Acaso Do Destino
4 Momentos Desagradáveis... Ou não?/ Tenente Swan
Notas iniciais
Mas voltando a falar sério aqui, será que chegamos a 70 reviews no próximo? Será?
Faremos assim, se chegar ate 70 no próximo capitulo eu prolongo mais a história e não a termino daqui dois capítulos! Sim, isso é uma short fic, apenas 6 capítulos!
BOA LEITURA >
Voltamos para dentro do hospital e encontramos mais duas pessoas, as duas pessoas as quais não queria nunca mais ver na minha vida...
POV Bella
– Edward? – Alice parecia feliz por vê-lo.
– Alice e... – Me olhou chocado e ficou completamente branco. – Isabella? – sussurrou.
– Quem, amor? – Aquela vadia loira dos infernos perguntou com a voz quase melada de tão doce. Virou e me encarou. – A corna mansa. – zombou com a minha cara. Tremi de raiva e me segurei para não voar na cara dela.
– Eu tenho uma arma na cintura, sabe que o máximo que poderia acontecer comigo é eu perder meu posto e ser demitida? Ao contrario de você, que vai direto para o inferno. – Falei entre dentes e a vi arregalar os olhos.
– Vocês se conhecem? – Alice perguntou preocupada com a minha reação.
– Infelizmente. – fechei meus olhos e respirei fundo, e abracei a cintura da minha namorada.
– Acalme-se amor, respira. – pediu acariciando meu rosto. Olhei no fundo daquela imensidão azul e beijei aqueles lábios rosados.
– O que foi isso? – Ouvi Edward perguntar com nojo.
– Isso foi sua prima beijando a... – cortei minha mãe.
– A namorada dela, algum problema? – eles me olharam com nojo.
– Edward, qual o seu problema? – Alice perguntou sem entender. – Fica três anos sem dar sinal de vida, aparece com uma loira oxigenada ao seu lado e fica esnobando a MINHA namorada? – perguntou nervosa.
– Você já teve gostos melhores, Alice. – Zombou. – Como Carlisle deixa uma pouca vergonha dessas? Hãm? – esnobou. – Estou aqui pelo Emmett, soube que o filho dele esta para nascer, Emm é, acima de tudo, meu amigo. – Falou.
– Bom, meu caro priminho, tenha mais respeito com a enteada e nora do seu tio. – ele me fitou surpreso. – Isabella é filha de Esme, se não gosta dela a deve no mínimo respeito! – segurei meu riso ao ver sua expressão.
– É amor, pelo visto a sua prima é tão estranha e anormal quanto aquela ali. – Aquela puta falou olhando a minha Alice com nojo e esnobando-a.
– Edward, por que não faz um favor para nós? – Perguntei. – Some daqui e só apareça quando eu estiver bem longe, pode ser? – fiquei séria.
– Voltaremos outra hora, vamos embora, Tania. – Chamou à vadia.
Ela me olhou com nojo e para Alice esnobada. Ao sair esbarrou de proposito em seu ombro. A raiva que eu estava segurando se soltou de vez, me virei e segurei bem firme em seu braço e falei olhando em seus olhos, bem perto do seu rosto.
– Sua vadia dos infernos, eu só não te quebro a cara porque você fez um ótimo trabalho ao tirar esse inútil de minha vida, dando-me a oportunidade deu conhecer verdadeiramente o amor. Agora só uma coisa, se ele me traiu com você, quem te garante que não te trairá com outra? – arregalou os olhos. – Você pode me esnobar o quanto quiser, me humilhar e até mesmo me maltratar, mas não pense em fazer o que você fez aqui hoje novamente, desrespeitar a minha namorada. Faça isso de novo que eu quebro a sua cara em milhões de pedaços. Juro que você ficará irreconhecível! – prendeu a respiração. – Sua obrigação agora é, no mínimo, pedir perdão a ela. – a joguei no chão. – De joelhos. – minha voz saiu fria. Ela assentiu com medo e olhou para Alice que nos olhava em choque.
– Me per... Per...Doe, Alice. – Pediu gaguejando.
