Notas iniciais
oi gente aki, to ficando meio sem ideias tudo o q eu queria fazer na fic eu ja fiz e acho q seria desnecessario simplesmente ir colocando capitulos d abusos repetitivos e bla bla bla entao a fic ta chegando ao fim se quiserem dar alguma ideia, isso pode despertar meu cerebro rsrs entao a vontade

Estava me encarando no espelho não sei há quanto tempo. Eu não diria que estava com vergonha, mas ligeiramente incomodada... Porque depois da troca de presentes, Charlie mandou que eu fosse para o quarto dele e colocasse a lingerie que ele me dera e esperasse no banheiro... A última vez que isso aconteceu eu quase morri afogada... Além disso, eu estava incomodada, simplesmente, pelo fato de estarmos em seu quarto.

— Emily!

Foi quando a voz de Charlie chegou aos meus ouvidos... Ele parecia impaciente. Olhando para o espelho eu ri... O que seria de minha mãe se ela me visse agora? Vestida numa roupa provocante de natal prestes a ir para o quarto dormir com um homem muito mais velho... Ah mamãe... Se soubesse das coisas que eu faço para apenas sobreviver...

Eu ri mais um pouco, depois disse:

— Já vou.

E eu fui mesmo...

Quando sai do banheiro, vi Charlie sentado na beira da cama apenas com sua calça jeans e com os cotovelos apoiados no joelho. Porém, assim que me ouviu chegando ele se levantou e olhou para mim. Vi quando seus olhos brilharam e ele abriu um sorriso. Depois disse, enquanto dava palmadas no colchão ao lado:

— Venha cá, querida.

Eu revirei os olhos e fiz o que ele pediu. Eu me aproximei da cama e deitei nela, bem no meio e atrás de Charlie. Minha respiração estava ofegante. O quarto de Charlie era mais quente que o meu no subsolo, o que me fazia suar mais. Acredito que numa situação normal eu consideraria aconchegante, porém agora me sufocava.

Charlie foi até o armário e abriu uma gaveta. De lá tirou uma corda áspera e grossa... Era uma daquelas cordas que me machucava muito, pois qualquer movimento que fazia, arranhava a minha pele, por isso tinha marcas profundos nos pulsos e calcanhares... Eu havia percebido que eu jamais conseguiria escapar dos abusos físicos diários devido ao fato de Charlie ser muito perfeccionista e eu parecer nunca me encaixar a onde ele queria... Entretanto talvez pudesse escapar desses tipos de abusos...

Quando percebi, ele já estava em cima de mim e colocava meus pulsos para cima, provavelmente planejando amarrar minhas mãos na grade acima da cama. Quando ele estava prestes a fazer isso, eu disse:

— Espera Charlie... N-não. Não faz isso.

Ele olhou para mim com um das sobrancelhas erguidas. Eu nem percebi que estava tremendo. Pra onde foi todo o calor que sentia há pouco tempo?! Estava suando frio!

Charlie sussurrou:

— Vou ter que pegar a mordaça?

Engoli a saliva acumulada e respirei fundo antes de falar:

— N-não. Você não precisa pegar nada... P-p-por que não tenta fazer sem nada dessas coisas? Só hoje... Por favor.

Charlie saiu de cima de mim e se sentou na minha frente na cama. Eu me levantei, acompanhando-o e me sentei também. Ele pareça confuso e disse:

— Quer dizer, sem te amarrar ou te amordaçar?

— É...

— Não. Prefiro você se remexendo e estrebuchando a parada e estática.

— Tudo bem... E se eu tentar?

— Como assim?

Eu respirei fundo, abaixei a cabeça e disse baixinho:

— Eu não quero morrer sem nunca... Sentir prazer nisso.

Charlie me olhou desconfiado. Eu revirei os olhos e disse:

— Se não acredita em mim, tudo bem. — juntei meus pulsos e os coloquei na sua frente — Vá em frente, me amarre.

Meu sequestrador ficou me encarando durante longos minutos. Eu não sabia o que ele estava pensando, porém imagino que estivesse calculando se acreditaria em mim ou não... Quanto a mim, eu esperava que ele aceitasse minha proposta naquele mesmo instante ou não o fizesse nunca, pois minha coragem quanto ao pedido estava se esvaindo rapidamente.

