Academia De Fadas

31 Capítulo 31 — Sabor (+18)


Notas iniciais
Olá gente linda, como estão? Como passaram o fim de semana? Sentiram minha falta? *-* , KKKKK, brincadeira, estou muito feliz com todos os comentários, realmente entusiasmada *-* Obrigada meus amores! E como vocês já viram o +18 ali emcima, dá pra saber o que acontece, e sim estou muito pervertida, maaas, é que me animei com o ultimo capitulo do manga *000*, Natsu muito pervertido e eu adorei, mais alguém lê? *---* Enfim, tem hentai só no final, então quem não curti quando começar a esquentar é só pular belezinha? Espero que gostem (: ♦Capítulo reeditado

Capítulo 31 Sabor

Natsu

Ontem à noite foi ótimo, e hoje a noite promete.

Flashback on

— Não Natsu, temos que ir para a aula — Lucy disse tentando me empurrar e me puxando pra si ao mesmo tempo.

— Só sermos rápidos — falei em seu ouvido, e desci beijando seu pescoço, a sentia arrepiar e isso com certeza me excitava mais.

— Hoje à noite tudo bem? Agora vamos.

Flashback off

As aulas demoraram eras para acabar, felizmente posso ficar observando-a no passar das aulas. Não vejo a hora de podermos nos encontrar sem se esconder, pensando nisso, tenho logo que falar com Lis, mas outra hora, porque hoje à noite tenho planos mais interessantes. O problema desses planos é o que vou fazer agora. Comprar camisinha.

Não deveria ser tão constrangedor, mas também não podemos ficar arriscando, imagina se ela engravida? Eu? Pai? Não, isso não combina, não agora. Já ficamos com medo porque da última vez não usamos nada, esperamos que não venha nenhuma surpresa por aí. Fico pensando se Sting teve que fazer isso, na verdade só de imaginar eles... sinto meu sangue ferver, que ódio. Mas enfim, ela é minha.

Cheguei na frente de uma farmácia, que logicamente era distante de onde morávamos, e fiquei ali me preparando. Talvez se eu for bem rápido, nem dê tempo de sentir vergonha. E segundo Gildartz é melhor já comprar várias de uma vez para não ter que passar por isso de novo, e como acho que ele deve entender dessas coisas vou seguir seu conselho.

Entrei, comecei a procurar e as encontro facilmente mas... Putz, qual? Por que diabos existem tantos tipos? Não fui feito para raciocinar. E quando vejo estou ali parado na frente de um monte de tipos de camisinha. E a ideia de ser rápido, seu idiota? Senti meu cérebro girar “novo formato”, “sabor morango”, “dê mais prazer a pessoa amada”, “prolongue o prazer”, “ultrassensível”, “texturizada”. Que merda?

Ah dane-se, agarrei qualquer tipo, peguei várias como o sábio Gildartz disse, enfiei na cesta, coloquei um salgadinho por cima para disfarçar, agora é só pagar e dar o fora. Vou para o caixa para sair o mais rápido possível dali. Jogo tudo na esteira... e quando vejo. Mirajane. Sério, a coordenadora e irmã de Lis, ali no caixa, pegando as camisinhas. Muitos palavrões se passaram em minha mente, mas já era tarde demais para retroceder.

— Ora ora, olá Natsu — sorriu e passava uma camisinha de cada vez. PORQUE DIABOS FUI PEGAR TANTAS?

— Ahn, oi Mira — Sério, se isso não valesse tanto a pena com certeza eu largaria as coisas ali mesmo.

A cada ‘bip’ parecia uma eternidade, e ela ficou com aquele sorriso de canto de boca. Apenas fiquei ali tentando disfarçar meu nervosismo. E quando estava chegando na última, deu problema na máquina e teve que passar TUDO de novo. Puta merda.

―×―

Lucy

As horas no trabalho não passavam, Levy-chan não veio hoje, disse que estava passando mal, o que só piora a situação. Queria saber o que Natsu está fazendo, com certeza deve estar se divertindo por aí, que inveja. Suspiro. Bom, mas hoje à noite com certeza vai ser ótimo. Sorri sem querer.

