ADN - Como Tudo Começou
13 Especial de Aniversário
Notas iniciais
Oi! Gente, hoje é aniversário da autora Hunter Pri Rousen e, como uma homenagem, esse capítulo é dedicado a ela. Só peço desculpas por ter ficado pequeno, comecei e terminei hoje, terminei agora, onze horas e treze minutos da noite.
Como primeiro aviso: Hunter, não te conheço na vida real, então se eu exagerei me avise, inventei tudo isso para ficar engraçado, mas se eu acertei me avisa também, gostaria de saber.
Como último aviso: estou com sono, então aí está!
– O que? — quiz entender. Disse sussurrando ao meu oucido:– É a segunda vez que a Rachel planeja uma festa surpresa e eu descubro. — rimos e decidimos entrar. Ela abriu a porta e todos lá dentro griataram:– Surpresa! Segundo ela a Rachel já havia feito outra festa para ela, mas pela sua cara essa deve ter superado a outra. por alguns segundos ficou sem reação, entrou no recinto enquanto todos saíam da onde estavam e vinham abraçá-la. Só então pôde dizer:– OMG! Que lindo! Rac, você se superou! Para controlar a multidão que vinha abraçar ela, Rachel tomou uma atitude. Se dirigiu até o Dj que ficava no centro do salão, que era enorme e pediu o microfone. Ele cedeu e ela disse depois de um som agudo que ecoou pelo lugar:– Todos nó viemos aqui para festejar o aniversário dela, Mia! — todos gritaram — E sem perda de tempo vamos começar essa festa! — gritaram novamente — Quem quiser comer tem quatro mesas nos quatro cantos do salão, aqui no meio é a pista de dança e lá no fundo é o lugar do parabéns! — devolveu o microfone e pediu para o DJ colocar uma música. A primeira coisa que fiz, igual eu sempre fazia, foi ver aquelas mesas com comida. Em cada uma delas tinha uma quantidade considerável de doces, salgados e bebidas. A primeiras coisas que peguei foram todos os tipos de salgados, brigadeiros, beijinhos e, se tivesse sobrado espaço, também levava um suco. Fui procurar Rachel e ela estava conversando com a Mia. Cheguei até elas e a mesma coisa que eu ia perguntar ela perguntou:– Como você conseguiu fazer tudo isso? Esse lugar está perfeito. E ainda reuniu gente que eu não via a séculos.– Então, eu conhecia uma que conhecia outra e assim por diante. Fui chamando todo mundo e quando descobri que você e a Carry se conheciam tentei surpreender as duas, ela não sabia de nada disso. Nessa hora lembrei de uma coisa, ou melhor, de alguém, Isabel. "Será que a Isa está aqui? Ela era a mais popular. Se ela estiver aqui eu vou descobrir, do jeito que ela é... Todo mundo vai se juntar com ela na pista de dança." Pensei. Comi mais um brigadeiro e ofereci para não ser indiscreta, mas nenhuma aceitou. Ouvi um grito vindo da porta e logo reconheci, aquela voz era inconfundível, comecei a rir e corri naquela direção. Quando encontrei com ela um sorriso se abriu em meu rosto e ela me abraçou.– Você chegou agora ou já estava saindo? — perguntei.– Desde quando eu sou a primeira a sair das festas? Ainda mais quando estamos nós três juntas? — respondeu Isabel já roubando uma coxinha de meu prato.– Vamos deixar esse prato ali na mesa e ir dançar? — sugeri empolgada.– Ótima ideia, vou pedir uma música bem legal. — disse enquanto se afastava.– Eletrônica de novo? — murmurei enquanto balançava a cabeça negativamente. Coloquei o prato numa mesa vazia e fui na direção de Isabel que já estava esperando. Como já suspeitava ela pôs uma música eletrônica bem dançativa e começamos a pular para aquecer. Paramos, contamos o tempo e começamos a nos divertir. Muita gente entrou na roda e tentou imitar a gente, outras pessoas inventaram sua própria coreografia e depois de alguns segundos, a terceira integrante veio dançar conosco. Foram três músicas seguidas e cansamos, voltamos as três para a mesa que havia deixado meu preto e sentamos, mas meu prato já estava quase vazio. Mia e eu riamos enquanto Isabel dizia que não tinha graça, pois no meio da segunda música ela escorregou e caiu, mas se levantou como se nada