – Assentiu e correu para dentro do hospital.

Sai do carro e abri a porta para que ela ficasse sentada ali esperando uma cadeira de rodas.

- Tenho minha irmã de volta? Esta limpa? – perguntou preocupada.

- Rose, se preocupe com seu filho, seu filho. – Acariciei sua barriga e senti um forte chute.

- AHHHHH. – Gemeu novamente.

- Calma ai pequeno, você já, já vai me ver. – brinquei e recebi um tapa forte na cabeça. – Rosalie! – a olhei assustada.

- Eu preciso descarregar minha dor em algo. – a olhei incrédula novamente.

- Aperte minha mão. – estiquei para ela e tive que segurar um grito quando a apertou. – Porra! – falei baixo.

- Aqui, vamos entrar. – Emmett chegou bem na hora e a levou para dentro do hospital.

Fiquei do lado de fora esperando Jane com as meninas.

- Chegamos. – ouvi a voz de Jane ao chegar perto de mim. – Onde esta...

- Já a lavaram para dentro, deve estar num quarto agora. – me joguei no capô.

- O que aconteceu? – Alice perguntou acariciando meu rosto.

- Rose, precisava descarregar sua ira em alguém. – ri irônica e ela me abraçou forte.

- Obrigada pela ajuda e... Desculpa-me, se soubesse que eram elas eu... – a calei com um beijo.

- Tudo bem, tudo bem. – beijei sua testa e a abracei forte.

- Vovó, minha mamãe vai ficar bem? – ouvi uma voz infantil. Olhei para baixo e vi uma loirinha linda, olhos azuis e lábios rosados. Quando viu que a observava me olhou envergonhada, mas deu-me um pequeno sorriso.

- Vai sim, você logo terá seu irmãozinho com você. – Esme a pegou no colo e a abraçou.

- Vó, quem é aquela moça abraçada com a minha tia Lice? – acho que ela tentou sussurrar, mas todos nós ouvimos e eu rir.

- Muito prazer, pequena, meu nome é Isabella. – estiquei minha mão para ela. Ficou olhou para mim e apertou minha mão.

- Oie, sou a Anne. – sou voz era muito linda, seu sorriso encantador. Retribui-o e Alice riu ao meu lado.

- Que cena mais fofa. – a apertei em minha cintura.

- Posso conversar com você, Bella? – minha mãe perguntou envergonhada.

- Claro. – me virei para Jane. – Obrigada por tudo, amiga. – a abracei.

- Não por isso, qualquer coisa me chame. – assentiu. – Vou para casa da Kate. – Avisou e se retirou.

- Alice, eu já volto. – assentiu e me deu mais um beijo carinhoso.

Andei na frente e senti minha mãe me seguindo. Parei próximo a uma arvore e fui surpreendida por um abraço ao virar-me para ela.

- Me perdoa minha filha, eu não deveria ter deixado Rose a expulsar de casa, deveria ter lhe ajudado, apoiado. Eu fui uma péssima mãe. – chorava em meu ombro e a apertei mais forte. – Eu nunca quis dizer aquilo para você, eu... Eu só estava nervosa e com raiva de mim mesma, não entendia e não aceitava lhe perder para as drogas!

- Shiii... Acalme-se mãe, acalme-se. – pedi a tranquilizando. – Eu que devo pedir perdão, eu que fui uma idiota por ter caído naquele mundo quase sem volta. Rose fez o certo, se eu continuasse naquela casa eu poderia machucar uma de vocês, e com certeza não sentiria remoço ou culpa, eu estaria drogada. – beijei seu rosto e olhei no fundo dos seus olhos. – Eu te amo mãe, e não existe mãe melhor do que a senhora. – ela deu um pequeno sorriso. – eu... Eu senti tanto a sua falta! – voltei a abraça-la.

- Não tanto quanto eu. – sentir seu abraço depois de tantos anos era magnifica, mais de oito anos sem tê-lo. – Você e... Alice, vocês estão... – perguntou ao se separar novamente de mim.

