Acaso Do Destino

23 Enfim em casa


Notas iniciais
HEYYYYYYY HEYYYYYY HEYYYYY COMO SENTI FALTA DE VOCES, SENHOR COMO SENTI FALTA DESSA FIC!!

Sim, eu estava morrendo aos poucos por não conseguir escreve-la, e tipo, DOZE DIAS É MUITO TEMPO!!!

Voces mereceram esse castigo, mas acabou sendo para ambos, voces não sabem como sofri :/

Mas estamos ai né, firme e forte tentando postar para voces ><'

Até criei outra história enquanto não conseguia escrever ela. E devo dizer que teve uma resposta tão incrivel quanto eu esperava!

Então, Dricullensalvatore, TU É LINDA, voces viram a capa nova, que tudo?

Bom, é isso, boa leitura

POV. Bella.

Eu estava exausta e meu olho já estava pregando quando escuto alguém bater na porta. Levanto-me delicadamente da maca e a destranco.

- Por que essa porta estava fechada? – Rose perguntou curiosa. Eu a ignorei e voltei para a maca ficando com Alice. – Você está parecendo um zumbi, sabia? – implicou rindo e eu assenti abraçando minha mulher e descansando minha cabeça no topo da dela. – Não é melhor você ir para a casa, Bella? Está visivelmente cansada. – acariciou meu rosto.

- Não vou sair de perto dela. – Minha voz estava grogue e eu não sabia direito o que estava falando. O cansaço estava me abatendo, eu não consegui mais manter meu olho aberto...

- Vou deixar você descansar. Vou avisar para ninguém vir para cá... – assenti e senti-a beijando minha testa com carinho. – Eu te amo. – concordei e ouvi a porta se fechando...

- Ok, mas quem vai organizar a festa? – Rose estava animada com a noticia do casamento. Alice havia sido liberada do hospital depois de quase 12h. Mas eu realmente ainda estava acabada. O cansaço não havia largado meu corpo ainda... – Bella? – Rose insistia em perguntar.

- Oi? – Eu estava praticamente deitada no colo da minha noiva e com os olhos fechados.

- Eu que estava no hospital e é você que está morrendo aqui? – Alice brincou. Sorri de lado e mantive meus olhos fechados. – O que foi, meu amor? – Perguntou acariciando meu rosto delicadamente e beijando meus lábios.

- Ela só está acordada a mais de 48h, sem descansar um segundo se quer, tomou mais de 500 copos de café, teve duas mortes em menos de um dia, se preocupando com você e tentando lhe resgatar... Bom, acho que a Bella não tem nada. – Jane estava conosco na casa da minha irmã também e me entregou.

- Quem mais morreu? E por que você não foi para cama ainda? – Alice questionou.

- Caio, era uma família que eu estava protegendo... Bela proteção eu o ofereci. – sorri ironicamente. – E eu não quero me soltar de você. – beijou minha testa e levantou. – Rose, faz o que você achar melhor. – A vi sorrir lindamente.

- Vem, depois decidimos isso você precisa dormir. – Alice me arrastou para o nosso quarto e me jogou na cama.

- Dormir com você na cama? – perguntei maliciosa.

- Bella, é sério, em casa fazemos isso, primeiro sua saúde. – acariciou mais uma vez meu rosto.

- Vem cá então. – A puxei fortemente e caiu em cima do meu peito. – Eu te amo. – inspirei seu perfume.

- Também te amo, minha vida. – se ajeitou no meu peito e sorri com aquilo. – Durma, minha vez de ficar velando seu sono. – Deixei a escuridão me pegar enquanto era acariciada por Alice e sentia seu aroma.

- Não, ela ainda está dormindo. – Ouvi a voz da Alice ao longe. – Ela está cansada, a deixe descansar.

- Tem alguém querendo falar com ela, um tal de Capitão Ferraz. – Suspirei e abri os olhos. – Te acordei? – Rose perguntou.

- Não... Passa-me o telefone. – pedi. Entregou-me o aparelho e coloquei no ouvido. – Capitão?

- Isabella, como está? – Perguntou.

- Bem, obrigada. Alguma novidade?

- Sim, consegui lhe safar da morte do Pierre. ­– Sorri. – E eu tenho uma proposta para lhe fazer.

