Acaso Do Destino
25 Formalidades
Notas iniciais
Ok, chega de falar isso. Mas enfim, espero que tenham sentindo minha falta, PQ MORRI SEM VOCES E SEM ESSA HISTÓRIA!
Bom, sem mais delongas tenha uma ótima leitura ><'
POV. Bella.
Depois de ficar admirando minha amada amiga, puxei Alice para fora do hospital e a abracei forte.
– O que foi? – Perguntou sorrindo retribuindo meu abraço.
– Nada, só queria te abraçar. – riu e negou. – Vamos? Levo-te para casa. – beijei seus lábios.
– Hum... Ok então. – Sorriu em meio ao beijo. Abri a porta e a fechei quando entrou no carro. Dei a volta e comecei a dirigir. – Você me parece um pouco nervosa... – Comentou acariciando minha mão. – Está gelada por quê? – Ri levemente.
– Eu estou indo para sua casa, a noite será o jantar... Tenho esse direito, não é? – Riu.
– Não, não tem. – encostou sua cabeça em meu ombro. – Sabe que Emmett e Carlisle não faram nada, sua boba. – a abracei e beijei sua cabeça.
– Eu sei, mas é normal o noivo ficar nervoso antes de pedir a mão da mulher que ama para o pai dela, não acha? – Ela gargalhou. – O que foi?
– Tem três equívocos, minha amada. Primeiro: Você não é meu noivo; Segundo: Você quer muito mais do que meu corpo... – Sorriu maliciosa e retribui. – E terceiro: Meu pai é seu cadastro, sua mãe está lá e ele somente assentirá com a cabeça. – Rimos.
– Ok, me convenceu. – Comentei quando estacionei. – Não vou entrar, preciso voltar e ver se Jane precisa de algo. Nos vemos a noite? – Perguntei abrindo a porta do carona para que saísse.
– Sou eu que deveria perguntar isso, não? – Ri. Me abraçou pelo pescoço e beijou meus lábios com carinho. – Nos vemos a noite? – sorri.
– Estarei de branco, sinalizando que vim em paz. – ela gargalhou.
– Hurum, menos mal, pensei que viria de preto. – neguei.
– Por que eu ficaria de luto sendo que estarei pedindo a permissão do pai da mulher da minha vida em casamento?
– Wonnn. – fez um bico lindo. – Como você é romântica. – Sorri. – Agora vai, vê se as meninas precisam de algo e volta logo, o jantar começará às 19h. – assenti e beijei seus lábios novamente.
Entrei no carro e voltei para o hospital
[...]
– Obrigada pela preocupação, Bells, mas não precisamos de nada. – Kate falava segurando a sua pequena princesinha no colo.
– Ela é linda, não acha Bella? – Jane estava babando na filha.
– Sim, muito linda. – Sorri para as duas. – Onde está Caius?
– Dormindo ali. – apontou para o bercinho do outro lado. – Acabou de mamar.
– Meninas, vocês vão conseguir dar conta sozinhas? – perguntei preocupada.
– Sim, pode deixar conosco. – Jane sorriu abertamente.
– Jane, recebi uma proposta de emprego.
– Sério? – Assenti. – ótimo! Onde? – me olhou curiosa.
– Na SWAT.
– Uau! – sorriu abertamente. – Meus parabéns, amiga.
– Eles querem você também. – arregalou os olhos.
– Não... Sério? – Minha vez de sorrir. Olhou para a mulher e a filha. – Não posso aceitar.
– Por que não? – Kate estava sem entender.
– É um sonho, mas eu prefiro minha realidade! – beijo o topo da cabeça das suas mulheres. – Colocaria vocês em risco, ser de um grupo especial tem suas desvantagens.
– Eu sabia que falaria isso. – sorri triste. – Alice quer que eu aceite. Mas estou pensando ainda, tenho uma semana. – Suspirei.
– Você pode, só tem Alice, eu a tenho, Caius e Sophia...
– Lhe entendo amiga. – Fui até elas e acariciei o rosto da pequena. – Se eu tivesse uma faria a mesma coisa.
– E quando serei madrinha? – Questionou.
– Nunca? – riram. – Não quero filhos e Alice também não.
– Vão ter pelo menos três, você vai ver. – Jane implicou. – Se essa ai fosse homem... Senhor, Alice seria uma fabrica de crianças.
