Abusada

1 A primeira vez...


Notas iniciais
Espero q gostem... se eu ver um movimento muito grande eu continuo a fic com o maior prazer

Atravessei o longo corredor, bati na porta de madeira branca e alisei minha saia, querendo parecer bem apresentável para o Diretor. Estava tão feliz! Não acreditava que havia sido a única aluna da escola a tirar total na Grande Prova... Eu achava que ele ia me parabenizar...

Depois que recebi a permissão, abri a porta e entrei na sala do Diretor que estava sentado em sua mesa. Era uma sala quadrada com uma grande janela, uma escrivaninha e uma cadeira grande (repleta de papéis e com um notebook) do lado oposto de onde eu estava, duas poltronas confortáveis na frente, um armário de arquivos com uma copiadora ao lado, e na parede oposta, um armário comum. O diretor me avaliou da cabeça aos pés quando eu entrei.

Ele era um homem relativamente jovem, na casa dos trinta anos: pele clara, cabelos negros encaracolados um pouco compridos e olhos grandes castanhos escuros. Ele abriu um meigo sorriso e disse:

— Emily, estava esperando por você. Poderia me fazer um favor e encontrar o seu arquivo naquela confusão?

Ele foi tão gentil... Eu jamais teria imaginado.

Andei devagar na direção dos arquivos e abri a gaveta com a letra “E” enquanto o Diretor se levantava e trancava a porta... Eu deveria ter imaginado... Ele disse com a sua voz gentil:

— Andei dando uma olhada nas suas notas... Estão muito boas. Não esperaria menos de uma aluna tão dedicada quanto você.

— Muito obrigada.

Eu disse enquanto vasculhava a gaveta, alheia a posição dele.

Foi então que dois braços apareceram no meu campo de diversão, ele estava prensando o meu corpo na estante. A gaveta fechou com um barulho alto e meu primeiro pensamento foi “o que está acontecendo?”.

Ele aproximou sua boca do meu ouvido e sussurrou:

— Tenho observado bem mais que o seu histórico escolar... Você fica muito bonita nesse uniforme.

Senti sua mão passeando pela minha cintura e ele cheirou o meu cabelo, dando um suspiro depois. Respirei fundo e perguntei com a voz tremula:

— O que você está fazendo?

— Exatamente o que parece.

Ele prensou seu quadril contra a minha bunda e eu senti algo duro. Eu sabia que ele estava ereto e lágrimas começaram a rolar pelo meu rosto. Assustada, eu funguei e disse:

— Por favor... Por favor, não faça isso.

— Shhh... A única coisa que você tem que fazer é aproveitar.

Não... Não queria aproveitar nada. Queria gritar e sair correndo. Enchi os pulmões de ar pra gritar por ajuda, mas ele percebeu o que eu faria e tapou a minha boca com sua mão.

Minutos depois ele me amordaçou com a sua gravata e me virou de frente para ele. Meu rosto estava quente e as lágrimas não paravam de cair. Segurando forte os meus pulsos ele começou a beijar meu rosto e meu pescoço.

Percebi a sua distração e levantei o joelho tentando acertar o meio de suas pernas, mas ele estava inclinado na minha direção e acabei acertando o seu abdômen. Ele se inclinou mais e me largou, então pude correr na direção da porta... Mas ela estava trancada!

O Diretor se aproximou rápido por trás e em um movimento ele havia amarrado minhas mãos nas costas usando seu cinto. Ele me empurrou de modo que eu caí no chão deitada, meu ombro suportou a queda e naquele momento ele estava latejando:

— Ai ai... Avisarei antecipadamente e só uma vez Emily: não me provoque e, principalmente, não me irrite.

Ele estava de pé e me observava com uma enorme luxúria e superioridade. Ele se ajoelhou e ficou de quatro em cima de mim, pegando meu queixo o diretor virou minha cabeça forçando-me a olhá-lo.

Seus olhos pareciam mais escuros do que já eram e me olhavam atentamente, como se tivesse guardando cada detalhe meu na memória. Aos poucos seu rosto foi se abaixando e foram parar nos meus seios. Desesperada, eu sacudi minha cabeça até afrouxar a gravata que caiu pelo meu pescoço; enfim livre eu disse:

— Por favor, me deixe ir embora. Eu juro que eu não conto para ninguém... Isso pode ficar entre nós, contanto que me deixe ir agora.

O Diretor riu baixo e disse:

— Não precisamos dessas chantagens logo agora. Além disso, você não vai contar para ninguém.

Ele pegou a gravata de volta e me amordaçou novamente, de uma forma que eu tenha que morde-la. Dessa vez ele a apertou com tanta força que minha cabeça começou a doer.

O Diretor se sentou nas minhas pernas e passou as mãos por todo o meu abdômen até chegar aos primeiros botões do meu cardigã. Ele desabotoou todos de uma forma extremamente lenta e meu coração batia mais forte a cada instante... De medo.

Ele atirou o cardigã para o outro lado da sala e retirou minha blusa branca de dentro da saia. Usando do mesmo processo ele desabotoou a camisa também e respirou fundo antes de separar as abas e ver meu sutiã que era branco e simples.

