Notas iniciais
Não morram gente HSUHAUASAHSUSAHSUAH
Ah, e eu tava pensando em parar de escrever, pois eu estava travada e não me vinha inspiração, mas eu consegui escrever esse cap *-* vivaa! kkkk
Aproveitem =3

Levantei-me logo cedo, não conseguia definir meu humor, algo em mim incomodava, era como se algo fosse acontecer.

– Sadie? — alguém perguntou.

– Sim? — respondi quando parei de andar e me virei para trás, olhei e vi a minha frente Jessie.

– Caminhando sozinha a essa hora? — ela perguntou.

– É, quero relaxar um pouco.

– Conheço o lugar perfeito, vem. — disse.

Comecei a segui-la sem opções, entramos na floresta, eu conhecia aquele caminho, pois somente naquela trilha que tinham flores amarelas, chegamos por fim numa cachoeira, a mesma em que meu ursinho uma vez quase morrera.

– Ah, eu já vim aqui. — comentei.

– É legal, e cercado de magia, já viu?

– Como assim? — indaguei.

Seu braço me puxou até a beira do do lado, onde batia uma leve brisa, e apontou para o outro lado do rio, onde duas sereias sorriam e acenavam alegremente.

– Nunca tinha visto elas. — falei.

– Só aparecem quando eu estou aqui, já fiz amizade com elas, me dou bem com criaturas do mar e etc. — ela explicou.

Jessie tirou a blusa, ficando somente com a parte de cima de um biquíni e o short, e por fim pulou na água.

– Não é perigoso? — gritei quando ela chegou perto das sereias.

– Nem é, vem! — ela disse.

Não conseguia ver as pernas dela, somente sua cabeça estava por fora da água, um pressentimento me invadiu quando toquei meu pé na água, era melhor eu ficar bem seca e não entrar nesse rio..

– Ahh eu não sei nadar. Vou ficar aqui. — menti.

– Elas ajudam. — Jessie disse.

Tirei minha blusa e fiquei de sutiã, fechei bem os olhos e dei um pulo na água, senti como se eu tivesse literalmente andando na água, eu não precisava andar, a água me puxava sozinha.

– Desde quando você pinta o cabelo? — perguntei distraída para Jessie, mechas vermelhas tinham aparecido do nada nelas.

Olhei mais fundo em seus olhos, que mudavam de cor, sua boca estava de um tom vermelho mais forte,e tinha presas, seus cabelos agora eram da mesma cor, tentei nadar de volta para a margem mais eu não conseguia, algo me sugava para elas.

– SOCORRO! — gritei desesperada quando uma especie de corrente me puxou para baixo.

– Calma Sadie, sou eu. — Jessie disse.

Ela agora estava normal, suas presas não pareciam ameaçadoras.

– Me solta! — falei.

Espera, eu conseguia falar de baixo d'água?

– Eu preciso te mostrar uma imagem, que recebi do oráculo do mar, eu sou uma sereia, mas não tenha medo de mim, sou sua amiga! — ela disse.

Sua voz era calma, e parecia que ela não mentia.

– Tudo bem. — ela disse.

– Olhe isso. — ela disse e uma tela apareceu magicamente.

Encarei a tela, onde uma imagem minha e de Anúbis apareceu..


~~


– Sadie calma, eu vou falar com seu pai! — Anúbis falou nervoso.

– Como Anúbis? Ele vai me matar! Eu não estou pronta para ter essa responsabilidade!

– Eu te amo Sad, não vou te deixar sozinha. — ele respondeu.

Comecei a chorar desesperada, Anúbis rapidamente me abraçou, me sentia um pouco melhor em seu conforto, mas ainda pensava no que eu acabara de descobrir..

– Anúbis, você nunca vai me deixar não é? — perguntei assustada.

– Você é tão bobinha, é claro que não Amor. — disse.


~~


– O que exatamente é isso? — perguntei para Jessie.

– Não sei, só mostrei porque achei que algo ruim pode estar vindo..

– Não entendi muito bem, mas vou ficar atenta. — falei.

– Por favor Sad, não conte pra ninguém de quem eu sou. — ela disse.

– Sim.

Senti meus pés leves, fechei os olhos e meu corpo foi se levantando na água, até eu ficar boiando, abri os olhos e nadei até a margem, saí da água totalmente molhada, quem me dera saber um feitiço para isso..

Me despedi de Jessie e comecei a correr de volta para meu dormitório, eu sentia um frio estranho em mim, a água nunca me fez muito bem, acho que eu iria ficar resfriada.

Entrei no dormitório e corri para o banheiro, peguei uma toalha e entrei no chuveiro, tirei a roupa e coloquei a água no quente.

Terminei meu banho, me sequei e troquei de roupa, peguei meu celular e vi a hora, eram já 7 da manhã, saí novamente e fui para a Casa Grande, espiei pela janela para ver se tinha alguém acordado, só vi minha Deusa Patrono, Isis, que assistia calmamente Friends na tv, enquanto tricotava.