– Tudo bem. – Falou ainda sem esboçar nenhuma outra reação a não ser a de choque.
– SAIA! – Mandei. Levantou-se rapidamente e saiu de lá com Edward ao seu lado.
– O que foi isso? – Minha mãe perguntou preocupada.
– Uma longa história, depois eu conto. – Me virei para Alice que ainda tinha aquele olhar. – Alice, meu amor. – Acariciei seu rosto. – Eu... Eu... Desculpa-me se extrapolei, mas eu não suportava mais segurar aquilo dentro de mim, pior ainda quando ela lhe olhou daquela maneira e... – me calei com seu olhar.
– Você já teve algo com meu primo? – perguntou.
– Sim... Seis meses de namoro e cinco de traição por parte dele. – falei e revirei os olhos ao lembrar que um dia já deitei na cama com aquele idiota.
– Sério isso? – Eu ficaria confusa se não tivesse notado o tom de ciúmes em sua voz. Sorri de lado e a abracei. – Você transou com meu primo?
– Hurum, algum problema? – resolvi provocar.
– Arg... Não acredito nisso! – fechou a cara.
– Mas sabe, ele não me fez suar um terço do que você faz, não me fez gemer tanto quanto você, e o prazer... Nem vou comparar. – Sussurrei em seu ouvido. Ela sorriu maliciosa e me beijou fervorosamente.
– Crianças, estamos num hospital. – Esme nos repreendeu sorrindo e tampando os olhos de Anne.
– Ela viu e ouviu tudo? – perguntei preocupada. Só agora me toquei que ela também estava ali.
– Não, a tirei daqui quando vi que estava começando a piorar a discussão. – suspirei aliviada.
– Menos mal. – sorri para a baixinha e ela bocejou.
– Bella? – Senti meu celular vibrar e quando atendi vi que era Jane.
– Jane, fala.
– Nosso turno começa agora, quer que eu te cubra? – perguntou.
– Não precisa, vou e depois voltou para cá. Rose já entrou na sala de parto, não tenho muito o que fazer aqui.
– Ok, estou indo para ir, vamos juntas, pode ser?
– Claro, vou me despedir deles e estou saindo. – desliguei o telefone e olhei para todos. – Meu turno começa daqui a pouco, tenho que ir. – Alice fez um biquinho e minha mãe ficou um pouco triste. – Hey dona Esme, eu vou voltar. – sorriu.
– Rose vai te matar por não te ver aqui quando seu filho nascer. – revirei os olhos.
– Ela já me bateu de mais hoje. – rimos. – Tchau, Anne. – me abaixei e ela me abraçou. – Que abraço gostoso! – beijei sua bochecha e ela riu.
– Tchau tia. – Sorri ao ouvir isso.
– Tchau mãe. – Falei andando até ela e a abraçando fortemente.
– Até mais tarde, minha pequena. – beijou minha testa e sorriu acariciando meu rosto. – Se cuide e volte inteira para mim. – pediu e assenti rindo. Virei para Alice e voltei até onde estava.
– Tchau amor. – Alice me deu um beijo na bochecha.
– No rosto assim? Sério? – sorriu e me deu um selinho. – Ok, você vem comigo. – a puxei pelo braço e a levei até o banheiro feminino.
– O que você quer? – perguntou sem entender. Tranquei a porta após verificar que não havia ninguém ali. – Bella?
– Eu quero você. – a prensei na parede e beijei seus lábios ferozmente. – Sempre, sempre e sempre. – desci meus lábios para seu pescoço e ela se arrepiou. – Quero que saiba que Edward foi o maior erro da minha vida e por isso não precisa ter ciúmes daquela coisa! – ela deu um pequeno riso.
– Bella, estamos... Num banheiro... Hospital... – Falou entre lufadas de ar.
– Eu sei... – desci meus lábios para o seu colo. – e tem lugar para eu te querer? – perguntei maliciosa e ela soltou um gemido baixinho.
– Bells... – ficou tensa quando desci minha mão e subi meus lábios. – Você não presta. – sorriu maliciosa e relaxou quando eu acariciei seu peito. – Puta. – me xingou e mordeu os lábios quando apertei seu clitóris.
