Absinto
6 Um bar
A cada passo que davam, a rua ia ficando mais escura. Alice andava mantendo os punhos fechados e os braços esticados colados no corpo. Ronald olhou para aquilo e deu um sorrisinho. A menina realmente tinha uns habitos bem esquisitinhos.
– E entao Ali — no mundo adolecente não demora menos que quinze minutos pra você ter uma intimidade consideravel com outra pessoa- Já estamos chegando na sua casa?
Alice parou e muxou o labio inferior. Sim, ela tinha habitos bem estranhos, principalmente quando estava nervosa, com medo, e confusa. E naquele momento ela estava tudo aquilo principalmente confusa.
– Essa não é a rua atrás da minha casa. As ruas de lá costumas ter aparencia mais diversificada com postes de lâmpadas mais promissoras.
Ronald se perguntou o que seria promissoras. Deu de ombros mas pelo que entendeu na frase se Alice ( pelo menos na parte do vocabulario normal) ela estava certa. Tudo ali era muito igual.
As casas na sua maioria eram grandes com pedras decorativas na sua frente com varanda e grandes portões de madeira com desenhos de um bode. E havia casas pequenas também, de cimento pintadas de cinza. Os postes lembravam postes do seculo XIX, pretos. Cada um emitia uma luz mais fraca que o outro e não serviam de muito no final. Na verdade de quase nada.
– Já que esse não é o lugar certo e você se enganou...
Alice franziu a testa e olhou para Ronald.
– Não me enganei tava escrito naquela placa.
Ronald sabia que nunca deve se discutir com uma mulher. Porque na maioria dos casos não era a coisa mais segura a se fazer ( apesar de achar que ela havia se enganado).
– Tudo bem acredito em voce — mentira u.U- vamos perguntar pro povo de alguma dessas casa onde estamos.
Ronald foi a alguma delas e tocou a campainha. Que ficava do lado da figura de um bode, o qual deu calafrios em Ronald. Esperaram uns quinze minutos, tocando a campainha por varios periodos. Nada. tentaram em outra. Nada.
– E agora?
– Bom vamos ver se achamos um estabelecimanto que tenha gente para nos informar a nossa localização ou um ponto de ônibus, para sairmos desse lugar estranho ( e queira deus não parar em outro)
Alice concordou e seguiu andando.
No mesmo momento em outro local
Ele apreciava uma bebida esverdeada, em frente a uma mesa com o que parecia ser uma panela de água fervente. Olhava sorria e bebericava mais um pouco a bebida.
–Isso queridos. Estão fazendo tudo certo.
Sorria e bebericava mais um poquinho, Aquela bebida, era maravilhosamente infernal no seu ponto de vista. E mais uma vez sorria com seus dentes amarelados.
40 Minutos mais tarde
Ronald e Alice andavam quando avistaram um bar. Alice olhou para Ronald e ele disse:
– Vamos até lá.
E foram. Quando estavão chegando perto o bastante do bar a luz meio prateada que parecia de longe foi ficando verde.
– Vai ver... efeitos pirotecnicos de alguma apresentação.
Alice engoliu em seco quando chegaram em frente ao bar. Havia música, pessoas rindo e falando. Uma funaça esverdeada saia pela fresta da porta:
– A coisa parece animada. ^^
Alice olhou para Ronald e empurrou a porta.
– Espero que gente bebada saiba dar indormações.
Disse empurrando a porta e adentrando no bar.
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