Abstration...
22 22.Promessas
Notas iniciais
que saudades de vocês!!!!
Eu bem que tentei parar a fic mais a saudade de vocês nãos deixa!
*corre e esconde*
eu sei que vocês querem me matar pela demora, mas a verdade e que eu tinha decidido parar Abstration...
Mas morro de saudades de você e achei que a Suzane merecia uma noite
dauqelas!!
rsrs
espero que gostem e que curtam esse UP na fic!!!
Bjokinhas!!! não deixaem de comentar!
22.Promessas.
Suzane’s pov
Vi ele saindo do quarto enquanto me mandava um beijo e sorria, corri ate a porta e a tranquei deixando meu corpo escorregar ate o chão colocando minhas mãos no rosto.
O que eu pensava que estava fazendo? No dia em que nos reencontramos, em que ele diz que me ama eu resolvo dar um fora desses!!!
Não sei o que deu em mim, afinal o que eu tenho a perder? Eu sou uma vampira eterna e o que a sociedade pensa quanto a se casar antes de “fazer o que não deve” não me afetava nem um pouco.
Não posso negar que nunca experimentei nada igual, cada beijo que ele me dava era como se incendiasse meu corpo, eu estive a ponto de sucumbir a sua vontade, e já agora me pergunto o porquê de não ter feito amor com ele! E a resposta? E eu já sei e porque eu sou uma tapada!
Me levantei do chão e fui para o banheiro a fim de tomar um banho e relaxar a tensão que se apossava do meu corpo, me lavei vagarosamente deixando a água relaxar meus músculos, e fechei os olhos, porém as únicas imagens que vinham na minha mente era do Alec me beijando, me seduzindo e me deixando louca com sua ereção.
Percebi que não ia adiantar ficar ali embaixo do chuveiro tentando relaxar se o meu corpo pedia Alec a todo momento, suspirei e desliguei o chuveiro me enrolando na toalha indo a caminho do meu closet.
Se eu ia perder a virgindade, então seria em alta classe!
Procurei nas inúmeras gavetas arrumadas e preenchidas pela Jane um conjunto de calcinha e Sutiã que fosse pelo menos a altura, estava pensando em algo normal, porém na “minha gaveta” não havia nada de normal, mas sim um monte de langerries ousadas e pelas etiquetas bem caras, mas todas eram muito ousadas, e quando eu falo mui e MUITO mesmo, tinha de coelhinho da playboy a fio dental de couro! Eu em! acho que para uma virgem ficaria muito bizarro, continuei minha “caçada” por algo decente ate que eu pude ver lá no fundo da gaveta algo perolado chamar minha atenção, observei melhor e me pareceu decente, era um conjunto em renda cor de rosa com perolazinhas, me vesti e fui procurar uma roupa.
Optei por um vestido curto e claro em um tom de bege feito de cetim que escorregava perfeitamente pelo meu corpo, dispensei os inúmeros acessórios e sapatos de salto e coloquei apenas uma sapatilha de igual cor ao vestido, pensei em passar um perfume ou um creme, mas me senti meio idiota e resolvi rumar para o quarto do Alec decidida:
Hoje eu perderia minha virgindade!
Alec’s POV
Após terminar meu banho nem me dei ao trabalho de trocar de roupa apenas deitei na cama ainda com a toalha enrrolada na cintura e algumas gotas de água que escorriam pela minha pele e cabelos.
Eu não conseguia não pensar na Suzane, eu não era mais um vampiro agora apenas um humano e bem apaixonado por sinal, só de lembrar da textura da pele, daquele cabelo macio caindo como uma cascata em meu rosto eu já estava quente novamente e os efeitos do banho já tinham ido literalmente água a baixo.
A verdade e que eu estou sendo um bobo... mas não tenho como negar que ela me faz sentir coisas totalmente desconhecidas e por isso meu total descontrole quando estou com ela.