- O que seria? – Questionei curiosa.

- Suas táticas e estratégias foram muito bem observadas por mim e pelos meus soldados. Sabe que na SWAT não é qualquer um que entra, só os melhores policiais tentam fazer as provas.

- Sim, sei disso. – Suspirei.

- Gostei do seu trabalho e da eficiência da sua Detetive, a Sra. Volturi. – Sorri.

- E o que o Sr. quer dizer com isso? – meu sorriso era enorme e Alice e Rose me olhavam sem entender.

- Que as quero na minha equipe. – arregalei os olhos. – Não quero que façam provas, vi o potencial de vocês em campo, vi também que você sabe separar o intimo do profissional, e mesmo com sua mulher em risco conseguiu a resgatar e ainda se livrar do idiota.

- Era a minha mulher, eu tinha que fazer isso de cabeça fria. – Abracei minha Alice e acariciei sua mão.

- Eu sei, mas a minha proposta é essa, quero você como a minha Capitã do meu segundo batalhão e sua Detetive como sua soldado, sei que sairão super bem e que esse cargo logo será trocado por um mais alto, tenho certeza que vocês tem capacidade para irem além. – me emocionei.

- Eu... Eu estou sem palavras! – Alice me olhou sem entender. Mas olhando para a minha mulher e comecei a pensar. Se sendo uma Tenente eu a coloquei em risco, imagine uma Capitã da SWAT? – Capitão, eu realmente preciso pensar... São tantas coisas que estão em jogo que não posso simplesmente dizer sim ou não.

- Eu lhe entendo, lhe dou uma semana, esse é o tempo que você tem de licença da sua delegacia.

- Obrigada. – Desligou o telefone.

- O que foi? – Rose e Alice perguntaram juntas.

- O Capitão da SWAT me ligou... Disse que gostou do meu trabalho e me quer lá. – Alice me olhou sorrindo.

- E você disse que ia pensar por quê? – Rose esta incrédula.

- Porque não é assim, Rose. Olha o que aconteceu com Alice, e olha que sou apenas uma policial comum, imagine sendo de um grupo de operações especiais? Eu só vou me envolver com criminosos de verdade, não bandidinhos como o Felix. – Me sentei na cama e apertei Alice fortemente. – Eu não quero mais ter esse susto de quase a perder. Não quero ter que correr atrás dos meus sobrinhos, cunhado, mãe, padrasto... De você, Rose. – A chamei com o dedo e peguei em sua mão. – Eu penso na minha família, antes eu não tinha isso, mas agora eu tenho. – sorriu e beijou minha mão.

- Mas é seu futuro.

- Mas é a vida de vocês. – suspirou. – Jane não vai, eu sei disso. Os gêmeos estão para nascer por agora, ela não abrirá mão de cuidar deles e da Kate para se arriscar tanto, se eu fosse ela até sairia da policia, com crianças fica um pouco complicado.

- Você está certa, mas quero minha irmã feliz e realizada. Sei que você quer isso, seus olhos brilhavam enquanto falava com ele.

- Eu sei, mas...

- Mas nada, sabemos nos cuidar, Bella. Por favor, não deixe que esse medo acabe com um futuro perfeito para você. – Alice beijou meus lábios. – Eu vou me cuidar, e quando tivermos uma família... Bom, ai você pode pensar em voltar para a policia normal.

- Se um dia formos ter um filho eu sairei de vez das forças armadas, farei algum tipo de faculdade ou técnico, eu quero uma vida segura para você e nossos filhos... – Sorriu. – Mas isso é uma coisa que não quero e sei que você também não. – Riu concordando.

- Vocês ainda terão cinco, anota o que estou falando. – Ri negando. Rose estava louca. – Mas em, Emm quer saber do pedido oficial dele. – Rimos.

- Amanhã à noite, vamos fazer um jantar, pode ser? – Assentiu. – Bom que eu compro nossas alianças. – Alice riu e acariciou meu braço. – Vamos para nossa casa, amor? – se virou e concordou.

– É o que mais quero...

Saímos do quarto e descemos para a sala.

- Filha, está se sentindo bem? – Carlisle perguntou a Alice e virou-se para mim. – E você, Bella, tudo bem?