– O que? Repete. – Sussurrei em seu ouvido.
– P-U-T-A. – Falou vagarosamente em meu ouvido e enfiei um dedo dentro dela. – Ahhhhh. – Tentou controlar seu gemido. – Bella... – gemeu fraquinho enquanto entrava e saia dela.
– Vai, para de falar e geme, meu amor. – beijei seu pescoço e introduzi meu segundo dedo.
– Céus! Isso... Bells... – jogou a cabeça para trás e desci meus lábios para o seu colo. Com a minha mão livre eu coloquei um de seus peitos para fora e os chupei forte. – Ahhhnnn – sua voz estava rouca devido ao tesão.
Mordi o bico do seu peito e acelerei mais meus movimentos. A prendi ainda mais na parede e voltei meus lábios para o seus. Suguei sua língua como nunca, eu estava mesmo precisando dela. Aquela raiva, ódio e ira toda que estava dentro de mim se transformou em desejo, precisava descarregar isso. Introduzi um terceiro dedo e apertei seu clitóris com força.
– BELLLAAA! – Abafei seu grito de prazer com meus lábios.
Acelerei mais meus movimentos quando senti meu celular vibrando no bolso, com certeza era Jane. Ah meu amor, você vai gozar mais rápido do que imagina.
– Vem amor, eu preciso ir, mas antes quero levar seu gosto comigo. – sussurrei em seu ouvido e ela gemeu com isso. Coloquei meu quarto dedo. A peguei no colo a coloquei na bancada do banheiro e, com a mão livre, abaixei aquela calça juntamente com a calcinha. Abaixei até sua intimidade e chupei-a juntamente com meus dedos metendo nela.
– AMORRRRRR. – Amei ouvi-la gritar isso. Amor. Meus movimentos eram rápidos e profundos. Meus quatros dedos entravam nela na mesma intensidade em que eu mordia seu clitóris e apertava seu peito, foi questão de segundos pra ela gozar em meus lábios. Suguei cada gota de seu gozo e deixei um leve beijo ali, a senti tremer toda.
– Bom... Agora eu posso ir trabalhar sossegada. – subi e beijei seus lábios. Ela estava ofegante e um pouco descabelada. – fica linda assim, sabia? – perguntei colocando os fios que estavam fora de lugar atrás de sua orelha.
– Bom... Her... Obrigada... – ela ainda estava ofegante. Beijei sua testa e ela repousou sua cabeça em meu peito. – Uau! – ri dela.
– Eu preciso ir. – falei acariciando suas costas.
– Depois disso tudo você consegui ir trabalhar? – perguntou abismada.
– Bom, estou um pouco molhada devido aos seus gritos e gemidos, que me deixam sempre excitada. – seu gemido leve e prolongado me fazendo segurar o meu e morder o lobo de sua orelha. – Mas eu preciso ir. – Quando me virei para sair ela prendeu suas pernas em minha cintura e me puxou para ela.
– Esta molhadinha, é? – sussurrou rouca em meu ouvido. Apenas assenti, se eu abrisse a boca sairia um gemido. – Deixe-me cuidar disso para você, não quero a minha namorada indo trabalhar tão desconfortável assim. – soltou minha cintura e me virou para ela. Beijou meus lábios ferozmente e apertou meus seios.
– Alice... – gemi em seus lábios. – Eu preciso... – senti meu celular vibrando novamente. Com certa dificuldade o peguei e atendi. – Oi? – minha voz saiu rouca, Alice mordeu meu pescoço.
– Bella? – Jane perguntou sem entender.
– Fala Jane... Pode falar. – Revirei meus olhos quando Alice trilhou um caminho molhado até meus seios.
– Eu... Você esta bem? – perguntou preocupada.
– O CÉUS, MUITO BEM. – Perdi um pouco o controle quando ela desceu suas mãos e parou em cima da minha intimidade.
– Você esta sozinha? – perguntou desconfiada.
