Abusada

12 Sensações...


Notas iniciais
olá pessoinhas estou, como muitos d vcs, começando as aulas nessa semana e tenho uma ma noticia pra vcs e boa pra mim... eu mesma decidi parar d escrever durante a aula e passar a prestar mais atençao já q a ultima coisa q eu quero é mais problemas aki em casa rsrs entao nem to levando os tres cadernos reserva q eu costumava levar só pra escrever :D e outra, as coisas andam meio complicados no meu meio de amigos e muito complicadas no meu meio de familia... isso significa q eu estou instavel e posso desaparecer por meses de repente... n por vontade própria, mas pq eu realmente n consigo escrever ou fazer qualquer coisa quando estou assim... enfim, aproveitem o cap

LEIAM AS NOTAS INICIAIS!!

QUANDO EU FALO PRA LER ELAS É PQ É IMPORTANTE E EU ESTOU DANDO UM AVISO!!

...Acabei sendo acordada pelo frio. Quando percebi estava encolhida dentro da banheira, a água estava gelada e a luz não entrava mais pela janelinha de ventilação.

Saí da banheira, me sequei e vesti um pijama quentinho. Peguei meu celular, apaguei o SMS do número desconhecido e vi as horas, já eram dez da noite. Como se meu estomago só entendesse que tinha ficado sem comer a tarde inteira agora, ele roncou alto e me forçou a sair do quarto e ir para a cozinha.

Esquentei uma xícara de chocolate quente e fiz um enorme sanduíche de peito de peru. Peguei um pedaço de bolo de chocolate para a “sobremesa” e fui subir as escadas de volta ao meu quarto. Como a casa estava toda escura estranhei o fato da luz do escritório estar acesa e resolvi apagá-la.

O escritório já fora escuro e aconchegante, porém agora ele era mais frio já que minha mãe havia trocado os móveis de madeira antigos por uns de metal e muito modernos. E era justamente ela que estava sentada atrás de uma grande mesa de vidro, perto da parede oposta a porta. Papeis, pastas, pozinhos de borracha, canetas e lápis estavam espalhados por todo lugar... Minha mãe tem algo contra computadores... Suas ações estavam lentas e ela estava calada e parecia cansada.

Preocupada eu a chamei:

– Mãe? – Ela pulou da cadeira quando ouviu minha voz – O que está fazendo?

– Trabalhando.

– Mas já está tarde. Vamos pra cama.

– Não Emily. Eu não vou largar o meu trabalho para ir dormir. Caso ainda não tenha percebido é esse trabalho que faz com que eu consiga o dinheiro que mantém a nossa casa, a nossa comida e a sua escola!

Ela aumentava o tom de voz a cada palavra e ao final já estava quase que gritando comigo. Eu abaixei a cabeça submissa e disse:

–Sim mãe. Desculpe. Boa noite.

Ela não me respondeu. Subi correndo as escadas de volta ao quarto. Depois de comer meu jantar eu fiz meus deveres, tomei outro banho e fui dormir.

No dia seguinte acordei cedo, fiz minha higiene normalmente, peguei uma pera e fui andando para a escola já que minha bicicleta tinha ficado por lá. Estava atravessando o gramado da frente da minha casa quando percebi um veículo parado em frente a calçada do outro lado da rua... Eu conhecia aquele veículo... Era o mesmo modelo e tinha a mesma cor que o carro do Charlie... Congelei completamente e fiquei encarando o automóvel. Imaginei Charlie vindo na minha direção carregando uma arma e me forçando a entrar lá dentro. Pensei no que ele tinha me contado ontem... Me sequestrar... Me manter em cativeiro... Fazer com que eu fique paraplégica...

De repente meus pensamentos foram interrompidos por uma buzina alta vinda do meu lado. Minha mãe estava saindo com o carro da garagem e indo para o trabalho, quando me viu parada ali deve ter achado estranho e parado. Ela abaixou o vidro e disse:

–O que está fazendo aí? Você tem aula.

