Abusada
36 Punição...
Notas iniciais
— C-Charlie.
– É, eu mesmo... Hoje eu faltei ao trabalho. Você percebeu?
Incapaz de expressar palavras sem gaguejar, eu apenas balancei a cabeça para cima e para baixo. Ele continuou a falar enquanto levantava seu tronco e se sentava na cama:
— Tive um problema familiar e quando cheguei em casa já era tarde para ir a escola. Mas claro que eu não ia deixar você triste por não me ver durante um dia inteiro. Eu sei o quanto gosta dos nossos encontros — ele esboçou um sorriso sádico e cruel nessa hora, sabendo o efeito que causava em mim e querendo cutucar ainda mais minha ferida — Então, eu decidi lhe fazer uma pequena visita... Imagine minha surpresa quando a vi saindo a noite de casa, sozinha e toda arrumada... Claro que eu a segui. Temi que algo de ruim acontecesse ao meu bichinho predileto. — Ele se levantou e começou a caminhar calmamente na minha direção. — Agora, pense no que eu senti quando vi você entrando numa casa cuja porta foi aberta por Hector Agabo... Refresque minha memória Emily, eu tenho quase certeza absoluta que disse para você ficar longe desse menino. E não foi uma, nem duas vezes... Foram várias... Emily, querida, você ainda não aprendeu?
Fiquei calada e completamente estática. Charlie estava a um metro de distancia de mim. Respirei fundo enquanto ele continuava a me repreender:
— Eu me lembro que em uma das vezes que nos encontramos eu lhe disse que você não podia contra mim. Emily, essa ideia ainda não entrou na sua cabeça?
— Por favor...
— Enquanto eu estiver falando, você fica calada!... Eu não já lhe expliquei a quem você pertence? Eu já não avisei pra você fazer exatamente o que eu mando?! E, sinceramente, não me lembro de mandar você ir até casa de Hector. Na verdade, eu mandei você fazer justamente o contrário!
— Eu não queria...
— Ah, você queria sim! Como a perfeita vadia que é, você estava morrendo de vontade de sentir o pinto de minhoca de Héctor entrar na sua vagina. Você só se esqueceu Emily que isso que você carrega entre as pernas também é meu, servindo apenas para me satisfazer... Eu já não disse que não gosto de dividir meus brinquedos, Emily?
Abri a boca, tentando soltar outro lamurio que eu sabia que seria inútil, mas ele me interrompeu antes mesmo disso:
—Você é uma garota esperta e deve ter percebido que cada vez que você me desrespeitava eu lhe dava uma lição diferente. Agora eu finalmente intendo que pegar leve com você realmente não adianta. Você é uma garota que não se rende apenas a ameaças… O que significa que agora eu vou ter que cumprir o que eu disse… E talvez até adicionar mais um pouco.
Eu não precisei de muito tempo para entender o que ele queria dizer com aquilo... Me lembrei do medo que senti quando ele falou comigo no carro, da dor que senti quando ele cortou minha barriga e da humilhação que senti quando ele me obrigou a chupá-lo... Mal consegui suportar aquilo... E não ia ficar parada aqui esperando ele me torturar mais uma vez. Não pensei duas vezes e dei meia volta, correndo o mais rápido possível para fora.
Porém meu plano não foi muito bem sucedido. O chão de madeira da minha casa é polido regularmente e aquelas malditas sapatilhas realmente não ajudavam muito quanto a aderência. Conclusão: escorreguei no primeiro degrau da escada e sai rolando até a sala no primeiro andar.
Senti a dor assim que terminei de cair. Estava deitada de bruços e sentia meu tronco e minhas articulações doendo. Tentei levantar para retomar minha fuga, mas senti um peso nas minhas costas que me levou ao chão mais uma vez. Quando virei minha cabeça para olhar para cima, vi que Charlie estava me prensando no chão como se eu fosse um inseto.
Ele se aproximou de mim, aumentando a pressão feita por sua perna e disse bem baixo:
— Você sabe que correr de mim não adianta... Eu poderia te usar aqui e agora, mas como eu, na minha infância, acredito que seu quarto tem um significado especial pra você... Como um rufúgio seguro... E é por isso que nos vamos para lá.
Ele pegou meus dois braços com força e me jogou no seu ombro. Me remexi, soquei, estapeei suas costas e chutei seu peito com as pernas. As vezes parecia que eu ia cair, mas rapidamente Charlie me firmava em seu ombro de novo.
Quando chegamos no meu quarto ele me jogou com tudo no chão, onde eu cai de costas gemendo de dor. Sem que eu tivesse tempo para me recuperar ele foi para cima de mim e prendeu meus braços do lado do meu corpo assim como minhas pernas, usando suas mãos e joelhos.
O Diretor se abaixou e começou a beijar e lamber meu pescoço. Eu não queria aquilo! Comecei a gritar alto:
— SOCORRO! ALGUÉM ME AJUDE! MÃE! MÃE, POR FAVOR! MÃE!
