ADN - Como Tudo Começou
6 Conseguiram
Notas iniciais
Desculpem o atraso! Me perdi no caminho da vida, um gato preto cruzou meu caminho e comecei a chorar pela morte dos Mamonas Assassinas (que morreram 4 anos antes de eu nascer).
Agora é sério, me distraí com algum empecilhos, pedras no caminho e tca. É TCA mesmo! Se não fizermos não passamos de ano, o que é meio injusto, ele é uma versão em miniatura do TCC da faculdade. E o 9° ano é bem perto da faculdade, né? São só uns 5, 6, 7 anos de distancia.
Fora isso me viciei em Naruto e num jogo que me tirou do mundo ninja (Summoners War). Tive duas pesquisas (só fiz uma, a outra vai até dia 18) e meu primo dormindo aqui. Terminei o capitulo em um dia e nesse domingo de tarde venho mostrar o resultado de vários dias sem fazer nada.
Aquelas duas frases que comecei são do Kakash Hatake, o sensei do Naruto (vulgo besta), da Sakura (não sei como chamam ela) e do Sasuke (vulgo Uchiha).
Vou parar de enrolar, ta aí e tem mais quando eu acabar o próximo.
– Me solta Fátima! Me solta! — gritava eu enquanto Fátima me puxava pelo braço esquerdo, segurando com força.
– Você devia agradecer a elas por eu não fazer o que eu queria!– E o que você queria fazer comigo? Me matar?– Na verdade... Não! Eu só queria ter te amarrado nessa sala quando você chegou! Aquilo me deixava cada vez com mais raiva e medo dela. Ela ia me acorrentar e eu não tinha força pra fazer nada. Tentava me desvencilhar, mas se quer a atrasava, apenas ficava mais nervosa comigo e eu com ela. "Pra onde essa doida está me levando? Espero que seja perto, ela está machucando meu braço!" Era a única coisa que pensava enquanto desciamos a escada e viravamos em um corredor, entrando na primeira porta à direita. O lugar estava totalmente limpo, como se alguém o tivesse preparado para mim. Fátima entrou e eu fui arrastada, tentando a todo momento me segurar no batente da porta, em vão. Nas paredes haviam várias correntes, a cada dois metros tinha um conjunto com uma para cada braço, uma para cada perna e uma que prendia a cintura. Ela me puxou até o fundo e prendeu primeiro o braço que segurava. Depois o direito e enquanto eu puxava as correntes, meus dois pés e minha cintura foram presos. Olhei para ela com odio. Eu não ia ficar presa naquele lugar por muito tempo. Era realmente necessário que eu saísse de lá, questão de vida ou morte.– Você não vai me prender aqui e sabe disso! — meu coração batia forte com a possibilidade de ficar presa naquela sala que era tão pequena mas tinha muita coisa.– Não para sempre, mas sim o suficiente. — após uma breve pausa continuou, olhando para a porta — Carol, eu sei que está olhando, então pelo menos fica de olho nela. Quando achar que precisa de comida ou qualquer coisa é só dar.– Está bem Fáti. — disse desanimada.– Fátima! — gritei desesperada, ela olhou para mim — Não me deixa aqui, por favor!– O que foi Carina? Está com medo de ficar sozinha?– Quer saber? Vai embora logo, não era nada. — me extessei Ela saiu e fechou a porta, mas não a ouvi trancando. Naquele momento, a única coisa que eu pensava era num geito de escapar, se eu pudesse me soltar, talvez ficasse bem. Para minha sorte, pouco tempo depois, Caroline entrou e chegando perto de mim questionou:– Se você é tão segura de sí, por quê implorou para sair?– Não posso dizer.– Não pode ou não quer?– Não quero.– Então tchau, até mais tarde. — andou até a porta.– Eu falo se você me soltar!– Se eu te solto a Fáti me mata.– E se não solta eu que morro. — sussurrei. Me olhou com uma cara de quem estava pensando e afirmou:– Fugiu do quarto e quer fugir daqui, você tem problemas com lugares fechados, garota! Não vou te soltar, mas sozinha você não fica.– Nunca contei isso para ninguém, só pra minha melhor amiga. Então promete que não vai contar a ninguém sobre isso?