– Nã...Nã...Não. – gaguejei quando ela infiltrou sua mão e acariciou meu clitóris. Respirei fundo e olhei nos olhos da Alice. Ela apontou para a bancada e fez um sinal para que eu me sentasse ali. Obedeci-a e me fez abrir bem as pernas assim que se livrou da minha calça. – Estou com Alice.
– Bom, acho que, sei lá só acho, que liguei em hora errada. – Sua voz era maliciosa. Alice desceu sua cabeça e passou seu dedinho em minha intimidade.
– Tão molhadinha. – falou baixinho. – Vou cuidar disso para você, meu amor. – joguei minha cabeça para trás e mordi meus lábios inferiores com muita força, não poderia gritar, não com Jane no telefone e no banheiro de um hospital.
– Bella? Estou aqui do lado de fora, te dou no máximo cinco minutos. – falou sarcástica. – Tchau.
– AHHHHHHHHHH. – Desligou bem na hora em que Alice começou a sugar-me. Eu não consegui mais segurar, tive que gritar. – Alice... Isso... – respirei fundo quando seu dente raspou em meu clitóris e seus dedos passaram bem perto da minha fenda, juntamente com sua língua.
Ela enfiou três dedos de vez em mim e mordeu meu clitóris... Sem chances para minha pessoa, gozei forte em seus dedos e quase cai da bancada.
– Bom, acho que você pode ir trabalhar agora, já cuidei do seu problema. – falou depois que me deixou completamente seca lá em baixo. Subiu e me beijou. – Eu te amo. – sorri com isso.
– Também te amo. – Sussurrei por cima dos seus lábios.
Levantei-me e coloquei minha calça. Alice levantou a dela e se arrumou o máximo que pode, segui seu exemplo.
– Então, pareço apresentável? – perguntei virando para ela e ajeitando meu cabelo.
– Para minha cama? Sim. – riu e sorri maliciosa. – Deixe-me te ajudar. – Arrumou meu cabelo e pegou um papel toalha e enxugou meu suor. – Eu realmente fiz isso com você?- perguntou rindo.
– Te garanto que na cama é pior. – beijei seus lábios e agarrei sua cintura. – Obrigada. – agradeci enquanto ela ajeitava minha farda e minha calça.
– Não por isso. – devolveu o selinho que havia lhe dado. – Vamos? – perguntou. A parei e arrumei sua franja. – Obrigada. – Sorri e peguei em sua mão. Destranquei a porta e saímos de mãos dadas.
[...]
– Ok, se estava tão bem ocupada, por que então DIABOS FOI ATENDER MEU TELEFONEMA? – Jane gritou comigo quando entramos no meu carro e seguimos para a delegacia.
– Era a segunda vez que me ligava, pensei que fosse algo importante. E pensei que ela não faria aquilo... – Sorri maliciosa.
– Isabella Marie Swan, você é uma idiota. Eu poderia ter morrido sem ouvir sua voz rouca de desejo! SÉRIO! – Ri dela e logo chegamos à delegacia.
– O Chefe William vem hoje? – Perguntei enquanto saia do carro.
– Acho que sim, por quê? – perguntou assim que cheguei ao seu lado. – Bella, você esta cheirando a sexo. – implicou comigo.
– Por nada, ele estava querendo falar comigo. E eu sei, estou maravilhosamente cheirosa, não é? – gargalhamos. – O cheiro dela esta em mim, é maravilhoso. – cheirei meu braço e fechei os olhos para apreciar aquilo.
– Meus Deus, nunca pensei que viveria para ver isso, Isabella Swan derretida por uma mulher. – gargalhou e entrou na minha frente.
– Você é uma idiota, Volturi. – a chamei pelo sobrenome.
– Srta. Swan? – Chefe William me chamou. O olhei assustada.
– Uau, que susto Chefe. – coloquei a mão em meu peito e ele riu.
– Me desculpe, pode vir comigo? Preciso falar com você. – Assenti e olhei para Jane.
– É coisa, sorte ai, espero que não tenha aprontado. – riu da minha cara e joguei a primeira coisa que vi nela. Fui logo atrás do Chefe.
