Acaso Do Destino
36 Lua de Mel.
Notas iniciais
POV. Bella
Aquele sorriso malicioso não saia dos meus lábios e muito menos dos de Alice. Apesar de termos saído de uma bela rodada de sexo dentro de um avião, o tesão ainda pairava sobre nós. Eu necessitava a cada segundo mais e mais dela. Minha Alice não estava muito diferente.
– Posso saber o que você está esperando? – Perguntou quando parei de empurra-la para o banheiro. Ri de sua ansiedade e beijei sua testa com carinho.
– Você é bem apresada, sabia? – Concordou. Ri e a apertei mais em minha cintura. – Eu te amo muito, meu amor. – Sorriu e acariciou meu rosto.
– Eu também te amo, minha esposa. – Sorrimos uma para outra e aproximamos nossos lábios para um beijo calmo e sereno, um beijo que transmitia amor, apesar do tesão. – Eu ainda estou cheirando a sexo, será que podemos ir para a banheira? – Questionou quando nos separamos.
– Para que banho e tirar esse cheiro sendo que vai voltar a tê-lo logo, logo? – Sorriu e me agarrou arrastando-me para dentro do banheiro. Empurrou a porta com o pé e me jogou na pia de mármore que havia ali.
– Anda, tira a roupa. – Falou autoritária. A olhei irônica e não me movi. – Anda, estou mandando! – Fez cara séria.
– Não estou a fim, vai fazer o que? – Provoquei. Andou lentamente em minha direção e me prensou contra a pia. Lambeu todo o meu pescoço e me fez gemer baixinho.
– Eu mandei você tirar a porra dessa roupa, anda! – Adorava quando ela perdia o controle e xingava dessa maneira!
Obedeci e retirei minha roupa lentamente. Alice me comia com os olhos e a todo instante mordia os lábios, uma cena extremamente sexy!
– Pronto, fiz o que mandou, Alice! – negou com o dedo e me puxou pelo elástico da calcinha.
– Ainda tem duas peças de roupas ai. Elas vão sair por bem... Ou por mal? – Seus olhos estavam exalando luxuria. Sorri de lado e peguei em sua mão.
– Por mal. – sussurrei em seu ouvido e logo fui jogada e forçada a sentar na tampa da privada. Alice sentou-se em meu colo e retirou sua blusa rapidamente. – Hum... Estou adorando esse seu método. – Ainda estava séria, mas quando retirou toda sua parte superior arfei com aquilo e soltei um gemido leve.
– Não mandei gemer. – Me calou com um dedo. Passou a mão pelos meus braços, subindo e descendo, e logo passou para minhas costas. Um carinho gostoso, mas que sabia que havia segundas intenções nele. Livrou-se do meu sutiã e logo massageou meus seios.
– Alice... – Olhei em seus olhos e evitei gemer.
– Você é tão perfeita, sabia? – Mordi meus lábios quando intensificou o aperto. — E tem dona! – Sorri de lado. – Quem é sua dona, Isabella? – Perguntou autoritária, possessiva e enciumada.
– Você. – sussurrei.
– Não ouvi! – Falou raivosa e retirou minha calcinha, praticamente a rasgou.
– Você, Alice! – Arfei quando pincelou seu dedo em minha intimidade.
– Fale direito! – Apertou ali e joguei minha cabeça para trás arfando.
– VOCÊ, ALICE SWAN! – Gritei e ouvi seu riso angelical.
– Muito melhor... Isso, eu sou sua dona... – Voltei minha cabeça para a vertical e olhei no fundo daqueles azuis perfeitos. – O que você quer de mim, Isabella? – Questionou subindo e descendo sua mão por meu abdômen.
– O que quiser fazer, sou sua, Alice, apenas sua. – Pelo visto gostou da resposta, seu sorriso de prazer foi longo e colocou a amostra todos os seus perfeitos dentes.
– Qualquer coisa é? – Assenti. Levantou-se do meu colo e rebolou de costas para mim. Mordi meus lábios levemente e gemi quando retirou seu sutiã, o jogando em minha cara.
– Vadia. – Sussurrei ao pegar sua peça intima e jogar para o mesmo canto que foi parar a minha. Riu e voltou a rebolar lentamente, descia até o chão e voltava empinando aquela bunda em minha direção. – Sua puta! – Apertei a borda da pia com força, ela estava conseguindo me fazer quase gozar sem ao menos tocar em mim!
– Não fiz nada. Ainda! – Falou inocente enquanto descia aquele pequeno pedaço de pano que cobria sua intimidade. Ela virou-se e atacou em minha cara. Segurei aquela calcinha com vontade e inspirei fundo o seu cheiro.
