Acaso Do Destino
17 Investigação / Reconciliação?
Notas iniciais
Boa leitura para voces, suas lindas ;)
Mr. Vector... Eu nem comento aquele ultimo review seu, mocinho. Tu me provocou!!! Aff heim. kkkkk
POV. Alice.
Acordei me sentindo a pior pessoa do mundo. Minha cabeça estava explodindo de dor!
– Ain... – Gemi colocando a mão na testa.
– Você está bem? – Ouvi a voz de um anjo perguntar. Abri os olhos e vi Bella ao meu lado me olhando com uma cara preocupada. Sorri de lado, mas a dor voltou e fiz careta. – Calma, vou pegar um remédio para você. – Saiu da cama e foi até seu guarda roupa. Olhei para o meu corpo e me vi apenas de lingerie. – Não é nada do que está pensando. – Bella sorriu e me entregou um comprimido e pegou uma garrafinha d’agua dentro do seu mini bar.
– Por que eu estou...? – Estava sem entender.
– Ontem eu cheguei em casa e você estava deitada no sofá e toda torta, com certeza acordaria com muita dor hoje, mas pelo jeito você resolveu encher a cara no vinho sozinha. — Riu e tomei o comprimido.
– Obrigada. – Agradeci. – Bella... – Comecei a falar e logo me interrompeu.
– Alice, você está um pouco atrasada para a faculdade, mas acho melhor ficar em casa. – Acariciou minha cabeça e fechei os olhos para apreciar esse carinho. – Eu vou tomar um banho e ir para a delegacia. – Segurei em sua mão e a beijei. – Alice...
– Eu não me lembro bem da noite anterior, mas consigo recordar muito de como foi dormir com seu corpo junto ao meu. – Olhei triste para ela.
– Não vamos discutir agora, ok? – Suspirei e assenti. – Pode me largar? – Ri e neguei. A puxei e caiu em cima de mim. Acabamos rindo. – Alice, preciso ir para a delegacia, tenho um caso complicado. – Acariciei seu rosto com certo receio. Não queria que ela se afastasse bruscamente e me deixasse sozinha.
– Fica comigo? – Pedi fazendo um bico. Ela riu e negou. – Por favor!
– Não posso, tenho que resolver aquele caso. – colocou a mão em cima da minha e encarou meus olhos.
Sorri para ela e recebi um belo e maravilhoso sorriso em troca. Aproveitei desse nosso momento de trégua e aproximei meu rosto lentamente do seu. Bella não apresentou nenhuma resistência, muito pelo contrário, veio em minha direção também. Sorri de lado e passei minha mão para sua nuca e a abracei. Nossos rostos estavam a poucos cm de distancia, a quebrei e selei nossos lábios.
UAU, como eu estava sentindo saudades deles. Quentes, macios, maravilhosos e perfeitos.
Bella deitou seu corpo em cima do meu e retribuiu meu beijo. Um beijo que a principio foi calma, lento e gostoso, mas logo se transformou em algo um pouco mais feroz e selvagem. Sua língua vasculhava minha boca com tanta volúpia e luxuria que me fez gemer. A minha não estava muito diferente, queria provar mais e mais daquela boca maravilhosa e macia. Quando nossas línguas se encontraram foi algo realmente maravilhoso, algo que nos fez gemer juntas.
Bella começou a passear sua mão pelo meu corpo e eu segui seu exemplo. Seus toques me deixavam completamente arrepiada, me deixava ainda mais em chamas e com o tesão lá em cima.
Ela deslizou sua mão até minha intimidade e se esfregou bem em cima da minha calcinha.
– Ahn... – Gemi quando desceu seus lábios e foi parar no meu pescoço. – Bells... – Eu realmente estava adorando ter seus toques em meu corpo novamente. Sentir sua respiração quente e ofegante em meu pescoço, seu calor junto ao meu...