tivesse acontecido e voltou a dançar. O grupo estava novamente reunido, cada segundo ia ser inesquecível, tiramos quantas fotos couberam na câmera de Isabel. Causamos bastante até a hora do parabéns, quando Rachel pegou o microfone de novo e gritou:– Vamos cantar parabéns logo, quero bolo! Eu também queria, então tentei ser a primeira a chegar, cheguei até antes do tão esperado bolo. Mas quando vi duas pessoas carregando um bolo de três andares que pareciam ter a mesma massa mas com recheio diferente quase caí para trás. Aquele era o maior bolo que já vi na vida tinha rendas, flores e no topo uma vela em formato de ponto de interrogação. Isabel e eu sabiamos sua idade, mas aparentemente Rachel não sabia. Mia foi para detrás do balcão, eles colocaram o bolo em sua frente e um deles subiu num banquinho para ascender a vela, depois arrumou o banquinho no chão e ela subiu. As luzes se apagaram e a música começou com todos cantando:
– Parabéns pre você, hey! Nessa data querida, hey! Muitas felicidades, hey! Muitos anos de vida, hey! Parabéns pra você, hey! Nessa data querida, hey! Muitas felicidades, hey! Muitos anos de vida, hey! Então Isa e eu fizemos as honras de gritar:– E pra Mia nada!– Tudo! — responderam.– Então como é que é? — gritamos novamente.– É pique, é pique, é pique, é pique, é pique. É hora, é hora, é hora, é hora, é hora. Ra-tim-bum! Mia, Mia, Mia. Então ela fechou os olhos, respirou fundo e soprou as velinhas. Pegou uma espatula ao lado do bolo e cortou de baixo para cima. Pegou o primeiro pedaço, que era bem grande e cortou no meio, pegou duas colheres se aproximou de nós e disse:– Para minhas duas melhores amigas. Comemos o bolo bem rápido, pois queriamos mais. Por sorte passaram uns garçons com bandejas cheias de fatias de bolo. Eu comi pelo menos três pedaços e mais doces e salgados. Então Rachel pegou novamente o microfone e disse:– O bolo acabou mas a festa continua! Quando ela saiu de lá o DJ colocou outra música, mas desta vez ele errou na seleção. Em vez de por uma música normal, ele colocou uma música infantiu da xuxa. Muita gente achou estranho, inclusive eu, mas Isabel foi até lá e fez algo que niguém esperava. Começou a pular e dançar.– OMG! Só a Isa pra fazer isso. — disse Mia.– Concordo. — confirmei — Acho até que ela parou no tempo, quando eramos crianças tudo bem, mas agora é demais. Foi só eu falar que ela apareceu e nos arrastou para a pista. No início relutamos, mas depois desistimos para lembrar a infância e damos graças a Deus quando a música acabou. Desta vez ele não errou a música colocou uma música que a aniversariante adorava: Eternal Flame. A festa foi acabar às cinco horas da manhã, conseguimos fazer uma guerra de bolinhas de papel, começada pelos meninos, um karaôke e assistimos uma homenágem à Mia que comoveu a todos. Ela contava a história dela e mostrava imagens de sua infância até oss dias atuais. Em grande parte das fotos estavamos nós três completamente sujas de barro e com bonecas nas mãos. Em outras estava só ela sorrindo e fazendo uma pose engraçada. Quando todos estavam indo embora, cheguei perto da aniversariante e disse:– Você lembra?– Lebrar do que? Que você não me deu parabéns? — perguntou.– Que desde o primeiro aniversário que fomos juntas, eu sempre sou a última a dar parabéns?– É verdade, eu tinha me esquecido. — riu.– Acho que a essa hora todos já falaram, então é minha vez. — abracei ela bem forte e disse — Parabéns amiga, espero que nos encontremos novamente, nunca vou esquecer este dia.
Notas finais
Nossa! Eu estava revisando para ver se haviam aquelas linhas vermelhas de quando a gente era uma palavra e, pela primeira vez, não encontrei nenhuma.
Hunter Pri Rousen, essa é a segunda surpresa, se eu pudesse faria isso e muito mais para você, eu ia escrever com canetinha no teto uma homenagem e ia emprestar a canetinha para que quisesse escrever.
Beijos e parabéns por seu aniversário.
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