Duas batidas rápidas na porta cortaram meus pensamentos, deveria ser a Jane
-Entra! –a porta se abriu lentamente e nem me dei o trabalho de abrir os olhos, continuei deitado
-Pensei que iria ficar mais tem na festa Jane. –ela não respondeu e eu me levantei olhando para a porta que estava entreaberta com a Suzane meio envergonhada parada lá, abri um sorriso involuntário com a cena
-Amor... entra –ela entrou fechando a porta atrás de si e a imagem a seguir me atingiu de cheio, ela estava linda com os cachos soltos e um vestido de cetim quase tão claro quanto sua pele e tinha um laço da mesma cor no seu cabelo, dando uma visão angelical ao seus lindos olhos vermelhos, ela sorria sem graça
-Alec... eu... queria te pedir desculpas por hoje. –ela me fitou envergonhada e eu fiquei sem entender acabando com a distância que havia entre nós e enlaçando sua cintura enquanto minha outra mão acariciava sua face
-Pelo que meu amor –passei o dedo tentadoramente por aqueles lábios tão chamativos
-Por ter te expulsado do quarto aquela hora, e só que eu nunca tive um namorado é isso tudo e complicado e diferente, eu não sei o que pensar ou o que fazer, – ela explicava confusa enquanto fazia gestos frenéticos com a mão, esperei ela terminar, mas ela só falava mais e mais, então tive que tomar uma medida drástica para calá-la, segurei seus pulsos e selei nossos lábios com veemência a trazendo mais para mim, ela pareceu ter sido pega de surpresa e resistiu um momento para logo em seguida me beijar calorosamente.
Pronto foi o que bastou para todo o trabalho do banho acabar e ir para o ralo de vez, e eu já estava quente de novo pedindo inutilmente que minha ereção não fosse sentida por ela, o que como eu citei foi inútil, pois ela piorou a situação colocando as duas pernas na minha cintura e enganchando em mim, sem um pensamento racional na hora meu corpo respondeu me fazendo levá-la para a cama imediatamente, na cama continuamos nosso beijo frenético enquanto minhas mãos passavam por seu corpo como se quisessem memorizar cada parte daquela pele perfeita.
Foi quando em um péssimo momento para se ter um flash de consciência, me lembrei da sua fala mais cedo no quarto sobre não estar preparada, tentei refrear toda minha vontade de possuí-la e levantar, mas o máximo que o meu corpo permitiu foi quebrar o beijo e olhar sua face ofegante
-Suzane, eu acho melhor não... não quero que se sinta obrigada... –ela me olhava com olhos confusos e urgentes
-Alec ,mas o...- não deixei que ela soltasse mais uma desculpa sobre “ eu quero se você quiser”
-Suzane eu entendo se não quiser, apenas te peço que não comece uma coisa que não pode terminar...- abaixei a cabeça, não queria que ela visse a fraqueza em meus olhos admitindo que ela me tirava a sanidade, ela puxou meu rosto obrigando meu olhar em seus olhos
-Alec, eu não estou com medo, se tem uma pessoa do qual valeu apena esperar esse momento essa pessoa foi você, e eu nunca vou me arrepender de fazer nada com você- se eu tivesse coração ele estaria reagindo de uma maneira absurda, abri um sorriso a afaguei sua face
-Alec, depois que você saiu eu percebi como eu realmente te amo, e não há mais motivos para eu refrear meu desejo por você- ela desviou os olhos e parecendo estar acanhada –Alec... eu te amo... faça amor comigo?
Se e que eu tivesse coração ele nem reagiria ele já estaria parado, abri meu maior sorriso e olhei para o seu rosto visivelmente constrangido percebendo que palavras naquele momento não eram necessárias, então eu apenas a beijei, beijei como nunca antes, eu podia sentir o amor em nossas línguas enquanto elas traçavam caminhos complicados de mais para memorizar, senti o amor em cada toque que meus dedos faziam pelo seu corpo perfeito, e senti o amor em seus olhos quando vagarosamente quebrei nosso beijo para descer por seus seios, beijando cada pedaço do seu corpo.
