Notas iniciais
Para tantos que me questionaram sobre a Angela, Edward e Gêmeos, ai está um cap falando sobre o destino de dois deles, Edward ainda ficará um pouco de lado...

Bom, é isso. Espero que gostem dese cap ;)

Lena, MUITÍSSIMO obrigada pela recomendação, foi perfeita, amei muito! ><'

POV. Bella.

Eu acordei primeiro que Alice e a vi dormindo profundamente em meu peito. Sorri ao ver aquilo. Levantei-me sem acorda-la e coloquei um roupão, não estava nem um pouco a fim de colocar uma roupa agora...

Desci as escadas e fui para a cozinha, prepararia um café bem reforçado para nós, estávamos precisando, se é que me entende...

Após quase meia hora ali, fazendo o café, panquecas e alguns ovos fritos, sinto braços macios e bem quentes rodearem minha cintura e uma voz doce e maravilhosa sussurrar em meu ouvido.

– Bom dia, meu amor. – Sorri e me virei a abraçando carinhosamente.

– Bom dia, minha vida, dormiu bem? – Beijei seus lábios levemente e ela sorriu encostando sua cabeça em meu peito.

– Como um anjo. – Sorri. – Tem como não dormir bem após uma noite daquelas? – Um sorriso malicioso brotou em meus lábios e ela percebeu. – Eu senti tanto a sua falta... – começou a lamentar e eu a calei com um beijo.

– Por favor, sem lamentações, ok? – pedi e assentiu.

– Está fazendo nosso café da manhã... – Sorriu e assenti.

– Sim, panquecas, ovos mexidos e um café bem forte, você tem que ir para a faculdade hoje. – Fez careta.

– E depois ir para o serviço, estou enrolando muito. – Assenti e puxei uma cadeira para que se sentasse. – Nossa, estou me sentindo uma nobre dama.

– Eu serei sua humilde cavalheira hoje. – beijei sua testa.

– Sabe o que isso me lembra? – Apontou para ela sentada e eu na beira da pia.

– O que? – Ergui minha sobrancelha.

– Que eu pareço o homem da relação e você fazendo meu café da manhã, como uma perfeita dona de casa. – Ri alto. – O que foi? – Perguntou rindo comigo.

– É bem capaz de ser o contrário, meu amor. – Beijei sua boca quando coloquei as coisas na mesa. – Eu não levo jeito para isso.

– Mas cozinha muito bem. – Falou de boca cheia e ri. – Desculpa. – Pediu.

– Tudo bem. – limpei sua boca.

O café da manhã foi tão agradável e perfeito que quase perdemos a hora. Levantei da cadeira e Alice logo foi para o quarto se arrumar. Subi para o outro banheiro e tomei um banho colocando uma roupa qualquer, como eu estava dispensada da delegacia iria para a casa da minha mãe, conversar com ela...

– Uau, que gata gostosa. – Assobiei para minha Alice ao vê-la descer as escadas. Ela estava com uma calça bem justa, fazendo sua bunda ficar ainda mais marcada e empinada. Uma blusa decotada que me fez salivar. Uma maquiagem perfeita, clara por estar de dia.

– Eu diria que é para você ,mas como não vai ficar comigo... – Me abraçou e cheirei seu pescoço.

– E é pra quem? – perguntei enciumada.

– Para o meu professor de moda III, sabe como é né? – Fechei a cara e ela riu.

– Seu professor?

– Ele tem 64 anos e está quase se aposentando, nem se eu quisesse teria como transar com ele... – Acabei rindo. – Sua boba, eu sou sua! – beijou meus lábios com volúpia e intensidade.

– Acho bom, mas vou leva-la hoje. – Riu e assentiu. Pegou suas coisas, e fomos até o carro.

Como de costume abri a porta para que entrasse e logo fui para o do motorista.

Alice deitou sua cabeça em meu ombro e fechou os olhos.

– Ainda está com sono? – Perguntei carinhosa.

– Você me deixou sem energia ontem... – Sorri. – Não ria, eu estou exausta!

– Calma meu amor, isso não foi nada, na nossa lua de mel será melhor. – ela se levantou e encarou os meus olhos.

– Você não quer saber da festa, só da lua de mel, né? – dei de ombros.

– Não é óbvio? – gargalhou.

– Depois que digo que é tarada se sente ofendida! – ri dela.

