Notas iniciais
Bom, penultimo capitulo galera, espero que curtam ai. Muito tempo sem Nyah, mas vamos logo atualizar para voces , ok;)

POV. Bella.

Minha cabeça estava doendo, meu pulmão ardia intensamente dificultando a entrada e saída de ar. Mas ignorei toda essa dor ao ouvir uma voz...

– Meu amor... – Ela estava chorando. Abri os meus olhos lentamente, com muito esforço, e encontrei os mais belos azuis celestes me fitando agoniada e preocupada. – Bella... – Sussurrou meu nome e sorriu ao encontrar meus olhos.

– Alice. – Sorri fraca e meio grogue.

– Você quase me matou do coração! Você tem noção do como fiquei ao pensar que estava morta? – Pegou em minhas mãos e as beijou com carinho.

– Eu falei que voltaria para você. – Sorri de lado e ela me olhou séria.

– NUNCA mais faça isso comigo. Por favor. – Implorou com lágrimas nos olhos. A olhei com uma dor no peito. Não aguentava vê-la chorando.

– Não... Não chora. – Pedi desesperada. – Eu estou aqui, eu prometi, não foi? – Concordou.

– Só não foi em um dia e inteira. – Me repreendeu.

– São coisas da vida. – Beijou minha testa e sorriu.

– Mas depois daquele susto, você me deixou bastante orgulhosa. – Secou suas lágrimas e sorriu. – Você salvou a vida de duas garotas lindas. – Assenti.

– Sarah tem seus olhos, sabia? – Acaricie sua face próxima a eles. – Tão azuis que me fizeram ficar encantada.

– Anna tem um olhar penetrante e verde, idêntico ao seu. – Sorriu de lado. – E faladando nelas, tem umas pessoinhas querendo te ver. – Sorriu sapeca e levantou-se indo abrir a porta chamando alguém.

– Meninas. – Sorri fraca. Eu realmente estava dopada.

– Capitã Swan. – Sorriu meio envergonhada. Analisei-a melhor e pude ver que seu ferimento foi tratado adequadamente, estava apenas com um curativo.

– Antigamente costumava me chamar de tia. – Sorrimos e andou em minha direção. – Como vocês estão? – Perguntei quando se sentou na minha cama e pude ver sua irmã.

– Sarah ficou mais tempo na UTI do que o previsto, mas está bem e recuperada. Não para desde que acordou. – Sorriu para a irmã. – Mas foi só mencionar você e vir até aqui que ficou quieta e calma. – Me ajeitei na cama com dificuldade e a ajuda da minha mulher, e pedi para que me desse à criança.

– Olá, Sarah. – Quando seus olhos encontraram os meus ela deu um pequeno sorriso. Um sorriso encantador e contagiante. – Você está muito bonita, sabia? – Beijei sua testa e arrumei sua tiara.

– Sarah não gosta muito de colo, mas com você é diferente, como se fosse a nossa mãe. – Deixou uma lágrima escorrer e logo foi amparada por Alice. – Você tem os olhos dela, acho que por isso Sarah se sente tão bem com você. – Sorri com isso.

– Eu sinto muito por não ter chegado para salvar sua mãe. – Abaixei a cabeça envergonha. Ergueu meu rosto e negou.

– Você salvou minha vida e arriscou a sua para salvar a da minha irmã. – suspirou. – Apesar de estar sem ninguém agora, pelo menos eu a tenho comigo, ficaremos bem no orfanato. Três anos dá para suportar, depois disso pegarei a guarda dela. – olhou triste para a irmã.

– Uma pergunta, quanto tempo eu fiquei apagada? – Alice sorriu e Annabeth riu.

– Apagada? Você literalmente voou para o outro mundo. Três meses em coma. – Arregalei os olhos e olhei para Alice.

– Eu acabei com você, não é? – Segurou em minha mão e assentiu triste. – Me perdoa, por favor. – Implorei.

