Abusada ll - Sequestrada

27 Capítulos Bônus... Se é que pode chamar isso de bônus


Notas iniciais
capitulo duplo pra vcs esse capitulo ja tava pronta desde o inicio da segunda temporada e o nome do richard era arthur e da alexandra era katrina... entao s tiver algum nome inalterado no capitulo me avisem onde q eu mudo depois :) espero q gostem

Aquele seria o dia. Eu podia sentir isso. Com certeza. De hoje não passava. Eu ia conseguir. Dessa vez eu ia conseguir.

Apertei a pedra junto ao meu corpo e repassei o plano na minha mente: bater na cabeça dele e correr o mais rápido possível e nunca parar. Não era exatamente um plano, mas eu queria acreditar que não tinha como dar errado. Tudo iria sair exatamente como o planejado. Tudo daria certo.

Tossi aquela habitual tosse molhada e me encolhi mais em torno da pedra. Estava com frio e com fome. Minha barriga coçava (acho que havia pegado alguma alergia), minha cintura doía e o meu tornozelo estava inchado e roxo. Ela havia me jogado da escada quando eu havia trago seu jantar mais cedo naquele dia. Torci o pé e bati a cintura na pedra que estava guardando embaixo das minhas vestes desde a manhã quando fui trabalhar no jardim.

A porta se abriu e a luz se acendeu de uma vez. Tomei um susto e arquejei. Podia ouvi-lo descendo a escada calmamente, provavelmente cansado do trabalho.

Meu tio Richard parou ao lado de mim e disse com sua voz nojenta e horrível:

— Boa noite garoto. Teve um bom dia?

Ele abaixou e pude ver enquanto destrancava e abria a porta da gaiola de ferro que me mantinha preso a maior parte do tempo. Permaneci calado e segurei a pedra com tanta força atrás de mim que os nós dos meus dedos ficaram brancos.

— Sua tia disse que você foi um merdinha inútil hoje, como sempre. Disse que a sua comida parecia lavagem. — ele olhou para o meu tornozelo — Estou vendo que ela já deu uma devida punição. Melhor cuidar disso garoto, se não terá que amputar seu pé.

Ah com certeza ele ficaria feliz de fazer isso. Mas não iria acontecer porque naquela mesma noite eu iria embora daquele inferno. Tive vontade de acertar com a pedra nele naquele instante, porém precisava esperar o momento exato. Ele era maior e mais forte que eu, eu era rápido, mas minha velocidade estava comprometida devido ao meu tornozelo... Eu só teria uma chance... E se falhasse... Que os deuses me ajudassem, pois acho que não sobreviveria a isso.

Ele me pegou pelo cotovelo como costumava fazer e me puxou até que eu saísse pelo buraco da gaiola. Eu não resisti e apenas esperei.

Richard me jogou no chão e se ajoelhou em cima de mim. Segurou meu pescoço com as duas mãos e começou a me estrangular dizendo:

— Vamos brincar um pouco.

Seria agora ou nunca. Com toda a força que eu havia acumulado nesses últimos anos, acertei sua têmpora com a pedra que guardava nas minhas costas e o fiz cair para o lado. Pensei que com aquilo ele iria desmaiar, mas ainda podia ver seus olhos abertos e com uma mensagem clara, “eu vou te matar, moleque”.

Não pensei duas vezes. Inverti nossas posições e ajoelhei em cima dele. Segurei a pedra com as duas mãos e comecei a acertar sua cabeça repetidas vezes. Todas as vezes que ele havia me estrangulado, todas as vezes que me batia com seu taco de beisebol, quando me acertava com seu cinto de couro, quando enfiava minha cabeça num balde de água gelada para me afogar, quando me dava choques, quando me colocava lá fora durante o inverno para passar a noite, quando me deixou sem comer por dias ou me obrigava a comer lixo ou todas aquelas coisas nojentas, quando me trancou naquela gaiola e me encolerou como a um animal...

Foi muito rápido. Num momento, eu tentava apenas imobilizá-lo, e então, de repente, eu estava ensopado de sangue e outros resíduos. A minha frente eu via aquela massa de ossos, carne e miolos. Seu cérebro derramado no chão, o porão parecia estar todo envolto em vermelho vivo, vi seus globos oculares pelo chão (um deles completamente destruído), sua mandíbula saltando para fora revelando os dentes e a cara completamente amassada.

