Acaso Do Destino

30 Ação Parte I


Notas iniciais
Gente, é o final da história, tem só esse - que foi divido em dois. Será postado ainda essa semana, ok? - E o capitulo final, claro, o epílogo básico.

Apreciem as ultimas cenas de ação, ok? ;)

Short nova para voces, viram? http://fanfiction.com.br/historia/428843/Aprendendo_com_os_Erros/
Deem uma passadinha lá ;)

Boa leitura.

POV. Bella.

Enfim estava livre daquele hospital! Fazia dois meses que o episódio Edward Masen havia acontecido. Eu já estava trabalhando no quartel e voltando a ter a minha vida amorosa em alta novamente. Sexo de manhã e a noite – não tendo a tarde devido ao trabalho e a faculdade dela – era maravilhoso!

- Bells... – Alice gemia debaixo de mim. Eu estocava fundo nela, queria faze-la gozar intensamente em meus dedos antes de ir para o serviço. Eu precisava disso.

- Vai amor, goza. Mas goza gostoso... – Pedi sussurrando rouca em seu ouvido. Ela gritou quando apertei seu clitóris e derramou seu doce gozo em minha mão. – Gostosa. – beijei sua boca com volúpia e excitação. Apenas sexo, era isso que fazíamos pela manhã.

- Você ainda vai acabar comigo, amor. – Estava sem fôlego. Se não me engano, era a terceira vez que a fazia gozar naquela manhã. – Estou com fome... – Comentou. Subi em cima dela novamente e a vi sorrir. – Não esse tipo de fome. – Sentou-se na cama e me abraçou. – Eu te amo, sabia? – Sorri e beijei seus lábios com carinho.

- Também me amo, muito. – Ela riu incrédula e me bateu.

- Vadia! – ri dela e a beijei com amor.

- Também te amo ok?

- Bem melhor. – Sorriu e ri dela.

- Vamos levantar, tenho serviço. – Sai da cama e a puxei comigo. – Amor, quando você se forma? – Perguntei entrando no banheiro e na banheira com a minha pequena em meus braços. Liguei e ficamos ali, esperando encher abraçadinhas.

- Creio que em pouco tempo, estou quase no ultimo semestre, por quê? – Questionou.

- Quero viajar com você. – Sorriu e beijei seu pescoço. – Sei lá, conhecer o mundo com a mulher que eu amo ao meu lado seria uma boa. – Me apertou mais e sorriu.

- Seria uma ótima! – exclamou feliz. – Mas pensa ir para onde? – questionou.

- Brasil parece uma boa opção para você? – beijei seu pescoço.

- Calor, sol, praia... Mulheres seminuas, biquínis, homens tarados... Não escolha outro. – Ri do seu ciúme.

- Boba. – negou. – Que tal Irlanda? – pensou.

- Um lugar lindo, mas muito conservador. Não acho que nós duas seriamos muito bem aceitas lá. – Concordei.

- Que tal o Canadá? – ela riu. – O que foi?

- Canadá seria a minha ultima escolha... Anda, pense mais, você é boa com isso. – Concordei. – Convencida.

- China? – Negou. – Japão? – Fez careta. – Algo contra os olhos puxados? – riu.

- Não gosto de comida japonesa. – ri dela.

- Ok... Que tal a Itália? Um lugar lindo inspira a poesia e a arte. Um local onde um jovem apaixonado pode escrever suas histórias... Um lugar onde exala o amor. Afinal, Roma é a terra do amor. – Virou-se e me beijou.

- Deu para ser romântica até no banho? – Rimos. – Mas Itália parece uma boa ideia... A Torre de Pisa, o Coliseu, a Basílica de São Pedro, o Palácio Real... – Foi sonhando acordada.

- Amor, uma coisa de cada vez, ok? – assentiu rindo. – Itália... Vou planejar nossas férias para lá então. Pode ser? – concordou.

- Mas só viajamos daqui dois anos? – Lamentou. – Pelos meus cálculos, faltam 3 semestres para eu terminar.

- Isso era por que estava acabando? – arregalei os olhos e gargalhou.

- Sim amor. Estou acabando! – Me deu um selinho e virou-se novamente.

- Dois anos dá para se fazer muita coisa... Mas temos que planejar nosso casamento, não? Podemos passar nossa lua de mel lá, o que acha? – Seu sorriso era enorme.

- Perfeito! Você é perfeita, amor! – Concordei e levei uma cotovelada. – Mas é abusada...

Em meio a risos e brincadeiras passamos nosso banho juntas. Logo depois saímos da nossa bolha de amor e cada uma foi para o seu canto. Minha amada para a sua faculdade de moda e eu, bom, eu fui para o meu Quartel comandar os meus homens.

[...]