– Alice... – Revirei os olhos e sorri igualmente uma idiota ao ouvi meu nome sendo pronunciado por ela daquela maneira, entre gemidos.
Bella jogou minha calcinha para o lado e começou a brincar com o meu clitóris, me deixando quente e a beira da loucura. Passou ele por toda a extensão da minha intimidade enquanto mordia meu pescoço e descia para os meus peitos.
Rapidamente retirei meu sutiã e deixei-os livres para serem abocanhados e degustados por ela.
– Bells... – abri os olhos e vi quando chupou o biquinho do meu peito. Minha respiração travou e logo soltei tudo de vez, ela havia apertado meu clitóris. – AHHNNNN. – Gritei de prazer e um rosnado bem excitante saiu pelos lábios dela. – Minha Bells... – Sussurrei em seu ouvido e seu dedo foi parar bem perto da minha entrada. – Ham... Isso... – abracei sua cintura com minhas pernas, deixando minha intimidade bem exposta para ela, subi seus lábios para os meus novamente.
– Alice. – Bella respirava ofegante. Seus olhos estavam escuros, um verde tão escuro que um sorriso malicioso brotou em meus lábios. Passei a mão em suas costas e desci até sua bunda dando um forte aperto lá. – Não. – Arfei e a olhei sem entender. Ela balançou a cabeça e saiu de cima de mim.
– Bella? – A chamei sem entender.
– Não, eu não deveria ter deixado isso chegar até aqui. – Se levantou da cama e logo a segui e peguei em seu braço.
– Vê como seu corpo não resiste ao meu? Vê como ele me deseja tanto como eu te desejo? – Passei a mão por seu braço e os cabelinhos da sua nuca arrepiaram. – Você ainda me ama, Bells, por favor, vamos esquecer o passado e recomeçar nossas vidas? – Implorei com o rosto bem próximo ao seu, roçando nossos lábios.
– Eu nunca neguei que te amava, em momento algum eu disse isso. – Sorri. – Mas eu pedi um tempo, lembra? – desfiz meu sorriso e ela me afastou. – Respeite isso, por favor. – Pediu.
– Para que um tempo quando não resta mais duvidas que pertencemos uma a outra? Quando nos amamos tão intensamente? – a prendi na parede e beijei seu pescoço. – Bella não dificulte as coisas, não faça uma tempestade em um copo d’agua, por favor. – Ela enlaçou minha cintura e me apertou forte a ela.
– O meu corpo é viciado no seu. – confessou.
– Assim como meu coração é viciado em você. – beijei seu ombro. Ela logo me soltou e andou até o banheiro.
– Mas eu preciso colocar meus pensamentos no lugar, me dê um tempo. – pediu e foi para o banheiro.
Suspirei e me joguei na cama.
– Meu amor, você voltará para mim mais cedo do que pensa. – Sorri e passei minha mão pelo corpo, parando bem na minha intimidade. – Meu corpo está gritando por você. – Vi como estava molhada e bufei. – Sério que você fez isso comigo? – Estava indignada ao perceber que estava quase gozando só pelos seus toques.
POV. Bella.
Realmente não sei como consegui sair de cima dela, como resisti ao seu corpo praticamente nu a minha frente.
Tomei um banho correndo e bem gelado. Eu estava escorrendo! Sai do chuveiro quase meia hora depois e coloquei minha farda. Arrumei minhas coisas e desci.
– Vai querer tomar café da manhã? – Alice perguntou chegando por trás e me abraçando.
– Não, compro um café. – Falei de vez e me soltando do seu abraço.
– Vai ficar fugindo dos meus carinhos? – Perguntou triste.
– Estou apenas atrasada. – Inventei uma desculpa. A cada minuto que se passava era uma tentação ficar perto dela. – Estou indo, tenha um bom dia. – Aproximei-me para lhe dar um beijo na bochecha, mas a mesma virou e me deu um selinho.