Ele me admirava e seus olhos até brilhavam quando ele disse:

— Não sabe o quanto estou me segurando, meu desejo é rasgar toda a sua roupa e tomá-la para mim de uma vez por todas... Porém, vou aproveitar cada segundo que tenho e desfrutarei de cada pedaço seu.

Eu comecei a chorar de novo, achei que toda a água do meu corpo se transformaria em lágrimas. O Diretor levou as mãos às minhas costas, desfez o fecho do meu sutiã e logo o tirou.

Meu rosto ficou quente enquanto ele olhava para os meus seios, agora desnudos. Ele segurou cada um com uma mão e começou a massageá-los e aperta-los com força. Depois ele passou a beijar e mordiscar meu pescoço e foi descendo até chegar aos meus seios.

Ele passou a chupá-los e lambe-los, alternando entre eles. Eu me mexi e me sacudi e como punição ele mordeu forte o bico do meu seio direito, gritei alto, mas o barulho foi abafado com sucesso pela gravata. Ele deu um sorriso cínico para mim. Maldito!

O Diretor começou a desabotoar sua camisa e depois de tê-la aberto ele levou a mão ao cós de sua calça, apertei os olhos bem forte e ouvi o barulho do zíper.

Milhões de “não” passaram pela minha cabeça.

Não, não, não, não.

Ele tirou meus sapatos e minhas meias 3/4.

Não, não, não, não.

Sua mão foi subindo pela minha perna até chegar ao joelho, onde ficava a barra da minha saia.

Não, não, não, não.

Ele abriu o zíper da saia que ficava na cintura e começou a abaixá-la até que eu não sentia mais o tecido em meu corpo.

Não... Não!

Sua mão brincou com a lateral da minha calcinha branca de algodão e passou pelas minhas coxas. Um calafrio involuntário subiu pela minha espinha, nunca havia sido tocada ali. Era virgem!

Ele retirou minha calcinha.

Senti que ele não estava mais em cima de mim, mas ainda mantinha meus olhos fechados com força. Eu o ouvi suspirar e exclamar:

— Céus! Abra os olhos!— apesar de ser uma ordem, me recusei a obedecer— Abra os olhos agora se não quiser apanhar!

Com medo do que ele poderia fazer para deixar minha situação pior, se é que tal coisa era possível, acatei a sua ordem. O Diretor estava em pé na minha frente com a camisa social aberta e o zíper da calça jeans escura também. Um bolo se formou na minha garganta, aquele foi o momento em que eu mais senti medo.

Ele disse que guardaria aquela memória para sempre...

O Diretor se sentou na minha frente e tentou afastar as minhas pernas, eu travei os músculos da coxa e balancei os braços e a cabeça tentando me soltar. Ele me deu um tapa na cara e disse:

— Se acha isso ruim, saiba que eu posso piorar. Se não me obedecer eu te mato e a amarro nua na árvore do pátio!

Ele parecia tão sério ao dizer aquilo que eu me encolhi e permiti que ele abrisse minhas pernas o máximo possível. O Diretor riu baixo e disse:

— Que bela atriz você é. Finge que é uma boa moça e que está odiando essa experiência, mas está encharcada aqui em baixo.

Eu dei um gemido de protesto, sua respiração fazia cócegas e seus dedos dedilhavam a parte interna da minha coxa, sensível. Estava sentindo milhões de sensações naquele momento e não conseguia decifrar metade delas:

— Serei sincero: isso vai doer.

Disse ele com um sorriso no rosto. Mais uma vez comecei a chorar... Chorei muito naquele dia.

Eu senti... Senti perfeitamente algo entrando em mim, abrindo espaço onde antes não havia. Ardeu muito! Bem parecida com a dor que sentimos quando arrancamos a casquinha de um machucado, mas multiplicado por mil já que estava numa área mais sensível.

O que interessa é que ele não mentiu. Doeu... Doeu muito.

Ele não esperou que eu me acostumasse com a dor ou com algo tão estranho dentro de mim. No início ele se movimentava devagar, mas isso não era o suficiente, pois a ardência continuava. Logo ele estava em frenesi e suas estocadas eram curtas e fortes, ele gemia fraco e nesse momento eu comecei a sentir algo. Sim, eu sabia o que era aquilo: prazer. Amaldiçoei-me por estar sentindo algo de bom e tive vontade de me socar quando gemidos involuntários começaram a sair da minha boca que se protestava em ficar parada, mesmo estando tampada por uma gravata.

Finalmente abri meus olhos e vi o Diretor em cima de mim: seu rosto estava preso em uma careta e sua pele estava brilhando graças ao suor. Suas estocadas começaram a ficar mais rápidas, então ele entrou bem fundo e senti um líquido me enchendo. Ele havia gozado... Gozado dentro de mim.

Nós dois estávamos ofegantes e ele saiu de dentro e de cima de mim. Senti lágrimas molhando o me rosto.

Acabou.

Ele tirou a minha virgindade a força, eu não era mais pura.

Eu fui estuprada e levaria aquilo na minha cabeça para sempre.

Notas finais
entao é isso... é meu primeiro conto erótico... espero q gostem... qualquer elogio ou reclamação deixem um comentario :D