- Sim. — respondemos nós duas juntas.

- Estamos indo para casa, eu preciso de um banho e mais descanso, e claro, um tempo com a minha mulher. – beijei sua mão e se agarrou a mim. – E quero marcar um jantar para amanhã. Pode ser Emmett? – Sorriu assentindo.

- Assim que eu gosto. – rimos e logo nos despedimos.

- Bella... – Alice deitou sai cabeça no meu ombro quando já estávamos na metade do caminho.

- Fala princesa.

- Eu... Você quer mesmo se casar comigo? Não foi por impulso que você pediu isso? Nos conhecemos a quase um ano, não quero que você fique presa desse jeito a mim. – Suspirou. – Tenho certeza que você fez aquilo no calor do momento, estou certa? Tenho certeza que você estava com medo, eu também estava.

- Seu pai não aceita devoluções e eu não aceito trocas. – riu lindamente. – dane-se o tempo, tudo que aconteceu conosco foi rápido demais, mas não vamos deixar isso acabar, eu te quero sempre em minha vida. – beijei o topo da sua cabeça.

- É... Para quem se conheceu já transando, até que estamos juntas a um bom tempo. – rimos.

Chegamos em casa e logo abri a porta para que entrasse. Tranquei a porta de casa e a joguei na parede.

- E falando em transar... – ela sorriu maliciosa. – sabe, você foi bem fogosa ontem naquela maca, nem me deixou lhe saciar direito... — beijei seu pescoço.

- Mas amei sentir você dentro de mim... Você sabe disso. – gemeu quando lambi seu pescoço.

- Humm... Eu quero lhe dar prazer de verdade e não apenas um gozo. – A peguei no colo e comecei a subir as escadas.

- Ah é?- Sua voz rouca e excitada em meu ouvido me fez gemer. – E o que você fará agora? – Entrei no nosso quarto e a joguei na cama com força. – Ahmnnn, adoro quando você fica assim... Selvagem. – sorriu e eu fiquei séria. Retirei minha blusa e a joguei num canto qualquer, eu realmente estava bem excitada, Alice sabe me provocar. – Humnn, você é perfeita, sabia? – Me questionou.

Aproveitei para abaixar minha calça também e percebi que fitava meu corpo com luxuria. Alice sentou-se na ponta da cama e iria se levantar. Andei até ela e a segurei pelos ombros.

- Não, fique ai que irei lhe despir. – falei formalmente e ela riu. Retirei sua blusa e a deitei na cama retirando também sua calça. Deitei meu corpo sobre o seu e beijei seu pescoço com urgência e necessidade. Seu aroma era muito concentrado naquela região, e eu adorava-o. – Minha Alice... – mordi e ela gemeu.

- Completamente sua... – Alice gemeu descontrolada quando desci minhas mãos e passei por seu corpo inteiro, parando bem em cima da sua intimidade. – Vai me torturar? – perguntou de olhos fechados.

- Hum... Você me deu um ótima ideia, sabia? – Sorri maliciosa e ela fitou meus olhos com intensidade. Sentei-me em seu colo e rebolei lentamente, a fazendo arfar e apertar minha cintura.

Deitei novamente sobre ela e me estiquei até o criado mudo e peguei as algemas que tínhamos usado aquela vez...

- Você não está pensando em... – Alice arregalou os olhos.

- Sem brinquedinhos, quero lhe fazer gozar somente com o que nasceu comigo. – Algemei suas mãos na cabeceira da cama.

- Você vai mesmo me prender? – Perguntou com a voz carregada de tesão.

- Sim? – Ri e terminei de algema-la. – A policial Cullen está dispensada por tempo indeterminada, a Tenente Swan assumi o poste de agora em diante. – Sussurrei provocativa em seu ouvido e lambi seu pescoço.

Alice se contorcia debaixo de mim e eu aproveitei da minha vantagem para me livrar de qualquer tipo de roupa que havia em seu corpo, a deixando inteiramente nua para mim.

- Seu corpo é perfeito, meu amor. – sussurrei passando meus lábios pela sua barriga e a sentindo se arrepiar.

- E você é uma vadia. – Ri de lado.