Eu olhei para ela, depois para o carro do outro lado do rua e por último para ela. Quando fui abrir a boca para dar uma falsa explicação eu ouvi o veículo alvo de minhas encaradas sendo aberto. Ao me virar naquela direção vi um homem que eu nunca tinha visto na vida entrar dentro do carro e arrancar indo na direção da saída do condomínio... Não era o veículo do Charlie... Eu só posso ter ficado maluca.

Minha mãe foi embora e eu tomei meu rumo para a escola. Já havia saído do condomínio e terminado minha pera... Só me faltava essa. Vou arrumar um piti cada vez que ver um carro igual ao do Charlie? Sabe o nome disso Emily? Paranóia. É o que pessoas loucas têm. Ele não pode te seguir vinte e quatro horas por dia... Não é?... É. Eu definitivamente não preciso ter tanto medo dele assim.

Pela segunda vez naquele dia, pulei com o barulho de uma buzina que estava a alguns metros a minha frente. Dessa vez não restava duvidas... Charlie estava me olhando do banco da frente de seu carro que estava estacionado do outro lado da rua e virado na minha direção... Calma Emily, controle-se... Você não precisa ter tanto medo assim... Ele é só um homem... Apenas um homem comum... Mas, involuntariamente, pensei em todas as coisas que ele já havia feito comigo: como ele conseguia escapar de tudo sem nem se esforçar, como ele estava em todos os lugares em que eu estava, como eu sentia seus olhos me observando a cada instante da minha vida... Ele pode ser um homem comum, mas é um homem comum que eu aprendi a temer.

Foi por isso que não saí correndo e gritando. Pelo contrario. Eu atravessei a rua e parei na frente da porta do carona. Charlie abaixou o vidro e me encarou com aqueles olhos escuros e penetrantes comuns dele. Ele disse:

–Entre no carro. Vou te levar até a escola.

–P-por que?

–Porque a sua bicicleta está quebrada. Anda logo, não tenho tempo para isso.

Cautelosamente eu abri a porta e entrei no veículo, arrumei minha saia e coloquei o cinto de segurança. Charlie me olhou de cima abaixo parando primeiro nas minhas pernas para depois refazer o caminho e observar o meu rosto. Ele deu uma olhada na rua, provavelmente para ver se havia alguém por perto e logo depois voltou a me encarar.

Sua mão direita saiu do volante e pousou com certa delicadeza encima da minha coxa e começou a acaricia-la devagar. Naquela altura eu já havia cansado de resistir... Quem eu queria enganar? Ele vai me machucar ou me amarrar ou fazer outros daqueles discursos horríveis... Ou os três juntos... Então, apenas olhei para ele e esperei para saber qual seria seu próximo passo.

O Diretor começou a subir minha saia e tocou minha intimidade por cima de minha calcinha, ele começou a massagear aquele ponto e eu comecei a sentir aquela sensação estranha de novo. O Diretor me encarava a cada momento e disse:

– Tire o cinto e abra mais as pernas.

Eu fiz exatamente o que ele mandou. Charlie afastou minha calcinha e me tocou diretamente. Eu estava muito molhada. Ele me penetrou com o dedo do meio e seu polegar começou a esfregar o meu clítoris... Não pude suportar e um gemido escapou dos meus lábios, mas logo depois que percebi que isso tinha acontecido eu tapei minha boca e escondi meu rosto virando-o para o lado. Pude ouvir o riso baixo de Charlie zombando de mim.

O Diretor então me penetrou com dois dedos e ficou abrindo-os e fechando-os como se fossem tesouras dentro de mim enquanto esfregava e apertava ainda mais forte o meu clítoris. Eu arfava e tapava a minha boca cada vez mais. Ele esticou sua mão direita e tentou tirar minha mão que estava servindo de mordaça, por mais que eu tenha resistido ele foi mais forte e conseguiu afastá-la. Charlie a prendeu no banco e segurou forte meu pulso. Mesmo que eu continuasse escondendo meu rosto era impossível não arfar e gemer ao toque. Aquela sensação era deliciosa e eu me vi arqueando minhas costas e empurrando meu quadril na direção da mão dele.