- De certa forma, sim. – a olhei com receio. – Mais uma decepção? – perguntei aflita.

- Um orgulho. – sorri. – Alice é uma garota perfeita, uma menina adorável. – beijei suas mãos.

- Então minha sogra, me aceita como sua nora? – rimos e ela assentiu. – E você, mãe, aceita meu romance com Alice?

- Mais que aprovado. – sorri. – Mas você tem que a pedir em namoro ao pai dela, não somente a mim. – me olhou divertida ao ver minha cara de espanto.

- Bom... Her... Tecnicamente não... – me cortou.

- Não tenha medo, Carlisle é uma ótima pessoa. – suspirei. – Ele ficou feliz em saber que Alice estava amando e... – a olhei espantada.

- O que você disse? Repete.

- Que ficou feliz por Alice?- me olhou sapeca.

- A senhora sabe muito bem do que estou falando. Ela disse que me amava? Ela me ama? – perguntei esperançosa.

- Não é preciso dizer, Bella, é visível! – sorri. – Quando chegamos aqui à maneira que ela lhe olhou e lhe beijou, ela te ama, e não é pouco. – a abracei e rodei com ela em meus braços. – BELLA! – Gritou entre risos.

- Mãe, eu pensei que fosse a única que sentia isso, mas ela me ama... ELA ME AMA! – Gritei sorrindo.

- Que tal me colocar no chão e ir falar com ela sobre isso? Não é a mim que você tem que rodar e sorrir que nem boba. – A coloquei no chão e sorri sem graça.

- A senhora esta certa, vamos? – perguntei esticando meu braço. Ela riu e o pegou.

Fomos andando de braços dados até a entrada do hospital, onde a encontramos com Anne no colo.

- Bom... Estão bem novamente? – Perguntou preocupada. Assenti sorrindo. – Que bom. – suspirou aliviada.

- Alice, quando me disse que estava com uma mulher nunca pensei que fosse uma tão linda. – minha mãe apertou minhas bochechas e eu resmunguei, odiava que fizesse isso, ela sabia disso.

- PARA MÃE. – resmunguei alto e todos ali riram. – Que tal entrarmos? Acho que Emmett deve estar desesperado. – ri.

- Vamos. – Alice veio para mim e Anne para o colo da avó.

- Anne. – chamei sua atenção. – Sua mãe falava muito mal de mim? – perguntei brincando.

- Hãm... Acho que não. – Falou com duvidas e eu ri. – por quê?

- Ela adorava me irritar, Rose é minha irmã mais velha. – ela sorriu.

- Você é a minha titia Bella? – a olhei assustada, mas assenti. – Mamãe me falou tudo sobre você. – se esticou para mim e a peguei no colo.

- Ae? – assentiu. – Espero que coisas boas. – riu e fiz cosquinha nela. – você é muito linda, sabia? – ficou envergonhada e escondeu seu rosto no meu pescoço.

- E uma falsa. – Alice a repreendeu. – Essa ai é uma sem vergonha, esta se fazendo de santa com você. – fez cosquinha na sua barriga e ela riu alto.

- Aé? Então você é mesmo filha da Rose. – brinquei e nos sentamos numa cadeira dentro do hospital.

- Esme. – Um homem alto, formoso, cabelo castanho escuro, olhos lindos, um azul meio esverdeado. Usava um jaleco branco, a chamou.

- Amor. – Amor? Hum... Minha mãe sabe bem como escolher homem. Ri internamente disso. – Como esta a Rose? – perguntou preocupada.

- Bem, acaba de ser retirada do quarto. – deu um selinho nela. – Já, já terá seu netinho nos braços. – ela o abraçou.

- Nosso netinho. – sussurrou. – Você não vai participar do parto? – perguntou.

- Não, Aro solicitou minha ajuda numa cirurgia mais delicada, no coração. – ela assentiu.