O tempo passou, fechei a livraria mais cedo, com a permissão do chefe, e fui até o mercado comprar algumas coisas para noite. O que faço para comer? Nessa hora me passa algumas coisas pervertidas na cabeça... mas o que? O que ele tá fazendo comigo? Começo a rir de meus próprios pensamentos. Talvez fosse bom a gente pedir algo para comer, não combinamos nada direito. Enfim, acho que vou apenas comprar sorvete e cobertura pra sobremesa. Peguei, paguei e sai dali com outros planos.

Fui em uma loja de lingerie, quero estar preparada para mais tarde. Tinha modelos lindos, escolhi um preto rendado, bem provocador, adorei. Espero que ele goste... sinto meu rosto corar só de pensar nele me vendo assim. Sai e fui até meu apartamento, guardei o sorvete e deixei a cobertura na mesa, enchi minha banheira, joguei alguns sais, e tomei um banho demorado, coloquei minha nova lingerie com um vestido preto decotado por cima e sai do banheiro.

Vou andando até a cozinha quando me sinto observada, olho pro lado. Natsu me olhando de um jeito bem perverso sentado em minha poltrona, e segurando uma sacolinha.

— N-Natsu? Não chegou muito cedo? — falei e ele ficou me olhando, parecia bufar por dentro, seus olhos estavam arregalados e veio se aproximando de mim — O-o que foi? — ele ficou na minha frente, pôs suas mãos em meus ombros e me fitou.

— Pelamordedeus, diz que vai transar comigo.

Hã?

―×―

Ele me contou tudo o que havia acontecido, e não consegui não deixar de rir, ainda estava rindo muito imaginando aquela cena toda, ria tanto que ele ficou me olhando irritado.

— Vai ficar rindo é? — me olhou arqueando as sobrancelhas.

— É que... — tentei começar a falar antes de rir novamente, tentei recuperar o fôlego — deve ter sido muito hilário — consegui terminar de dizer, minha barriga até doía, até sentir eu sendo jogada contudo na cama, parei de rir imediatamente e olhei espantada para Natsu em cima de mim. Agora me olhava de um jeito debochado.

— Assim você para de rir né? — falou com um sorrisinho no rosto.

— Assim você me assusta! — meu coração tentava voltar a seu ritmo normal.

— Continua rindo para você ver o que acontece. — falou num tom sério e ao mesmo tempo sedutor. Esse Natsu provocador, faz meu corpo todo arrepiar internamente.

— Haha — brinquei. Mas acho que ele não levou tão na brincadeira assim, porque em um impulso prendeu meus pulsos com uma mão acima da minha cabeça, separou minhas pernas com as suas, e levou a outra mão pelas minhas coxas, acariciando, subindo meu vestido, me fazendo estremecer. Seus olhos profundos e provocadores me olhavam, me devoravam. Engoli a seco, ele realmente não sabe brincar.

Ele foi erguendo meu vestido, passava suas mãos lentamente pelas minhas pernas, passou pela minha calcinha, e depois até minha barriga, desceu sua boca até perto de meu ouvido.

— Eu avisei — seu hálito fresco, seu corpo colado ao meu, tudo já me fazia enlouquecer. Aquela situação, todo o clima sendo criado ali. Natsu foi chegando seus lábios perto dos meus, e meu corpo já pedia por ele inteiro. Ele foi aproximando, cerrando seus lábios aos meus, fechei meus olhos, esperando por ele, quando sinto ele sair de cima de mim. Abro meus olhos sem entender e o encontro me olhando. — Esse é seu castigo — falou e começou a rir — Nossa, você realmente me quer hein?

Idiota. Essa palavra passou muitas vezes pela minha cabeça, não sabia se era pra mim ou pra ele. Então me sentei na cama o olhei fixamente, tentei mostrar minha raiva com meu olhar, e rapidamente peguei meu travesseiro e joguei na cara dele. Agora sim, comecei a rir novamente.

