Abusada

4 Conseguir...


Notas iniciais
Quem virou a noite pra escrever esse capitulo e outra da minha outra fic????? Quem advinhar ganha um biscoito! kkkkkkk bom, espero que gostem:

— M-me quer¿

— Sim_ Ele sussurrou de novo.

Em menos de um segundo ele estava na minha frente e inclinado na minha direção... Eu realmente não posso descrever o que eu senti naquela hora; estava confusa, assustada e um pouco curiosa. O Diretor interrompeu as minhas reflexões e passou as mãos delicadamente pelo meu rosto como um carinho... Mas antes que eu percebesse suas mãos apertavam meu pescoço e impediam a passagem de ar pela minha traqueia!

Arregalei os olhos e abri a boca em uma tentativa falha de puxar o ar para os meus pulmões, observei o Diretor à minha frente e ele estava com uma cara seria e indecifrável. Levei minhas mãos até as mãos dele e comecei a arranha-lo e puxa-lo para longe de mim, mas era inútil, pois Charlie era muito mais forte que eu.

Eu jurava que ia morrer, achava que aquele momento era a hora de se livrar das provas e das testemunhas do crime que ele cometera. Imaginei onde ele iria desovar meu corpo e se ele seria encontrado, pensei se minha mãe descobriria do ocorrido ou se ele seria culpado e levado à cadeia, mas antes que eu pudesse concluir meus pensamentos Charlie me soltou e agarrou minhas mãos que estavam segurando as suas.

Eu ofegava e meu rosto estava queimando então deveria estar vermelho também. Ele sorriu, apertou meus pulsos bem forte e disse:

— Levanta e me segue.

Fiquei parada olhando para ele atônita, cansado de esperar ele disse de novo mais exigente:

— Será que vou ter que repetir¿ Levanta e me segue agora!

Ele puxou meus pulsos para cima e eu me levantei com o empuxo, o Diretor também se levantou e me encarou enquanto segurava meus braços esticados acima da minha cabeça. Ele suspirou e disse:

— Um dia faremos sexo assim... Mas isso envolve preparação e hoje eu já estou com algo em mente.

Engoli a saliva acumulada e senti meus olhos se encherem de lágrimas... “Um dia”... Quer dizer que ele faria de novo...

Com força e impaciência ele me conduziu e me empurrou até a parte de trás da sua mesa e empurrou meu tronco com força de modo que eu cai com as mãos espalmadas na mesa, mais um pouco e eu iria de cara com a madeira. Antes que eu me recuperasse vi um vislumbre de algo vermelho na minha frente e logo senti algo redondo na minha boca e ele prendendo uma fivela atrás da minha cabeça. Ele pegou meus braços, os colocou nas minhas costas e os segurou com suas mãos, o Diretor abriu uma gaveta e eu senti algo áspero sendo colocado envolta dos meus pulsos... Uma corda.

Ele deu um nó e disse:

— Como pode ver, fiz umas comprinhas ontem, logo depois do nosso encontro... Comprei essa gagball que me pareceu bem atraente_ ele se inclinou na minha direção e sussurrou no meu ouvido_ E confesso que estava louco para vê-la em você, a propósito você ficou linda nisso... Foi feito para você._ ele voltou a sua posição inicial_ Eu encontrei diversos tipos de algemas também, mas achei cordas bem mais interessantes... Com as cordas eu posso fazer isso!

Ele puxou o nó com força e a corda se retesou e prendeu meus pulsos com força, dei um grito que foi abafado pela gagball extremamente desconfortável. Era uma bola de borracha vermelha-sangue com uma tira de couro grossa que circundava minha cabeça e se prendia por uma fivela atrás da minha cabeça que acabava puxando alguns cabelos junto, a bola era enorme e não cabia totalmente na minha boca... Meu maxilar doía e eu estava começando a babar.

— Você não sabe o quanto eu adoro ouvir seus gritos abafados por uma mordaça.

Ele disse com aquela voz grave e baixa que me dava tanto medo.

Calafrios percorreram o meu corpo quando o senti passar as mãos pelas minhas coxas, o Diretor retirou minha saia e minha calcinha rosa de algodão também. Pela visão periférica vi que ele se ajoelhou entre minhas pernas e disse:

— O seu cheiro é viciante.

Senti algo quente na minha vagina... Era a língua dele! Segurando forte na minha bunda ele começou a passar sua língua pela minha intimidade e sugava avidamente todos os meus líquidos, vez ou outra introduzia seu órgão em minha entrada e ficava esfrando-o no meu clitóris... Que sensação era aquela!

Assim que ele encostou a língua naquele “pacotinho de nervos” eu, sinceramente, fui à loucura; ele se movimentava rápido e eu me contorcia e gemia alto (apesar dos gemidos serem abafados pela gagball). O Diretor introduziu um dedo com facilidade em mim e logo depois outro, encostei minha cabeça na mesa enquanto eu gemia arfava e salivava.

Eu sabia que eu podia sair a hora que eu quisesse... A chave da porta deveria estar em algum lugar da mesa e naquela posição acho que eu poderia facilmente dar um chute em Charlie que o deixaria inconsciente, mas... Eu não queria... Não naquela hora... O prazer que eu estava sentindo era impossível de se explicar em palavras e provavelmente jamais sentiria isso de novo...

