Notas iniciais
o que deveria ser um caso normal de assassinato para equipe de NCIS se torna uma missão de resgate por Abby. Um terrorista dado como morto volta para tentar mais uma vez atingir Gibbs atraves dos colegas dele.

Era um dia de verão. A equipe estava toda reunida na sala principal do prédio. Cada qual em seu computador. Dinozzo conversava com alguém pelo computador sobre algum filme novo que havia visto na noite passada em casa. Elle estava com McGee que se preparava para ser pai. Sua mulher estava quase para ter o bebe e ele não podia ir pra missões muito arriscadas.

Torres se olhava no espelho admirando o que ele chamava de pele perfeita do seu rosto. Não que fosse tão perfeita assim mas para ele servia. Gibbs estava concentrado em algo importante no computador. Seu celular começou a tocar e ele antedeu.

— Oi. Gibbs. Ah! Ok! Estamos indo! – Respondeu desligando o telefone.- peguem suas coisas. Marinheiro morto no parque Brooklin. Vamos lá pessoal.

Dinozzo se despediu da sua amiga, Torres pegou sua mochila e McGee e Elle se apressaram em acompanha-los.

Enquanto isso no laboratório Abby estava tomando seu café ouvindo música e não notou alguém se aproximando lentamente por trás. Era um homem mais novo. Ele tirou uma seringa do bolso e pegou Abby por trás. Injetou o liquido da seringa no pescoço de Abby que deixou o café cair e apagou. O homem pegou Abby e saiu pela lateral do prédio. A colocou numa van branca e saiu ligeiro dali.

No parque Brooklin Gibbs tentava sem sucesso falar com Abby para pedir uma opinião sobre o cadáver que haviam encontrado que de cadáver não havia nada. Era um corpo de estudos com a palavra “Idiotas” escrita em letras grandes e em vermelho. Gibbs já havia visto algo parecido em algum lugar por isso ligou pra Abby. Preocupado ele liga para Ducky que vai ao laboratório de Abby e encontra o copo de café derrubado no chão e todo revirado. Mas nenhum sinal de Abby. O celular dela está na mesa do computador e a música tocando sem parar e num volume mais alto do que de costume. Ducky estranha porque Abby não e alguém que faria uma coisa dessa. Ela não largaria o trabalho no meio do dia e liga para Gibbs.

Gibbs volta com a equipe para a sede correndo e eles vão direto ao laboratório de Abby. Ducky está lá. Não havia mexido em nada. Estava como havia encontrado. Gibbs olha para o laboratório sem Abby e se pergunta o que pode ter acontecido ali. Por sorte McGee se lembra que Abby havia colocado câmeras no laboratório, mas nunca soube o motivo. Ele acessa as imagens das câmeras e vem um cara entrar no laboratório e dopar Abby e levar ela arrastada. Gibbs fica mal e promete que vai pegar o maldito que raptou Abby.

Dinozzo e Elle vasculham o laboratório de Abby atrás da seringa que foi usada e a encontram debaixo de uma mesa. Há algumas digitais na seringa. Eles verificam a gravação e descobrem que Abby tentou lutar para se livrar daquilo, mas logo apagou. McGee coloca a seringa no espectrômetro de massa e descobre o que tinha dentro: Rohypnol uma droga que induz o sono rapidamente.

Gibbs fica cada vez mais preocupado com o sumiço de Abby. Dinozzo acha uma pista de quem possa estar por trás disso tudo. Um ex namorado de Abby que no passado já tentou matá-la. O problema é eu ele está cumprindo pena perpétua por tudo que fez depois de ser solto.

Flashback 01

Enquanto Gibbs e a então equipe do NCIS investigavam um “Banho de sangue na pousada da marinha em Little Creeck, McGee acha uma pasta com cianeto que quase mata Abby no laboratório. Abby havia ido ao tribunal para ajudar em um caso de sonegação de impostos. O réu havia tentado matar Abby várias vezes na ocasião e acabou mesmo absolvido do crime de sonegação indo preso pelas tentativas de assassinato contra Abby.

Ele morreu na prisão alguns anos depois de ataque cardíaco induzido por veneno a mando do cumplice dele.

Michel Mauer estava de volta. E dessa vez mais obstinado em ter Abby e em faze-la pagar pelas desgraças da vida dele. Era o que os seus colegas achavam. Eles foram vê-lo na cadeia.

— Ora, ora. Se não é o agente Gibbs e o Agente Dinozzo. Como vai Abby? Estou morrendo de saudades dela.

— Fique quieto, — disse Gibbs num momento de raiva – não seja cínico. Sabemos o que você planejava fazer contra Abby.

— Por que eu a machucaria?

— Porque ela colocou você aqui. E você ficou com raiva dela por isso- disse Gibbs. – Você quer vingança contra ela. – Completou Gibbs.

— Eu não sinto mais raiva de Abby. Sei que ela precisava fazer isso para se ver livre de mim. Já estou aqui há dez anos. Não é como se eu fosse sair correndo para pegar um ônibus. – E deu uma risada. – Talvez daqui há alguns anos, mas agora é impossível. Eu matei meu cumplice e isso me colocou aqui.

— Por que o matou? – Gibbs perguntou – Não há honra entre ladrões?

— Ele tentou machucar a Abby e mesmo ela me mandando para cá eu continuei amando ela por algum tempo. Mas isso já está no passado. Eu estou em outra – mostrando a aliança no dedo- está vendo? Me casei com uma moça maravilhosa que me amo do jeito que eu sou, com todos os meus defeitos.

— Que bom – disse com ironia Gibbs – sejam felizes, se isso for possível. Vamos Dinozzo. Vamos embora daqui.

—Claro chefe – Disse Dinozzo – Atrás de você.

Gibbs entrou no carro e desbloqueou o celular e olhou uma foto de Abby. Estava assustado e preocupado com ela.

Notas finais
Gibbs vai conseguir salvar Abby?
o proximo capitulo já está totalmente pronto.