– Você está aqui agora, olhando em meus olhos, isso que importa. – Assenti.

– Me perdoe à indelicadeza, mas... Você duas são... – Anna perguntou um pouco corada e ri dela.

– Alice e eu vamos nos casar... Assim que eu sair daqui. – Rimos e assentiu. – Não precisa ficar envergonhada por perguntar isso, não tenho nenhuma vergonha de dizer que estou para casar com a mulher mais perfeita do mundo. – Anna sorriu de lado e senti Sarah se agitar em meu colo. – O que você quer, pequena? – Se agitou mais e logo olhou para Alice. – A pegue um pouco. — Alice respirou fundo e, com delicadeza, pegou-a no colo.

Vi um sorriso se formar timidamente em seus lábios ao encarar os olhinhos da pequena Sarah.

– Você realmente é linda, pequena. – Acariciou seu rosto com delicadeza e a beijou logo em seguida.

– Você tem tanto cuidado para segura-la, já é mãe? – Anna perguntou inocentemente e sorrindo para minha esposa. Alice negou e riu.

– Eu e Bella nunca planejamos ter filhos, na verdade não queríamos ter. – Ouvindo-a falar e a maneira que segurava a criança, percebi que a minha pequena Alice nasceu para isso, ela merecia uma família completa.

– Você não tem filhos e nós pais. – Sorriu triste e um pequeno estalo, seguido de uma dor de cabeça, me atingiu. Ok, por que não pensei nisso antes?

– Alice, Jonathan está ai? – Me olhou sem entender o motivo da pergunta.

– Ele pediu para chama-lo quando acordasse. – Anna respondeu.

– O chame, por favor? – Pedi. Assentiu e se retirou.

– O que você quer falar com ele? – Alice estava curiosa.

– Alice, Anna e Sarah estão sem família e vão para um orfanato. Sarah com certeza será adotada rápido, mas ninguém vai querer Anna, ela já tem 15 anos. – joguei verde.

– E você está sugerindo que adotemos as duas irmãs? – Perguntou tendo um pequeno brilho nos olhos.

– Eu vejo nos seus olhos que você gostou dessa suposição. – Ela riu. – Você nasceu para isso, amor. – Me olhou sem entender. – Vi em seus olhos como gostou da pequena e se encantou pela Anna. Sei que não casamos ainda e que é uma grande responsabilidade, mas... – Concordou levemente.

– Sarah é uma menina linda, Anna uma moça muito educada e obediente. Elas não merecem ir para um orfanato. Mas como você mesma já disse, é uma grande responsabilidade que não sei se estou pronta... E você mesma não queria ter filhos...

– Alice, quando te conheci você me falou que não queria filhos, mas você só tinha 20 anos e estava fazendo faculdade. Agora, quase três anos depois, com certeza você mudou de opinião e está mais madura. – acariciei seu rosto. — Três anos é muito tempo e nesse tempo você aflorou esse sentimento maternal, de querer ser mãe. É super normal, eu te entendo. – beijei seus lábios. – Se você quer ter um filho vamos adotar, mas se você quer engravidar, podemos fazer uma inseminação. Estarei ao seu lado em qualquer que seja sua escolha, e sabe por quê? – Perguntei e negou com lágrimas nos olhos. – Porque eu te amo e quero sempre estar ao seu lado. – me beijou com amor e carinho, mas sem machucar a pequena em seu colo.

– Eu te amo. – Sorri com isso — Sarah, gostaria de nos ter como mães? – Meus olhos brilharam de felicidade e Sarah se agitou em seu colo e ouvi risinhos animados. – Acho que isso é um sim. – O sorriso da minha Alice, o que eu tento amava, fixou ali.

– O Major Ferraz acabou de chegar, Bella. – Anna entrou na sala e nos olhou sem entender. – Por que Sarah está rindo?

– Tenho que falar com você e Jonathan. Mas com ambos aqui. – Assentiu e Anna logo pegou sua irmã.