– Pois não, senhor? – Perguntei com respeito. Apesar de ele ser sempre brincalhão e nosso amigo, a cima de tudo era o nosso superior.
– Isabella, sente-se querida. – Sorriu carinhosamente para mim. Fiquei ainda mais confusa agora, mas fiz o que mandou. – Sabe, eu conheci o Chefe Swan, um grande policial. – Sorri com isso. – Seu pai era o policial mais respeitado e digno que eu já vi na vida. E você, pequena, não esta muito atrás dele. – fiquei um pouco constrangida. – Não há porque ficar assim é a mais pura verdade. – sorriu. – Isabella, não lhe chamei para conversar sobre seu pai, mas sim sobre você. – O fitei sem entender.
– Do que se trata? – perguntei.
– Isabella, há oito anos você se viu completamente livre das drogas. – Arregalei os olhos. – Sim, eu sei de toda sua história, não é qualquer um que entra para minha equipe. – Assenti. – E isso, Isabella, é um motivo de orgulho. – Sorri. – Você não se contentou apenas com o “sair da escuridão” você quis algo além. Tenho quase certeza que seu pai influenciou muito em essa sua decisão. – Assenti.
– Meu pai sempre foi meu maior exemplo, meu herói, meu tudo! – suspirei. – Com sua morte eu me vi mais do que perdida, nem minha irmã nem minha mãe foram capazes de me ajudarem, eu me perdi. – uma lágrima rolou em minha face. – Eu realmente devo muito a minha irmã, se não fosse ela a me dar aquele choque de realidade e me expulsar de casa, agora com certeza eu estaria roubando e matando e não prendendo essas pessoas. – Sorri um pouco. – Eu passei oito anos sem vê-las e as reencontrei hoje. – ele sorriu. – Minha irmã esta tendo seu filho, segundo filho, eu a socorri e levei para o hospital, há essa hora meu sobrinho deve estar nascendo e sendo acolhido por todos os Cullen e Swan. – segurei minha lágrima e voltei a fita-lo. – Mas não estamos aqui para falar sobre minha vida pessoal, estamos? – perguntei e ele riu.
– Não, estamos aqui para falar em como minha pequena cresceu rápido, de como a minha pequena Officer esta se tornando meu Tenente e... – O olhei surpresa, COMO?
– Como? Tenente? – estava sem entender nada.
– Seis anos comigo, Isabella, acho que já esta mais que na hora de você ser promovida, e Detective é pouco para você. – sorri emocionada. – Eu confio em você, principalmente agora que seu trabalho evoluiu tanto. Isabella, apenas um teste a distancia desse cargo, um teste que tenho certeza que você passa de olhos fechados. – Levantou e segui seu exemplo, esticou seu braço e apertei sua mão. – Segunda-feira pela manhã será o primeiro teste. – Assenti sorrindo. – Não me decepcione, ok?
– Chefe, o senhor não sabe como estou feliz com isso, nunca irei decepciona-lo. – ele sorriu e assentiu.
– Pode se retirar e tire o dia de folga, vá ver sua família e o mais novo membro. – assenti.
– Obrigada! – Me deu permissão para sair e, quando fechei a porta atrás de mim, dei um pulo e quase gritei.
– Hey, o que aconteceu? – Jane perguntou.
– EU.VOU.SER.UMA.TENENTE! – Ela sorriu e pulou comigo. – Para! – Falei. – Tenho que me comportar como uma. – fiquei séria e logo em seguida caímos numa gargalhada. – Tenho que fazer um teste na segunda, depois dele, se aprovada, serei promovida.
– Fico tão feliz por você, amiga, não sabe o quanto! – me abraçou.
– Fui dispensada hoje, se vira sem mim? – Assentiu.
– Vá ficar com seus sobrinhos, irmã, sua família e amada mulher – piscou e eu assenti. Dei um beijo em sua bochecha e corri para o estacionamento.
Entrei no carro e fui para casa.