E eu não senti remorso... A única coisa que conseguia pensar era “Eu ganhei dessa vez... Sim, eu mesmo... Não haveria brincadeiras naquela noite... Nunca mais”.

Mas aquilo não era suficiente. Algo dentro de mim se sentia incompleto... Eu havia acabado de matar o responsável por todas as minhas torturas... O que mais eu precisava fazer para preencher esse vazio?!

Ah sim. A mulher dele. Tia Alexandra. A vadia filha da puta. Usava-me de empregado dia e noite, limpava sua casa, arrumava suas roupas, fazia sua comida. A tarde ela me amarrava na sua cama, a mesma cama que dividia com seu marido desprezível, e me usava de todas as formas possíveis.

Sim, eu não ia deixa-la sair impune disso.

Foi por isso que me levantei do corpo inerte de meu tio. Eu estava ofegante e ensopado de sangue e suor, sentia dor, fome e frio, mas nada daquilo importava... Não agora. Cuspi no cadáver fedorento a minha frente e me apoiei na parede para que conseguisse subir as escadas.

Demorou muito, mas finalmente estava na porta do quarto de minha “patroa”. Abri a porta de madeira branca e a encontrei dormindo sossegada na cama. Sorri abertamente... Agora seria minha vez sua filha da puta.

Com o mínimo de barulho possível, abri a gaveta onde sabia que ela guardava alguns de seus brinquedinhos e peguei sua arma de choque. Ajustei num nível baixo (não queria acabar com toda a minha diversão) e acertei bem acima de suas costelas, onde sabia, por experiência própria, que iria doer.

Alexandra se remexeu na sua camisola de seda caríssima e depois desmaiou. Rapidamente eu rasguei algumas fronhas e amarrei suas mãos e pés nos quatro cantos da cama de colunas exatamente como ela fazia comigo. Rasguei sua camisola, deixando-a nua, e me sentei em cima dela, esperando que acordasse.

Não demorou muito e logo ela me olhava com uma cara confusa que mudou para uma de pânico ao perceber que eu estava cheio de sangue e que não havia o menor sinal de seu marido. Minha tia tentou se soltar das cordas, mas eu já havia aprendido muito bem a fazer nós aquela altura.

Ela tentou apelar para a fala:

— O que está fazendo garoto? Solte-me! Você não pode fazer isso!

Inclinei-me na sua direção e tapei sua boca com a minha mão e sussurrei:

— Quietinha... Que hoje, é dia de eu brincar.

Ela arregalou os olhos em pânico. Levantei-me o suficiente para abrir o zíper da minha calça velha que mais parecia um pano de chão e comecei a masturbar meu pênis mediano. Não conseguiria sentir prazer com aquela vaca desprezível, mas precisava ficar ereto para aquilo.

Sem qualquer preparação, eu entrei dentro dela com tudo. Senti meu pênis batendo no fundo da sua vagina ainda um pouco seca já que ela não estava excitada.

Minha tia gritou e começou a chorar e implorar para que eu saísse de cima dela. Peguei a pedra que havia usado em Richard e a prensei na sua bochecha enquanto dizia:

— Sabe de quem é esse sangue, não sabe? É do seu precioso marido.

— Charles, pare com isso, você não sabe o que está fazendo. Eu nunca quis te machucar. Era ele quem me obrigava. Eu até te tirava daquele porão horroroso durante o dia.

— Para me fazer de empregado e me estuprar a noite!

— Oh Charles, você não está vendo as coisas com clareza.

Eu apertei a pedra e desci em seu ombro com força, ouvindo o barulho do osso se partindo e seu grito de dor:

— CALA A BOCA! — Desci a pedra em cima de seu fêmur direito — ESSE NÃO É O MEU NOME!

Larguei a pedra ao meu lado e apoiei minhas mãos no colchão ao seu lado para começar a estocar meu pênis com força dentro dela. Ouvia seus gritos e seu choro, o sangue escorria pelo colchão e eu conseguia ver o branco de seu osso aparecendo sobre a pele, mas aquilo não me importava nem um pouco.