– Eu só sou tarada por você, esse é o diferencial! – estacionei na sua faculdade e desci abrindo a porta para ela. – Eu vou te buscar, me espere. – pedi.

– Bella, eu sei me cuidar, ok? – Neguei. – Bella! – Ficou indignada.

– Meu amor, eu ainda tenho medo de ter alguém a solta, não sabe como temo por sua vida! – acariciei seu rosto.

– Tudo bem, se é para lhe deixar despreocupada... – sorri.

– Ângela está na escola? – me olhou sem entender. – Eu preciso esclarecer umas coisas com ela... – estalei os dedos e Alice riu.

– Bella, acho que o soco que você deu nela já foi o suficiente.

– Aquele soco foi de raiva, eu quero dá-la um soco de uma mulher defendendo o que é seu!

– Traduzindo, de ciúmes? – se pendurou em meu pescoço e chegou bem perto da minha boca. – Eu não quero saber onde ela está, por mim que morra, quem eu mais quero está aqui! – A agarrei pela cintura e quando ia beija-la...

– MARY ALICE CULLEN! – Jessica gritou atrás de nós. – Você tem noção de como e fiquei desesperada ao saber que... – olhou para mim e sorriu. – Bom, pelo menos uma coisa boa... – assenti.

– Olá Jessica, não se preocupe, depois que recebi seu recado eu decidi ir atrás dela, mas como sabe, aconteceu coisas... – estremeci.

– Bom saber que você salvou a minha Alice. – A olhei divertida.

– Sua? – questionei.

– Opa, perdão, SUA Alice. – assenti. – E quero que você dê outro soco daqueles naquela vadia irritante, por favor.

– Estou procurando ela para isso! – Rimos.

– Ângela pediu transferência e foi para Seattle terminar seus estudos. – Jessica se lembrou e perdeu o sorriso. Suspirei aliviada.

– Menos mal... – Alice me beijou com carinho e amor. – Eu falei para não se preocupar, o soco de raiva valeu pelo de ciúmes. – sorri de lado.

– E falando em raiva, tenho que saber como está o seu amado priminho... A ultima vez que o vi estava com o pé baleado. – Gargalhei.

– Você atirou no pé do Edward? – assenti. – Que do mal...

– Ele não estava cooperando e ameaçava a minha família. – fiquei séria. – Por mim que morra com alguma infecção! – negou rindo.

– Bom, o sinal vai bater. Casal vinte se despeçam que agora Alice vai ser minha. – Jess avisou e eu ri.

– Ok, cuide bem dela, por favor. – pedi. Dei um selinho na minha amada e abracei Jessica.

– Claro, com todo meu amor. – fez uma cena exagerada.

– Ok, menos, por favor, você sabe a potencia do meu soco. – ficou séria.

– Por favor, mantenha essa mão certa de 1000m longe! – rimos.

– Boa aula, meu amor. Não se esqueça, eu vou vir pega-la! – assentiu e foi até a Jess.

– Estarei lhe esperando. – mandou-me um beijo e fiquei a observando ir para dentro da faculdade.

[...]

– Mãe, acalme-se, por favor! – Pedi assim que fui liberada de seu super abraço.

– Eu estou calma, mentira, eu estava morrendo de preocupação de você e com Alice, não sabe como fiquei quando descobri do sequestro, eu... – A abracei.

– Eu, mesmo brigada com Alice, não deixaria nada acontecer a ela. – beijei sua testa.

– Você é o anjo da minha vida e da Alice também. – acariciou meu rosto e sorri para ela.

– Mãe, a senhora que é minha anja. – beijei sua mão.

– E eu, sou o que? – Rose perguntou entrando na sala com Charlie no colo.

– Você é a praga da minha vida. – Fui até ela e peguei meu sobrinho. – Oi meu amor. – Charlie estava ficando mais lindo a cada dia.

– TIA Bella! – Anne quando me viu gritou e veio correndo me abraçar.

– Minha pequena, como vai? – Me abaixei e beijei sua testa com carinho.

– Bem, e a senhora? – acariciei seu rosto e assenti.

– Bem, muito bem. – Sentei-me no sofá e a coloquei em meu colo e Charlie em meu braço. Anne começou a dar beijinhos no rosto do irmão e todos sorriram. – Seu irmão está lindo, não é? – assentiu.

– Meu irmão é o mais lindo de todos! – Rose veio até nós e sentou-se ao nosso lado.