— Toma sua parte — falei rindo, até ver ele me olhando e se aproximando.

— É assim que você quer jogar? — disse de um modo ameaçador. Droga, minha diversão não durou tanto tempo assim. Ele se aproximou e eu fui me encolhendo na cama, aguardando o pior. Depois ele desviou o caminho, pegou algo escondido em sua sacola, escondeu atrás de si e se aproximou mais de mim. O que ele tinha em mãos? Ai Kami-sama, to ferrada?

Ele se aproximou, eu peguei uma almofada que deixo em cima da cama e coloquei na minha frente, como um escudo.

— Nem tente nada Natsu, estou armada! — falei ameaçando jogar a almofada na cara dele de novo. Mas acho que ele não se incomodou, porque foi se aproximando, até por um de seus joelhos em cima da cama e ficou me olhando.

— Chama isso de arma? — ele falou apontando pra minha almofada e rindo, e sem eu perceber ele pegou a almofada da minha mão e jogou para longe. Agora sim eu estava perdida. — Vou te ensinar o que é estar armado Lucy! — falou tirando um spray de chantilly de suas costas e espirrando em mim. Sério. Em mim inteira, sem piedade nenhuma.

Pulei da cama e sai correndo para a cozinha, e ele veio atrás espirrando aquele negócio na minha casa inteira, peguei a cobertura que comprei e o olhei, cada um de um lado da mesa.

— Você me paga por isso! — falei determinada tentando limpar meu rosto, só porque eu estava limpinha! Ele veio para o meu lado e foi dando passos lentos em minha direção e eu fui dando para trás até encostar no balcão da cozinha. Deixei ele se aproximando, até apontar aquele spray para mim e não sair nada. Ele olhou para o spray com uma cara de desesperado, aproveitei, abri a cobertura e despejei nele todo.

— Agora sim, você conseguiu me irritar — falou olhando para si e voltando seu olhar para mim.

Olhei para ele todo sujo, comecei a rir, e quando percebo ele me agarra com tudo e me abraça todo melecado de cobertura.

— Eca Natsu, me solta! — gritei tentando escapar, mas ele tinha me abraçado forte, e me apertava contra si.

— Nem pensar — falou rindo, me apertando contra seus braços. Admito que aquilo era bom, ele me abraçando daquele jeito. Mas eu não podia perder. O olhei do jeito mais sensual possível. Comecei a deslizar meus dedos por sua camisa no pequeno espaço entre a gente.

— Se você me soltar agora, faço tudo o que você quiser — sussurrei tentando chegar perto de seus ouvidos, fiz a voz mais sexy que consegui. Ele me olhou de um jeito malicioso, foi cedendo seus braços, e eu aproveitei para me esquivar e sair correndo.

— Você joga sujo — gritou indo atrás de mim, eu olhava pra ele rindo, até...

— AHHH! — gritei escorregando no meio do meu quarto com o chantilly do chão, Natsu olhou para aquilo tentando conter seus movimentos porque estava logo atrás de mim, mas não conseguiu e caiu em cima de mim.

— Ai Lucy, viu o que você fez?

— Eu? Você que jogou chantilly pelo apartamento inteiro! — falei ainda sentindo seu peso sobre mim.

— Bom não importa, porque agora, você não tem pra onde escapar — falou perto de meu ouvido. Sentia seu peso sobre mim, e o pior de tudo que é que ele estava em minhas costas, ficou me beijando perto do pescoço, me dava arrepios, e eu realmente não tinha como escapar daquela situação, nem das sensações. — Vou ter que te fazer minha de novo pra você aprender... — sussurrou sedutoramente, me puxou me virando de frente para si. Me fazer dele? Como ele pode ser tão provocador?

Continuei em silêncio, e ele foi beijando meu pescoço, mordendo meus lábios, apoiava seu corpo sobre o meu com suas mãos ao meu redor.