– Prometo, mas me diz uma coisa, que melhor amiga é essa?– Não quero coloca-la nessa história. — após pensar um pouco continuei — Vou ficar sozinha!– Como assim?– Você não pode ficar vinte e quatro horas por dia aqui comigo.– Deixa que eu convenço a Fátima a te soltar? Você aquenta uns minutos sem mim, não é? Ri, mas minha alegria durou pouco. Dois homens entraram, e sem nenhum dó, lutaram com ela. Enquanto Caroline esquivava dos golpes eu tentava me soltar e via mais um entrando no recinto. No lugar dele ir atrás dela, veio em minha direção. Tentei desesperadamente me livrar das correntes, mas era impossivel. Se aproximou mais e mais até dizer ao meu ouvido:– Não se preocupe, não vai te acontecer nada de mal. Antes que eu pudesse dizer qualquer palavra, precionou um pano contra meu rosto e logo perdi a conciência. Não sei quanto tempo passei desacordada, só sei que quando acordei estava deitada numa cela e quatro gatoras a meu redor.– Quem são vocês? — perguntei me afastando.– Calma! Nós também estamos presas aqui, como você. — respirou fundo e continuou extendendo-me a mão — Meu nome é Bruna, e o seu? Olhei para as garotas e para os lados. Vendo que tudo era verdade respondi:– Carina. — segurei sua mão e ela me levantou. " Esse deve ser o esconderijo do Francis! Preciso sair logo daqui e levar elas comigo, aliás quem são elas?"– Tudo bem?– Tudo, eu só estava pensando uma coisa e queria saber o nome delas.– Rachel, Serena e Rafaela. — disse enquanto apontava para cada uma — Por quê?– Eu conheço as mães de vocês! Fátima, Maria, Caroline e Elena, não é?– De onde as conhece? — perguntou Rafaela.– Resumindo, a muito tempo a minha mãe era amiga da de vocês, e a pouco tempo elas descobriram que eu existia.– E como elas estão? — perguntou Serena.– Não sei bem, as conheci depois de vocês sumirem, não sei como eram. — respondi e uma dúvida surgiu em minha mente — Bruna, sua mãe sempre foi brava assim?– Brava ela é, mas não muito.– Então eu acho que ela não está bem, não me tratou bem nem uma vez desde que cheguei. Já as outras, foram legais. Conversaram comigo e até contaram sobre vocês!
– O que disseram? — questionou Rafaela com entusiasmo, com certeza era a filha da Elena.– Só contaram como vocês sumiram. — depois de pensar um pouco continuei — Tem certeza que você é filha da Fátima? Você parece ser legal, já sua mãe até me acorrentou.– O que ela fez? — perguntou, parecendo não ter acreditado.– Me segurou pelo braço e me acorrentou em um quarto escuro. — tirei a blusa de frio que vestia e mostrei meu braço, que ainda estava vermelho.– Ela me deve satisfação, prometeu que nunca mais faria isso. Agora ela vai ver! — estranhei ao ouvi-la dizendo isso, estava começando a me assustar. Aquele olhar era igual o da Fátima. Um homem encapusado apareceu na porta e disse:– Não digam a ninguém que fiz isso. Ele abriu a cela e quando todas nós saímos, a fechou, apontou para que lado deveriamos seguir e desejou sorte. Andamos naquela direção até uma porta de madeira que reconheci. A abrimos e ao ver aquele corredor novamente sorri e corri até seu início com as meninas logo atrás, mas parei ao sentir aquela sensação novamente.– Estou com um mau precentimento.– Então vamos sair logo! — disse Bruna me empurrando. Saímos de lá sem nenhum arranhão, e aquela sensação aumentava devagar. Chegando perto da casa de Serena, que era a mais próxima da ribanceira, paramos ao lado de um orelhão enquanto Rachel discava o número de sua mãe e das outras. Ninguém atendeu, ela tentou pelo menos quatro vezes, mas nada acontecia. "Por que elas não atendem? Alguma coisa aconteceu, mas o quê?" Acabamos desistindo. Em determinado momento, elas se destrairam e eu decidi ir a meu antigo "cativeiro" para ver o que aconteceu. Tentei não ser seguida, mas acho que não deu certo. De vez em quando via alguns vultos atrás de mim, com certeza eu estava sendo seguida, mas por quem? Passei o dia todo temendo que mais alguma coisa de ruim acontecesse, pois o precentimento me assustava cada vez mais e almentava devagar, como se fosse demorar para acontecer algo. Quando cheguei a meu destino, estranhei ver a porta encostada e não haver ninguém em casa.