– E meus filhos são os mais perfeitos de todos. – Coloquei Charlie em seu colo e Anne ficou ao seu lado quando me levantei. – Onde vai? – Questionou-me.

– Me preparar para hoje à noite. – Riram e sai de casa.

[...]Shopping

Ok, por que eu nunca achava as alianças perfeitas? POR QUÊ?

– Pois não, em que posso ajuda-la? – Uma atendente perguntou. Sua voz era rouca e bem sexy... Ok, ela estava dando em cima de mim ou é impressão minha?

– Her... Estou procurando alianças... – Ela perdeu um pouco o sorriso, mas ainda o continuou na cara. Saiu de trás do balcão e veio andando lentamente, e rebolando muito a bunda, até mim.

– É para você e seu namorado? – mexeu no decote da sua blusa, quase fazendo seus fartos seios pularem para fora.

– Não... Her... Bom, é para minha namorada. – Ela aumentou o sorriso.

– Então você é lésbica... – Virou-se e tentou roçar sua bunda em mim.

– Sim, e sou muito fiel a minha amada. – Respirei fundo. PORRA! Querendo ou não aquela vadia era gostosa. Respirei fundo e lembrei dos toques e beijos da minha Alice...

– Ah sim... Pois bem, alguma aliança em especial? – Perguntou voltando para o seu balcão e perdendo o sorriso.

– Sim, a mais bela que tiver em seu estoque ou em qualquer outro lugar que vocês guardam isso. – Sorri feito boba. – Eu quero que seja perfeito e a mais grossa possível. – fiquei séria e ela riu.

– Ciumenta? – Neguei.

– Apenas cuido do que é meu... – riu e assentiu.

– Bom, temos essas aqui... – Começou a mostrar-me cada aliança que tinha em sua vitrine, mas nenhuma me atraia. – Bom, recentemente chegou essa para nós, é modelo único e a mais cara do que todas as outras. – Olhei de relance, mas logo voltei meus olhos para ela.

Ela era perfeita, grossa e completamente feita de ouro. Tinha vários detalhes em ouro branco, o que lembrava nossa aliança de namoro, mas eram ainda maiores e detalhadas, e mais incrível era que juntas elas formavam um coração, e cada metade era rodeada de pequenos diamantes.

– Como eu disse, é peça única, todos as amam, mas ninguém teve coragem de comprar. – riu.

– Quanto custa? – perguntei.

– Elas com os nomes gravados fica por 100. –a olhei e sorri.

– Só? – Riu levemente.

– 200 mil euros. – Arregalei os olhos.

– 450 mil dólares, mais ou menos, em duas alianças? O que mais ela tem ai? – riu.

– Esses diamantes são tão raros quanto você pensa! – O analisei bem e suspirei.

– São tão perfeitos... – Suspirei. – Mas eu vou ter que dividir em 200 vezes. – Rimos.

– Bom, tem umas mais simples aqui e...

– Não, eu gostei dessas! – Suspirei. – Darei essas a ela! – Sorri.

– Tem certeza? É muito amor heim. – Sorri de lado.

– Srta...

– Roberts. Sheila Roberts. – se apresentou.

– Srta. Roberts se soubesse por tudo que passamos em menos de um ano de namoro, com certeza veria que o que sentimos uma pela outra é amor, o mais puro e intenso amor.

– Bom, pela maneira que fala dela até parece que enfrentaram a morte para estarem juntas. – Riu.

– Quase isso. – Olhei novamente para aquelas alianças. – Nosso amor não pode ser medido em nada, muito menos em dinheiro, mas vejo que essas alianças são perfeitas. – Suspirei.

– Então, vai leva-la? – Olhei para ela e sorri.

– Sim, vou. – Eu sabia que tinha um bom dinheiro guardado e que aquilo não seria um problema tão grande, mas o medo da minha Alice não gostar... – Essa aliança parece muito chamativa, estou com medo dela não gostar... – Pensei alto.

– Bom, temos essa, que também é exclusiva, mas é mais simples. – Mostrou-me uma linda. Com apenas duas pedras juntas em cima, e embutidas na aliança. Era uma linda esmeralda e um topázio, formando também um coração. Reparando-as bem, a esmeralda e o topázio eram bem parecidas com a cor dos nossos olhos. O azul intenso da minha Alice, e o meu verde. – Por dentro ela é totalmente a ouro branco e por fora ouro. – sorri. Simples, mas bela.