Entretanto, quase pulei de susto quando senti as mãos de Charlie pegando meus pulsos unidos. Ele se inclinou e beijou minhas mãos delicadamente, logo em seguida, subiu pelo meu braço chegando ao meu pescoço. À medida que ele foi fazendo isso minha respiração acelerava e eu ia deitando no cochão, por baixo mais uma vez.

Charlie começou a beijar minha boca e eu segurei seus ombros e tentei retribuir. Fingir que eu era uma garota normal que havia trago outro garoto normal escondido para o meu quarto enquanto meus pais dormiam... Foi mais difícil que eu imaginava.

O cheiro de Charlie me despertava lembranças horríveis e eu não conseguia fechar os olhos e relaxar, aproveitando o momento. Aos poucos comecei a sentir uma espécie de enjoo e fiquei com medo de vomitar ali mesmo... Isso, com certeza, me renderia uma surra enorme e, provavelmente, longas noites naquele bloco de cimento com os ratos.

Querendo impedir isso, eu fiz uma pressão um pouco mais forte em seus ombros e ele se afastou um pouco da minha boca. Estávamos ofegantes quando eu disse:

— Não me beija.

Ele estava ficando irritado. Dava pra ver isso nos olhos dele e na forma como seu rosto estava ficando vermelho.

OK, eu já tinha feito um estrago bem grande, então tentei o máximo possível remediar:

— Ainda não... Em uma próxima vez, que tal?

Eu peguei em seu rosto e mexi meus polegares fazendo uma leve carícia enquanto perguntava se estava tudo bem. Por fim, ele suspirou e disse, apontando para minha cara como se eu fosse uma criança:

— Pra isso funcionar vai ter que fazer um favor para mim.

Eu desviei meus olhos dos deles e fiquei encarando a parede. Perguntei:

— Fala.

— Você vai ficar por cima hoje.

Olhei assustada para a cara de Charlie... Ele queria que eu fizesse o que?! Ficasse por cima?! Como assim?! Ele não pensava, realmente, que isso ia acontecer, não é?!

Eu gaguejei quando disse:

— M-m-mas Charlie... Não pode querer que eu-...

— Ou faz isso ou eu te amarro de novo.

Charlie começou a beijar meu pescoço e suas mãos foram para minhas costas, desabotoando minha babydoll e jogando-a em algum lugar do quarto. Quando estava apenas com a calcinha, Charlie inclinou a cabeça e começou a lamber e chupar meus seios e mamilos... Aquilo era bom... Um formigamento gostoso... Por algum motivo, me lembrei daquela “primeira vez” com Hector e meus olhos se encheram de lágrimas, porém eu virei a cabeça para o lado e tentei tirar essas lembranças da minha cabeça...

Meu sequestrador decia as mãos passando-as pela minha pele, percorrendo minha cintura e chegando até a barra da minha calcinha. Ele brincou um pouco com a renda até que começou a retirá-la.

Sua boca se separou do meu colo para retirar minha última peça de roupa e depois girou-me rapidamente, assustando-me, fazendo com que eu ficasse, enfim, por cima dele. Eu me vi em pânico e comecei a olhar para todos os cantos do quarto... O que eu deveria fazer?! E se Charlie não gostasse e me batesse?! Prendesse-me?! Deixasse-me sem comida?! Estávamos indo tão bem...

De repente ele me tirou de meus devaneios quando pegou minha mão e levou-a até o zíper de sua calça. Senti seu membro duro por baixo do tecido.

Ele disse com uma voz rouca:

— Tire.

Minhas mãos tremiam enquanto eu desabotoava a calça, abria o zíper e a abaixava lentamente junto com a coeca. Não para excitá-lo, mas porque estava meio congelada em meio a toda aquela situação. O pênis de Charlie quase pulou na minha cara e minha respiração falhou por um momento. Mais uma vez, ouvi sua voz:

— Chupe.

Eu odiava fazer aquilo. Charlie sabia disso. Eu achava nojento e todas as vezes acabava me engasgando. Entretanto, abaixei a cabeça e coloquei aquela coisa na minha boca.

Àquela altura eu já havia aprendido como fazer um bom oral para que Charlie ficasse satisfeito. Comecei devagar, lambendo o membro o máximo que podia para que ele deslizasse facilmente por minha boca. Lembrei-me de dar mais atenção a cabeça e massagear as bolas dele também. Eu ouvia Charlie resmungando e se remexendo logo acima de mim, mas sabia que era porque ele estava gostando.