- Eu vadia? – questionei. – Que isso, meu amor, apenas querendo lhe satisfazer. – Subi meus lábios e abocanhei sua boca num beijo desesperador, um beijo que eu estava louca para a ter a muito tempo. Desci meus lábios e parei em seus seios, o abocanhando ainda mais e os sugando com força e vontade.

Alice gritava e gemia a toda hora, o que me deixava ainda mais excitada e com um sorriso nos lábios. Enquanto minha língua e lábios tratavam de um, minha mão fazia questão de massagear o outro.

- Bella...Ahn... – Alice gritou ainda mais forte quando mordi o bico do seu peito. Troquei de lado e investir as posições.

- Está gostando, meu amor? – Perguntei quando subi par aos seus lábios e os beijei.

- Ahn... – não conseguia falar.

Desci novamente meus lábios, só que dessa vez beijando seu corpo todo: Pescoço, ombro, colo, beijo, barriga... E chegando a sua intimidade. Alice se contorceu em meus braços quando toquei meus dedos ali, gritou com força.

- Hum... Isso... – fechou os olhos e aproveitou dos carinhos que meus dedos proporcionavam a ela.

- Estou fazendo direitinho, amor? – Perguntei sarcasticamente e recebi seus gemidos em troca. Massageei sua intimidade e apertei seu clitóris com força e vontade, como a tempos não fazia. – Que senti-la gozar em meus dedos, meu amor. – sussurrei em seu ouvido e me olhou com luxuria e indignação.

- Retire essas algemas de mim. – Ordenava.

- Está mandando em mim? – Questionei acelerando o ritmo lá em baixo e concordou.

- Eu MANDO em você. Retire AGORA! – Ri dela e sorri de lado para logo em seguida enfiar três dedos de vez nela. – BELLS... CÉUS! – Gritou e revirou os olhos.

Investia nela com força e vontade, fazendo questão de acelerar o ritmo para logo depois desacelerar. Eu voltei meus lábios para o seu peito e os suguei com força. Alice não sabia se gritava ou se gemia, estava completamente descontrolada.

- Você manda mesmo, meu amor?- Questionei quando meu quarto dedo entrou nela e a vi revirando os olhos diversas vezes.

Eu sabia que estava para gozar a qualquer momento, Alice não aguentaria muito mais. Sua respiração estava tão ofegante quanto a minha, e seu peito subia e descia com muita velocidade. Ela rebolava em meus dedos com força, como se quisesse chegar ao seu orgasmo logo e poder sentir aquela sensação prazerosa... Meus dedos estavam sendo pressionados com força lá em baixo e eu sorri.

- Goza, mas goza quem gosto, meu amor. – Mordi seu pescoço e ela enfim derramou seu mel em meus dedos. Eu beijei seus lábios e recebi sua respiração ofegante em minha boca. Alice não conseguia se controlar, os espasmos eu seu corpo deu ao liberar aquela onda de prazer e derramar seu doce néctar em meus dedos a fez perder a linha de raciocínio.

Abaixei-me e fiz questão de sugar cada gota que estava ali e deixar meus dedos e sua intimidade completamente limpinha.

- Bella... – Alice estava sem voz e isso me fez sorrir muito.

- Que tal você gozar na minha boca agora, hãm? – Perguntei a estimulando com minha língua e dedos ao mesmo tempo.

- Eu não vou aguentar, Bella... Não... AHHHH. – Gritou quando minha língua entrou nela e meus dentes a rasparem em seu clitóris, o chupando com força, fazendo-o ficar ainda mais inchado e pulsante.

Eu voltei meu dedo para sua intimidade e coloquei apenas dois dentro dela, queria a dar muito prazer, mas só que com minha língua...

- Bella, você está acabando comigo. – Conseguiu falar segurando firme na cabeceira da cama.

- Eu ainda não senti seu gozo na minha boca... – Mordi seu clitóris e ela rebolou na minha boca, fazendo-me ir a loucura.

- Bells... Eu acho que... Eu acho que... – Alice tentava dizer o óbvio. Seu corpo já estava ficando mole novamente e sua intimidade a pressionar fortemente minha língua e dedos. Acelerei o ritmo das estocadas e dos estímulos e logo recebi seu gozo com uma intensidade jamais vista por mim. Engoli o máximo que pude, era muito, Alice nunca havia gozado tanto quanto hoje.