Delicadamente retirei seu vestido e contemplei a visão maravilhosa que era seu corpo, me aventurei beijando seu ventre, e voltei para seus lábios que estavam volupiosos me chamando, me convidando, e me entreguei em mais um beijo frenético, aquele beijo era diferente de todos os outros, não tinha só o desejo mais tinha a paixão, nos poderíamos passar horas e horas ali... entregue aos lábios um do outro, nos explorando.
Ela se levantou e me beijou calidamente, e uma de suas mãos desceu vagarosamente pelo meu abdômen chegando ate minha ereção coberta pela toalha, desci minha mão ate a dela e a encorajei, e logo em seguida fechou a sua mão em meu membro duro e pulsante por cima da toalha, ficamos assim trocando caricias ate que eu abri o feixe do seu sutiã e me entreguei a mais um beijo abrasador, retirei sua calcinha enquanto a beijava e me posicionei sem quebrar o beijo, meu desejo roçou de leve em sua entrada e ela arfou em meio ao beijo me agarrando pelo pescoço, continuei beijando-a esperando que ela sentisse tanto prazer quanto eu.
Sabia que ela era virgem, e nesse caso eu também... mas 300 anos vivendo com vampiros pervertidos te ensinam muito, além disso eu não sei como uma vampira virgem reage a sua primeira vez.
Sutilmente ainda enroscando nossas línguas sutilmente deixei que minha ereção a tocasse e permanecesse ali, ela arfou novamente e eu pude senti-la molhada, pronta para mim, levemente coloquei um pouco e ela pareceu incomodar quebrando nosso beijo e enterrando o rosto no meu pescoço, continuei e ouvi um gemido baixo, porém parecia mais um gemido de dor do que de prazer, parei de me movimentei e olhei em seus olhos sussurrando
-Amor? Estou te machucando? – ela me olhou com olhos desejosos e calmos
-Não amor... eu sabia que isso aconteceria- ela colocou as mãos cada uma em um braço meu que estava acima de seus ombros e me olhou passiva, sutilmente eu escorreguei mais um pouco para dentro dela e tive que me segurar, era a melhor sensação que eu já havia sentido, ela como deslizar no céu e o meu corpo todo parecia irradiar uma luz de felicidade, ela ainda tinha uma ruga de dor na testa, mas eu fui o mais carinhoso possível e consegui me instalar totalmente dentro dela; parei para que ela se acostumasse com meus membro e selei nossos lábios em um beijo romântico, e tive a melhor constatação da minha vida: eu tinha um lugar, um lugar só para mim, onde eu era amado, e era com ela dentro dela... eu a amava e isso era incondicional era o bastante até para alguém como eu.
Recomecei a me movimentar enquanto fixava meu olhar no dela, nossos corpos no vai e vem alucinante, puramente instinto, como se já fizéssemos aquilo há séculos, quando ela me apertou mais e eu pude ver como se o rubi de seus olhos derretessem para uma lava flamejante, uma lava que me consumia me levando a loucura junto com ela, me entregando ao prazer e deitando ao seu lado um segundo depois.
Ainda estava dentro dela, então a puxei para os meus braços e entrelacei nossas pernas puxando o edredom para cima de nós, sei que parece meio retrógado, mais foi minha forma de demonstrar que eu a queria segura, que eu sempre a protegeria.
Ela fechou os olhos e suspirou, e eu sorri enquanto passeava com meus lábios por seus cabelos
-Que foi amor? –ela se apertou mais a mim e sorriu ainda com as pálpebras cerradas
-Estar aqui com você me faz bem... te sentir ainda dentro de mim me deixa completa... amor eu nunca mais quero ficar longe de você!
Sorri com aquela afirmação
-Nem que você queira amor, eu jamais deixaria.
Selei nossos lábios novamente e permaneci assim, abraçado a ela, conectado dentro dela, como um casal normal e apaixonado... Sentindo tudo que ela me permitia sentir.
Notas finais
comentem e saibam que amo cada uma de vocês!!!
PS: Eu estou com um blog... está no começo ainda mas se quiserem dar uma passadinha fiquem a vontade!
http://pensamentospinks.blogspot.com/
Bjusss
Fale com o autor