– Se comportou bem, Sarah? – Brincou com a irmã enquanto ficamos a observando. – O que foi? – Percebeu isso.

– ISABELLA SWAN! – Jonathan entrou fazendo cara feia e eu ri dela.

– Olá, Jonathan. – veio até mim, me abraçou e beijou todo o meu rosto. – PARA! – Rimos e me olhou preocupado. — Quero lhe pedir um favor.

– O que minha Capitã quiser. – Sorriu e beijou minha mão. – Você nos deu um susto, mocinha. – Assenti. – Um grande susto...

– Minha noiva já brigou comigo, pode deixar. – Olhou para ela e a cumprimentou. – Pois bem, o senhor é formado em direito, certo? – Assentiu.

– Queremos adotar duas crianças. – Alice prosseguiu e ele logo sacou tudo.

– Vocês sabem que é quase impossível isso, não é? – Enquanto ele sacava, Annabeth nos olhava sem entender nada.

– Mesmo depois de tudo que eu fiz? Qual é, uma medalha de honra eu mereço, não acha? – Assentiu.

– Conversarei com o juiz ainda esta tarde, farei o possível para vocês terem as guardas.

– Obrigada, amigo. – Beijou minha testa e saiu rapidamente.

– E quem são as sortudas? — Anna perguntou sorrindo tristemente.

– Seria uma pequena de um ano e uma jovem adolescente de 15. – Arregalou os olhos. – Claro, se a mais velha quiser, pois a pequena pareceu gostar da ideia. – Nos olhou emocionada.

– Vocês estão querendo...

– Sim, queremos que vocês venham morar conosco, não as queremos num orfanado. Além do mais, devo isso ao John, ele era um grande homem. – chorou e logo foi abraçada por Alice. – Você quer morar conosco?

– Eu... É claro, você salvou minha vida e ainda está me dando à oportunidade de ainda ter um lar! – chorou mais.

– Você sabe que se vier conosco pode sofrer, certo? Não queremos vê-la triste se alguém implicar com você por morar com duas mulheres casadas. – Alice a alertou calmamente, como uma mãe dando um conselho ao filho.

– Eu bato neles! – Riu. – Foram essas duas lésbicas que me deram a chance de viver e uma casa para morar. Foi uma delas que me salvou duas vezes de um inferno sem fim! – recebeu um beijo na testa bem carinhoso da Alice.

– Qualquer coisa, se continuarem, é só dizer que é filha da Capitã da SWAT. – Pisquei.

– Uma capitã e uma dona de uma loja super famosa... O que mais uma menina como eu precisa? – Rimos dela.

– Para completar só falta nos casarmos... – Alice sentou-se do meu lado e deitou logo em seguida. Respirei com dificuldade quando apoiou em meu peito e logo se levantou, mas impedi que fizesse isso.

– Não, fica aqui. – Deitou novamente, com cuidado dessa vez, e sorriu inspirando forte. – Anna, estava falando sério, vou cuidar de você e da sua irmã. – Ainda tinha algumas lágrimas nos olhos. – Vou para o supremo se preciso for! – Veio até o outro lado da cama e sentou-se na beirada colocando Sarah sentada perto de mim.

– Prometo não dar trabalho. – Segurei sua mão e assenti.

– Que tal vocês saírem do quarto e deixarem Bella descansar? – Carlisle entrou no quarto e repreendeu a filha com um olhar. –Eu devia ser o primeiro a saber que ela havia acordado! – Alice encolheu os ombros. – Andem, saiam todos dai, vou medicar nossa heroína. – Alice reclamou bastante, mas logo saiu da cama e puxou as meninas pela mão. – Como está se sentindo, Bella?

– Com um pouco de dor, Carlisle. – reclamei. – Mas dá para aguentar. – Assentiu. – O que o senhor acha de ser avô antes de ter a filha casada? -me olhou sem entender.

– Como?