– JASPERRR – Gritei quando o vi dentro da cozinha. Assustou-se e latiu com raiva pra mim. – GAROTO EU TE AMO MUITO! – Corri até ele e o peguei no colo. – Cara, se ta pesado heim! – Brinquei e ele latiu. – Desculpa. – Dei um beijo em sua cabecinha e fiz carinho nele. – Jazz, eu vou ser promovida, você tem noção do que é isso? – Ele começou a abanar o rabo. – Eu estou quase chegando ao meu objetivo, Jazz, ainda vou conseguir você verá! – coloquei uma comida para ele e troquei sua agua. – Ficará bem sem mim por hoje? Jane chega pela madrugada, não ficará tão sozinho. – latiu. – ótimo, vou ir ver meu sobrinho. – Olhei no relógio e já vi que eram 18h. – Já deve ter nascido. – sorri com isso. – Tchau. – Me despedi do meu cachorro e corri para meu quarto, tomei um banho e desci para o carro.
[...]
– Pois não? – Fui até a recepção para perguntar sobre Rose e uma mulher me atendeu.
– Boa noite, gostaria de saber sobre Rosalie Cullen, ela entrou em trabalho de parto as 14h30minh mais ou menos. – falei.
– E qual seria seu grau de parentesco com ela? – perguntou com aquela cara de bunda. Querida, não tenho culpa se você é mal comida!
– Irmã mais nova. Isabella Swan. – Assentiu e verificou algumas coisas no seu computador.
– Sim, ela já esta no quarto. – sorri.
– E eu posso vê-la? Você sabe me dizer se é menino ou menina? – perguntei sorrindo.
– Não, não sei lhe informar. – Falou um pouco grossa.
– Posso vê-la? – perguntei irritada agora.
– Não, horário de visitas acabou. – sorriu ironicamente. Perdi minha paciência com ela.
– Será que você poderia fazer uma exceção? – minha expressão com certeza não era das melhores.
– Não... Não posso... – Gaguejou um pouco.
– PORRA! SERÁ QUE... – Me calei ao sentir mãos macias e pequenas rodearem minha cintura.
– Calma. – Era Alice. Sorri para ela. – É irmã da paciente, ela esta num quarto particular, por que não pode receber visitas? – Perguntou a atendente.
– Porque... – se calou ao olhar por cima dos nossos ombros.
– Isabella! – Eu reconhecia essa voz.
– Aro. – Sorri ao me virar. – Quanto tempo. – O abracei. – O que faz aqui?
– Seu diretor desse hospital, o que VOCÊ faz aqui? – perguntou sorrindo.
– Vim tentar ver minha irmã, mas tem um ser que não libera a minha entrada! – bufei e Aro riu da minha cara, mas logo ficou sério e olhou para a pobre mulher.
– Ela tem livre acesso por esse hospital, fui claro? – Ela assentiu e me entregou um crachá.
– Obrigada Sr. Volturi. – Sorri para ele.
– Não por isso. – Colocou a mão em meu ombro e perdeu aquele sorriso. – Tem noticias sobre a Jane? – eles haviam brigado. Aro não aceitou muito bem o noivado da filha com Kate.
– Que ela não poderia estar mais feliz. – Ele suspirou. – Ela vai estar sozinha em casa hoje, chega por volta das 01h30min da manhã, passe lá, converse com ela. – Assentiu. – Tome. – entreguei minha chave. – Caso ela esteja dormindo.
– Obrigado mais uma vez. – assenti e ele saiu.
– Bom, estou vendo que você conhece todo mundo. – ri.
– Aro é pai de Jane. – assentiu. – Eles brigaram quando contou que noivou com Kate e bom... Acho que ele se arrependeu do que disse. – beijei sua testa e peguei em suas mãos. – Vamos? Quero ver meu... – A olhei sugestivamente.
– Seu... Não contarei. – fechei a cara e ela me deu um selinho. – Vem, Rose quase arrancou a cabeça de um ao saber que não estava aqui... – Fomos andando e parou de repente. – A final, o que você esta fazendo aqui? – Ri da sua expressão.
– Meu superior me liberou. – assentiu e voltamos a andar. Entramos num corredor e vi minha mãe, Anne, Carlisle e outros dois casais ali.