– Idiota. – só não soquei seu ombro por conta da pequena.
– Mas é a verdade. – Kate riu das nossas implicâncias. – Mas enfim, cadê os presentes da madrinha? – ri. – Estou falando serio! – ficou séria e eu ri.
– Ok, trarei outro dia, hoje tenho q ir para casa e me arrumar, jantar com o sogrão, pedir a permissão oficial né? – Jane riu alto e acabou acordando Caius. – Idiota né? – Dei um tapa na sua cabeça e ela encolheu sobre o olhar de Kate.
Andei até ele e o peguei no colo com carinho e cuidado.
– Hey meu lindo, sua mãe é uma idiota, mas não precisa chorar não. – o coloquei em meu colo e ele começou a se agitar.
– Você é uma... – Só ouvi um estalo e gemido de dor.
– Suas mães são loucas, mas são legais, ok Caius? – Ele se mexeu mais e parou de chorar quando ouviu minha voz. – Imagino quando você estiver grandinho, pequeno, com certeza dará dor de cabeça para as duas... Se juntando ao Charlie ainda... – Ri e logo o levei para perto da mãe. – Aqui mamãe, sua cria. – Kate logo passou Sophia para Jane e o pegou e ficou o mimando.
– Você tem jeito com criança, Bella. – Sorri de lado.
– Crianças sempre se dão bem, amor. – fuzilei Jane com os olhos, deu de ombros e voltou sua atenção à pequena.
– Bom, estou indo, ok? – Assentiram. Sai do hospital e fui para casa...
[...]
– Ok, Jazz, estou me sentindo como no nosso primeiro encontro, lembra? – Jasper latiu três vezes e correu para o meu lado. Abaixai-me a acariciei seu pelo. – Meu amigão, me ajuda? – implorei. Ele latiu novamente e deitou no chão apreciando o carinho. – Valeu em amigão! – levantei e fui ver minhas roupas. – Que roupa usar? Vestido ou calça? – Jasper logo corre para dentro do meu closet e ficou perto dos vestidos. – Vou seguir seu conselho heim! – ele abanou o rabo e latiu.
Eu tinha 1234904 vestidos, mas nenhuma parecia legal naquele momento...
– JAZZ! – Eu estava mesmo desesperada. Jazz não entendi o motivo do meu desespero e começou a andar para lá e para cá. Joguei-me no chão e acabei chorando. – PORRA, por que estou chorando? – seguei minhas lagrimas e Jazz ficou do meu lado, com a cabeça na minha barriga e me encarando. – Meu amigo eu estou desesperada! Não sei que roupa usar para ir para casa da Alice!
Jasper pareceu entender o que eu disse e logo levantou e ficou andando pelo meu closet.
– O que você está fazendo? – perguntei curiosa. Ele logo se enfiou no meio das minhas roupas e puxou uma caixa. Sorri ao reconhecê-la. – Jazz, você é um gênio! – Corri até ele e o peguei no colo o enchendo de beijos. – Você está pesado em!
Aquela caixinha havia sido Jane que me deu no meu aniversário de 25 anos, mas nunca tive coragem de usar, quer dizer, nunca tive onde usar.
Ele era muito chique, a meu ver. Era preto e bem delicado, muito frufru para mim. Mas como que na época eu estava namorando homens, tinha que fingir se mocinha...
– Jasper, você é um anjo. – sorri e fui para frente do espelho com o vestido em mãos. – Bom, acho que melhor que esse só se Alice fizer um para mim. – Sorri de lado e corri para o banheiro.
[...]
Respirei fundo diversas vezes antes de tocar a campainha. Verifiquei se estava com as alianças no bolso e com as flores perfeitas... Sim, comprei flores para minha pequena.
– EU ATENDO – Ouvi a voz da minha irmã. – Bella? – Arfou quando me viu. – Uau! – Sorri levemente e um pouco corada. – Você corou? – perguntou besta e eu ri.
– Bom, não é todo o dia que recebo um elogio seu. – Me dá espaço e entro na mansão.
– E não é todo dia que lhe vejo de vestido, maquiada e cabelo solto! – Sorri.
