Acaso Do Destino

31 Ação II - Final


Notas iniciais
Bom... Espero que o desfecho dessa parte vocês gostem.

Eu queria muito fechar essa fic com 600 reviews... Vamos realizar o sonho dessa autora gente?? ><'

Bsus, e Boa leitura ><"

POV Bella

A tarde no quartel foi agitado. Ficamos a tarde e inicio de noite fazendo pesquisas, mapeamento e localizando cada contado que aquele miserável podia ter.

– Senhora, sua noiva no telefone. – Olhei para o lado e um soldado me estendia o telefone.

– Obrigada. – Agradeci e o peguei. – Oi. – Minha voz saiu um pouco mansa e Ferraz olhou divertido para mim.

Meu amor, você chegará muito tarde hoje?- Perguntou tranquila.

– Eu provavelmente terei que dormir aqui hoje, iria te ligar para avisar, mas a tarde foi tão corrida que nem pausa para comer eu tive. – Só de pensar nisso meu estomago roncou.

Isabella Swan! — Falou meu nome um pouco estressada. – Como assim não comeu nada? – Me repreendeu. – E outra, por que vai dormir ai? – dessa vez falou mais triste.

– Amor, me perdoe, mas surgiu um caso de urgência, uma operação de ultima hora que eu estou coordenando. – Expliquei. – E segundo... Eu não consegui comer nada, daqui a pouco eu faço um lanche. – A tranquilizei.

Posso saber o que aconteceu? – Perguntou desconfiada e acabei rindo.

– Ciumenta. – Bufou. – Houve uma rebelião e cerca de 50 presidiários fugiram. 39 foram presos, 10 acabaram morrendo em perseguições e tiroteios e 1 ainda está solto.

Ok, isso é grave, mas para que ficar tanto tempo concentrada em prender apenas um? – Perguntou sem entender.

– Felix Matinés, lembra-se dele? – Concordou um pouco preocupada. – Ele está solto, o mais perigoso. Deveria estar no presídio de segurança máxima, um erro grave, mas já, já o consertaremos.

Isso me parece perigoso. – Ela arfou.

– Infelizmente é. Esse idiota matou um dos meus soldados. Alice, isso com certeza não ficará assim. O pegarei antes que mate a viúva de John e suas duas filhas.

Bella, por favor... – Começou a implorar com a voz falha.

– Eu sei me cuidar, meu amor, não se preocupe.

Eu sei que você sabe, mas meu coração não vai aguentar isso. – Sorri de lado.

– Calma, eu vou voltar para você amanhã inteirinha. Ok?

Assim espero. – falou mandona.

– Ok, Policial Cullen. – Sorri ao me lembrar do porque desse nome. – Não ligue a televisão para não se preocupar atoa, sabe que eles sempre aumentam a situação dos fatos. E outra, não fique em casa sozinha, Felix me odeia por ter o prendido, fique na casa de Emmett ou dos seus pais.

– Agora você me deixou mais preocupada. – Falou alarmante. – Isabella, volte para casa.

– Não posso, só faça o que pedi. – Implorei.

– Capitã, achamos algo! – Ouviu alguém me gritar.

– Amor, tenho que desligar agora.

– Não! – Ficou agoniada.

– Não se preocupe comigo, ok? – Pedi a tranquilizando. – Faça o que eu pedi para me deixar mais segura. Eu te amo.

Também te amo. Cuida-se, por favor. – Implorou e desliguei o telefone.

– Amor? – Ferraz implicou comigo e dei um soco nele.

– O que você achou, Thomas? – Perguntei ao soldado.

– Felix usou o celular da filha. John, preocupado com a segurança da família, mandou colocar rastreadores em todos. Por sorte Angel se lembrou disso. – Pisquei para minha tenente predileta.

– Você é um gênio. – Ficou constrangida. – Prossiga, onde foi feita essa ligação? Para quem foi?

– Foi feita no distrito de Manhattan, não sabemos ainda o bairro. E foi feita para Jorge Will. – Assenti.

– Esse não é o chefe da gangue “Grips” e dono de uma escola de pilotagem? – Assentiu. – O desgraçado só pode está querendo sair do país! – Rosnei.

– Concordo com você, Capitã. – Jonathan assentiu. – E o que ele falou? Conseguiu grampear o telefone? – perguntou e recebeu uma resposta positiva. – Ótimo, vamos escutá-la.

Telefone On

“ – Jorge, meu velho amigo, preciso de sua ajuda. – Felix falava.

– Felix, meu caro. Ganhou a liberdade?

– Não, fugi da prisão. – Riram.

– O que quer de mim?

– Um avião. Preciso sair desse país o mais rápido possível. Matei um soldadinho e aposto que agora eles querem me pegar!

– Ok, e para onde pretende ir?