– Anna e Sarah, perderam os pais recentemente e vamos adota-las. – Sorriu largamente.

– Esme adorará essa notícia. Fico feliz por isso. – Concordei e encerramos o assunto ali. Carlisle examinou-me um pouco mais e logo sorriu aliviado. Fez algumas anotações e respirou fundo. – Você fez sua mãe vir parar no hospital. – Prendi a respiração.

– Como ela está? – perguntei preocupada.

– Bem, já recebeu alta, mas não sai do hospital. Vem te ver todos os dias. – Suspirei.

– Quando terei alta? – me olhou abismado.

– Você acabou de acordar de um coma de três meses, não acha mesmo que vai sair daqui e ir trabalhar, casar, viajar e cuidar da sua família, certo? – fiz uma pequena careta. – Você ficará de repouso por pelo menos um mês. Vou te prender aqui por pelo menos duas semanas. – Arregalei os olhos.

– VOCÊ QUER ME MATAR? – Riu do meu desespero. – Carlisle, eu quero sair daqui!

– Eu falei que não era pra vir mais para cá... – brincou.

– Eu falei que fugiria do necrotério. – suspirou.

– Você tem que descansar. Vou aplicar um remédio que fará você se sentir mole. – assenti.

– E lá vamos nós sermos drogado novamente. – riu e me deu um beijo na testa.

– Não nos assuste assim novamente, por favor. – Pediu com carinho acariciando meu rosto.

– Eu prometo tentar. – Sorrimos e logo aplicou o remédio.

Meu corpo aos poucos foi ficando mole e a escuridão me levando...

[...] Um ano depois

– Eu realmente não aguento mais isso! – Gritei de frustação.

– O que foi, Tia? – Anna entrou no quarto e riu ao ver a minha situação. – Tia, a senhora não leva jeito para trocar fraldas! – Riu alto chamando a atenção da Alice e fazendo Sarah a olhar sem entender.

– O que... – Alice me olhou sem entender nada. – Bella, o que você está fazendo com essa criança?

– Ela estava chorando, vocês não estavam em casa, não era fome e quando vi ela precisava de um bom banho... Her... – Me atrapalhei enquanto falava. – Amor, desculpa, mas o banho eu sei dar, mas essa fralda... – Ela riu e negou levemente com a cabeça. Andou até onde eu estava e logo tomou o meu lugar. Em menos de um minuto nossa pequena já estava com sua fralda no lugar e Alice já começava a colocar uma roupinha nela. — COMO? – Perguntei sem entender.

– Amor, você realmente precisa aprender a trocar as fraldas da nossa menina, imagina se eu ou Anna não tivéssemos chegado? – Suspirei derrotada.

– Eu sei atirar, sei lutar, sei fazer tudo, mas trocar fraldas... – Alice pegou nossa menina no colo e logo me deu um selinho.

– Calma, um dia você aprende. – Saiu do quarto e desceu as escadas junto com a Anna. Peguei minhas coisas para o serviço e logo desci atrás delas.

Jonathan, depois de muitos telefonemas e meses, conseguiu a guarda das meninas para nós. Nesse tempo em que elas estão aqui muita coisa mudou, mas a principal mudança não aconteceu: O meu Status. Ainda continuo noiva de Alice e sempre acontece algo para atrapalhar o nosso casamento. Ou é uma missão que dura dois meses, ou viajem a trabalho de Alice para Europa.

– O que foi? – Alice perguntou quando eu desci e fiquei fitando o nada.

– Precisamos no casar urgentemente. – Ela riu e deixou Sarah no colo da Anna.

– Por que tanta presa? – beijou minha bochecha.

– Por que? Estamos namorando há três anos, daqui a pouco Anna vai casar e a gente aqui, noivas e com duas filhas. – riu alto e dessa vez Anna a acompanhou.