Demorou muito, mas finalmente consegui gozar dentro dela. Bati em seu rosto algumas vezes para que parasse de chorar. Minha cabeça estava doendo com aquilo tudo.

Levantei seu traseiro um pouco e introduzi meu membro completamente e de uma vez em seu ânus. Eu realmente esperava que aquilo tivesse doído tanto quanto ela estava fazendo parecer que havia doído.

Peguei a pedra ao meu lado mais uma vez e bati com força do lado da sua cabeça, vendo o sangue escorrer da sua cabeça e da sua boca. Iniciei os movimentos de vai e vem dentro dela. Dessa vez gozei mais rápido provavelmente porque seu ânus era mais apertado e me dava mais prazer.

Quando terminei sai de dentro dela e voltei a me masturbar. Eu não queria que acabasse ainda. Ainda não era suficiente... Ela ainda não havia pagado por tudo. Eu gozei em cima de seu tronco e sujei-a todo de sangue e sêmem.

Peguei a pedra mais uma vez e comecei a acertar seu peito repetidas e repetidas vezes, pensando nas coisas que ela fez comigo durante todos esses anos.

Quando eu terminei, observei o estrago que havia feito. Seus olhos estavam abertos em uma expressão de puro terror e o peito amassado. Havia alguns fragmentos de ossos pela cama e tecidos musculares também. Estava mais sujo de sangue do que antes e o colchão então, nem se fala.

Precisava sair desse lugar antes que eu vomitasse em cima dela.

Mas quando estava prestes a fazer isso ouvi um burburinho. Peguei a pedra, em pânico, pensando que Richard havia voltado do inferno para me pegar, mas constatei que aquilo que estava ouvindo era um choro!

Ora essa! Richard não chorava, jamais choraria... E esse choro era agudo e estridente. De onde vinha?

Peguei a pedra e fui mancando calmamente pelo corredor até que cheguei num quarto em especial. Ao abrir a porta, vi que era um belo e ricamente mobiliado quarto de bebê... Eu provavelmente tinha um igual quando era pequeno.

Caminhei até o berço branco e encontrei aquele pequeno pacotinho de ser envolto em um macaquinho azul claro e chorando, provavelmente acordado do sono pelos gritos daquela mulher. Eu passei os dedos pela sua bochecha pequena e macia e acabei manchando-a de sangue. Disse:

— Olá... Filho.

Sim, ele era meu filho. Richard era estéril e Alexandra queria um filho à algum tempo, então decidiu que ia começar a me estuprar mais ainda e ia parar de tomar os remédios que para não engravidar. E assim nasceu Luca.

Eu quase nunca o via, tanto que esquecia que ele morava aqui. O menino vivia na creche de ricos para que a mãe tivesse tempo de transformar minha vida num inferno.

Eu olhei para aquele rostinho inocente que chorava e se remexia no berço e comecei a falar enquanto olhava para ele e acariciava-o:

— Eu queria que você viesse comigo. É tão pequeno, tão fofo e inocente... Mas o sangue ruim é forte e você vai ser igual a eles... E se não for igual a eles, vai ser igual a mim... Você não quer ser igual a mim...

Peguei o pequeno travesseiro que havia no canto do berço e o segurei dos dois lados, manchando a fronha de vermelho também.

Delicadamente, prensei o tecido na cabeça do pequenino e fiquei observando pacientemente enquanto ele se debatia cada vez menos. Quando estava quase terminado eu disse:

— Boa noite, Luca. Durma bem.

Logo, o bebê estava morto. Suspirei e passei as mãos pelo meu rosto para tirar o cabelo da cara, nem percebendo que havia derramado lágrimas durante todo aquele processo.

Deixei a pedra no chão do quarto e o bebê embaixo do travesseiro.

A primeira coisa que faria seria tomar um belo de um banho.

Fui até a suíte principal e enchi a banheira, despejando todos os sais e espumantes que encontrei para que o cheiro de carne morta que tomava conta do quarto se dissipasse... Afinal, eles não iriam precisar de nada daquilo mesmo.

Depois do banho coloquei algumas roupas de Richard que encontrei e que ficaram meio largas, mas não me importei. Nunca havia vestido roupas tão limpas e tão macias e bonitas.