– Perfeita. – minha boca salivou só de notar a quão excitada estava. Sua calcinha estava completamente encharcada.
Andou até a banheira e a colocou para encher. Vi que adicionou algumas coisas a água e logo voltou para mim, sorrindo e rebolando.
– Você quer me matar? – perguntei quando sentou em meu colo e rebolou, fazendo minha intimidade ficar completamente melada com o seu e o meu mel. – Alice... – Gemi ao sentir como ficou ainda mais molhada.
– Amor... Hoje vou lhe fazer conhecer o paraíso. – Mordeu meu pescoço.
– Meu paraíso começou desde quando a encontrei. – Parou de morder meu pescoço e olhou em meus olhos. Sorriu e acariciou minha face.
– Você é tão perfeita. – Colei nossas testas e logo sorri com seus carinhos. – Como consegue? Mesmo excitada ser carinhosa? – neguei.
– Não quero apenas transar com você em outro país, dentro de uma banheira, no banco de um avião ou em qualquer outro lugar, eu quero ama-la sempre e sempre. – sorriu ainda mais. – Eu vou fazê-la se sentir ainda mais amada por mim.
– Pensei que não houvesse como fazer me apaixonar ainda mais por você. Mas todo o dia me surpreendo. – A segurei bem firme e me ergui com ela em meu colo. Andei assim até a banheira e entrei nela quando vi que estava cheia.
Alice respirou fundo e relaxou quando a água morna e espumada encontrou sua pele. Sentei com ela ainda em meu colo e logo tive seus lábios em minha boca.
Alice, inconscientemente – ou ao menos era o que eu pensava – rebolou em meu colo à medida que nosso beijo ia se intensificando. Agarrei sua cintura com força e nossos peitos ficaram espremidos um contra o outro.
Gemíamos descontroladamente uma nos lábios da outra. A água, que já estava morna, parecia que esquentava ainda mais. O frio que fazia na Itália não nos atingia por conta do nosso fogo, do nosso tesão que ali estava mais do que presente.
Minha mão subia e descia por suas costas e ela puxava meu cabelo rebolando ainda mais em meu colo. Minha mão apertou sua bunda e logo encontrou sua fenda, completamente molhada. Meu dedo deslizou para dentro dela e, pela primeira vez, desgrudamos nossos lábios para que gemesse mais alto.
– Vadia! – Me xingou. Sorri e acelerei o ritmo do meu dedo ali, dentro dela. Alice gemia mais controladamente, era apenas um dedo meu... Era! Logo enfiei meu segundo e terceiro dedo, tive o prazer de ouvi-la gemer mais e mais alto. – BELLA! – Gritou comigo quando resolveu quicar. Sorri ainda mais e desci minha boca para o seu pescoço. Dei um belo chupão ali e deixei minha marca.
Alice se contorcia em meu colo e meus dedos iam cada vez mais fundos nela. Retirei minha mão dali e logo a fiz ficar de pé. Limpei completamente sua intimidade daquela espuma e a fiz sentar em minha boca, a chupando forte e fazendo seus gritos serem bem altos.
– Amor... – Ela estava ofegante. Minha língua entrava e saia dela enquanto meu dedão a estimulada no clitóris, completamente inchado.
– Goza! – Mandei quando tirei minha língua e enfiei dois dedos. Olho-me por cima e mordeu o lábio bem sensualmente. Gemi e logo seu gozo escorreu pelos meus dedos. Sorri com aquilo e ela logo caiu em meu colo, de frente e arfando. – Gostosa! – Lambi meus dedos e ela logo me beijou.
Alice tentava controlar sua respiração com sua cabeça no vão do meu pescoço. Minhas mãos acariciavam suas costas e o maldito sorriso não saia dos meus lábios. Era difícil acreditar que enfim estava com ela ali, do outro lado do oceano e com uma aliança dourada no dedo anelar da mão esquerda. Ter Alice com meu sobrenome era uma realização de um sonho que quase não se realizou.
– Mas nada foi capaz de tirar você de mim. – Sussurrei em seu ouvido e ela riu levemente. – Nada será capaz de tirar você de minha vida, NADA! – Ergueu o rosto e me beijou levemente.
– Nada, meu amor, nada. – Sorrimos uma para outra e voltamos a apreciar aquele banho.
[...]
– O que você quer? – Perguntei sem entender quando saiu da cama e pegou sua mala.
– Quero que você fique quietinha ai e não faça nada que eu não mandar! – fiquei sem entender nada e logo se trancou no banheiro.