- Carlisle, quero lhe apresentar uma pessoa. – virou-se para mim e falou. – Essa é Isabella Marie Swan. – ele arregalou os olhos.

- A sua Bella? – perguntou para ela que assentiu. – Nossa, muito prazer em conhecê-la, Isabella. – sorriu e esticou o braço para mim. Levantei-me e analisei-o por inteiro. – Her... Algum problema? – perguntou constrangido.

- Não, só que não é qualquer um que pega minha mãe, cheguei tarde, mas posso muito bem consertar um erro. – falei séria e ele ficou rígido.

- Isabella! – Minha mãe me repreendeu rindo, sabia que eu estava brincando.

- Eu só te aprovo se você me aprovar. – me olhou confuso.

- Pai, Bella é a garota que eu lhe falei. – Alice falou um pouco envergonhada e ele entendeu tudo.

- Hum... Pois bem, acho que Esme mais que aprovou isso, não? – perguntou rindo. Assenti sorrindo. – Se você fizer minha filha feliz não tenho porque não te aprovar. – sorri abertamente.

- Bom, o senhor me parece uma boa pessoa, e se minha mãe se casou com você é porque realmente gosta de você e a faz feliz. – apertei sua mão. – Seja bem vindo a família. – pisquei para ele.

- Igualmente, filha/nora? – rimos.

- É... Tem muita agua para rolar. Oficialmente apenas filha. – pisquei para ele que sorriu.

- Se me dão licença... – assentimos. – Até mais tarde, amor. – beijou seus lábios carinhosamente e saiu.

- Tchau. – sussurrou.

- Minha mãe com cara de adolescente apaixonada... Isso realmente é uma coisa que pensei nunca mais ver. – ela virou e me deu íngua. — Meu Deus, quanto mais velha mais imatura. – me bateu e sentou-se na cadeira com Anne em seu colo.

- Oficialmente apenas Filha? – Alice perguntou.

- É, somos apenas ficantes, não é? – perguntei e ela assentiu meio triste. – Quero conversar com você, em particular. Pode ser?- assentiu.

[Para provar que não sou má.. OK?... Não vou para aqui u.u]

Andamos até a parte de trás do hospital. Andamos um pouco e paramos num parque, não muito movimentado. Demos mais alguns passos e paramos em frente a um jardim lindo.

- Aqui é lindo. – Alice reparou no mesmo que eu.

- Nada que se compare a sua beleza, mas sim, é bonitinho. – falei me virando para ela que sorriu lindamente.

- Bella, às vezes eu me pergunto quem é a “ativa” da relação, você às vezes é tão meiga e sensível que parece uma flor delicada, mas às vezes parece tão segura, tão forte, que não chega nem perto de uma. – riu e andou até mim. – Às vezes é tão cuidadosa que sinto até medo de toca-la, mas às vezes, como agora, você é tão cavalheira e charmosa. – a envolvi em meus braços.

- Às vezes eu sou uma idiota, outras vezes uma boba, mas na maioria das vezes eu sou apenas uma amante com medo de não ser correspondida. – me olhou surpresa. – Quando nos encontramos pela primeira vez, há seis meses, eu estava apenas fazendo meu trabalho e tentando fazer as outras pessoas seguirem a lei, mas ai Jane me passou aquele rádio me dizendo que estava ocorrendo um racha. Segui sua recomendação e fui até lá averiguar e constatei que era verdade, acabei com a festa daquele povo e comecei uma perseguição que acabou com eu e você naquela rua sem saída e deserta. – a apertei mais em mim. – Realmente eu me senti estranha, completamente atraída por você. Quando cheguei perto e encostei em seu braço, uau. – ela riu. – foi coisa de outro mundo. Uma onda de prazer percorreu meu corpo todo e bom... Você se lembra de no que deu depois. – sorriu maliciosa e se apertou mais em mim. – No outro dia eu tive a oportunidade de conhecê-la melhor e vise versa. Os dias foram passando e eu me via cada vez mais encantada por você. Seis meses foram mais que suficientes para aquele prazer e tesão se transformarem em carinho e amor. – me olhou emocionada. – Sim, Alice Cullen, eu descobri que o que eu sinto por você é muito mais que essa prazerosa atração física, não é apenas sexo. – acariciei seu rosto. – É amor, é um sentimento de proteção e de carinho. É uma coisa que não consigo explicar e muito menos entender de onde vem tamanho sentimento! Mas afinal de contas, amor é pra sentir não para entender!