Os anos passam rápidos quando a gente ama e faz aquilo que gosta, não? Hoje fazia exatamente dois anos que eu e Alice estamos noivas, dois anos e seis meses que conheci minha maior paixão... Acho que nunca fui tão feliz em toda a minha vida.

Alice me proporcionou momentos de alegrias, de excitação, tensão, tristeza, mas a cima de tudo ela me ensinou que para tudo na vida existia o amor... Ela foi à pessoa que me fez crer que esse sentimento era real, que basta esperar e você um dia vai encontrar a outra metade do seu coração.

Hoje Alice estava se formando. Minha nova estilista. Um orgulho para todos. Alice realizou seu sonho e estava para se casar comigo...

- Então, ansiosa para daqui seis meses? – Rose perguntou enquanto me arrumava para ir à formatura da minha noiva.

- Ansiosa para o que? – Me fiz de besta e levei um tapa. – Sim, você não sabe o quanto! – Confessei.

- E já comprou as alianças? – Assenti. – Posso vê-las? – Neguei e ela bufou.

- São simples, de ouro com nossos nomes gravados. Não quis algo muito chamativo. – me olhou sem entender.

- Para quem deu uma aliança de noivado com tantas pedras e detalhes, dar uma aliança lisa é muito xoxo. – Ri dela e a olhei de lado. – Você está mentindo! – Me empurrou e cai no chão rindo.

- Você vai sujar minha calça! Sabe que tenho que ir para o quartel depois da formatura! – Infelizmente não comemoraria esse dia com a minha noiva. Tinha compromissos no QG que não poderia faltar. Mas ficaria até o ultimo segundo com a minha amada. – Tenho reunião com o General, tenho que ficar linda para minha noiva e para o meu superior. – ela riu e me ajudou a levantar. Arrumou a minha blusa e a parte de cima da farda.

-Você está linda. – beijou meu rosto com carinho. – Alice tem sorte por ter você. – Sorri.

- Por que desses elogios todos? – Questionei.

- Por nada, você é minha irmã, posso elogiar não?

- Justamente por isso... – rimos e saímos do quarto de braços dados.

- Demoraram! – Emmett reclamou enquanto segurava Charlie, de dois anos, nos braços e Anne ficava do outro lado olhando.

- Perdão. – pedi e logo peguei meu lindo afilhado nos braços. – Oi meu amor. – dei um beijo em sua testa e ele sorriu. – Oi Anne. – a abracei e me retribuiu.

- Titia, vamos logo! – Charlie falou autoritário.

- Mandão que nem a mãe... – Eu e Emm rimos enquanto Rose nos deu língua.

Entramos no carro e partimos para o local onde seria a formatura da minha Alice. Ela já estava lá, como todo formando.

- Cadê o Sr. e Sra. Cullen? – Questionei na metade do caminho.

- Estão lá já. – Rose respondeu. – Mamãe foi ajuda-la e Carlisle acompanhou-a.

- Ela deve estar linda, como sempre, claro. – Rose e Emm riram.

- Eu quero ver essa aí no dia do casamento. Vai ficar mais ansiosa que tudo. – Emm gargalhou e rimos. – Afinal, quem vai ser a noiva? – Implicou.

- Eu não faço questão de usar vestido branco. Na verdade, eu preferiria uma coisa mais simples, sei lá, só cartório e festa. Mas Alice é Alice... – Concordaram.

- A festa vai ser enorme, pode ter certeza. – Rose comentou se ajeitando lá na frente. – Pelo que eu ouvi dela, no mínimo 500 pessoas. – Engasguei com a minha própria saliva e comecei a tossir. Anne riu da minha situação.

- Falta muito para chegar? – Mudei de assunto. Emm negou e logo vi o cerimonial que iria ser feito a colação de grau. – Até que enfim. – Desci do carro e fui andando em direção à sala dos formandos.

- Bella! – Rose me gritou, virei-me e a olhei sem entender. – Nem um buquê? – Arregalei os olhos. Havia esquecido isso. Ela andou até onde eu estava e colocou uma caixinha em minhas mãos. – Isso é um anel de formatura, sabia que você esqueceria e comprei para você. – A abracei fortemente.

- Obrigada. – Beijei sua testa com carinho.

- Cabeça de vento. – Riu e voltou para o seu marido e filhos. Continuei andando e abri a caixinha. Era um anel de ouro branco com uma única pedra de diamante em cima, linda.

– O que seria de mim sem Rose? – Ri levemente e vi uma entrada e saída frenética de formandos usando suas becas e bem agitados.

- Bella. – Minha mãe me cumprimentou assim que me viu. Logo guardei a caixinha e a abracei com carinho. – Alice está uma pilha de nervos, não sei por que. – Riu levemente e a acompanhei.

- Vou lá vê-la. – apenas avisei após dar mais um beijo em seu rosto. – Mas onde ela está? – Virei-me assim que dei dois passos. Riu e apontou uma das diversas portas que havia ali. Assenti e entrei numa delas.