– Ótimo dia. – Sorriu. Sai de casa e entrei no carro.
– Não sei o que você está fazendo, Alice, mas você está acabando comigo! – Suspirei e coloquei meus dedos nos lábios. – Desse jeito eu não consigo pensar!
– Bom dia, Tenente. – Brian me cumprimentou assim que entrou na minha sala. Hoje eu realmente estava um pouco dispersa.
– Sim? – Levantei meus olhos dos relatórios que estava tentando ler e o fitei.
– A análise do corpo do Sr. Phillip... – Guardei o relatório e o olhei com mais atenção.
– Sente-se e me conte tudo que tem.
– Ele teve sua língua decepada, a garganta cortada e olhos furados. – Arregalei os olhos. – Mas por mais incrível que pareça essa não foi à causa da morte. – O olhei sem entender. – Ele morreu com uma hemorragia no cérebro.
– Então por que desse show todo? – Realmente isso era algo cruel.
– Ainda não sabemos muito bem, talvez a Sra. soubesse o motivo de uma morte tão barbara. — Assenti.
– Claro, analisando-a melhor é fácil descobrir porque morreu. – Me olhou atento. – Viu e falou demais. – Assentiu. – Nosso querido Fred abriu a boca para alguém sobre o que viu.
– Pesquisamos sobre a vida dele, não parece que era tão corrupto como pensávamos.
– Então explique as licitações que ele assinava para o Matinés! – Exigi.
– Ele realmente era um laranja, apenas isso. Não sabia de nada. – me entregou um arquivo. – Sem nenhum antecedente, família e endereço fixo. Conversei com sua viúva e descobri que ele estava sendo ameaçado havia alguns meses, mas por medo de que fizessem algo com sua esposa e filha ele não procurou a policia.
– Isso está ficando interessante. – Abri o arquivo e vi as fotos do corpo. – Eu realmente precisava ver isso logo agora de manhã? – Riu da minha cara.
– Tenente, Sra. Phillip me entregou esses documentos e pediu por justiça. Creio que seja algo relacionado à morte do marido. – Me entregou outra pasta. – Eu as analisei e vi que se trata de contas bancárias, mas como isso não é minha praia... – Assenti.
– Ok, eu dou uma olhada melhor. Era do Fred? – Assentiu. Abri e vi que se tratavam do banco onde trabalhava. – Ok, isso deve ser relacionado à movimentação de dinheiro de alguma conta. – Comecei a folhear e vi o nome de Felix Matinés ali. – Isso aqui está cada vez melhor. – o mostrei. – Havia visto isso? – Negou.
– O que é...? – Pegou e sorriu. – Ele extraviava dinheiro. E aposto que era das drogas que vendia! – Neguei. – Como...
– Olhe melhor. – Pedi. – Isso é uma instituição. – Apontei. – Ele roubava dinheiro de escolas publicas.
– Melhor para nós! – Sorriu. – Sei que isso é muita coisa, mas não podemos incrimina-lo e pedir um mandado de prisão por conta disso!
– Você está certo, mas podemos pedir um mandado de busca e apreensão para a casa dele. – peguei meu telefone. – Felix Matinés é suspeito de participação de trafico de drogas, um assassinato e recentemente extraviar dinheiro de uma instituição publica. Se pegarmos esse cara será perfeito! É bem capaz de receber um aumento, heim Brian. – Rimos e liguei para o Juiz Hernandes.
Os dias estavam passando e a cada dia Alice me vinha com uma nova surpresa, confesso que estava achando aquilo engraçado e até meigo da parte dela, mas não fazia minha desconfiança ir embora.
– Bella. – Jane entrou na minha sala e colocou um buque de rosas vermelhas na minha mesa e com um sorriso nos lábios começou a ler o cartão – “As rosas mais belas para a minha Bella mais perfeita.” Gente, Alice está tão fofa. – Riu e jogou o cartão em meu colo.