Uma boa parte escorreu por minha boca e por suas pernas. Passei minha língua por toda sua coxa e fui atrás de cada gota que havia escapado, deixando apenas uma, a que escorria dos meus lábios para o meu queixo.

Liberei Alice das algemas e ela mesma fez questão de limpar minha boca com sua língua e com um beijo desesperador. Ela me puxou com firmeza e atracou sua língua com a minha. Eu gemi, é claro, estava mais excitada do que qualquer outra coisa.

Alice soltou sua mão da minha nuca e desceu pelo meu corpo indo direto para a minha intimidade, constatando o quão molhada eu estava.

- Hum... Bem molhadinha. – Eu assenti e fiquei por baixo na cama. Alice logo empurrou minha calcinha para o lado e não se fez de rogada, enfiou três dedos em mim.

Ahhh, como isso era bom, como estava sentindo falta de seus dedos em mim! Mas eu estava extremamente excitada e não aguentaria muito, suas estocadas eram firmes e fortes, entrava bem fundo e saia completamente, me fazendo reclamar e gemer em protesto.

Como eu havia dito, não foi preciso muito, quando ela desceu e passou sua língua por toda a extensão da minha intimidade... AHHHHHHH, Realmente não aguentei e explodi em sua boca. Alice fez questão de limpar tudo e subir para beijar-me. Minha vez de provar do meu próprio gosto, só que nossos saberes se misturaram, deixando aquele beijo ainda mais perfeito e ideal.

Alice deitou em cima de mim e ficamos assim, abraçadinhas e tentando ao máximo controlar nossas respirações.

- Eu estava sentindo sua falta. – Confessei a apertando a mim.

- Você não sabe como era sofrido vê-la e não poder beija-la, meu amor. – respirou fundo e beijei sua cabeça.

- Por favor, sem mais brigas. – implorei.

- É o que mais quero. Agora que tal você deixar eu me explicar antes de tirar conclusões precipitadas? – levantou o rosto e sorri a beijando levemente.

- Sim, deixarei você se explicar até se a lhe encontrar na cama com outro. – Riu.

- Nesse caso só terá apenas uma explicação: Eu estou louca... Ou melhor, duas, ou posso ter sido drogada! – Me apertou. – Eu nunca mais trocarei seus toques por nada. Bella, eu já disse que Ângela foi um erro que eu deveria ter evitado e... – A calei com um beijo.

- E eu não quero saber disso, quero saber se vamos continuar a morar aqui depois de casadas. – Sorriu.

- Não vamos conversar sobre isso, primeiro você descansará, dormirá direito e uma noite repleta de bons sonhos, nada de pesadelos. Ok? – Assenti.

- Com você pelado e em meus braços fica difícil. – me bateu.

- Besta. – se aconchegou ali e acabei fechando os olhos. Alice realmente me deu uma canseira enorme.

- Eu lhe amo, meu amor. – Sussurrei.

- Sim, eu sei. – ri. – Também lhe amo, minha vida.

- Sua obrigação. – beijou meu colo e senti sua respiração se normalizar e ficar bem fraquinha, ela havia adormecido. – O medo de lhe perder falou mais alto do que qualquer coisa que tenha me feito, minha Alice, quero realmente recomeçar minha vida com você, e não há nada melhor do que nos casando. – beijei sua cabeça.

- O medo de pensar que nunca mais a veria me fez ver que realmente sou um nada quando não a tenho comigo. – Me assustei ao vê-la levantar a cabeça e encarar meus olhos. – Quando a vi entrar e me regatar... Nossa, eu vi minha anja da guarda entrando naquele quarto e me abraçando. – Acariciei seu rosto. – Você nasceu para me proteger, meu amor. – declarou.

- Eu nasci para lhe amar e você para me mostrar que esse sentimento realmente existe. – Ela se aproximou de mim, olhou bem no fundo dos meus olhos, e me beijou.

Um beijo calmo e sereno, um beijo de amor e carinho, um beijo que mostrou que nada era capaz de nos separar definitivamente, nada tinha esse poder, nem mesmo a morte...

Notas finais
Mereço reviews, recomendação??

Bsus, Lary ><'