Eu ouvi e senti sua risada em meu pescoço. Ele olhou para mim e disse:
— Chamando a mamãe Emily? Já chegou a esse ponto?
Ele levou a mão ao bolso de trás da calça e retirou de lá sua familiar gagball. Com apenas uma de suas mãos ele me colocou de barriga no chão como se eu fosse um saco de batatas e me amordaçou com aquele objeto vermelho e desconfortável.
De todas as outras vezes que Charlie me estuprou ele parecia demonstrar um tipo de adoração doentia, um amor doentio... Mas dessa vez foi diferente. Ele não me tratou mais como um troféu. Como da vez em que ele me marcou com seu canivete, conseguia sentir a raiva e o ódio emanando dele. Só que dessa vez muito pior.
Com um rugido, senti quando suas mãos rasgaram o tecido de minha blusa e logo depois o meu sutiã de forma possessa. Charlie me virou novamente, mas dessa vez, senti meus mamilos desnudes protestarem ao serem arrastados pelo chão. Suas duas mãos seguraram meus braços ao lado de minha cabeça e ele se inclinou e aspirou o cheiro no meu pescoço. Ele soltou um grunhido de ódio e disse:
— Vadia. Dá pra sentir o cheiro daquele moleque em você.
Foi rápido de forma que eu nem consegui reagir, mas sua mão direita largou meu braço e me deu um tapa forte no rosto. Dei um grito que foi abafado pela gagball. Charlie se inclinou de novo e começou a atacar meus mamilos com sua boca.
Ele os chupou por um tempo até que levantou a cabeça e disse:
— Vamos, diga-me como foi dar para aquele menino.
Eu não respondia. Alias, nem poderia, pois estava amordaçada, mas parece que ele não pensou nisso. Ouvindo meu silêncio como resposta, ele mordeu meu mamilo direito com força e gritou:
— DIGA-ME, EMILY!
Eu gritei mais uma vez. Minha lágrimas escorriam livremente pelo meu rosto e causavam arrepios pela pele que passavam, enquanto eu implorava para que minha mãe chegasse logo em casa.
O Diretor tirou minha saia quase a rasgando também e meus quadris e cochas foram arranhados por suas unhas quando ele tirou minha calcinha de forma brusca. Chutei e me debati tentando acertá-lo, mas ele pegou meus joelhos e os prensou no chão me causando dor.
— Sua tola inútil.
Rapidamente ele tirou seu cinto, me virou de costas de novo e me amarrou de forma que meus pulsos ficariam vermelhos mais tarde com certeza. Senti uma dor forte quando ele mordeu minha orelho. Logo em seguida sussurrou no pé do meu ouvido:
— Eu realmente não quero enfiar meu pau nesse seu buraco fedendo a Hector. Mas eu estou muito hesitado para parar agora.
Ouvi o barulho de Charlie cuspindo para logo depois sentí-lo passar a mão molhada de saliva em minha bunda, mais especificamente em meu buraco... O que ele iria fazer?! Será que... Não... Ele não faria isso. Em pânico tentei dizer "O que você vai fazer comigo?", mas tudo que saiu foram barulhos desconexos que o Diretor respondeu:
— Fique quieta.
Ele bateu na minha cabeça e a empurrou contra o chão. Suas duas mãos pegaram na minha cintura tão forte que deixaria marcas e levantou levemente meu quadril do chão. Ouvi-o dizendo:
— Isso vai fazer você se esquecer de Hector rapidinho.
E com apenas um movimento enfiou todo o seu pênis dentro do meu ânus. Como da primeira vez, ele estava certo. Em um segundo esqueci de Hector, pois meu cérebro não conseguia processar mais nada a não ser a enorme dor que sentia em minha bunda. Eu não pensei que pudesse haver uma dor pior do que quando Charlie tirou minha virgindade, mas parece que existia...
Comecei a gritar e a chorar enquanto Charlie me movimentava para frente e para trás, dando estocadas profundas em mim e aumentando a dor que sentia gradativamente. Enquanto esperneava, eu apenas podia ouvi-lo gemendo.
Depois do que pareceu uma eternidade, o Diretor me deu uma ultima estocada e pude sentir jatos me preenchendo. Ele havia gozado. E a simples ideia de que nesse momento seu sêmen estava dentro de mim me provocava ânsia de vomito.
Apoiei minha cabeça no chão e comecei a chorar mais alto. Senti Charlie sair de dentro de mim e sua mão enorme prensou minha cabeça no chão mais uma vez.
Ele se inclinou para perto e sussurrou do lado de meu ouvido:
— Já está chorando? Ah querida, você não viu nada. Conseguiu me deixar bem irritado hoje e agora vou dar um bom motivo para chorar. Estamos apenas começando.
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