– México, o lugar mais perto. Por terra eu pego um carro e vou para o Brasil.

– Claro, para quando?

– Amanhã, pode ser? – Recebeu uma afirmação. – ótimo, estou com minha filha e uma pirralha filha do policial lá. Quero me livrar da pentelha.

– Quantos anos?

–Um, eu acho. – chutou.

– Acho que consigo um comprador para ela, ou se não podemos pegar seus órgãos. Órgãos de crianças são os melhores para serem vendidos. – riu.

– Ótimo. Amanhã na sua pista. Precisarei de 100mil dólares, aquele que está me devendo.

– Pagarei com todo gosto, meu amigo.

– Até amanhã, Jorge.

– Até.”

Telefone Off

Encerraram a ligação.

– Estava certa, Isabella. – Coronel entrou na sala e assenti para ele. – Onde ele está?

– Manhattan. – Informei. – Iremos localizar a casa que está através do celular da menina, John colocou um GPS nele.

– Ótimo, John era esperto. – Assenti.

– Senhora, estamos recebendo uma ligação um tanto curiosa. Acho que a senhora gostará de falar com essa pessoa.

– Quem?

– Annabeth, filha do Felix. – Sorri com isso.

– Me passe à ligação. RÁPIDO! — Correram e logo trouxeram o telefone. – Viva voz. – Assentiu.

– Alô? É da policia de NY? – Sua voz era desesperada.

– Annabeth? – Perguntei usando um tom mais carinhoso.

– Como sabe meu nome? Não importo, eu preciso da ajuda de vocês, por favor! – Implorou.

– Sou eu, Bella. – Ela arfou e começou a chorar. – Calma pequena, eu estou aqui.

– Bella, eu... – A tentei tranquilizar e manter o foco. – Eu preciso que salve a minha irmã. Aquele doido quer mata-la! – falou em desespero.

– Calma, eu vou cuidar de você, ok? – concordou. – Onde você está? – Minha voz passava tranquilidade e serenidade.

– Estamos em Chelsea, Manhattan. – Olhei para o Jonathan e ele começou a fazer as anotações. – Não sei o endereço da casa, sinto muito. Ela é nova, nunca havíamos vindo aqui antes. – lamentou.

– Tudo bem, fique comigo mais alguns segundos que conseguimos seu endereço.

– Por favor, venham rápido. Felix quer sair do país e me levar junto, ele matou minha mãe e meu pai na minha frente, Bella! – Prendi a respiração. – Eu temo pela minha irmã! – Arfei e meu ódio por aquele homem só aumentou.

– ANNA, MINHA FILHA! – Ouvi algum gritando.

– É ele, não pode descobrir que estou no telefone, ele pode acabar me matando. — Temeu pela sua vida.

– Mais alguns segundos. – Me pediram.

– Anna, esconda o telefone e não o desligue. Em alguns estantes pegaremos seu endereço e mandaremos várias viaturas até vocês, ok?

– Muito obrigada, muito obrigada! – Agradeceu e logo ouvi um barulho de algo sendo coberto.

– Ótimo, a pequena é esperta. – Sorri. – Pegaram o endereço?

– Sim, e eu sei exatamente onde é. – Jonathan sorriu. – É perto da minha casa, em menos de meia hora chegamos lá.

Colocamos nossas roupas especiais e fomos guiados pelo Jonathan.

– Tomem cuidado ao invadir a casa, lá estão duas criança. – alerte-os. – Quero que peguem o Felix e tragam até mim, por favor. – Meus olhos ficaram mais escuros e minha voz fria. – Quero mata-lo com minhas próprias mãos!

– Sim, senhora! – disseram todos que estavam no carro.

– A mesma regra vale para você, Isabella. – Jonathan me alertou.

– Ok, eu vou fazer as coisas direito, meu caro. – sorriu para mim e estacionou o carro numa esquina antes do local que havia nos informado.

– O que é aquilo? – Perguntou arregalando os olhos ao ver a casa pegando fogo.

– Não... É onde eles estão! – Sai do carro e fui seguida por todos. – Equipe alfa vá pela esquerda e vejam se encontram algo ou alguém, equipe beta vá pela direta e faça o mesmo. Equipe Gama vá pelos fundos e nós vamos pela frente. – Obedeceram-me e logo a casa estava cercada.

– O que pretende fazer? Não podemos entrar, a casa está completamente dominada pelo fogo. – A tenente Angel falou.

– Eu sei, mas vamos fazer uma varredura no local. Liguem para os bombeiros enquanto isso. – Assentiu e fez o que mandei.

PÁ.

Ouvimos um disparo e um grito desesperador.

– Tem gente na casa! – Alertei a todos.

– Não podemos entrar, é perigoso! – Alguém falou.

Olhei atentamente e vi a sombra de alguém passar bem próxima a janela. Era forte e alta.

