Notas iniciais
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- Nossa que legal tudo isso. — Gustavo disse animado.

— Você consegue fazer os mesmos feitiços que a gente? — Luiz perguntou.

— Ando treinando.. Vou indo agora, até!

Me virei e abri um portal, me aproximei e pulei nele.

Por sorte eu caí sentada na minha cama, ouvi um barulho vindo do banheiro e fui até lá, quando abri a porta vi as meninas reunidas ao redor do vaso sanitário. Afastei o tulmuto e vi Zia.

— Deuses, era verdade? Você está mal mesmo em.. — falei e ela se virou.

Seu rosto parecia velho e cansado, mais pálido que o normal, seus cabelos estavam num novo corte repicado e curto com as pontas vermelhas.

— Fazer o que né.. — ela respondeu.

Pedi para as meninas sairem, por fim todas foram embora, tranquei o banheiro e me virei para Zia.

— Será que vou ser tia? — perguntei rindo.

— Tá amarrado! Nem em sonhos eu quero ter um filho sendo que só tenho 17 anos, vou fazer 18 só no final do ano..

— Usou camisinha?

— Não.. Mas não estou grávida.

— Bem, veremos, vou te levar no hospital com Carter e não quero saber sua opnião. — falei pegando na mão dela e a puxando para fora do quarto.

Andamos um pouco até encontrar meu irmão em frente ao dormitório dele.

— Vamos? — Anúbis perguntou.

— A gente já vai, mas você vai para onde? — rebati o interrogando.

— Carter pediu minha ajuda sra. Nem Dia Oi pro Namorado!

— Oi. — falei.

Ele revirou os olhos e pediu que todos encostassemos nele, rapidamente o mesmo nos teletransportou para a frente de um hospital particular.

Entramos e Anúbis falou um nome estranho, o cara assentiu e levou Zia para uma sala, sentamos na sala de espera e eu deitei minha cabeça no colo de Anúbis, acabei fechando os olhos e cochilando um pouco.

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— Acorda bebê. — Anúbis sussurrou e eu dei um pulo, olhei a hora e era bem tarde, de uma e poucada tarde já estava dando quase 19 horas da noite.

— O que foi que deu? — perguntei para Carter que estava em pé.

— De acordo com o exame de sangue, Zia está com infecção óleosa e precisa passar essa noite aqui no soro pois está com pressão baixa. — Carter explicou.

— Ah.. Pensei que eu ia ser tia. — falei fazendo bico.

Quando olhei para o rosto do meu irmão, ele abaixou a cabeça triste.

— Que foi? — perguntei.

— Zia não pode ter filhos Sad.. — Anúbis sussurrou para mim.

Fiquei surpresa, mas resolvi ficar calada.

Meu irmão saiu dali e foi para a sala que Zia estava, consegui ainda a ver deitada numa cama com o soro do lado e o cara aplicando.

— Sad, seus pais já sabem de tudo.. — Anúbis dissw pegando e acariciando minha mão esquerda.

Sorri com aquela notícia.

— O que minha mãe disse? — perguntei.

— Ela só disse que vai começar as coisas do casamento. E seu pai insistiu em dar de presente uma viagem para a Lua de Mel.

Arregalei os olhos. Eu, Sad Kane, que ainda estou terminando o 2° ano do ensino médio, somente 16 anos, e vou me casar?

— Não está sendo rápido demais? — perguntei.

— Bem, depois resolvemos isso, a sua missão vem em primeiro lugar. — ele disse.

— Ok.

A porta da sala se abriu e Carter colocou o rosto para fora.

— Podem ir, vou passar a noite aqui com Zia. — ele disse e eu concordei.

Anúbis pegou minha mão e nos teletransportou para o refeitório,el entramos e pegamos algo para comer, poucas pessoas estavam ali. Sentamos numa mesa e comemos em paz.

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Me despedi de Anúbis com um abraço forte e um beijo calmo. Entrei no dormitório já era quase meia noite.. Esse chacalzinho adora conversar!

Quando coloquei o pé dentro do dormitório, as meninas me olharam, todas elas seguravam suas varinhas e cajados, seus olhos eram da cor vermelho.

— Helena? Kelly? Jessie? — perguntei para elas enquanto as três falavam uma magia estranha. Um simbolo apareceu, uma coisa que eu só vi a muito tempo quando derrotei Apófis. O símbolo do Caos.

Convoquei minhas coisas e fiz um circulo protetor.

— N'dah! — falei e o circulo brilhou em azul quando uma esfera negra twntou mw atingir.

Quando pisquei os olhos eu estava numa praia, ao longe o mar. E a minha frente as meninas possuídas.

Todas deram as mãos e começaram a falar um feitiço estranho. Eu não sabia o que fazer..

— Hapi! — gritei e o símbolo apareceu.

O chão começou a tremer. Atrás de mim o enorme gigante apareceu.

— Deixe elas lúcidas Hapi, não as machuque. — falei para o gigante e ele concordou.

Com um enorme galho ele jogou todas as meninas para trás, como se fossem pinis de boliche.

Convoquei meu livro de feitiços e comecei a folhea-lo.

— Fah! — falei e as meninas caíram deitadas, uma nuvem negra apareceu e foi embora.

Quando olhei novamente, eu tinha voltado ao meu quarto e todas elas estavam deitadas em suas camas.

— Que estranho..

Fui até a minha e me deitei. Fechei os olhos e caí num sonho profundo, nessa noite, não tive nenhum sonho estranho.