– Alice? Aconteceu algo? – Questionei preocupada ao perceber que estava demorando mais que o normal.
– Senta na cama. – Fiquei parada. Ela abriu uma fresta da porta e me olhou séria. – Senta na cama e fica quietinha! – Assenti e me sentei na ponta da cama.
– O que você... – Calei minha boca ao vê-la sair do banheiro. Linda e magnífica naquele conjunto vermelho quase transparente. Mas meus olhos se prenderam em sua mão, ela tinha um consolo, um tanto que grande, nela. – Alice... – Arfei e logo ela sorriu maliciosa. Andou lentamente até onde eu estava e tirou um mini chicote de trás. – O que significa isso?
– Eu mandei você falar? – Perguntou séria.
– Alice... – Recebi uma chicotada no braço. Doeu. – Alice! – passei a mão no local e recebi outra.
– Quietinha, não mandei você se mexer! – assenti e olhei em seus olhos. – Isso, quero você sobre os meus comandos!
Alice virou as costas e pegou uma cadeira que havia ali. Andou até a televisão e conectou um pen drive nela. A ligou e logo iniciou uma musica lenta e sensual. No interruptor havia um controle de intensidade de luz. Alice abaixou, fazendo quase ficar completamente escuro, mas era possível ver muito bem seu belo corpo e aquele maldito conjunto transparente!
– Levanta. – Ordenou quando se virou e me encarou com luxuria. Fiz exatamente o que mandou e logo ela me puxou pela gola da blusa que eu estava e me jogou na cadeira. – Vai ficar quietinha e nada de mão boba. – Falou séria. Assenti e fiquei apenas observando.
Quando a musica mudou para uma mais animada, Alice começou a rebolar. E devo dizer, QUE REBOLADA! Minha esposa era perfeita de todas as maneiras, mas quando ela pegava para me provocar...
Aproximou-se e quase sentou em meu colo, mas antes de encostar completamente ali ela rebolou, rebolou bem lentamente. Arfei e me segurei para não agarrar sua cintura e fode-la naquele instante.
Alice se esfregava em mim, arranhava meus braços e lambia meu pescoço. Mas eu tinha que me segurar!
– O que... – Fiquei confusa quando resolveu subir em cima da cadeira que eu estava. Ela segurou nas costas dela e ficou subindo e descendo, rebolando até minha intimidade e subindo fazendo questão de se esfregar na minha cara. – Alice... – Eu já estava perdendo o controle, mas perdi ainda mais quando raspou sua intimidade em mim e pude sentir como estava molhada.
Não mais resisti e a peguei no colo a jogando na cama. Alice sorriu e logo virou, ficando por cima de mim.
– Eu mandei você tocar em mim? – Neguei e passei a mão em seu peito.
– Você sabe que não resisto a você! – Os apertei e ela gemeu.
Rapidamente me vi livre da blusa, e como eu estava sem sutiã, logo as mãos de minha esposa estavam em meus seios, fazendo o mesmo que eu, os apertando forte. Alice rebolava constantemente em meu colo e a cada segundo eu me via cada vez mais louca e necessitada dela. Sua mão largou um dos meus seios para descer até minha intimidade, fazendo pequenos movimentos circulares em meu clitóris e me levando ao delírio total.
– Vai ficar me torturando em plena lua de mel? – Perguntei ofegante.
– Não, estou apenas te preparando. – Sorriu maliciosa e logo abocanhou meu seio.
– CÉUS! Alice, por favor... – Implorei de olhos fechados. Mas logo os abri ao perceber que sua mão parou de mexer e sua boca largou meu peito. – Onde... Alice! – Arregalei os olhos ao ver o consolo que segurava.
– Trouxe um pequeno brinquedinho, um que você usou em mim há alguns dias, lembra? – Ri levemente.
– Vingança agora, Sra. Swan?
– Vingança sempre! – Ajustou o consolo em sua cintura e logo voltou para cima de mim. Arfei e mordi meu lábio. – Você fica terrivelmente sexy assim, sabia? – Ergui uma sobrancelha e sorri de lado.
– O que pensa em fazer agora? – Questionei ansiosa.
– Creio que a resposta seja óbvia! – Voltou a me beijar e a passar sua mão pelo meu corpo. Seus dedos entraram levemente em minha fenda e logo um gemido de prazer escapou de minha boca. Fechei os olhos e me deliciei com seus movimentos de vai e vem, com a pontinha do dedo.
– Mais, por favor, mais! – Implorei rebolando em sua mão.