— Acho que vou ter que limpar essa sujeira toda — falou e num piscar de olhos puxou meu vestido para cima, e ficou me analisando — Nossa Lucy, quer me matar do coração usando algo assim? — mordeu o lábio inferior. A lingerie! Talvez esteja dando efeito? Sentia meu coração acelerado, e acelerou ainda mais quando ele inclinou sua cabeça para baixo e começou a lamber aquela mistura de chantilly e cobertura de chocolate por meu corpo.

Sua língua quente passeava por mim, meu corpo já sentia as inúmeras sensações que aquela língua desejosa causava. Ele foi lambendo pelo meu pescoço, entre meus seios, pela minha barriga.

— Seu gosto é tão bom... tem ideia do quanto seu sabor me deixa louco Heartfilia? — me olhou por alguns segundos e agora voltava sua trajetória me dando beijos por meu corpo. Todas aquelas sensações se misturavam, aquele jeito sedutor dele, ele me deixava louca e meu corpo sentia as consequências disso.

Seus lábios se encontraram aos meus, foi me beijando lentamente, criando abertura por minha boca, entrelaçando sua língua na minha, senti o sabor doce nela, estava quente, minha língua passava pela sua, roubando sabores, causando desejo. Separamos nossos lábios, nossas respirações estavam fortes, ele se ergueu um pouco e ficou me olhando, me sentia envergonhada, tentei cobrir meu corpo, mas ele segurou minhas mãos, tirou seu cachecol e as amarrou com ele. O que me pegou desprevenida e me deixou surpresa.

— Nem tente, acha mesmo que pode esconder o que é meu? — falou me olhando profundamente, via fogo em seu olhar, passou a língua pelos lábios e voltou a olhar meu corpo — Você é linda, me deixa aproveitar mais um pouco o que você está usando, porque logo vou querer arrancá-lo.

Meu coração estava em um ritmo descompassado, minha respiração falhava. Sei exatamente onde tudo isso vai levar, e meu corpo está pedindo ardentemente por isso. Sem minhas mãos me sentia desprotegida, totalmente a mercê dele, que começou a passar suas mãos pela minha cintura, e depois me ergue para tirar meu sutiã, senti todos meus órgãos vibrarem. Jogou meu sutiã ao lado e voltou a me olhar.

— Realmente gostei disso, estava tentando me provocar? — perguntou e eu fiquei sem reação, ele continuou me olhando esperando uma resposta — Porque está tão tímida, sei que você quer isso tanto quanto eu, dá para perceber com isso — falou pondo seus dedos em cima de minha calcinha que já estava úmida. — Você me quer Lucy? — me provocou e tudo o que consegui fazer enquanto meu corpo todo estremecia foi concordar com a cabeça. — Assim não, quero você dizendo, quero você pedindo.

Ele estava brincando comigo, se jogou do meu lado no chão, e levou sua mão por dentro da minha calcinha, passando seus dedos por meu clitóris, me fazendo gemer, e depois parou e me olhou.

— Estou esperando, é só você dizer, e eu te faço minha aqui e agora — seu olhar esbanjava luxuria sobre mim, voltou a deslizar seus dedos sobre minha intimidade.

— Oh Natsu, por favor — gemi alto, meu corpo se contorcia. Ele sorriu, continuou passeando seus dedos, até enfiar um deles dentro de mim, gemi alto.

— Peça mais, o que você quer Lucy? — perguntou penetrando seu dedo e o retirando repetidas vezes. Não vou aguentar assim, o que ele quer? Meu corpo tremia, esquentava, suava com aquelas sensações que seus dedos causavam.

— Eu quero você — gemi quase que gritando.

— Agora sim — disse com um sorriso. Tirou sua camiseta e calça, ficou apenas me olhando, e eu o fitava, o desejava.