Quando enfim coloquei todo o pênis dele na minha boca, senti suas mãos indo até minha nuca e agarrando meus cabelos, puxando-os e guiando-me para que eu fosse mais rápido e mais fundo... Eu conseguiria aguentar aquilo sozinha... Mas Charlie sabia que eu não suportava quando ele fazia aquilo com a minha cabeça!

Seu pênis batia na minha garganta e eu sentia ânsia de vômito com aquilo. Eu queria parar, eu queria que ele me largasse. Eu não conseguiria tentar daquele jeito. Incapaz de falar, eu emiti múrmuros de incomodo e arranhava e batia em suas coxas e barrigas onde minhas mãos alcançavam... Entretanto, isso não pareceu parar Charlie. Ele continuou fazendo pressão na minha cabeça e obrigando-me a ir cada vez mais fundo, até que, finalmente, gozou, liberando seu esperma na minha boca.

Naturalmente, eu engasguei. Meu sequestrador enfim largou minha cabeça o que me permitiu adotar uma postura ereta. Eu tossia e lacrimejava enquanto tentava engolir todo aquele sêmem. Quando por fim consegui, ouvi Charlie rindo abaixou de mim.

Ele tentou passar a mão no meu rosto, mas eu afastei meu rosto. Ouvi-o dizer:

— Tontinha Emily. Agora, venha aqui. Ainda não acabei com você.

Por algum motivo, o que antes eu estava disposta a considerar, agora me dava asco. Com fúria eu empurrei Charlie e disse alto e em bom tom:

— Não.

Ele ficou me encarando pelo o que pareceu três segundos e depois começou a gargalhar. Eu me sentei na cama o mais distante dele possível. Havia, até mesmo, lágrimas nos olhos de Charlie quando ele terminou de rir. Ele disse:

— Talvez esse período amigável entre nós tenha feito você esquecer quem, realmente, manda aqui.

Mais rápido que um piscar de olhos Charlie me pegou pelo braço e me jogou no chão. Bati minha cabeça na madeira fria e fiquei zonza de modo que mal senti Charlie me colocando de bruços e se debruçando em cima de mim.

Eu comecei a me remexer e tentar sair de baixo dele, mas sabia que era impossível; Charlie sabia como me imobilizar mesmo que usando apenas os próprios membros. E mais, não importava o quanto eu gritava, o quanto eu me debatia, o quanto eu me rebelava... Naquele lugar eu estava a mercê dele.

Achei que ele iria fazer aquilo comigo normalmente, porém me surpreendi quando senti que meu sequestrador guiava seu membro para um local um pouco mais atrás. Remexi-me e gritei mais ainda. Charlie sabia que eu odiava aquilo! E mesmo sabendo que doía como o inferno ele o fazia sem a menor preparação!

Charlie penetrou fundo em mim, fazendo com que meu corpo inteiro se arrastasse na madeira. Eu gritei e lágrimas jorraram pelos meus olhos. Maldito!

Ele não esperou eu me recompor, apenas continuou naquele ritmo rápido, profundo e extremamente insuportável... Eu gritava, eu urrava, eu clamava para que ele parasse... E ele não me escutou, me ignorando totalmente...

Pareceu-me que havia passado uma eternidade até que Charlie finalmente gozasse e saísse de cima de mim. Enquanto ele ia até o banheiro, provavelmente se limpar, eu fiquei no chão, chorando e sentindo aquele líquido viscoso escorrendo de dentro de mim... Naquele momento, tudo o que eu queria era morrer.

Meu sequestrador apareceu de repente ao meu lado. Ele me pegou no colo e me largou na cama, machucando minhas partes já doloridas. Depois, senti o colchão se afundar perto de mim e Charlie se deitar do meu lado puxando-me para que eu me abraçasse a ele. Obviamente eu me remexi e tentei empurrá-lo, porém ele disse:

— Quer um segundo round?

E ponto. Eu parei de me deixar e simplesmente deixei que ele se aproximasse de mim até que me forçasse a deitar contra seu peito. Eu o ouvi dizer mais uma vez roucamente:

— Boa garota. Agora durma. — meus cabelos foram beijados — Boa noite.

E, dessa forma, eu passei as últimas horas de mais um natal naquele inferno.

Notas finais
espero q tenham gostado comentem