– Não, vai ter outra coisa ai. – Mordeu meu pescoço e logo se posicionou entre minhas penas e enfiou o consolo sem nenhum aviso.
– ALICE! – Gritei de surpresa, dor e prazer, muito prazer.
– Grita, vai, mas grita bem alto pra mim. – Sussurrou no meu ouvido e logo mordeu o lobo da minha orelha.
Seus movimentos de vai e vem eram rápidos e fortes. Suas mãos apertavam meu seio esquerdo e sua boca desceu para o direito. Era como se ela necessitasse do meu corpo para sobreviver.
Eu arranhava suas costas com força, eu não conseguia controlar o tesão que estava sentindo ao ter minha esposa sendo daquele jeito comigo. Agressiva, bem violenta.
– Alice... – Respirei ofegante quando mordeu o bico do meu peito. Retirou todo o consolo e o enfiou novamente. – Não vou... – Não consegui completar a frase, acabei gozando quando o enfiou novamente.
– Hum... Gozou no pau de plástico, Isabella Cullen? – Sorri e cai exausta na cama. Ela não parecia satisfeita com aquilo. Retirou o consolo e o enfiou na boca, sugando o meu gozo. Gemi com aquela imagem.
– Vadia! – Passei a mão por sua barriga e desci até o cós da calcinha.
– Eu? – Se fez de inocente. Vi uma oportunidade perfeita de dar o troco, quando guardou o consolo.
– Sim, você mesma. –Nos virei na cama.
– Eu te amo. – Acariciou meu rosto e sorri.
– Eu também te amo, muito! – Beijei seus lábios com carinho, mas logo sua mão, que subia e descia de minhas costas, me atiçou novamente.
– Amor... – Sua voz carregava luxuria.
– Humm. – Apenas sussurrei.
– Me chupa. – Gemi quando pediu isso. Nos separei e encarei os seus olhos, escuros pelo desejo. Assenti prontamente e logo me livrei daquela sua roupa.
Deitei-me em cima dela e chupei seu seio com força, enquanto minha mão apertava o outro. Seus gemidos eram baixos, controlados, mas sua mão era agressiva ao puxar meu cabelo.
Me livrei daquela roupa provocadora que usava e logo tive o prazer de vê-la completamente nua. Se esfregando com as pernas uma na outra pelo tesão. Sorri de lado e passei meu dedo ali, naquele centro completamente quente e humildo. Gemi quando percebi o quão molhada estava.
Desci beijando seu corpo por completo, cada canto dele e cheguei ao meu objetivo. Sua intimidade.
– Vai amor, vai. – Pediu jogando a cabeça para trás quando voltei a pincelar com meu dedo a sua intimidade.
– Claro amor. – Sorri de lado e logo passei minha língua ali, me deliciando com seu maravilhoso gosto.
POV. Alice.
Seu dedo subia e descia por entre minha intimidade, me torturando lentamente. O esfregou com força e rapidez ali, me fazendo delirar com seu toque. Estava a ponto de uma ebulição, e gritei ainda mais alto quando introduziu dois dedos de vez, sem dó nem piedade, me fazendo jogar a cabeça para trás.
Ela entrava e saia de mim ora rápido outrora lentamente, tirando até a pontinha para logo depois empurrar tudo. Estava sentido meu corpo tremer, estava chegando ao ápice quando ela parou e sussurrou em meu ouvido.
– Você vai gozar na minha boca, esqueceu? – Sorriu sapeca.
Desceu beijando todo o percurso por onde passava, deixando um rastro molhado e quente. Quando sua língua enfim voltou ao destino, foi como ir ao inferno e voltar, meu corpo ficou ainda mais quente. Ela lambia toda a minha intimidade até enfiar sua língua dentro de mim, fazendo movimentos frenéticos de vai e vem cadê vez mais rápidos. Chegou um ponto que não aguentei e gozei, gozei muito forte em sua boca. A senti lamber tudo, não deixando escapar nenhuma gota do meu gozo.
Subiu lentamente até minha boca e me beijou profundamente, queria me fazer sentir meu próprio gosto, e devo admitir, era magnífico quando provado na sua boca.
– Eu te amo, sabia? – Perguntou me dando vários selinhos. Sorri sem fôlego e assenti.
– Não mais que eu. – Sorrimos uma para outra e logo se deitou ao meu lado. Me alinhei ao seu peito e respirei fundo. – Um sonho tão lindo como esse não pode acabar. – Fechei meus olhos. Exausta!
– Isso nunca irá acabar, sabe por quê? – Me olhou com carinho. Neguei. – Porque isso não é um sonho, é a nossa realidade.
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