– Perfeita...

– Seu preço é 50 mil euros. – a olhei divertida.

– Só trabalham com notas europeias? – riu comigo.

– Fazer o que, são mais valorizadas. – Assenti.

– Pois bem, será essa que levarei.

[...] Faculdade

Estacionei o carro no estacionamento da faculdade da minha adorável noiva, queria vê-la logo. A ansiedade de entregar-lhe as alianças era enorme!

– Adivinha quem e!? – Senti mãos macias e quentes tamparem meus olhos e sorri.

– Seria a mulher mais perfeita desse mundo, a qual conquistou meu coração e o tem por inteiro? – Ela riu docemente e me virei a abraçando pela cintura.

– Bom, acho que acertou. – me beijou com carinho e amor.

– Eu tenho certeza! – Colei nossas testas e só nos separamos quando escutamos Jess fingindo uma tosse para chamar nossa atenção. – Olá Jess, como foi à aula? – perguntei abraçando minha mulher por trás.

– Bem, obrigada. Cuidei bem da sua NOIVA! – ri da sua cara. – Como assim, combinam de se casar dois segundos depois da reconciliação? – rimos.

– O medo de perdê-la falou muito mais alto, Jessica. –Assentiu.

– Vou nesse jantar hoje! – Se auto convidou.

– Ok, pode ir, EU deixo. – Alice deu língua e ri daquela cena.

– Pois bem, tenho que lhe deixar em casa e correr para a minha e tomar um banho antes de... – Antes deu completar minha fala sinto meu celular vibrar. – Um momento. – Pedi e vi que era minha amada amiga. Jane. – Jane, como vai? – Perguntei sorrindo

Bem? – Sua voz estava agonizante.

– Hey, o que aconteceu? – Perguntei soltando Alice e ficando preocupada.

– O que foi? – Alice perguntou. Fiz um sinal para que esperasse.

Bella, Kate entrou em trabalho de parto e estou sozinha com ela em casa, não consigo dirigir, estou desesperada! Kate está gritando e chorando muito, eu...

– CALMA, respira Jane, calma! – Pedi mais uma vez. – Eu vou imediatamente para sua casa, aguenta ai que em 10min eu chego, tudo bem? – concordou e deliguei o telefone.

– O que foi? – Alice perguntou aflita.

– Meus afilhados estão para nascer. –Sorri e logo abri a porta do carro. – Vamos para a casa da Jane, Kate entrou em trabalho de parto e Jane não consegue fazer nada, está desesperada! – Assentiu sorrindo. — Jessica, sinto muito, mas não terei como lhe dar carona.

– Não por isso, até a noite. – Nos despedimos e logo entrei no carro.

– Sério isso? – Alice continha um sorriso nós lábios.

– Sim, Jane estava desesperada! – acelerei o carro o máximo que pude.

– Acho melhor ligar para o meu pai, pedir para ir adiantando as coisas lá. – Assenti.

Um trajeto que seria feito em meia hora, eu consegui fazer em sete minutos. Estacionei o carro de qualquer maneira e sai dele.

– Eu vou entrar, fique aqui que deixarei o carro ligado. – Alice concordou e corri para a casa. – Jane? – Fiquei assustada ao vê-la ajoelhada no chão segurando a mão da Kate.

– Bella! – Gritou-me assim que me viu. – Por favor, me ajuda! – implorou.

– Claro, calma, clama! – Pedi e andei até elas. Sorri para Kate e pedi a Jane. – Pega a bolsa dela que vou a colocar no carro, ok? – Assentiu e subiu as escadas correndo. – Eai moça, pronta para ver a cara desses gêmeos lindos? – perguntei a erguendo com cuidado. Ela estava MUITO pesada!

– Sim... – Gemeu de dor.

– Calma, logo estaremos no hospital. – Alice nos viu chegando e logo abriu a porta do carro.

– Já falei com meu pai e ele disse que já está preparando tudo. – Olhou para Kate. – Fica tranquila, meu pai vai cuidar bem de você e dos pequenos. – Kate sorriu em meio à dor.

– Pronto, cheguei. – Jane correu e logo entrou atrás do carro e sentou-se ao lado da mulher.

– Vamos logo! – entrei no carro e acelerei.

[...] Hospital — Horas depois.