- Alice, acalme-se! – Jessica pedia.

- Eu estou um pouco ansiosa, apenas isso! E olha que você é a oradora! – Ri da minha noiva que virou-se na hora ao reconhecer minha voz. – Bella! – Sorriu largamente a me ver. Levantou-se e correu para me abraçar. A apertei em meus braços e beijei seu ombro.

- Está linda, meu amor. – Sorriu contra meu pescoço e logo nos soltamos. – Não tem por que ficar assim, hoje você tem que soltar fogos! – assentiu e me deu um beijo. Um beijo que era para ser apenas um selinho, se não fosse por eu enlaçar sua cintura e ela deslizar sua língua para minha boca.

- Her... Estou aqui, ok? – Jess se manifestou e nos separamos rindo.

- Perdão. – A cumprimentei com um abraço carinhoso e beijei sua cabeça. – Você está igualmente linda. – Sorriu um pouco corada.

- Para, desse jeito eu gamo. – Rimos. – Isabella, para quem está para completar 30 anos, você continua gostosa. – piscou e acabei rindo.

- Hey! – Alice protestou e apertou. – Essa trintona aqui tem dona! – Concordei e enlacei sua cintura. A apertei ainda mais forte ao ver dois caras entrando na sala e a secando com os olhos. – James e Jim, como vão? – Minha pequena perguntou. Eles continuavam a encara-la me ignorando por completo.

- Um pouco ansioso, quero pegar meu diploma e ir logo para NYC. – Jim suspirou. Ele, quando percebeu minha farda e minha aliança, tratou de para de olha-la daquele jeito e ficou envergonhado. – E você, pretende ir para onde? – Perguntou amigavelmente.

- Continuar aqui. Trabalho com a minha irmã na loja dela. – Assentiu.

- Eu adoraria lhe chamar para ir para Paris comigo, Alice. Teria mais chances lá do que aqui. – James ainda a secava.

- Ela já vai conhecer a Europa, só que comigo e em nossa lua de mel. – O olhei séria e com raiva nos olhos. Ele engasgou com a própria saliva e ficou desconsertado.

- Eu... Her... Não sabia que você era a... – Fiquei com mais raiva ainda.

- Independentemente de ser eu ou não, ela tem uma aliança bem grande em seu dedo dizendo que é comprometida. Dê o respeito merecido e não volte a fazer isso. Posso usar muito bem os meus contatos para fazer da sua vida um inferno! – Arregalou os olhos quando viu minha farda. – Ser capitã da SWAT tem suas vantagens, sabia? – Ele deu uma desculpa qualquer e saiu do local.

- Calma meu amor. – Alice riu levemente e alisou meu braço.

- Peço desculpas pelo meu irmão, o semancol dele não funciona direito. Com licença. – Jim pediu se logo se retirou de sala.

- Isso ai Bellinha mandando a ver! – Jess estava um pouco vermelha.

- Acho melhor eu ir lá para fora e esperar a formatura começar. Essa arma em minha cintura está me tentando. – respirei fundo. Alice riu levemente sabendo que eu não seria capaz de tal atrocidade, mas que poderia partir para cima... Bom, são outros quinhentos.

- Ok, se controle, ok? – beijou meus lábios levemente e assenti saindo da sala.

[...]

O discurso da Jess foi lindo e emocionado, inspirador até. Alguns se emocionaram com suas palavras e outros sorriam concordando. Após seu lindo discurso foi à entrega dos diplomas

Alice foi a 5º pessoa a ser chamada para receber seu diploma. A primeira coisa que fez foi olhara para mim, que havia me levantado e a olhava com orgulho, e balançar o diploma dizendo um EU TE AMO. Sorri de lado e retribui. Não muito depois, a 15º pessoa foi a Jessica. Ela olhou para o seu namorado e deu uns pulinhos e gritinhos que fizeram todos rirem.

- Enfim livres! – Jess e Alice disseram juntas ao descerem do palco e se encontrem conosco.

- Enfim. – beijei sua boca levemente e a apertei em meus braços. – Agora terei inteiramente para mim. – Sorriu de lado e maliciosa.

- Claro, meu amor, inteiramente sua. – Jess nos cutucou e pulou em meus braços.

- Parabéns coisa irritante. – Riu e me bateu. – Espero que consiga realizar seus sonhos. – acariciei seu rosto e sorriu de lado.

- E vou. Amanhã viajo para Floresça com a minha madrinha. – Alice fez um bico lindo. – Mas eu volto, daqui seis meses. Afinal de contas, não pode haver um casório sem a madrinha linda. – piscou e Alice a abraçou forte.

Olhei em meu relógio e fiz uma careta. Estava na minha hora.