– “Para o amor da minha vida.” – Suspirei. – “Eu te amo.”.
– Pelo visto você e Alice daqui a pouco estão voltando, hãm... – Sentou-se na cadeira a minha frene e eu suspirei.
– Alice está tentando me reconquistar, isso é fato. Todas as noites prepara meu jantar com meus pratos prediletos, me dá pequenos presentes e me entope de flores...
– E você não precisa esconder, sei que está amando isso. – Acabei sorrindo. – Sabia! – Negue rindo. – Você não foi lá em casa e fugiu do assunto, mas não precisa dizer nada, já entendi tudo o que aconteceu. Alice pisou na bola feio, né?
– Muito, mas meu coração não aguenta mais essa distancia Jane, minha mente está destruída e meu coração esmagado, mas ele é masoquista e ama sofrer. Quer por que quer ela ao meu lado.
– Então para de cu doce, volta com Alice. – aconselhou.
– Estou quase fazendo isso. – Confessei. – Mas só me dê mais um tempo, preciso pensar direito nas consequências.
– Consequência 1: Insônia. 2: Sem sexo. 3: Coração bem esmagado. 4...
– Eu entendi, Jane! – riu.
– Bom, fiquei sabendo que temos um mandado para cumprir. – Jane sorriu.
– Sim, pegue suas coisas e venha com a gente. – Assentiu. – E... Você passou?
– Claro, olha para essa gostosa e vê se não tenho capacidade para passar numa provinha daquelas?! – Ri e logo fomos para a viatura com mais cinco policias.
– Agora deve estar apenas à mulher e a filha em casa. – Jane comentou. – Quer dizer, creio eu.
– Se ele estiver é até melhor, assim veremos a cara dele. – Sorri de lado e estacionei o carro em frente a sua casa. Descemos e logo bati na porta.
– Oi? – Uma menina de mais ou menos 10 anos atendeu a porta toda sorridente.
– Olá pequena, sua mãe ou pai está ai? – perguntei a ela.
– Sim, minha mamãe está. Quem é você?- Me olhou desconfiada e sorri.
– Isabella Swan, poderia chama-la? – Pedi.
– Minha mamãe está doente, ela está muito machucada. – Olhei para Jane e ela entendeu meu olhar. Felix com certeza batia na mulher.
– Seu pai está em casa?
– Não, ele nunca para em casa! – fez cara feia. – Ele é mal! Ele grita comigo e com a mamãe!
– Meu amor, eu posso entrar e falar com sua mamãe? – Pedi.
– Ela não gosta que estranhos entrem na nossa casa.
– Eu trabalho na policia. – mostrei meu distintivo e ela sorriu.
– Que legal! – Ri dela. – Vem, vou te levar até ela. – Assenti.
– A moça loira pode ir comigo? Ela é minha amiga. – assentiu. – Esperem ai fora, qualquer coisa nós chamamos vocês. Vem Jane. – Puxei minha amiga e seguimos a garota.
– Qual o seu nome e quantos anos você tem?- Jane perguntou.
– Annabeth. Tenho 10 anos. – parou em frente a uma porta. – Não fale muito alto não ela não está muito bem. – Assentimos e entramos no quarto. Mas fiquei rígida na porta. A mãe da Annabeth estava com o rosto todo inchado, o corpo todo arranhado e vermelho.
– Filha, quem... – Nos olhou assustado. – Quem são vocês? – Perguntou desesperada.
– Calma, por favor, calma. – Pedi e andei até ela. – O que... Quem fez isso com você? – Abaixou a cabeça e foi abraçada delicadamente pela filha.
– Ninguém. O que fazem aqui? – questionou novamente.
– Trabalhamos para a policia de NY. – Arregalou os olhos e chorou. Jane foi até ela e a acudiu. – O que foi?