– Ele está ali! – Mirei minha arma e segurei meu dedo ao ver que estava com uma criança no colo. – MERDA! – Xinguei. – Vou entrar, vocês não o deixem sair da casa.

– Você não... – ignorei Jonathan e fui correndo para a porta principal.

– Porra! – Quase queimei a mão ao encostar na fechadura. Chutei-a e nada de abrir. – Quer saber... – Mirei na maçaneta e atirei duas vezes fazendo-a porta se abrir sozinha.

Tampei os olhos assim que entrei na casa e cobri o nariz. O calor estava muito forte e a fumaça estava densa. Não conseguia ver quase nada.

– SOCORRO! – Ouvi a Annabeth gritar.

– Cala a boca, sua vadia! Como teve coragem de entregar seu próprio pai? – Felix gritou com ela. Segui o som das vozes até chegar perto da cozinha. – Você é uma vadia que nem sua mãe! – Atiro novamente e ouvi um gemido de dor. O desgraçado atirou na menina!

Uma ira subiu em mim e corri até que os encontrei.

– Mande um olá para aquela vadia quando a encontrar no inferno! –Mirou na cabeça da própria filha.

Atirei na sua mão vi sua armar voar para o outro lado.

– Não se depender de mim. – Mirei na sua coxa e atirei duas vezes, uma em cada perna.

– Sua puta! – me xingou. Sorri com aquilo e corri até a menina.

– Hey, onde foi o tiro? – Perguntei retirando o lenço que cobri meu nariz e coloquei no rosto dela

– Meu ombro. – Arfou. Peguei outro lenço, que sempre carregava comigo, e dei um nó em seu ombro, pressionando seu machucado impedindo que saísse tanto sangue. – Ahnm! – gemeu.

– Calma, isso é para o seu próprio bem. – A ajudei a levantar. – Pode caminhar? – Assentiu. – ótimo, se apoiei em mim.

A guiei até a porta dos fundos, já que a casa estava dominada pelo fogo. Mas assim que chegamos lá...

– Droga! – Xinguei ao ver que estava trancada e que a fechadura havia derretido. – Teremos que ir pela frente, quase impossível passar por esse fogo!

– A janela, acho que está aberta. – Falou baixinho. Assenti e, com certa dificuldade, chegamos até a janela da sala. De lá vi o carro do corpo de bombeiros e uma ambulância.

– Você será atendida rapidamente. – Sorri com isso e a passei com delicadeza pela janela. Pulei dela logo em seguida.

– Capitã! – Ouvi alguém me chamar. Não liguei para ele e peguei a Annabeth no colo a levando até a ambulância, ela estava ficando inconsciente. Havia inalado muito fumaça.

– Cuidem da garota, ela levou um tiro no ombro. – Os enfermeiros assentiram e senti Anna se apertar mais em mim. – Calma, eles vão te ajudar. – Acariciei seu rosto e só ali pude notar como ela estava linda. Olhos verdes, iguais aos meus, e cabelo castanho.

– Minha irmã. – sussurrou.

– Onde ela está? – perguntei preocupada.

– Ele a colou no berço... Lá em cima. – E desmaiou.

– Capitã, impossível entrar lá novamente, nem os bombeiros se arriscaram para lhe salvar. – Paul falou segurando em meu ombro.

– Eu não vou deixar uma criança morrer, Paul. – Me soltei dele e vi que a imprensa havia chegado.

– Não é hora de heroísmo, Sra., essa criança já deve estar morta! – Tenente Angel também tentou me impedir.

– Angel, não vou ficar com o peso na consciência de não ter salvado a vida de uma criança, não mesmo. – Assentiu e peguei o galão de oxigênio e a mascara do bombeiro a minha frente.

POV. Alice.

– Bella vai entrar na casa. – Rose falou assustada.

– Como? – Eu havia acabado de suspirar de alivio ao vê-la saindo com aquela garota. – Não, a casa está para cair, olha como as estruturas estão acabadas! – Meu coração começou a travar quando a vi pegar um galão de oxigênio e a mascara com um bombeiro. – Não...

Pelo visto a Capitã Swan é muito valente, entrando pela segunda vez numa casa em chamas e preste a demolir. Major Ferraz, o que ainda tem lá dentro para fazer a Swan entrar desesperada dessa maneira?

– Uma criança de quase um ano de idade. – O capitão suspirou e olhou para frente. – Isabella foi a melhor Capitã que esse batalhão já teve, ela conseguirá isso com muita gloria, você verá! – sorriu.

– Uma criança? Gente, será que teremos uma heroína ou duas mortes de pessoas inocentes? – A jornalista perguntou aflita e olhando para dentro da casa.

– Está explicado, Bella não entraria lá por nada. – Rose se agarrou aos seus filhos e foi abraçada pelo marido.