Essa é nova, nunca imaginei Isis tricotando..

Bati na porta e ela se abriu sozinha.

– Oi. — falei.

– Ah, oi meu bem. — ela disse.

Olhei para o tecido em suas mãos, era uma blusinha linda roxa de tricô, e ela escrevia o nome "Princess" de rosa.

– Pra quem é? — perguntei.

– Ah não é pra ninguém existente, ainda.. — ela disse e eu fiquei sem entender.

Me sentei do lado dela, uma pilha de roupinhas estava em cima do criado mudo, olhei todas elas, simplesmente lindas, um casaquinho preto com corações roxos, meias brancas com rosa, luvinhas que combinavam com a meia. Era tudo uma fofura.

Peguei uma xícara e coloquei um pouco de chá para mim e ela.

– Quer? — ofereci e ela aceitou.

Encostei minha cabeça no sofá e fechei os olhos com a xícara na mão, acabei adormecendo.


~~


– Hey minha linda, acorda.

– Vai se ferrar Anúbis.. Me deixa dormi.

– Acho que alguém não vai querer o álbum autografado do Linkin Park..

Abri os olhos alarmadas e dei um pulo do sofá, deixando a xícara cair no chão com um pouco de chá e ela logo se quebrar.

– Cadê? – perguntei exaltada.

– Era brincadeira. – ele falou chorando de rir. – E você caiu. – continuou.

Soquei de leve seu braço e ele parou, fiz biquinho de emburrada e ele tentou me beijar, e como eu não deixo barato, desviei e o fiz dar de cara com a almofada.

Ri um pouco.

– Bem feito.- falei rindo histérica.

– E você não ganha isso. – ele disse abrindo a mão e um cd de LP apareceu magicamente, com o autografo deles.

Pulei em cima delem peguei o cd, que logo se transformou em areia em minhas mãos.


– Eu sabia que isso ia acontecer mesmo. – falei de nariz empinado e com os braços cruzados.

Dei um sorriso leve e fui até ele, me deitei em cima do mesmo e lhe dei um beijo.

Que foi logo se aprofundando em vários amassos.

– Para Anúbis, meu pai pode aparecer. – falei enquanto ele beijava loucamente meu pescoço.

– Então vamos sair daqui. – ele disse, um névoa nos cercou, quando reparei, estávamos em um quarto diferente, as paredes pretas com o teto da mesma cor, e estrelado, roupas estavam jogadas, eu e ele estávamos deitados em uma cama de casal, o guarda roupa não era um dos melhores, umas portas abertas e tudo desorganizado.

– Esse é seu quarto no Duat? – perguntei rindo.

– Hã.. É, tá meio desorganizado.

– Meio? – falei com lagrimas de risos nos olhos. Minha barriga começava a doer e muito.

– Haha, muito engraçado, bem, agora com essa, preciso tomar um banho, pois estou cansado e não dormi bem a noite. – Anúbis falou e eu assenti.

Ele pegou uma toalha na gaveta e entrou no banheiro, que parecia a coisa mais limpa do quarto.

Olhei para a enorme bagunça, convoquei uma vassoura e comecei a varrer, peguei as roupas e separei-as em sujas e limpas, as que estavam limpas eu guardei no guarda roupa, dobrei tudo bem direitinho.

Arrumei sua cama e fui para a mesa do computador, juntei todos os papeis e joguei tudo no lixo, passei um pano úmido nos lugares que precisava e pronto, o quarto dele já estava melhor.

Joguei-me na cama cansada. Esses foram os 10 minutos mais chatos da minha vida..

– Nossa, que rápida, obrigado. – ele disse.

Sentei na cama e o vi só de toalha, dei um sorriso malicioso e ele me jogou uma almofada.

– Cobre o rosto. – falou.

– Claro. – falei tentando me fazer de santa com uma cara ofensiva.

Coloquei o travesseiro na frente do meu rosto e soltei uma risada ao ouvir a toalha caindo. Abaixei lentamente a almofada e dei de cara com dois olhos cor de chocolate, e um sorriso travesso em seus lábios, quase tive um mini infarto nessa hora.


– Deuses, que susto! – falei.

– Tentou espiar né? Acho que merece um castigo por isso. – ele disse.

– Que mentira, eu sabia que você já estava vestido! – comentei e me arrependi disso, ele não tinha colocado nada, somente a cueca.

Seus lábios se aproximaram dos meus, o puxei para cima de mim, sentindo seu corpo quente. Me livrei do travesseiro que estava entre nós, deixando-nos somente corpo a corpo.

Suas mãos foram para minha cintura, usei uma coisa que eu tinha aprendido a muito tempo, um feitiço simples, fiz desaparecer minhas roupas, ficando somente de roupa intima.

– Anúbis..

– Sim Sad?

– Eu quero..

Abri um sorriso tímido e ele entendeu.

Notas finais
Sadie sua perva (8