É, eu resolvi caprichar um pouquinho hoje. Coloquei uma maquiagem um pouco mais pesada que o de costume, um salto de pouco mais de 5cm, o cabelo solto um pouco cacheado e o vestido para completar.
– Até de solta você está! – Ri dela.
– Amor... UAU! – Emmett assobiou quando me viu. – Quem é? – ri.
– Bom, acho que estou apresentável, não é? – Assentiu.
Reparei bem neles. Minha irmã estava linda com aquele vestidinho floral e simples, mas que nela ficava perfeito. Cabelo solto e uma maquiagem bem leve. Já o Emm, bom, ele estava vestido bem a vontade. Uma bermuda jeans e uma camiseta gola V.
– Está linda. – me cumprimentou e retribui o abraço.
– Vejo que a nossa convidada chegou. – Carlisle veio até mim, me abraçou e analisou-me.
– Então... ?
– Minha filha está linda. – Esme falou emocionada a me ver. – Imagino quando for se casar... Ficará deslumbrante! – sorri de lado. Ela estava linda com aquela blusa vermelha lisa e uma saia, parecia até uma adolescente.
Carlisle estava mais social, uma calça e camisa social.
– Você está linda. – Acabou admitindo.
– Onde está Alice? – Perguntei ansiosa e apertando as flores em minhas mãos.
– Bom, serve aquela? – Emm apontou para o alto.
Uma linda e perfeita mulher descia por aqueles degraus. Ela usava um vestido branco e curto, ia até a metade da coxa, um salto enorme, a faria ficar fácil, fácil na minha altura. Uma maquiagem carregada que a fazia ficar ainda mais bela. Arfei quando nossos olhos se encontraram. Ela sorriu lindamente e desfilou até mim.
– Você está linda. – elogiou.
– E você deslumbrante! – Sorriu ainda mais e olhou para as flores. – Bom, acho que nada mais clichê do que isso, mas sei que muitas mulheres gostam, inclusive você. – estiquei para ela e fiquei um pouco corada quando olhou intensamente em meus olhos enquanto as cheiravas.
– Tulipas e rosas vermelhas, você quer mesmo me mimar? – sorri. – Por que essas? – questionou.
– Ouvi dizer uma vez que rosas vermelhas significava paixão.
– E as tulipas? – questionou.
– Significa o amor verdadeiro e eterno. – sorriu e me abraçou fortemente, com cuidado para não estragar o buquê.
– Chega de melação, por favor? – Emm quebrou nosso clima. Rimou e beijei minha mulher levemente, estava na frente do seu pai e da minha mãe...
– Bom, que tal jantarmos logo? Essa noite é de comemoração! – Rose quase gritou.
– Jessica disse que viria, não? – Perguntei enlaçando a cintura da minha namorada.
– Sim, mas houve um imprevisto, Mike a chamou para jantar. – piscou e eu ri.
– Ótimo, fico feliz por ela. – andamos até a sala de jantar e nos sentamos a mesa.
– Hoje o cardápio é especial, Alice resolveu cozinhar para nós! – Esme revelou e Alice corou levemente.
– Então vamos ver se minha amada é prendada. – Rimos.
Alguns empregados trouxeram os pratos e os abriram em cima da mesa. O cheiro era maravilhoso. Era uma perfeita macarronada, strogonoff, panqueca e lasanha.
– Você quer me conquistar pelo estomago? – Só tinha coisa que eu amava ali.
– Bom, tenho que te amarrar por todos os cantos que eu puder. – sorri.
– Conseguiu, sou inteiramente sua. – me deu um selinho e logo me serviu. – Nossa, desse jeito fico mal acostumada.
– Bom, tenho que tratar bem minha noiva. – Sorri.
Assim que terminou de fazer meu prato eu experimentei. Devo dizer que minha futura esposa é perfeita em tudo, sua lasanha, panqueca, principalmente o strogonoff eram perfeitos!
– Maravilhoso! – lambi os lábios.
– Obrigada. – Agradeceu e foi sua vez de comer.
[...]
O jantar foi bem agradevel, me fez até esquecer um pouco o nervosismo.
– Então, acho que você veio aqui para outra coisa e não filar boia! – Emmett me olhou severamente e eu, involuntariamente, tremi.
– Calma. – Alice sussurrou em meu ouvido.