– Minha filha é muito corajosa, mas é loucura! – Esme estava aflita.

– Bella, por favor, você prometeu voltar para mim! – Falei angustiada.

Voltamos a presta atenção na televisão e meu coração parou completamente ao ouvir três disparos e logo em seguida ver a casa demolindo após uma explosão.

– NÃÃÃÃOOO!!! – Gritei caindo ajoelhada no chão. – Não... Bella! – Rose e Esme logo vieram até mim. Abraçaram-me forte e tentaram me acalmar. – Não... Bella... Não. – chorei ainda mais.

– Houve uma incrível explosão após alguns disparos. Parece que houve uma briga. Pelo visto... – A reporte ficou emocionada e acabou chorando. – O ato heroico da Capitã Swan foi em vão.

[...]

POV. Bella.

Entrei pela janela e subi as escadas correndo logo entrando no primeiro quarto. Vi um pequeno berço e ouvi um choro fraco de criança. Andei rapidamente até lá e peguei a bebê no colo.

– Hey, calma, você ficará segura agora. – Olhou para mim e ficou com medo. – Eu vou te ajudar, não vai correr perigo. – Ela tinha um ano, mas era muito pequena e cabia perfeitamente em meus braços. – Vamos tirar você daqui. – Beijei sua testa e desci as escadas correndo, aproveite e coloquei a mascara em seu rosto, ela precisava de oxigênio.

– Sua vadia. – Parei perto da cozinha ao ouvir a voz daquele idiota. – Você não vai sair junto com essa coisa! – Apontou uma arma para mim e logo protegi a criança com meu corpo e em seguida pegando a minha que estava na cintura. – Solta a arma! – Apontei para ele e neguei.

– Solta você a arma. – Mantive minha mão firme e apontada na sua direção.

– Então vamos os dois para o inferno! – Atirou na minha direção e acabou pegando no meu braço de raspão. Atirou novamente e dessa vez acertou minha perna.

– Ahnm. – Apoiei-me na parede, não poderia cair, não mesmo. – Seu idiota. – Respirei com dificuldade e voltei a mirar na sua direção.

– Vá para o inferno! – Apertou o gatilho e a arma não disparou. Sorri com isso.

– Pelo visto você não soube calcular suas balas, não? – me olhou desesperado. Sai da cozinha mancando e consegui abrir a báscula da cozinha. A estrutura da casa estava demolindo, uma parte dela já estava ao chão. – Eu falei que iria te matar, Felix, você acabou com a vida de dois homens inocentes. – me olhou irônico. – E é isso que vou fazer. – Eu sabia que poderia me arrepender depois por fazer o mesmo que ele, mas ele não merecia a vida que tinha. Mirei a arma em seu peito e com um único disparo seu corpo caiu sem vida ao chão. Pulei a báscula, com muita dificuldade, e quando estava do lado de fora da casa... A mesma desabou.

– Uau. – olhei para a criança no meu colo e sorri para ela. – Conseguimos, viu? – Minha perna começou a arder e ouvi muitos lamentos e alguns choros. – Acho que pensam que morremos Pequena. – Sorriu levemente para mim.

Fiquei encantada com ela, seus olhos azuis me prenderam de uma maneira tão intensa que acabei sorrindo para ela.

– Você é linda, sabia? – Me levantei e retirei a mascara dela. – Vamos cuidar de você, vamos deixa-la inteirinha novamente. – beijei sua testa e caminhei mancando até onde todos estavam.

– Isabella! – Jonathan me gritou e correu em minha direção. – Pensamos que você... – Assenti.

– A criança, cuidados com ela. – Ele ia pega-la do meu colo, mas neguei. – Somos duas. – Viu minha perna sangrando e me pegou no colo. – Se minha mulher estiver vendo isso, você é um homem morto. – Riu e me colocou na mesma ambulância que estava a Annabeth.

– Sarah! – Gritou meio rouca.

– Eu falei que a traria para você. – Sarah se animou no meu colo ao ouvir a voz da irmã. – Calma, quando estiverem bem podem se ver. – Ficou quietinha no meu colo e olhou em meus olhos. – Menina obediente em. – Sorriu e se aconchegou mais. – Vamos para um hospital, minha perna está ardendo. – Logo fecharam a ambulância e foram cuidando dos meus ferimentos.

Mas assim que descemos da ambulância e a criança tirando dos meus braços senti uma tontura. A firmeza que eu tinha foi se perdendo por completo o ar em meus pulmões se acabando.

– Bella! – Ouvi a voz de Carlisle ao fundo, mas não conseguia lhe responder. Braços fortes me seguraram antes deu cair ao chão e ser tomada pela escuridão.

Notas finais
Eai, reviews? Recomendação?

Bsus, Lary ><'