– Foi Deus que enviou vocês para cá. – Sorri e fique analisando o quarto. – Por favor, levem Anna e cuidem dela. – implorou. – Ele não pode machuca-la estando com vocês.
– Ele quem? – Perguntei.
– Meu marido. Ele sempre chega estressado em casa e me bate. Só não bate nela porque a escondo. – confessou.
– Vamos ajuda-la, fique calma. – Jane pegou um vestido que tinha jogado no chão e estendeu a ela. – Tome, coloque isso e vamos leva-la a um hospital.
– E se ele voltar? Vai atrás de mim e pode nos matar! – protegeu a filha.
– Não com a policia te protegendo. – Sorri carinhosamente para ela. – Jane, pegue uma viatura e as leve para um hospital, depois vou para lá. Ficarei aqui com os policiais para ver se acho algo, ok?
– Sim, claro. – Ajudou a mulher a colocar o vestido e a carregou até a saída. Olhei na janela e chamei todos que estavam lá fora.
– Então, vamos procurar? – Brian perguntou.
– Claro. Mas acho que a equipe Florença deveria estar aqui... – Suspirei. – Mas como estamos procurando coisas relacionadas ao desvio de dinheiro e não drogas e essas coisas...
Começamos a procurar pela casa e não encontramos praticamente nada. Ficamos a manhã toda e nenhum documento foi encontrado.
– Bella? — Jane me ligou.
– Fala.
– Clara, a mulher do Felix, disse que tem um cofre escondido debaixo do mini bar do escritório dele. A senha ela não sabe, mas tenho certeza que você consegue descobrir o levando para o laboratório. E disse que não há dinheiro lá dentro, apenas papeis.
– Ótimo. Obrigada Jane. – Deliguei e fui até o escritório.- Brian! – Gritei o detetive.
– Oi?
– Achamos um cofre, mas não temos uma senha. Vamos tentar removê-lo de cá e levar para o laboratório.
– Acho que não é necessário, Tenente. – Um policial entrou com um caderno em mãos. – Achei isso no quarto do casal, aqui tem vários códigos e senhas. Pode ser uma delas. – Sorrimos e começamos a testar os números...
– Chefe, acho que temos um belo peixe na nossa rede. – Joguei os documentos que conseguimos retirar do cofre em sua mesa.
– Ótimo, e pelo que vejo aqui... – Analisou. – Isso é coisa internacional! – Assenti. – Acho melhor acionar a inteligência ou algo do tipo. Sozinhos não vão conseguir pegá-lo. Não temos suporte para isso. – suspirou.
– Temos sim senhor. – Peguei os documentos e os guardei. – Felix será preso pela sua equipe e não por agentes Federais de merda que pegam o caso pronto. – Riu.
– Ok, vá em frente, qualquer coisa me comunique. – Assenti e sai da sala.
– Brian, preciso de você, Jane e Jake.
– Fala! – Jake apareceu.
– O caso é nosso e vamos mostrar que podemos sim prender esse Matinés. – Sorriram. – A esposa e filha dele precisam de proteção, isso eu deixo com você, Jake. – Assentiu. – Jane e Brian venham comigo, vamos dar umas lidas nesses documentos e dar um jeito de mandar esse homem para as grades. – Assentiram e fomos para minha sala.
– Bella, já passam das 9h da noite e não conseguimos muita coisa! – Jane suspirava cansada.
– Realmente tenho que concordar com Jane, não vamos achar nada nesses papeis. – Brian estava decepcionado e desanimado.
– Nenhuma confissão? Tem certeza? – sorri e joguei um documento no colo dele. – Falsificação de documentos, mais uma para a lista dele. – Sorriu. – Felix Metz. – Peguei outro documento e joguei no colo da Jane. – A prova de que ele mexe com drogas. Pela data, há quase 2 anos ele embarcou para Itália, foi sem nada e voltou milionário. Algo BEM errado tem ai, não acham?
– Muito errado. – Jane levantou-se. – Como você consegue...