– Olá. – Alice chamou a atenção deles e Anne veio correndo e pulou em meu colo quando me abaixei.
– Oi meu amor. – beijei sua testa.
– Tava com saudades. – ri dela e a apertei.
– Que bom, acho bom isso. – riu e se aconchegou em meu peito. – Quem são? – Perguntei a Alice.
– Meus avós. – Assenti. – Sr. e Sra. Cullen. – Apontou aos mais velhos. – e aqueles são meus tios, Sr. e Sra. Masen. – Os pais do Edward...
– Boa noite. – Falei formalmente quando cheguei perto deles.
– Olá. – A Sra. Cullen respondeu sorrindo. – Você deve ser a filha mais nova da nossa menina Esme. – sorri com isso e vi minha mãe ficar um pouco corada. – É muito bom conhece-la. – chegou perto de mim e me deu um beijo na bochecha.
– O prazer é todo meu, Sra. Cullen. – sorri para ela.
– Sem formalidades, querida. Chame-me de Sarah. – Assenti.
– Você é tão linda quanto Rosalie. – Sr. Cullen veio até mim e beijou minha testa. – Muito prazer querida, e nada de formalidades, me chame de Fred. – assenti e sorri para ele também.
– É um apelido, o nome dele é Frederico. – Todos riram e ele olhou feio para a mulher. – Te amo, meu amor. – deu um selinho nele. Eu realmente fiquei encantada com aquilo, mesmo naquela idade o espirito adolescente vivia dentro dos dois, eram um casal apaixonado.
– Um enorme prazer em conhecê-lo, Fred. – olhei para o casal ali na frente. – Sr. e Sra. Masen, como vão? – perguntei educadamente.
– Bella, querida. – Elizabeth andou até mim e me deu um meio abraço. – Quanto tempo.
– Não é? – sorri meio de lado. – Como tem passado?
– Bem, mas ficaria ainda melhor se estivesse noiva do meu menino, sabe que fazia muito gosto daquela união de vocês, um casal tão lindo. – se lamentou.
– Faço de suas palavras as minhas, Lize. – Anthony falou e beijou minha testa. – Uma menina tão linda como Isabella e tão inteligente nos daria netos perfeitos.
– Bom, infelizmente a vida não é como queremos. – Sorri e abracei a cintura de Alice. – Seu filho me fez de palhaça, Sr. e Sra. Masen, mas hoje eu encontrei alguém que não quer brincar comigo e que eu verdadeiramente amo. – beijei a testa de Alice e ela sorriu para mim.
– Já estamos sabendo e ficamos felizes que tenha encontrado alguém, meus parabéns. – Elizabeth nos cumprimentou sorrindo. – E sinto muito pelo que Edward fez, aquela não foi a educação e ensinamentos que passamos para ele.
– Tudo bem. – Me dirigi a minha mãe. – Mãe, como a Rose esta?
– Com um ódio de você. – Ri disso. – Vá vê-la, ficará feliz em conversar com você. – Assenti e coloquei Anne no chão.
– Se comporta, heim. – ela assentiu e bateu continência, meio errado, mas bateu. – Bom, esta quase certo, qualquer dia eu te ensino. – pisquei e ela sorriu. Olhei para Alice e dei um beijo em seus lábios. – Jane percebeu seu cheiro em mim. – ficou envergonhada. – Com certeza eu estava muito cheirosa. – cheirei seu pescoço e a sentir arrepiar-se
– Vá ver Rose logo. – me empurrou e ri disso.
Notas finais
Eai, gostaram? Odiaram? No que eu preciso melhorar? Leitoras fantasminhas, apareçam apenas para deixar um OI GOSTEI, quero saber quem são voces ><'
E aos que já estão aqui... AMO MUITO VOCES, SEUS LINDOS. Cada comentário me incentiva ainda mais!
Ahhh, uns de voces andam sumindo heim, vou acabar com aquele nosso trato sobre postagem! - Ameaça, MINHA VEZ DE FAZE-LAS!! MUAHAHAH
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