– O que está acontecendo aqui? — murmurei olhando para todos os lados enquanto decidia meu próximo passo. Caminhei até a casa de Dav e Teo, bati à porta e esperei que um deles viésse abri-la. Estava angustiada, além das meninas estarem me procurando por aí e eu estar sendo seguida, as únicas mulheres a quem eu poderia recorrer tinham desaparecido ou estavam a minha procura. Estava distraída quando alguém abriu a porta, era Dav.– O que houve Carry? Achei que...– O Francis me pegou, eu fugi com as meninas, que estão na casa de uma delas e eu não sei onde estão aquelas doidas que nos sequestraram! Você é a única pessoa a quem posso recorrer, as meninas já tentaram ligar pra Fátima, pra Maria, pra todo mundo, mas ninguém responde! Me ajuda por favor! — acho que falei rapido demais, pois ele se assustou.– Está bem, fica calma! Fala denovo que eu não entendi.– Depois que eu voltei a Fátima me prendeu como punição, mas três homens entraram e me levaram. Quando acordei estava em uma cela com a Bruna, a Serena, Rachel e Rafaela...– E quem são essas? — Perguntou Teo aparecendo ao lado de Dav. Para surpresa de todos, no momento seguinte, David o segurou pelo ombro e empurrou para dentro da casa. Corri até a janela mais próxima e tudo que vi foi o mais velho dizendo algo firmemente e em bom som, enquanto Teodoro ficava parado olhando para o irmão, assustado. Fez que sim com a cabeça e Dav saiu de casa tranquilo, fechou a porta e disse:– Termina de contar e por favor não pergunta nada, te explico tudo depois.– Está bem. — disse meio assustada — Quando eu estava na cela, um homem apareceu e soltou a gente, pediu pra não contarmos a ninguém que ele fez isso, apontou o caminho e desejou sorte. Saímos de lá e fomos até a casa da Serena, tentamos ligar no orelhão ali em frente mais ninguém atendeu. Enquando elas estavam distraídas, fui até você sabe onde e não tinha ninguém lá, corri pra cá e aqui estamos.– Já entendi, agora você quer saber o que fazer. — assenti e acrecentei.– Mais uma coisa, acho que estou sendo seguida.– Por quem, você sabe?– Não faço ideia.– Desde quando você está sendo seguida?– Da hora que me afastei das meninas até agora.– Vou falar com o Teo e já volto, então você me mostra onde elas estão. — assenti e ele entrou em casa. No momento seguinte, um homem me puxou para o lado, tampando minha boca. Era bem mais velho, usava roupas normais, calsa jeans, camisa... Só tinha uma coisa que me incomodava nele, o jeito como sorria ao me ver.– Preciso falar com você, Carina Wilson!
Notas finais
Tava legal? Gostaram dela claustrofóbica? Quando pensei nisso, comecei a rir kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk. Mas tive um problema nessa parte, não sabia como as pessoas agem quando tem essa fobia aí! Então inventei um modo de resolver essa parte, colocando uma espiã pra vigiar a ruivinha. Resolvido!
Lá nas notas iniciais falei que tava chorando pelos Mamonas, e isso é verdade! Tava passando na TV como eles morreram, e eu acho que o piloto devia ter virado à direita, ligado o farou e gravado a cena! Seria legal ver uns velhinhos pulando na cadeira de rodas e cantando Vira-Vira no show dos deles.
Mas:
" Não era pra ser
Não, não, não...
Não ia dar certo!"
Amo essa música do Luan Rafael Domingos Santana (vulgo Luan Santana)! Acho que tô com mania de falar "vulgo" então tchau, antes que a mania piore!
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