Peguei uma gaze na caixa de primeiros socorros que encontrei no banheiro e enfaixei cuidadosamente meu pé inchado. Aproveitei para tomar também uma aspirina e um dorflex.

Desci as escadas com um pouco de dificuldade e caminhei até a cozinha. Fiz uma pizza congelada para mim e peguei três latas de cerveja e um saco de ervilhas congeladas.

Sentei-me no sofá em frente a enorme televisão de plasma que havia na casa e liguei-a. Zapeei pelos canais até chegar ao noticiário e fiquei observando as novidades do mundo lá fora ao qual eu mal conhecia.

Coloquei o gelo em cima do meu pé que estiquei e apoiei na mesinha de centro e comi a pizza inteira enquanto bebia duas das latas de cerveja. Depois, voltei e fiz outra pizza e peguei mais uma lata de cerveja.

Peguei o telefone ao lado do sofá e a agenda ao lado deste. Disquei os números respectivos da casa dos meus pais e ouvi quando um dos empregados com uma voz sonolenta e raivosa disse:

— Casa da família Ross, o que deseja?

— Me coloque com o senhor Ross.

— Ele está dormindo no momento. Poderia me dizer quem é?

— Não me interessa se ele está dormindo. Acorde ele e diga que seu filho precisa falar com ele.

O homem deixou o telefone encostado e saiu à procura de meu pai. Talvez não tenha raciocinado direito por causa do sono quando disse que era seu filho ou talvez só não se importasse realmente com aquilo... Bom, eu também não me importava.

Logo ouvi a voz de meu pai igualmente cansada e mais raivosa ainda:

— Charlie? O que-...

— Sem enrolação. Escute: matei seu irmão, a mulher dele e o bebê.

Silêncio completo e absoluto. Eu já esperava por isso, mas ouvir a sua voz assustada e carregada de medo foi incrível:

— V-você fez o que?

— Sim, é o que você ouviu. Agora fique calado e escute. Você tem duas opções, velho. Ou esconde qualquer participação minha com esse crime, compre um apartamento para mim e pague a minha escola e faculdade ou eu saio por aquela porta e vou até a polícia contar tudo o que meu querido papai e titio fizeram comigo desde os meus sete anos e o motivo disso tudo. Fique a vontade para fazer essa escolha, tem até o momento em que eu terminar de beber essa lata de cerveja.

— Não pode fazer isso. Você será preso.

— Não me importo muito. Com a reputação que tenho provavelmente irei me mandar bem na prisão. Posso até fazer amizades lá... E depois, com certeza vou dar um jeito de me vingar de um certo alguém... A oferta ainda está de pé.

Silêncio mais uma vez. Céus, o velho tinha raciocínio lento:

— Como os matou?

Eu ri e disse:

— Venha ver a obra de arte você mesmo. Temos um acordo?

— Nem o bebê...

— Temos um acordo ou não?!

— Sim, sim. Deixe que eu me vista que mandarei um carro e alguns homens ai para te buscarem e limparem essa bagunça. Vou ver o que farei.

— Para onde esse carro vai me levar?

— Para a mansão Ross, obviamente.

— Sem chances. Eu não entro nessa casa de novo, seu desgraçado. Você deve ter um apartamento em algum lugar.

— Sim, tenho um na cidade.

— Ótimo. Me leve para ele. Viverei lá até que consiga comprar uma casa só minha.

— Mas você ainda não é maior de dezoito... Ou é?

— Provavelmente não, mas já sei me virar sozinho. Arranje os papeis para a emancipação até amanha e mande o carro com as chaves e uma boa quantidade de dinheiro. Preciso de roupas e comida.

— Sim... Charlie?

— O que é?

— Não conte para ninguém o que aconteceu... Por favor.

Eu o deixei sem resposta e desliguei o telefone. Jogando-o no chão e o espatifando em mil pedaços. Estou longe de casa desde os sete anos e nem sequer um “como você está?”... Entretanto, sinceramente, eu já esperava por isso vindo do meu pai...

Bom, pelo menos, ele era outro que eu não precisava ver nunca mais... A partir de agora, minha vida ganharia um rumo... E quem escolheria qual rumo, seria eu.

Notas finais
comentem desculpe pelo capitulo sangrento