Senti uma ardência em minha bunda e percebi que ele estava me batendo... Doía um pouco, mas em vista das maravilhosas sensações que eu estava sentindo eu nem sequer me importei. Senti os músculos da minha vagina se contraindo e uma corrente de sensações passeando pelo meu útero, essa corrente explodiu e eu teria gritado tão alto que a escola inteira ouviria se não fosse pela gagball.

Eu havia gozado.

Enquanto me recuperava da coisa mais estranha e mais prazerosa pela qual eu já havia passado eu ouvi uma risada alta e percebi que era de Charlie. Ele disse:

— Você, pequenina, é a garota mais safada que eu já conheci! Você tem quatorze anos e está debruçada na mesa do Diretor do seu colégio, amarrada com uma corda e usando uma gagball e mesmo assim geme que nem uma puta quando eu faço sexo oral em você! Deveria ter cronometrado para ver quanto tempo você demorou a gozar.

Lágrimas caiam pelos meus olhos livremente e fiquei repetindo as palavras da minha mãe na minha cabeça: “Faça-me o favor de não ser uma vadia sem escrúpulos como a sua irmã, tudo bem Em?”... Quando dei por mim Charlie estava na minha frente e segurava meu queixo com força:

— Você é realmente um achado e tanto em Senhorita Gomez... Eu estou adorando isso, mas nos estamos apenas começando minha querida.

Ele voltou para trás da mesa e passou a mão pela minha bunda, ouvi o som de plástico sendo aberto e sem o menor aviso prévio ele me penetrou até o fundo. Não doeu tanto quanto na minha primeira vez, mas doeu mesmo assim.

Ele começou a se movimentar com rapidez e estocava forte em mim, seus dedos estavam presos com força em minha cintura e aquela posição era extremamente desconfortável, principalmente porque meus braços estavam presos nas costas.

Eu suava, chorava e meu cabelo caia em meus olhos sendo que eu nem conseguia tirá-lo... Sentia o membro do Diretor entrar e sair dentro de mim e sentia minha intimidade doendo e mesmo assim ainda conseguia sentir meus líquidos descendo pela minha perna. Meus gemidos de prazer se misturavam aos meus soluços devido ao choro...

O Diretor fez uma ultima estocada forte e funda e gozou, esgotado ele se inclinou na minha direção e me esmagou com o peso de seu abdômen.

Passamos vários minutos nessa posição até que ele saiu de cima de mim e eu ouvi o som do zíper da sua calça sendo fechado, ele passou na minha frente e jogou algo na lixeira do outro lado da sala... Uma camisinha! Ele usou uma camisinha hoje... Mas ele não usou uma camisinha ontem!

Eu não posso ficar grávida daquele homem horrível!

Ele foi até mim, desamarrou a corda e soltou a gagball e guardou as duas em uma das gavetas da escrivaninha... Eu me levantei e ouvi a base das minhas costas estalando, minhas pernas formigavam devido à câimbra. Rapidamente subi minha calcinha e minha saia e esfreguei meus pulsos que estavam doloridos e avermelhados... Será que ficariam marcas¿

O Diretor, que estava na minha frente me encarou de cima a baixo enquanto eu olhava para frente anestesiada a tudo ao meu redor. Ele disse:

— Ontem eu me empolguei e não usei camisinha.

Balancei a cabeça afirmamente e ele continuou:

— Você tomou alguma providencia¿

Eu levantei a cabeça e o encarei com uma cara de confusão completa. O Diretor suspirou e sussurrou algo que eu tenho certeza que foi um insulto só que eu não ouvi direito... Vasculhando uma das gavetas de sua escrivaninha ele destacou um comprimido estranho de uma cartela qualquer e o estendeu a mim com uma ordem direta de “tome”. Não sabia o que era aquilo então balancei a cabeça negativamente e me afastei dele, Charlie apenas revirou os olhos então usando sua mão, me prensou na parede atrás de mim.

Ele puxou meu cabelo para baixo e abriu minha boca, forçando com a mão meu maxilar, com o dedo ele empurrou o comprimido fundo da minha garganta e disse:

— Engole agora.

Por medo eu engoli aquele comprimido e esperei a reação... Que realmente não veio...

O Diretor olhou para o relógio na parede da porta e disse:

— Sua aula já acabou faz um tempo. Pegue sua mochila e saia daqui. Passe no banheiro e se arrume, você está com aparência de pós-foda... E beba um pouco de água para ter certeza que o comprimido desceu por completo.

Ele foi até a porta e a destrancou, depois se sentou na sua mesa e ficou verificando alguma coisa que eu não quis saber no seu computador...

Passei algum tempo chorando em silencio ali, presa aquela parede, até que por fim saí correndo daquela sala que parecia ser meu inferno particular... Passei na minha sala e no meu armário para guardar meus materiais e pegar minha mochila e depois de três copos d’água (estava muito nervosa) fui ao banheiro.

Passei água no rosto, no pescoço e arrumei com os dedos molhados meu cabelo da melhor forma possível... Encarei a pequena e assustada garotinha no espelho... Aquela garotinha era eu.

Não tem problema Emily; você é uma garota independente, inteligente e forte como um touro, nada pode te abalar. Nada! Você consegue, você consegue, você consegue, você consegue, você consegue, você consegue, você não consegue, você não consegue...

Entrei dentro de um boxe qualquer, sentei encima do vaso e chorei o resto das lágrimas que ainda não havia derramado durante aquela seção de tortura...

Eu não consigo...

Notas finais
comentem criticando ou elogiando :D espero q tenham gostado