Absinto
7 Opiniões... a alma da confusão
Acho que andei atropelando as coisas simultaneamente deis da última narração. Sou o tipo de terceira pessoa nessa história e no momento sinto que não estou apanhando todos os dados e jogando para vocês. Mas enfim corrigirei alguns erros hediondos no momento.
Bom começarei por Alice. Ela tem um certo horror a pessoas desconhecidas, bêbadas que frequentam bares. Ao contrario de Ronald que estava mais acostumado( porque será né? dãã xD ). Mas continuando... no momento em que eles avistaram o bar, talvez eles não tenham percebido... e nós também não porque só depois que eu fui me lembrando dos fatos eu pude nortar, em que eles não estavam exatamente em um bairro. Bom a não ser que o povo da casa de bode curta um bar de arromba perto de um bosque de árvores encurvadas e um pouco maiores do que o normal.
Ai esse é o momento que você pensa: Mais que porra de garotos que são esses que não conseguem ver um bosque, em quase todo lugar apenas deixando lugar para um bar e uma rua acimentada? Ai eu respondo ^^ : Não sei. :D
Mas...a outro detalhe que você não pode culpa-los por não ter percebido antes. Dois pares de olhos vermelhos literalmente flutuando atrás de um enorme árvore, os observando.
E agora eu volto para o momento em que eles estão em frente ao bar. Alice olha para a porta e adentra ao bar com Ronald nos seus calcanhares. E eu posso afirmar que se Alice contorcesse mais o rosto para dar lugar a uma careta teria rasgado o próprio rosto. Ronald arqueou as sombrancelhas, mas deu um risinho. Hilariante.
O bar estava repleto de pessoas. Na maioria bebadas, mulheres semi-nuas.Copos de vidro voando vez ou outra. Pessoas transando encostadas na parede. Sem o minimo pudor. E um palco onde mulheres com roupa de cam-cam, alteram entra dançar e tirar a roupa e recolher dinheiro.
- A gente entrou em um...
- Olha as palavrinhas Ali.
- Acho que esse não é o tipo de lugar que exija modos delicados Simon. ( Sobrenome de Ronald antes que alguém pergunte).
- Uhm...- Ronald deu um sorrisinho e disse com uma carinha safada- Podia ser pior... podia ser homens pelados e semi-nus.
Alice olhou para Ronald com uma cara de assasina.
- Eu sei que você é gay.
Ronald ia dizer alguma coisa, mas teve que desviar de uma caneca cheia de cerveja que acertou o pilastre do lado de Alice.
- Esse cheiro me dá enjoo.
- Tudo ultimamente te dá enjoo Ali.
Alice deu de ombros e olhou em volta. Sempre achou que em bars assim, todo mundo ficava olhando quando chegava gente de estilo diferente e nova. Mas levando em conta que tanto que os homens do lugar tinham coisas melhores para fazer e olhar e digo o mesmo das mulheres. O negocio era desfarçar.
- Vamos nos entrosar e perguntar informações.
- Ali querida... quem aqui vai ter a capacidade de nos dar informações?
- Deve ter alguém sóbreo aqui além da gente.
Disse Alice se escondendo atrás de Ronald, quando passou um homem barbudo e bem moreno olhando de um jeito Alice ( quase engolindo ela com os olhos digamos assim), diferente.
- Foi mal mano... paguei caro por essa hoje.
- Quanto ocê pagô?
- Uns 500.
- NOFFA! ( é noffa mesmo ta não foi erro da minha parte) TU DA ZUANDO COMIGO CABOCO ESSAS MUIÈRES TÃO PEDINDO DEMAIS HOJI EM DIÁ.
- Então mano... pelo menos essa aqui é carne de primeira.
Disse Ronald enquanto apertava a bunda de Alice um tanto forte demais.O homem de cerebro menor do que a própria hipofise, ia falar mais alguma coisa mais desistiu quando viu uma mulher de peitos grande e nadegas avantajadas passar na sua frente com um chicote. Deu meia volta e saiu sem falar nada atrás dela.
Alice olhou bem para Ronald e ia falar algum especie de chigamento, enquanto massageava a bunda, mas Ronald se adiantou.
- Era eu ou ele.
Alice deu de ombros e disse:
- Podia ter sido mais fraco.
Ronald sorriu sarcastimente. Não não poderia u.u. Pensou.
Eles então adrentaram mais no bar se desviando de copos, pessoas caindode bebadas, brigas, e mãons bobas. Seguiram até acharem um balcão com quatro bancos vazios, mais afastadinho da "área de risco". Sentaram ( e não vou dizer que se acomodoraram, porque não era um local de luxo), quando um homem de barba branca, gordo com uma camisa suja de bebida e se não me engano sangue seco foi atende-los.
- Querem alguma coisa pirralhos?
- 2 cervejas.
Disse Ronald, antes que Alice disesse " Não Obrigado".
- Ok.
E o homem saiu para buscar os copos. Alice olhou para Ronald e disse:
- Não temos dinheiro.
- A gente da um jeito... aliás provavelmente não vamos ser os primeiros a dar um calote. Ou você acha que esse povo se lembra de pagar?
O homem voltou com duas canecas de cerveja espumante. E colocou uma em frente de cada um. Ele ia saindo, mas deu olhada para Alice e perguntou:
- Você é nova garota? Porque se não sabe a gente aqui não serve bebida pra funcionaria.
Alice engoliu em seco. Olhou para Ronald que disse:
- Essa daqui eu trouce comigo sabe. Pra aprender a fazer alguma coisa que preste.
O homem bateu a mão no balcão com uma formça descomunal e disse:
- Tu não pode faturar aqui pelas minhas custas não rapá.
- Calma...calma.
Alice levantou da mesa e se encostou no outro pilar morrendo de medo. Ronald levantou do banco mas continuou em frente ao balcão. Ele não queria problemas... mas caos fosse inevitavel teles tinha força necessaria para nocautea-los.
Umas prostitutas e uns homens que estavam perto ficaram olhando, mas o resto das pessoas continuou o que estavam fazendo. Não eram o tipo de público facil.
O homem bufava de raiva e estava pronto pra começar um briga em dois segundos se um segudo antes alguém não tivesse aparecido.
- Calma Lerry. Calma. Eu cuido desses dois.
E então Ronald e Alice viram um homem alto, meio velho,com uma barba tão branca que mudava de cor de cordo com as luzes e a fumaça do locar. Tinha os olhos azuis, e uma boca fina e pequena. Usava um óculos redondo e pequeno caindo pelo naris. E totalmente diferente do estado de espirito do local, usava um calça jeans, um blazer, e uma blusa preta.
- Eles estão tentando faturar dinheiro a nossas custas.
- Calma. Vá cuidar da iluminação. Eu cuido deles.
O homem saiu e Ronald e Alice estavam o olhando espantados, como se um fosse pior que o outro. O homem olhou para eles, enquanto pegava uma caneca de cerveja que estava caida no balcão.
- Calma. Não vou tentar quebrar seus ossos- e sorriu com um sorriso branco e brilhante- Vocês estão imundos. caso queirem me acompanhar ao meu escritorio posso lhes oferecer algo quente pra beber além de roupas mais quentes.
Eu nao confiaria em estranhos....
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