– Her... Ok, acho que chega de enrolar. – Sorri amarelo e me virei para Carlisle. – Carlisle, eu acho que não é necessário um discurso aqui, pois querendo ou não eu já peguei sua filha para mim. – Rimos um pouco. Eu tinha que descontrair.
– Claro, isso não é segredo. – concordou.
– Mas concordei com Emm com esse jantar mais para pedir sua benção... Sei que não são contra nós, mas ter isso verbalizado oficialmente é melhor para ambos. – Assentiu. – Eu amo sua filha e a quero para sempre ao meu lado, você sabe o tamanho do meu amor por ela... Ou melhor, não sabe, nem eu sei ao certo! – suspirei e olhei para minha amada. – Eu só sei que é tão grande ao ponto de me fazer querer morrer ao simples fato de a ver em perigo.
– Você provou que é a melhor pessoa para minha filha, Isabella. Você a salvou e a deu carinho, acho que devo minha vida a você. – sorri para ele. – Tem mais que minha permissão, tem minha benção e torcida para que essa união dure a eternidade.
– É o que esperamos. – Alice concordou.
– Emmett, será que terei que repetir tudo que já disse ou foi o suficiente? – perguntei mais solta.
– Não foi o suficiente, é minha irmã caçula. – se levantou e pegou Alice a abraçando forte. – Tem que merecer.
– Minha vida é dela, daria ela para qualquer um para protegê-la. Mas meu coração é somente dela. – Me olhou e sorriu. – Emm, eu a farei a mais feliz do mundo! – Alice se soltou dele e me abraçou fortemente.
– Ok, ok... – suspirou e voltou para sua mulher. Sorri. – Ela é sua. Mas se ela chorar por sua causa eu lhe mato! – assenti e a virei para mim.
– Bom, as alianças, não? – Sorriu lindamente e retirei a caixinha do meu bolso. – Espero que goste, meu amor. – Me ajoelhei a sua frente e ela ficou corada. – Você fica linda dessa maneira.
– Você já me pediu e eu aceitei. – tentou me levantar.
– Mas você estava numa maca e eu sem alianças. – sorri e abri a caixinha. A vi arfar e tampar a boca com as mãos.
– Perfeitas! – exclamou com lágrimas nos olhos.
– Tentei comprar algo mais simples, mas que significasse algo. Elas têm pedras que lembram os seus e meus olhos. – Ela assentiu.
– Linda... – suspirou. Peguei sua mão direita e comecei a falar.
– Mary Alice Cullen, você é a mulher da minha vida. Por que não a razão do meu viver? – sorriu. – Não sou boa com as palavras, você sabe... – assentiu contendo as lágrimas. – Mas nunca ficarei sem saber como lhe amar, pois isso é algo tão natural em mim que parece que nasceu assim... É, acho que nasci para lhe amar.
– Somos duas. – sorri.
– Alice, meu amor, me dê a honra de tê-la para sempre ao meu lado? Dê-me a honra de poder gritar que você é oficialmente minha, no papel e tudo. Alice me deixe ser a mulher mais feliz do mundo ao vê-la com o Swan no nome? – Ela assentia rapidamente. – Casa-se comigo? – me puxou do chão e me beijou profundamente.
Um beijo mágico, onde nossas línguas se acariciavam tão lentamente que eu arfei. Ela prendeu minha nuca com sua mão e não me deixou sair dali, como se eu quisesse, não é? Retribui seu beijo carinhosamente.
– Eu te amo. – Dissemos juntas.
Peguei sua aliança e deslizei por seu dedo delicadamente para logo em seguida beijar sua mão.
Alice fez o mesmo comigo, deslizou a aliança e beijou-me delicadamente.
– Bom, VIVA AS NOIVAS! – Emm gritou e sorri abraçada a minha amada.
– VIVA! – Anne gritou animada.
– Bom, estou vendo que minha ansiedade toda foi em vão. Sai-me até bem. – comentei sussurrando no ouvido dela.
– Sim, melhor que a encomenda. – ela ainda tinha algumas lágrimas nos olhos. A sequei e beijei-a novamente.
– Um amor que vai durar a vida toda, certo? – perguntei.
– A trancos e barrancos, entre brigas e reconciliações... Claro, sobreviveremos. – rimos.
Notas finais
Bsus, Lary ><'
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