– Eles estão lá dentro tem um bom tempo, não acha? – Perguntei a minha noiva.

– Calma Bella, você está tão ansiosa quanto a Jane. – Riu e me beijou levemente. – Ela está bem, noticia ruim chega logo! – assenti e sentei-me na cadeira.

– Alice, Bella! – Jane apareceu com um sorriso enorme no rosto. – Eles são lindos! – Sorrimos e levantei para abraça-la. – Eu nem tive como lhe agradecer. Eu estava tão nervosa que... – A calei com um dedo nos lábios.

– Tudo bem minha irmã, eu também lhe devia uma. Você ajudou a achar minha Alice e a salvar nossas vidas. – Beijei o topo da sua cabeça. – E eu quero vê-los! – Riu.

– Quando eles estiverem no berçário você os vê pela janela lá... São lindos, perfeitos! – chorou emocionada e a apertei a mim.

– Meus parabéns, Jane! – Alice se juntou a nós no abraço.

– Obrigada, Alice! – beijou sua testa e respirou fundo. – Eu quase tive um treco quando Kate desmaiou, mas foi apenas a pressão que caiu... – assenti. – Ali, estão levando eles?

A seguimos e logo vimos um lindo casal de crianças sendo colocados nos bercinhos.

– Sophia e Caius, os meus tesouros. – Olhei atentamente para eles, cada detalhe e tracinho de suas faces. Caius tinha o cabelo bem ralinho, mas era bem visível que tinha puxado a mãe, era loirinho. Caius também grande, bem maior que a irmã, Sophia. Já a menina era morena, não deixava de ser linda, mas era totalmente diferente do irmão. Seus traços eram menos formados, por ser menor, e seu cabelo bem escuro.

Sophia

Caius(http://fotosenoticias.com/wp-content/uploads/2013/03/recem-nascido.jpg)

– Lindos, realmente lindos. – Alice suspirou e a abracei por trás. – Olhando assim dá até vontade de ter. – Cheirei seu pescoço e concordei.

– São lindos, Jane. – Sorriu feio boba. – Você conseguiu ver os olhos? – Perguntei.

– Caius tem olhos azuis como a da Kate, ele é personificação dela em uma versão masculina! – ri dela. – Mas a Sophia tem olhos bem claros, um mel ainda mais claro... – suspirou sorrindo.

– Vai escurecer ainda, com certeza ficará linda. – Aro falou surgindo do nada e abraçando a sua filha. – Meus netos são perfeitos. – Babou.

– Realmente são. – Jane não conseguia parar de olha-los.

– Você é a mãe deles, certo? – Uma enfermeira perguntou saindo do berçário. Jane assentiu e enxugou as lágrimas. – Quer segura-los antes de levarmos para a outra mão amamenta-los? – Assentiu rapidamente e logo a seguiu.

Realmente foi algo emocionante de ser ver. Jane pegava cada um com tanto cuidado que era até engraçado. Assim que os pegou no colo, os dois ao mesmo tempo, beijou a testa de cada um, sussurrando coisas que não davam para entender, mas ao levantar um pouco a cabeça eu pude ter noção do que falava. Ao ler os seus lábios a única coisa que saia era um: “Enfim minha família está completa”.

– Jane enfim terá seu “felizes para sempre”. – abracei minha mulher ainda mais forte.

– Ela merece. – assenti.

– Olhando Jane assim, realmente me bateu uma vontade de vê-la gravida, de realizar seus desejos e tudo mais que tem direito. – Alice virou-se e me abraçou pelo pescoço e riu.

– Está me propondo termos um filho, Srta. Swan? Ou melhor, Tenente Swan? – Ri dela.

– Agora não, quem sabe futuramente? – beijei seu pescoço. – Eu quero apenas aproveitar você por agora, muito cedo para pensar em pirralhos correndo pela casa. – Sorriu e me beijou carinhosamente. – Eu lhe amo. – acariciei seu rosto.

– Também lhe amo, minha vida. – sorrimos e voltamos a olhar minha amiga, irmã, babando nos seus filhotes. E mais uma vez consegui ler em seus lábios três únicas palavras, mas que não eram preciso mais nenhuma para definir o sentimento que ela estava sentindo naquele momento.

“Eu te amo”

Notas finais
Eai, gostaram? Espero que sim. Como eu citei lá em cima, 25 reviews nesse cap heim ;)

Bsus, Lary ><'