Subiu sobre mim novamente, começou a lamber meus seios que estavam a mostra, eu gemia, não tinha como me conter, minhas mãos amarradas, não podia fazer nada, ele continuou dando algumas mordidas enquanto sua mão apalpava meu outro seio. Sua língua passava e repassava pela ponta de meu seio. Sua outra mão solta foi por baixo de minha calcinha penetrando seu dedo em mim. Meu corpo não estava suportando, suas lambidas, sua penetração. O contraste de seu corpo quente com o chão frio.

— Natsu! — gemi quando senti meu corpo de convulsionar. Apertei minhas mãos contra o cachecol com toda minha força atingindo um clímax incrivelmente prazeroso e senti todo meu corpo amolecer. Ele sorriu vitorioso. Enquanto eu respirava em prazer, o olhava enquanto tentava me recuperar de toda aquela sensação.

— Você está deliciosa — sussurrou em meu ouvido, enquanto tirou seus dedos de dentro de mim. Desceu sua boca por meu corpo, puxando minha calcinha com os dentes, isso me excitou ainda mais, se é que seja possível estar mais excitada. Arrancou-a e começou a cheirá-la. — e teu cheiro é irresistível.

Estremeci, meu corpo estava adormecido ainda com meu orgasmo. Ainda assim, eu o queria, só pra mim. Se levantou para tirar sua cueca, depois subiu em cima de mim, com sua ereção exposta, me fazendo imaginar milhares de coisas nada inocentes.

— Agora vou saboreá-la por inteiro amor — falou pegando um pacotinho preto e o rasgando, tirou a camisinha e a pôs.

Levantou meus joelhos e separou minhas pernas com as dele. Se posicionou sobre mim, e começou a me penetrar lentamente, sentindo cada centímetro dentro de mim. Já sentia meu corpo se contorcer, ele foi entrando, me preenchendo, me proporcionando o prazer que nunca imaginei sentir. Foi até o fundo e voltou tirando de dentro de mim, o olhei com meu corpo todo tremendo.

— Quer mais? — me olhou sedutor novamente, batendo seu membro contra a entrada de minha intimidade.

— Sim, por favor — gemi, e ele me penetrou novamente dessa vez mais intensamente, voltou a se retirar.

— Mais?

— Oh por favor! — supliquei entre meus gemidos, e dessa vez ele penetrou ferozmente, entrando e saindo repetidas vezes de dentro de mim, cada vez mais rápido, meu corpo parecia entrar em ebulição, e ele investia mais e mais intensamente, levei minhas mãos presas passando por seu pescoço o prendendo a mim, ele me puxou mais para si, enquanto fazia movimentos mais rápidos, seu ritmo era intenso, forte, implacável. Seu corpo todo estava quente. Ao mesmo tempo em que meu corpo esfregava-se no chão gelado, formando gotículas de suor. A cada vez que ele me penetrava sentia meu sangue arder em mais desejo. Ah essa sensação! Eu gemia, ele entrava, saía, mais ferozmente.

— Você é tão boa — murmurou se apossando de mim, deslizando em mim, me preenchendo, me sufocando, mostrando seu desejo. Está vindo, aquela ardência, passando entre minhas veias, sendo distribuído por meu corpo.

— Natsu! — gemo mais uma vez, meu corpo se contorce de prazer, e depois amolece, se desfazendo pelo piso de meu apartamento. Natsu me penetra mais uma ou duas vezes até ter seu orgasmo, se retirou de dentro de mim e senti seu corpo desabar em cima de mim. Nossos corpos suados, relaxados e entorpecidos estavam colados. Seu rosto ao lado do meu, sentia sua respiração forte.

Ele se jogou ao meu lado, desamarrando o cachecol e me abraçando.

— Amo você — sussurrou, meu coração acelera ainda mais. Aquela frase tão reconfortante e calorosa, adorava ouvi-la principalmente dele.

— Também amo você — falei e vi ele esboçar um sorriso.

— Preciso de um banho.

— Vamos.

Notas finais
Então gente,Aproveitem o amor deles, nunca se sabe o que acontecerá no amanhã haha,Vejo vocês nos comentários ♥