- Bella... – sua voz estava embargada. Ela se calou e me beijou.

Ah que beijo maravilhoso que me deu agora. Era calmo, sereno e carinhoso, muito carinhoso. Sua boca se movia em perfeita sincronia que a minha, elas se moldavam com tamanha perfeição que chegava a ser irreal! Sua língua acariciava a minha, tocava com tanto carinho que me fez gemer, mas não foi um gemido de prazer carnal, mas de um prazer muito além disso.

- Eu pensei que só eu sentia isso, esse algo além do carnal. – me abraçou forte e inspirou fundo em meu pescoço. – Seu cheiro me deixa tão anestesiada, seu calor me entorpece, sua presença me acalma de uma maneira tão insana que chega a ser surreal. – a apertei forte.

- Então... – perguntei me separando e olhando em seu solhos. – Eu nunca fui muito romântica, Alice. – ela sorriu.

- Eu não me importo com isso, só com você. – Sorri abertamente.

- Será que... Será que podemos dar um passo nesse nosso relacionamento? – perguntei insegura. – Eu quero que todos saibam que você é minha, minha e de mais ninguém. – Sorriu travessa.

- E o que a Srta. Swan, ops me desculpa, é Officer Swan, sugere? – rimos.

- Sugiro que aceite ser minha namorada. – olhou fundo em meus olhos. – Não tenho nenhuma aliança aqui, não estou de joelhos e não tem ninguém para testemunhar isso, mas mesmo assim, quer namorar comigo? – ela balançou a cabeça negativamente e com a mão na boca. Fiquei tensa. – Você me disse que... – abaixei a cabeça e soltei sua cintura.

- Hey, não é isso que eu quis dizer, na verdade você nem deixou dizer nada. – me repreendeu e levantou minha cabeça. – E a proposito, minha resposta é sim. – sorri largamente e a peguei no colo a girando. – Bella! – riu feito uma criança em meus braços. A coloquei de volta no chão e abraçou meu pescoço novamente. – Eu te amo. – falou aquilo tão intensamente que eu fiquei parada, imóvel. Ela se aproximou de mim e me beijou.

- Me ama mesmo? – perguntei sussurrando em seu ouvido.

- Como nunca pensei amar alguém. – acariciou meu rosto e me deu um selinho. – Eu quero que todos saibam que a Srta. Swan não é mais de qualquer um, ela tem dona! – exclamou e eu ri.

- Uma dona muito feroz. – ela imitou um rosnado e eu ri. – Bom, eu só tenho três palavras para te dizer. – me fitou curiosa. – EU. TE. AMO. – Sorriu e me beijou calmamente.

Voltamos para dentro do hospital e encontramos mais duas pessoas, as duas pessoas as quais não queria nunca mais ver na minha vida...

[Mas vou parar aqui u.u MUAHAHAH]

Notas finais
Gostaram de onde eu parei? Eu fui muito boa ao não parar antes, voces viram, né? hsushushsus

DESVIANDO DAS FACAS E BALAS!

Bom, para vcs que estão comentando, UM SUPER OBRIGADA, vcs são responsáveis por essa short fic e pela minha felicidade! :D
E para quem não, fico feliz por estar lendo, mas ficaria anda mais se comentasse! Mas mesmo assim, obrigada por acompanhar!!

Eai, Reviews? Recomendações??!!

Bsus, Lary ><'