– Eu sou top. – Rimos. – Conversarei com a Clara, se ela nos der uma confirmação e um depoimento válido, vamos atrás dele ainda amanhã.
– Mas você sabe que o manter preso aqui não dará certo, né? – Brian comentou. – Ele facilmente fugiria daqui.
– Sim, eu sei. Vamos somente o prender, juntar as provas que o garanta na prisão por um bom tempo e o entregamos para a federal. Presídio de segurança máxima!
– Ok, e você vai agora falar com ela? – Assenti. Levantei e peguei minhas coisas.
– Vocês terminam ai, façam um relatório bem escrito, anexa os documentos e provas que já temos que eu vou em busca de uma testemunha.
Sai e fui até o hospital onde o Jake estava.
– Jake. – O vi saindo de um quarto.
– Bella, Clara está louca de preocupação, não confia em ninguém! – Assenti.
– Vou falar com ela, fique aqui e não deixe nem o papa entrar, ok? – concordou e entrei na sala. – Olá. – Sorri.
– Policial. – Clara sorriu aliviada a me ver.
– Tenente Swan, Isabella Swan. – Me apresentei.
– Você prometeu cuidar da minha família filha. – comentou abraçada a ela.
– E vou. Mas para isso eu preciso da sua ajuda.
– Qualquer coisa.
– Felix, o que você sabe sobre seu marido? – abaixou a cabeça.
– Um bandido idiota.
– O que ele fez? Importa-se deu gravar nossa conversa? – Negou.
– Ele viajou para fora do país há alguns anos. Voltou tem pouco tempo e está diferente, antes ele até que era carinhoso com nós, sempre sonhou com uma vida digna para a nossa pequena. Mas agora...
– Mas agora...?
– Agora ele chega em casa alterado, gritando e xingando.
– E o que ele te fala quando está bêbado?
– Que iria matar um tal de Fred, que ele estava bisbilhotando demais e falando com quem não devia!
– Poderia me dizer quais foram às palavras dele?
– Que Fred Phillip estava começando a bisbilhotar, que tinha seus dias contados e que deveria se livrar dele antes que virasse uma ameaça.
– Ótimo. – Desliguei o gravador. – A Sra. seria nossa testemunha caso conseguirmos prender o Felix?
– O deixando longe da minha filha eu faço tudo.- Sorri.
– Ótimo, eu vou embora, mas ficarão 3 policiais vigiando o quarto de vocês. Ok?
– Obrigada.
– Não por isso. O pegaremos o mais rápido possível. – garantiu.
– Acho bom. – beijou a cabeça da filha e beijei sua testa.
– Vocês ficaram bem, ok? – assentiu. – Tchau. – Me despedi delas e sai voltando para e delegacia.
– Como foi lá? – Jane perguntou assim que entrei na sala e sentei na minha cadeira.
– Perfeito, temos uma testemunha chave, foi ele que matou o Fred! – afirmei.
– Chegou um laudo da pericia dizendo que o assassino realmente é Feliz Matinés. – Sorri. – A equipe Florença pediu para mandarmos os documentos que temos contra ele. – Neguei.
– Felix é nosso! – sorri e joguei o gravador para Brian. – Escute a gravação, faça as anotações que for necessária. Mas façam isso amanhã, quero ir para casa e dormir.
Eu estava exausta, cheguei em casa e a primeira coisa que fiz foi me jogar no sofá e deitei de barriga para baixo.
– Demorou a chegar. – Uma voz sussurrou em meu ouvido.
– Muito trabalho. – respondi. Virei-me e vi Alice de camisola... E QUE CAMISOLA!
– Você está com cara de cansada mesmo. – respondeu e sentou-se em cima do meu colo. – Que tal uma massagem? – Perguntou abrindo os botões da minha farda.
– Alice... – quando fui segurar suas mãos ela foi mais rápida e me prendeu no sofá.