- Amor, tenho que ir. – Ela fez outra careta, mas dessa vez Jess a acompanhou.

- Mas... – Começou a falar e suspirou. – Ok, vai lá meu amor. Mas voltei inteira para mim, ok? – pediu me abraçando. Concordei e peguei a caixinha que Rose havia me dado. Olhou surpresa e sorriu.

- Eu não posso levar os créditos por algo que eu não fiz. Rose comprou sabendo que eu esqueceria de lhe trazer ao menos um buque. Perdão. – Pedi envergonha e ela revirou os olhos me dando um beijo carinhoso. – Então vamos dizer que é um presente coletivo. – Riu e pegou a caixinha. Sorriu ainda mais ao ver o anel.

- Lindo amor. – A abracei e me despedi de todos. – Chega tarde?

- Não sei, mas fique na casa do seu irmão, por favor. – Apesar de já terem se passado dois anos, me preocupava com a sua segurança. Assentiu e me retirei do cerimonial e fui para o meu carro.

[...] QG

Um soltado veio correndo em minha direção assim que estacionei o carro.

- Bom dia para o senhor também, soldado. – Eu estava muito feliz e não estava a fim de ser fria com ninguém.

- Bom dia? – Se surpreendeu, mas logo voltou à pose séria. – Coronel quer a senhora e seu batalhão no pátio central. Agora. – deu o recado.

- Algum motivo especial? – Perguntei querendo saber mais coisas enquanto andávamos.

- Rebelião e alguns presos fugiram da penitenciaria central de NY. – arregalei os olhos. – Boa parte já foi presa, mas ainda resta um, o mais perigoso. Felix Matinés. – Meu coração travou ao ouvir esse nome. Sara e Anna estavam em perigo.

- E sabemos o paradeiro dele? Para solicitar tantos homens tem que haver ao menos uma pista! – Indaguei.

- Sim, infelizmente ele voltou para a casa da ex- mulher. – Suspirei já sabendo o final disso.

- Mas essa família tem proteção policial e o John é um bom soldado.- Tentei não concordar comigo mesma. – Eles estão bem...

- Senhora, John foi encontrado morto essa madrugada e a sua mulher e filhas desapareceram. – não podia ser...

- Não... – Arfei. – Vamos pegar esse desgraçado! – Falei séria e com ódio.

- Contamos com sua ajuda, Capitã!

- Eu vou matar esse Felix. – Rosnei e entrei na minha sala. — Paul, reúna todos os soldados que estiverem aqui e chamem os que estão de folga. – ordenei, por telefone, a um dos meus melhores soldados.

- Capitã, alguma emergência? – Perguntou preocupado.

- Sim, um dos nossos está morto e eu quero o responsável no inferno! – Concordou e desligou o telefone rapidamente.

- Capitã, vejo que já soube da tragédia. – Major Ferraz falou entrando na minha sala.

- Sim, e a sede de vingança veio junto. – Soquei minha mesa. – John era um bom soldado, vou ao menos salvar sua família. Devo isso a ele!

- Calma, de cabeça quente você não faz nada. – Olhei séria para ele.

- John não era um dos seus, era um dos MEUS, e eu não perco homens assim, nas mãos de assassinos que deveriam estar mortos e não presos. – assentiu concordando.

- Capitã, com licença! – Paul entrou.

- Sem formalidades. – Pedi ao ver que prestaria continência. – Fez o que pedi? – Assentiu e me entregou uma lista. – O que é isso?

- Uma relação de lugares em que possivelmente Felix pode estar. Ele tinha bastantes amigos e contados.

- Muito bem, Paul. – Sorri com isso. – Onde os homens estão reunidos? – Perguntei.

- No pátio externo, está junto com a tropa do Major Ferraz. – Olhei para Jonathan. – Vamos pega-lo? – Assentiu e fomos para onde todos estavam.

- Olá a todos. – Jonathan começou a falar. – Hoje iremos trabalhar com um grupo maior, Felix, um bandido bastante perigoso, está a salta e colocando a família do nosso falecido John em perigo.

- Senhores, eu não quero que vocês predem Felix Martinez. – Me olharam sem entender. – EU O QUERO MORTO! – Todos sorriram. – Ninguém, repito, NINGUÉM, mata um dos meus e sai ileso! – Todos aplaudiram e concordaram. – Não é o correto a ser feito, somos autoridades e devemos seguir a lei a risca, mas infelizmente eu não sou tão sangue frio. Se for olho por olho, dente por dente que Matinés quer, assim será! – Fui aplaudida e recebi o apoio do Major.

- Seguiremos a ordem da Capitã Swan, ela conhece New York como nenhuma outra pessoa, Felix logo será pego e pagará caro pelo que fez. – Concordaram.

[...]

Notas finais
Review gentinha?? *-* Recomendações são bem vindas tbm.

Bsus, Lary ><"