– Nada da certo, sempre algo atrapalha nossos planos, mas tenha paciência meu amor. – abraçou meu pescoço e colocou nossas testa assim que abaixei um pouco o meu rosto. – Você ainda terá uma aliança dourada no seu dedo da mão esquerda, calma. – sorriu e a apertei.

– Você vai ser a minha Senhora Swan o mais rápido possível. – Encostei nossos lábios e a beijei com carinho e amor. Sua língua logo entrou por minha boca e a sugou com força.

– Estamos aqui, ok? – Anna pigarreou e implicou.

– Abusada demais você. – Falei ao encerrar nosso beijo e beijar a testa da minha noiva.

– Estou aprendendo com a melhor. – piscou.

– Alice, não quero você, Anna e Rose juntas sem a minha presença, NUNCA MAIS. – Riram e andei até elas no sofá. – Até a noite, minha pequena. – Sarah falava poucas palavras, apesar de já estar com dois anos, mas sempre falava sílabas soltas ou simplesmente sons estranhos. – Se comporte, ok? – Sorriu assentindo. Beijei sua testa com carinho e logo fiz o mesmo com Anna. – Juízo mocinha. – assentiu e me deu um beijo na bochecha.

– Até a noite, tia Bella. – sorri de lado e me levantei pegando minha bolsa.

– Vai trabalhar? – perguntei a Alice antes de sair de casa.

– Sim, deixarei Anna na escola e depois levarei Sarah para a mamãe. – me deu mais um beijo.

– Busco vocês a noite, ok? – nos despedidos e entrei no meu carro indo para o QG.

[...]

– Capitã, há um ano você está para se casar, não? – Ferraz resolveu implicar comigo quase no fim da tarde.

– É, mas quem mandou ser a heroína e ficar três meses em coma? – riu da minha cara. – Mas valeu a pena esse tempo apagada, Anna e Sarah são meninas adoráveis. – Ele sentou-se do meu lado e me abraçou.

– Você realmente teve uma reviravolta em sua vida, não Bella? – concordei.

– Perder o pai, usar drogas, morar na rua, ser adotada por um policial, viver uma vida amorosa tão desastrada, mas ao final encontrar Alice... Até ai minha vida já tinha dado mais de 900°. — riu.

– Depois que encontrou Alice, o que mudou em sua vida?

– Tudo, meu amigo, tudo. – Sorri. – Foi graças a ela que eu encontrei o amor, por acaso foi através desse amor que reencontrei minha família... Acredita que reencontrei minha família quando minha irmã estava entrando em trabalho de parto? – Rimos. – Eu que a levei para o hospital.

– Mais alguma coisa que eu deva saber? – Perguntou ainda rindo.

– Eu e Alice terminamos apenas uma vez. – me olhou irônico.

– Hurum, claro. – não acreditou.

– Ela me traiu, Jonathan. – Arregalou os olhos. – Foi na mesma época em que aconteceu aquilo tudo com o Matines, lembra? Que solicitei a ajuda de vocês para resgata-la.

– Impossível de acreditar nisso. – suspirou.

– Mas o passado não me importa, o presente sim. – sorri. – Alice me faz feliz e é uma mãe perfeita.

– E você uma babona de primeira. – Rimos e nos levantamos. – Quando vai leva-la para o “altar”? – questionou.

– Quando ela parar de viajar tanto e eu de ir a missões! – riu – O que foi?

– Se depender disso nunca irão se casar... Por que não faz um... – o olhei sem entender. – É, organiza tudo e... – O calei.

– Você, pela primeira vez desde que te conheci, me deu um boa ideia! – Se fez de ofendido.

– Abusada! – Ri dele e logo dei um beijo estalado em sua bochecha.

– Conversarei com a minha irmã, farei exatamente isso. – Sai correndo do QG e fui para a casa da minha irmã. – Mary Alice Cullen, chega de enrolação. – Ri feito boba. – Você será a minha Swan antes do que pensa.

Notas finais
Eai, reviews? Recomendações?