– Apenas uma massagem, amor. – sussurrou em meu ouvido e mordeu o lobo da minha orelha. Mordi os lábios para não gemer.
Ela retirou minha farda me deixando apenas de sutiã e calça. Passou as mãos pelos meus ombros e viu como eu estava tensa.
– Relaxa um pouco, amor. – pediu apertando e fazendo uma massagem realmente maravilhosa.
– Isso eu não faço há muito tempo. – fechei os olhos e apreciei aquilo.
– Posso fazer você ficar completamente relaxada. – Sua voz ficou sexy, o que me deixou louca.
– Anh... Alice... – Arfei quando mordeu meu pescoço e desceu suas mãos para o meu peito. Massageou-os e logo voltou a descer sua mão. – O que pensa que... AHNN. – Fechei os olhos quando sua mão chegou à cima da minha intimidade e ela a apertou.
– Apenas deixando-te relaxada, meu amor. – Abriu o botão e desceu o zíper dela. Infiltrou sua mão e logo chegou ao meu clitóris. – Hum... Já está tão molhadinha e quentinha. – Comentou apertando-o e esfregando seus dedos.
– Ahn... Alice. – Rebolei na sua mão e ganhei um sorriso malicioso em troca.
– Hum... Sabe qual a melhor coisa para relaxar completamente? – Neguei. – Um bom orgasmo. – E enfiou dois dedos dentro de mim.
– ALICEE. – Gritei seu nome e voltei a rebolar na sua mão.
– Isso, grita meu nome, vai. – pediu e acelerou seu ritmo me levando a loucura.
– Ahnn... Isso... Ahn... – Fechei os olhos e joguei a cabeça para trás. Eu realmente não estava nem ai para quem eu era o porquê eu não a tinha a tirado de cima de mim, eu estava indo ao céu com seus dedos ali.
– Bom, né? – Concordei e sua outra mão subiu e apertou meus seios. O jogou para fora e começou a chupar com força. – Vamos lá, rebola mais, amor. – pediu sensualmente e fiz o que pediu.
Alice colocou seu terceiro e quarto dedo em mim, me fazendo ver estrelas. Seu ritmo aumentou muito, me fazendo arfar e rebolar em seus dedos. Ela subiu seus lábios e beijou minha boca num beijo rápido e violento, sem nenhum pingo de amor.
Eu sentia que estava para gozar, meu rosto estava queimando e minha respiração ficando descompassada. Minha intimidade apertava ainda mais seus dedos e uma onda de prazer me invadiu. Eu cheguei ao meu clímax.
– Deliciosa. – lambeu os dedos e beijou meus lábios me fazendo sentir meu gosto. – Como você é maravilhosa, meu amor. – deitou-se no meu peito e a abracei. – Não tem sentido ficarmos separadas, somente juntas somos completas. – Tive que concordar. – Me perdoar? – beijou meu pescoço. – Vamos nos dar outra chance? – beijou minha bochecha. – Por favor. – beijou meus lábios. Retribui seu beijo com carinho e amor. – Isso é um sim? – Sua voz estava feliz e transbordava alegria.
– Isso é um quem sabe. – suspirou e descansou sua cabeça em meu peito.
– Você relaxou? – Ri da sua pergunta.
– Ainda pergunta? – mordeu meu ombro.
– Posso fazer muito mais que isso. – sorri.
– Eu sei que pode, mas não... – Segurei sua mão. – Eu vou subir e tomar um banho. – assentiu. Sozinha. – revirou os olhos e sentou-se no sofá. Peguei minhas coisas e subi as escadas. – Desse jeito eu realmente não aguento!
Notas finais
Proximo cap só quando tiver no minimo 20 review nesse cap. Sim, vou voltar a fazer isso com voces u.u
E claro, se eu continuar com meu lindão ak... kkk'
Bsus, Lary ><'
Fale com o autor