About To Crash
4 Chapter Three: A Little Help.
Bronsky seguiu por onde Garcia indicou. Quando chegou na esquina da Lighting Co. viu o mapa que Garcia falou. Foi até ele e o observou.
“Tenho que ir pala Bachman para chegar ao outro lado”, pensou ele.
Porém, havia dois riscos vermelhos no mapa, um no Cedar Groove Sanitarium e uma no final da rua da Balkan Church.
- Cedar Groove Sanitarium – disse Bronsky para si mesmo.
Cedar Groove era o sanatório aonde sua mãe vivera por dois anos e se suicidara.
“Porque foi marcado nesse mapa o sanatório? Alguém sabe que eu estou aqui? Alguém está querendo brincar comigo? Alguém me quer nessa maldita cidade?”
Perdido em pensamentos, Bronsky viu uma cena em sua mente.
A entrada do que parecia ser um hospital, porém sem aquele cheiro de doença no ar. Uma jovem loira o sorria e falava: — Veio ver sua mãe, garotinho?
A cena mudou, ele estava num quarto com uma senhora que estava na cadeira de rodas e olhava para o céu através da janela. Então olhou para ele e, sorrindo, falou: — Olá meu querido, mamãe estava com saudades.
O celular começou a ter estática novamente o que fez Bronsky tirar a memória da cabeça.
Uma criatura vinha, vagarosamente a sua direita. Bronsky olhou rapidamente ao mapa, para chegar a Bachman poderia pegar tanto a sua direita como a sua esquerda. Bronsky pegou o mapa e decidiu ir pela esquerda, fugindo do monstro.
Quanto mais ia para a esquerda, mais a estática do seu celular ia diminuindo, até parar por completo quando ele chegou à esquina da Levin com a Matheson. Olhou o mapa, com um pouco mais de calma agora. Em vez de se preocupar com o ponto vermelho marcado no sanatório, Bronsky fixou o olhar no ponto vermelho em uma casa no fim da rua da Balkan Church. Não estava muito longe de lá, era apenas dobrar a direita pela Levin ir até a Bradbury e então ir duas quadras a esquerda. Porém, Bronsky se perguntava se valeria a pena.
“Bom, tenho que passar por essa esquina se quero ir até Bachman, mas não preciso realmente entrar nessa casa. Se bem que... já estou ferrado mesmo, a cidade deve estar repleta de monstro, o que me custaria apenas dar uma olhada por fora na casa?”
A estática no seu celular começou novamente.
“É melhor eu me mover”, pensou Bronsky, e começou a andar na direção da Levin Street.
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