Mais uma vez senti aquela corrente de sensações passeando pelo meu útero e mais uma vez ela explodiu como se uma represa tivesse sido quebrada e a água que esta estava barrando tivesse se libertado. Eu gritei alto naquela hora e ao mesmo tempo meus olhos se encheram de lágrimas...

Eu tinha percebido o que acabara de fazer... Eu não corri e gritei quando o vi, eu entrei no carro sem ser obrigada, não há cordas ou mordaças em mim... Eu não deveria sentir isso...

Minhas bochechas estavam quentes, sentia minha vagina se contraindo e eu continuava arfando e tendo espasmos. As lagrimas começaram a cair e eu tive que fechar meus olhos com força. Primeiro para não ver onde e com quem eu estava e segundo para fazer com que eu parasse de chorar.

Alguns momentos se passaram até que eu senti a mão do Diretor segurando meu queixo e me virando na direção dele. Abri os olhos e segundos depois senti ele me dando outro beijo como naquele dia em sua sala. Fechei os olhos novamente e tentei aproveitar o momento. Havia delicadeza e até um pouco de ternura naquele beijo... Mas ainda era estranho... Como se Charlie estivesse tocando em algo que não queria quebrar, ou um troféu ou uma jóia de alto valor ou um cavalo premiado... Não em um simples humano.

Quando ele se deu por satisfeito se afastou e ligou o carro, só então nós partimos para a escola. O Diretor parou em sua vaga comum e destrancou a porta. Eu pensei em sair correndo para a sala, mas o ouvi dizendo:

–Aja naturalmente. Encontrei você no meio do caminho e como sabia do incidente de ontem resolvi dar uma carona. Agora saia, esboce um sorriso e diga obrigado.

–Sim senhor.

Eu disse baixo e submissa. Fiz como ele mandou e minha atuação só não foi melhor que a do próprio que parecia, realmente, a pessoa mais bondosa do mundo.

Cheguei até a minha sala e me sentei na minha cadeira. Eu teria aquela aula com Franklin e Thomas, mas Thomas estava afastado e conversava com algumas garotas desconhecidas. Frank sentou na cadeira à frente da minha, que aliás nem era dele, e falou comigo:

–O Diretor te deu carona?

–Sim.

–Por que?

–Ontem depois que você saiu vi que o pneu da minha bicicleta havia furado e ele me levou para casa. Quando eu estava vindo para a escola encontrei com ele no meio do caminho e peguei outra carona.

–Puxa, que sorte... Ontem o Hector veio falar comigo e pediu seu número e eu acabei passando de tanta insistência.

–Ah sim. Agora que você falou me lembrei que ele me mandou uma mensagem ontem.

–Uhum. Você respondeu?

–Não eu acabei esquecendo.

_Ok... Olha Em, você sabe que é minha melhor amiga e Hector também é um grande amigo, mas eu me sinto na obrigação de avisar. Ele tem fama de pegar as meninas do ano anterior a ele. Hector é mais velho e boa pinta, elas caem matando. Mas ele nunca namora mesmo uma, é só diversão pra ele. E eu sei que você não gosta disso.

–Mas eu...

–Eu não estou falando que você ficou com ele e também não estou te impedindo de ficar. Só quero que preste atenção no que está se metendo... E pode deixar que eu fico de olho nele.

–Relaxa Frank. Você mesmo disse, ele é bonito e popular com as garotas. Por que em meio a tantas meninas do primeiro ano ele ia me escolher?

–Ah vai começar de novo? Puta que pariu Emily, você sabe que eu não te aguento desse jeito. Você é gata, só não percebe isso. Agora cala a boca e me passa o dever de hoje que eu tenho que copiar.

Bufei e disse:

–Ta bom.

Então tivemos que nos calar pois o professor havia chegado na sala e havia começado a sua aula.

Notas finais
espero q tenham gostado comentem XD